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04 de Junho, 2017 às 00:52 Por: m.2017

Comi minha cunhadinha

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Me chamo M... tenho 30 anos 1.85 de altura, peso 82k tenho um corpo normal, porém definido.
Essa história se passou a alguns meses atrás.
Costumo passar minhas férias no nordeste, conheci muitos lugares, Praias maravilhosas e pessoas especiais., dentre elas minha cunhada, sim.. minha cunhada. Depois de anos juntos com minha esposa, só vim conhecer sua irmã e sua família à pouco tempo, pela distância dos Estados não tinha tido o prazer de conhece - la anteriormente.
viajamos para o interior do Ceará para enfim ter contato com todos seus familiares, pessoas boas e de muita simplicidade.
Sua irmã mais nova Paula (ficticio) 19 anos era uma tentação, branquinha de cabelo cacheado e volumoso. Dona de uma beleza natural e de um corpo escultural, Baixinha, seios médios e com uma bundinha maravilhosa.
Me chamou a atenção logo de cara.
Porém...Sempre fui muito discreto e sempre soube disfarçar meus desejos, talvez por isso, minha esposa nunca fez cenas de ciumes...não dava à ela motivos para isso.
Após uma semana de Estadia no interior, resolvemos passar alguns dias no litoral alugamos um carro, uma casa aconchegante e fomos todos, eu, minha esposa, sua mãe e Paula.
lugar maravilhoso, um clima descontraído entre todos harmonizava ainda mais o ambiente.
Depois de já ambientado ao lugar e familiarizado com sogra e cunhada, passamos a interagir mais. E comecei a criar mais intimidade com Paula à ponto de irmos ao mercado do bairro juntos e dividirmos algumas cervejas e caipirinhas, tudo de forma respeitosa e sem nenhuma maldade.
Até que um dia....
Ao acordar, não vi ninguém, Pensei estar sozinho na casa, levantei e me dirigi até o banheiro, nesse momento reparei que a porta do quarto em frente estava entre aberta, me aproximei um pouco mais e vi Paula que se trocava naquele momento, não resisti. Me aproximei ainda mais e pude valorizar aquele breve instante, Paula se encontrava sem a parte de cima de sua roupa.
Fenix Tatuada nas costelas, e uma tatuagem de uma rosa na coxa, seios maravilhosos, bicos grandes e rosados que apontavam para o alto, tanto quanto meu pau naquele momento, que já latejava e dobrou de tamanho quando à mesma tirou a parte de baixo de seu pijama de oncinha, uma bundinha empinadinha de deixar panicat com inveja, atiçou meus desejos mais sórdidos. Olhei por um breve instante aquela maravilha, mas logo fui interrompido com um barulho na porta da frente, então entrei bruscamente no banheiro, fazendo um barulho que não planejava. Logo escutei minha esposa e sogra entrarem pela porta.
Com o pau ainda latejando de tesão lambusei a parede do banheiro com uma punheta gostosa e tomei uma ducha fria para abaixar a adrenalina.
Nos dias que se seguiram, procurei me distanciar um pouco mais de paula, já não conseguia disfarçar o desejo e constantemente tinha pensamentos ao olhar aquela gostosinha na piscina com cabelos molhados, biquinis ousados e carinha de inocente.
A estadia no litoral se acabara e voltamos para o interior, onde ficaríamos mais dois dias apenas, uma pena, gostei muito do lugar e frequentemente minha esposa e eu íamos até o centro da cidade passear, na noite anterior à nossa partida de volta para São Paulo estava tendo início as festividades de aniversário da cidade com barracas e comidas típicas, estava muito interessado em ir, porém minha esposa não se sentia diposta e disse que gostaria de ficar em casa com minha sogra, porém não se opos a minha ida, pelo contrário me incentivou a ir, nesse momento minha cunhada chegava da rua entusiasmada e sem saber do assunto que conversávamos, comentava eufórica à possibilidade de irmos todos ao centro, nesse momento minha esposa olhou para mim e sorrindo disse que havia encontrado alguem para ir comigo na cidade, para meu "desespero" Paula topou de imediato, pediu apenas alguns minutos para tomar um banho, se trocar e que logo estaria pronta.
Em poucos minutos estava pronta, com um vestidinho florido suficientemente curto ao ponto de poder ver sua tatuagem de rosa na coxa, logo me veio à cabeça aquela imagem da casa de praia, mas novamente me contive.
O caminho para cidade era por uma estradinha de terra estreita e com pouca iluminação, me mantive calado em boa parte do caminho e quase não conversávamos o que deixara Paula um pouco incomodada quanto à isso.
Até que em certo momento da viagem ela me pediu para encostar o carro, Eu atendi seu pedido e encostei o carro em uma rua ainda mais escura.
Paula de imediato perguntou o que havia feito de errado, e o porquê passei a lhe tratar com indiferença.
Eu um pouco constrangido com a situação, sem olhar em seus olhos, respondi que ela não havia feito nada, que o problema era comigo e no momento que me preparava para me desculpar, Paula, com firmeza na voz e colocando seu dedo em minha boca me disse:
cala a boca M....
Eu vi vc me olhando! naquele dia quase pude sentir sua respiração em minha nuca e percebi o momento em que você correu para o banheiro com medo de eu pegar vc me espiando, não precisa ficar constrangindo, EU GOSTEI!
Aquelas palavras gelaram minha espinha, uma intensidade de pensamentos passavam pela minha cabeça naquele momento, sabia que era errado, sabia que era sórdido e imperdoável, se minha esposa descobrisse meu casamento até então inabalável, acabaria, mas dessa vez, não me contive.
Com a mão em seu pescoço à puxei para junto de mim e me deliciei em seus lábios, um beijo cheio de Tesão como à muito tempo não sentia, a calça jeans já ficara apertada para o tamanho que se encontrava minha rola naquele momento, abri a porta, sai do carro e pouco me fodendo para aquele lugar ermo e escuro, fiquei em pé, coloquei meu pau pra fora, Paula, nesse momento, sentada no banco do motorista, com as pernas abertas voltadas para mim abocanhou meus 18 cm de rola e me presenteou com a melhor chupada da minha vida. Passava a língua na cabeça e sem frescura, o enfiava o quanto conseguia na boca, lambusava minha rola ao mesmo tempo em que me batia uma punheta com vontade. A gozada não demorou a acontecer e foi absurdamente volumosa, com a língua pra fora, Paula aceitou o jato de porra quente sem desperdiçar uma gota sequer engoliu tudinho sem exitar.
Mas eu queria mais, precisava de mais e estava pronto para, mais, o pau ainda firme como uma rocha, Então a inclinei no banco do motorista, tinha a visão daquele rabo empinado pra mim, aquele cabelo encaracolado ainda molhado enrolado na minha mão, Paula de quatro se apoiava da maneira que podia, enquanto eu fodia sem pressa aquela buceta maravilhosa.
Ela gemia com cada estocada do meu pau, eu puxava seu cabelo, e dava tapas com força naquela bundinha, que de tanto apanhar já se encontrava com as marcas da minha mão, Paula em nenhum momento reclamou, ao contrário, em cada estocada, em cada tapa que levava, gemia, rebolava na minha pica e pedia mais. Eu já não aguentava de Tesão, estávamos naquela metida gostosa já à algum tempo, ela percebendo...disse com a voz quase sussurrando:
goza gostoso, goza dentro, quero sentir sua porra quente dentro da minha buceta.
O jato de porra foi mais uma vez intenso e volumoso...Puta que pariu que delícia!!!!!
Paula com uma voz sensual que me estremeceu dos pés á cabeça me pediu quase sussurando, chupa minha bucetinha gostoso, eu obedeçi e Foi a minha vez de me deliciar
acomodada no banco de trás do carro, Retribui a chupada, não perderia a chance de me lambuzar também.
Encharquei muito sua bucetinha com minha língua, chupei aquela safadinha com muita vontade, mordiscava seu grelinho rosado e a tocava levemente com meus dedos. Gemendo muito e se retorcendo de prazer Paula também gozou, um prazer intenso que a fez tremer toda.
A sensação era a melhor possível,
Meu pau parecia não sentir cansaço e queria muito estar dentro dela novamente, queria aproveitar cada minuto e me deliciar há todo momento com aquela ninfetinha gostosa.
sentei - me no banco de trás do carro e Paula encaixando sua buceta na minha rola, me pedia para foder gostoso e eu fiz gostoso. com a voracidade de um adolescente e com a experiência de um cara na casa dos 30 anos, ela cavalgava na minha rola com intensidade, fazia movimentos rápidos, se inclinava, rebolava e gemia, como gemia...rs
Minha boca sufocava sua boca em alguns momentos, mas na maior parte do tempo estava me deliciando, passando minha língua em seus seios empinados de bicos rosados. O carro balançava, A intensidade aumentava cada vez mais, o vai e vem era forte e constante, ela sentava com força, esfolava minha pica sem dó, gemia alto e pedia com força, arranhava o teto do carro cheia de tesão e como se uma enxurrada de prazer a encontrasse foi sua vez de gozar, senti sua pernas tremerem, sua buceta Se contrair como Se batesse Palmas para o nosso desempenho.
Foi A melhor foda da minha vida!
Aquela ninfeta sabia como fazer gosotoso, aquela carinha De Santa, aquela voz mansa e sensual me fez delirar muitas vezes, foi muito bom!!!
Gostaria de ter ficado mais tempo dentro daquela buceta, mas Já era tarde, então voltamos para a casa sem curtir a festa no centro da cidade, afinal já tínhamos curtido a nossa festinha particular.
Voltei para São Paulo no dia posterior.
Da minha cunhadinha ainda sinto saudades, ainda mais depois da visita que ela nos fez em São Paulo, mas essa é uma outra história para um outro dia. Obrigado à todos e gozem sem pudor amigos.

Comentários

28 de Dezembro, 2019 às 11:49
pinguim
caralho que cunhada em!
07 de Junho, 2017 às 15:12

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ótimo conto..sempre que leio fico puto de tesão e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada, as vezes sendo uma evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida enfim mulher que gosta de ser bem fodida, ou tenha fantasias e desejos mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,quero até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos e vontades...whats (47) 9212-6411
05 de Junho, 2017 às 23:40
m.2017
nem fala...melhor trepada que tive
05 de Junho, 2017 às 19:25
VadinhoSantos
Só quem já comeu uma cunhadinha sabe o quanto é bom!

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