Nunca me considerei puta. Tinha dado só para um amigo por curiosidade e por não querer ser mais virgem. Estive em vários situações que poderia ter dado para um ou mais caras. Mas nunca rolou.
Eu não esperava por fazer sexo nesse dia, acho que os caras não tavam planejando também. Sair para fumar um beck era a coisa mais normal do mundo e nunca ouvi falar que os caras fodiam as meninas quando chamavam para fumar um.
Eu estava no shopping perto de minha casa ondem o povo se encontrava quando chegaram dois conhecidos meus. Passaram um tempo lá e depois, quando a galera saiu e quando ficamos só nós três, eles me chamaram para fumar um numa casa que estava em construção lá perto.
Dois outros caras, além de um outro skatista (O Carrapato) bem mais velho e o namorado de uma amiga, (O Alexandre), que eu nunca tinha visto e até hoje não sei o nome foram com a gente.
Chegamos lá. Fumamos um e ficamos conversando bobagem. Eu acho que comecei a me insinuar pro caras, pois Carrapato e o 'desconhecido número 2' começaram a por a mãos na minhas coxas enquanto conversávamos. Não sei bem como aconteceu para falar a verdade.
Foi quando o Carrapato, que devia ter uns 30 anos, bem mais velho que todos nós, tentou me beijar. Retribuí o beijo. E a coisa foi esquentando. Maconha me deixa bem excitada, então dei uns gemidos enquanto ele me beijava. Ele entendeu que podia fazer mais e passou a mão minha boceta e depois puxou meu vestido (indiano) para ficar massageando meus peitos. Nesse momento percebi que não iria dar só para ele, na verdade eu ainda nem tava pensando em dar a boceta, só pensei em sarrar pesado. Alexandre os outros dois caras que eu não conheço reclamaram que ele não tava dividindo. Então ele disse que tivessem calma que todo mundo iria aproveitar. Na hora eu gelei de medo, mas não disse não.
Alguém bolou outro baseado enquanto eu e o Carrapado sarravamos pesado na na frente dele. Não tínhamos me levantado do círculo que havíamos formado. Ficamos lá na frente do outros caras. Eu sei que qualquer um pessoa iria achar que a partir desse ponto eu já tava fazendo qualquer coisa, mas só quando o cara tirou a pica para fora e colocou minha mão nela é que comecei a punhetar ele.
Fiquei num posição meio desconfortável, mas comecei a chupar a rola dele. Enquanto ele massageava meu peitos e boceta me preparando para velar rola.
Eu não tomei iniciativa de nada. Mas também não impedia nada. Foi tudo muito natural.
Ele me deitou lá mesmo no chão e deitou por cima de mim. Apenas com a mochila dele para eu usar como travesseiro. Ficamos um tempinho nos beijando e ele começou a mamar meu peitos. Eu senti a a rola dele na linha barriga. Ele se ajeitou para descer mais a bermuda dele e descer minha calcinha que ficou presa no meu tornozelo. Eu achei isso excitante e nem sei por que.
Ele pegou o pau dele e eu fiquei esperando para ele colocar dentro. Mas ele primeiro ficou passando a pica em minha boceta sem meter. Eu comecei a ficar ansiosa. E logo levantei meus quadris para ele meter. Ele riu. “Essa aí tem cara de que num aguenta duas varas…” um dos desconhecido disse. O Carrapato disse “pode não aguentar mais vai levar”. Eu apenas abri mais minhas pernas e ele entrou na minha boceta. Meteu sem gostoso. Eu gozei uma duas vezes. Ele não gozou dentro, gozou na barra do meu vestido. Foi interessante, quando a porra secou o tecido ficou meio duro.
Depois foi a vez de Alexandre. Que meteu gostoso mas não vez nada de diferente. Ficou no meio das minhas pernas e gozou na minha roupa também.
O outro desconhecido também deitou entre as minhas pernas. A pesar de meter gostoso, eu não gozei.
Por fim veio o cara que disse que eu não aguentava duas rolas. Mas com a dele seria a quarta rola que eu tava levando. Ele fez um pouco diferente. Mas acho que foi só para aparecer mesmo.
O 'desconhecido número dois' me deitou de lado e deitou por trás de mim. E meteu a vara na minha boceta sem eu esperar. Os caras riram da minha reação de surpresa. A pesar de ser um cachorro por isso, ele metia gostoso, adorei a posição e comecei a fazer sexo nessa posição sempre que podia.
Ele tinha um beijo maravilhoso. E ficava brincando com meu mamilos. Ele fodia muito bem. Eu bato uma siririca enquanto ele metia. Os caras acharam demais. Gozei e ele continuou bombando ainda gozei mais uma vez antes dele encher minhs boceta de porra. Eu gostei e nem me preocupei se podia ter engravidado. Olhe que nos anos 90, quando eu tinha 16 nem se falava em pílula do dia seguinte.
Eles me deixaram em casa depois disso. Nesse dia, eu lembro que era dia de aula e por isso meu namorado não vinha me ver. Eles ficaram um tempinho conversando comigo na calçada e até tentaram entrar para me comer de novo, mas meus pais tavam em casa. Lógico que não iria rolar. Eles ficaram bem mansinhos quando meu pai me chamou para entrar. Saíram correndo. Exagero meu. Mas ele foram embora rapidinho. Depois disso não rolou mais nada com esses caras todos. Só com o Carrapado.
Alexandre não me comeu mais com medo de minha amiga descobrir, mas eu continuei agindo normalmente com ele depois do dia que ele me comeu. Chegou a dizer para minha amiga para parar de andar comigo. E ela até veio me perguntar se era verdade que eu tinha traído meu namorado com com o Carrapado. Babacão esse Alê.
Eu curto muito sexo, mas nunca mais rolou com mais de um cara de uma vez. Duas picas diferentes no mesmo dia rolou depois disso e só.
Hoje estamos todos casados e com filhos. Nunca mais vi o 'desconhecido número dois', mas às vezes quando eu e meu marido estamos fazendo amor e tá muito chato, eu penso nesse dia e no desconhecido que gozou dentro de mim.