A festa popular do voyeurismo nacional tem na mídia o BBB ( Big brother Brasil) como maior divulgador desse que se revelou uma mania nacional. No fundo adoramos espiar, reparar, olhar, admirar os outros. Quando nos deparamos com uma situação em que podemos ver a intimidade alheia nosso coração dispara, uma sensação de transgressão nos arrebata, nossos sentidos ficam alertas. Ao receber o e-mail do HE acabei por refletir sobre isso e me deparei com lembranças de momentos que me trouxeram essa emoção. Relato um dos momentos que me permito compartilhar com vocês.
Ainda criança, na segunda série, tinha uma professora chamada Verônica. Agora sei que ela era jovem provavelmente acabara de se formar no magistério. Era Novembro e estava quente, ela chegou com uma saia longa e branca. Eu me sentava na segunda fila próximo a parede. Ela iniciou a aula anunciando um ditado de palavras. Sentada em sua mesa ditava as palavras pausadamente e as repetias. Um silencio tomava conta da sala e só sua voz lenta e morna era ouvida. Enquanto ditava ela apoiava as mãos nas pernas e puxava vagarosamente a saia até a altura do joelho e depois empurra a saia de volta e suas pernas ficavam cobertas, em seguida reiniciava o processo, puxando e empurrando a saia sempre que ela chegava na altura do joelho. Acompanhava os movimentos e via suas belas pernas morenas aparecerem e desaparecerem. Andreia, uma menina que se sentava atras de mim, pediu para a professora repetir uma palavra. Pra minha surpresa a professora que estava com as saias no joelho virou-se para Andreia e repetiu a palavra novamente bem devagar, só que agora estava com as pernas afastadas, para não dizer abertas. Tive minha primeira visão. Era branca. Pude ver alguns pelos rebeldes que escapavam. Um triangulo mágico estufado, branco que se fechou.
Pelos pubianos, bicos rosados, uma colega que se masturbava, uma cunhada sempre de saia muito curta e tantas outras situações. Tenho certeza que todos nós temos um historia para contar.