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17 de Junho, 2017 às 00:13 Por: celossantos

Vizinha gostosa

tags: putinha, gordinha, gostosa, vizinha
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Me chamo Marcelo, tenho 35 anos, sou negro e tenho um corpo malhado, sou completamente louco por mulher gordinha, e tem uma que só completamente tarado, uma gordinha casada, que mora na mesma rua que a minha. Ela é linda, maravilhosa pra falar a verdade, olhos verdes, um sorriso incrível e um corpo que me deixa completamente pirado.

Aquele se rabo grande e gostoso quando passa, me faz pensar em cometer loucuras, loucuras que até fogem um pouco do certo e errado, um dia em conversas, descobri que o sonho dela era ter uma transa simulando um estupro.

Descobri que ela pedia muito ao marido, mas ele sempre recusava, pra mim era um frouxo, não sabia a mulher que tinha, não satisfazia o pecado em pessoa, o tesão de carne e osso, uma putinha que ele podia chamar de mulher e não a comia como deveria fazer.

Mas um dia, lavando o carro na frente de cassa ela passou, me comprimentou, elogiou meu corpo malhado, todo molhado e com a bermuda bem colada no corpo, o que deixou um certo volume amostra. Ela se aproximou, conversamos um pouco e quando nos despedimos, ela me disse uma coisa que me deixou louco.

- Sabe Marcelo, amanhã meu marido vai jogar bola com aquele amigo dele, e vai me deixar sozinha em casa novamente até as 21h.

- Sabe eu tenho medo de ficar sozinha, e alguém ir lá e me atacar, sabe eu adoraria um sexo mais forte, mas estupro já é uma loucura pra mim.

- Morro de medo, queria uma companhia, mas não vou ter.

Olhou para o volume maior que tinha se formado na minha bermuda, sorriu com aquele ar de pura safadeza, bem puta e se despediu.

Depois disso não consegui me concentrar no que fazia, guardei tudo e entrei.

No final da tarde do outro dia, fique no portão como não quer nada e esperei, então ela o acompanhou até o portão e se despediu, ela olhou pra mim e sorriu, entrou e deixou a porta aberta.

Esperei ele virar a esquina pensando no que ela tinha me falado no dia anterior e como um cachorro no cio, peguei um corda que tinha dentro do carro e fui sem deixar ninguém me ver e entrei na casa dela.

Ela estava vendo um filme na sala, eu cheguei com cara de furioso, ela tomou um susto e nem se arriscou a perguntar o porque.

Eu estava completamente louco de tesão, estava completamente fora de si e quando à vi, a chamei putinha, vagabunda e vadia gostosa e me sentei do lado dela no sofá.

Ela estranhou, talvez tenha pensado que iria entrar mais suave, mais romântico, ficou me olhando, mas nem deu tempo dela falar nada, eu a peguei pelos braços e à levei para o quarto, fechei a porta e tirei a corda do bolso.

Falando putarias, e a chamando de puta e gritando que agora ela iria ter o que sempre sonhou, eu a amarrei na cama, braços e pernas de uma forma que se ela se mexesse, machucaria.


Rasguei a roupa e dei um beijo, que boca, que lábios macios, deliciosos, doces, um sabor que nunca irei ver igual.

Ela tentava me afastar com a cabeça mas era impossível pois eu a tinha amarrado bem.

Ela fechava a boca mas eu enfiava a língua com tudo. Não sei se ela estava odiando ou gostando daquilo, pois, deu pra perceber que nunca havia beijado de uma forma tão bruta e me xinguava muito.

Não parava de dizer para eu parar, que não estava afim de fazer hoje. Eu naquele clima louco todo, sem controle algum quando ouvi isso me revoltei e dei um tapa no meu rosto, estava completamente louco de vontade e já estava completamente nu.

Eu levantei na cama e coloquei o meu pau perto da boca dela, ela já imaginava o que queria mas mesmo assim resistia, então abri boca dela e coloquei todo o meu pau.

Estava louco por aqueles lábíos, aquela boca quente, estava a meses querendo aquela boca, e fiquei tirando e colocando meu pau rápido sentado em cima dela.

Ela tentava morder mas conforme me mordia, eu soltava gemidos de prazer então ela ficou totalmente imóvel e mesmo assim eu gozei soltando muita porra na boca dela.

Aquela puta, cuspiu o quanto deu e isso não me deixou satisfeito, sonhava com alquela mulher, queria mais, e dei um tapa na sua buceta que ardeu muito, por que ela deu um grito bem alto, comecei a chupar com força, enfiando a língua, ela claro, não pode proibir porque ele havia amarrada, ficando totalmente escancarada.

Ela resistiu o quanto pode mas começou a se contorcer ate que finalmente consegui fazer ela soltar um gemido de prazer, e claro a fiz gozar um pouco.

Não resisti e comecei a rir alto enquanto se masturbava. Meu pau estava duro e me deitei em cima dela, colocando meu pau na entrada da minha buceta molhadinha.

Ela implorou quase chorando para que ue não fizesse nada com ela, porque pelo visto eu tinha entendido errado o que ela tinha dito no outro dia.

Eu não tinha controle, era puro tesão e loucura, só consegui rir muito e sem dó coloquei meu pau na entradinha e enfiei meu pau sem dó naquela buceta.

Ela chorou no começo e depois começou a soltar alguns gemidos, finalmente eu relaxei e comecei a fazer movimentos fortes e rápidos, estava completamente fora de mim.

Não parava e gozei muito dentro dela e mesmo assim não parava de me mexer, ela parecia não aguentar mais de tanto prazer e gozou também gritando alto e se contorcendo toda.

Comecei a dizer como era puta, safada, se estava do jeitinho que ela sonhava, vendo que havia gozado melando todo meu pau.

Vi aquele mel escorrendo pelas pernas dela e não perdi tempo e meti a língua e lambi tudo, deixei aquela bucetinha completamente linda e bem fodida, lambi e dei umas modidinhas nas pernas, depois subi e mordi com força os seios dela, e agora finalmente mais calmo eu comecei a tirar as cordas.

Deu pra ver na hora que ela se sentia aliviada pensando que havia terminado, mas eu não queria parar por ai e comecei a lamber o seu cuzinho, ela ficou completamente sem controle, seu rosto ficou vermelho, sua respiração mais forte, e mordia os lábios como não havia visto ainda.

Parecia estar com medo misturado com prazer, a coloquei de quatro, ela mesmo sem cordas não fes nenhum movimento para impedir, nem falou uma palavra.

Apontei meu pau pro seu cu e segurei na sua barriga por trás e comecei a roçar meu pau duro naquele cu gostoso e forcei a entrada e ela deu um gemido de dor, mas empurrou o seu corpo de encontro ao meu.

eu resguei aquele cu com uma estocada até o fundo, senti suas bolas tocando a sua bunda, ela chorava e começou a dizer que ardia muito, mas não falava pra parar.

Aquela puta estava adorando e fingindo que estava com medo, fude aquele cuzinho até não aguentar mais e encher ele de porra quente, ela gritou forte, mordeu o travesseiro e gemeu ainda mais forte.

Tirei o meu pau de uma vez do seu cuzinho e a deitei do meu lado, Ela ficou alguns minutos me olhando e só então conseguiu montar uma frase.

- Seu cachorro, safado, tesudo, gostoso, você me fudeu todinha e estou toda dolorida, agora te dou 10 minutos pra pegar a sua roupa e ir embora, se não chamo a polícia seu safado.

Riu, me deu um beijo gostoso e demorado, olhou nos meus olhos e eu entendi o recado, me levantei, coloquei a roupa e fui embora tomando cuidado pra ninguém me ver.

Ela só apareceu no outro dia, indo ao mercado com o marido, passando por mim e agindo como se nada tivesse acontecido....uma verdadeira putinha.

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