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26 de Maio, 2020 às 17:25 Por: Cmo

Um apartamento muito especial

tags: filha e mãe
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De jul a dez de 2015 estive morando em Goiânia/GO, a trabalho. O contrato que a empresa que trabalho fez com este cliente de Goiânia estipulava que um funcionário ficasse em tempo integral neste cliente para o acompanhamento de um projeto especial a ser implantado num prazo de 6 meses. Na verdade, era um exigência do sr. M (como estarei me referindo a ele nesta narrativa), único proprietário deste empresa cliente, porque a maior parte do trabalho seria feita no nosso escritório em São Paulo, mas o sr. M exigia que o gestor do projeto (minha responsabilidade) ficasse em tempo integral em sua fábrica. Como diz o ditado: o cliente sempre tem razão. Portanto, assim foi feito.

Por condições contratuais, o cliente arcaria com todas as minhas despesas de locomoção (aérea e terrestre), alimentação e hospedagem. Neste quesito, o sr. M preferiu que eu ficasse em um apartamento, ao invés de em um hotel, alegando que seria menos custoso para ele. Na verdade, o apartamento mobiliado era de sua propriedade e estava vazio por razões particulares do sr. M. Ficou à cargo dele também providenciar os serviços de limpeza do apartamento e de lavar e passar minhas roupas. Para isso, designou uma diarista de sua confiança que iria 2 vezes por semana (terça e quinta) para fazer estes serviços. Por conveniência dela e minha, combinamos que faria estes serviços no horário das 19h às 21h.

Esta diarista foi uma das razões deste apartamento ser muito especial.

Cabe aqui uma pausa para registrar como Goiânia é uma cidade especial: bonita, agradável, clima quente, povo hospitaleiro e com muita mulher bonita e gostosa. Esta diarista era uma Goiânia com o requisito de gostosa, embora não fosse uma mulher de rosto bonito (diria que até de traços feios), mas tinha um corpo espetacular. Alta (cerca de 1,75m), pernas bem torneadas, coxas grossas, bunda saliente e bem proporcionada, seios fartos sem serem muito grandes, curvas bem feitas ao longo de seu belo corpo. Uma mulher de 45 anos como ela me disse e até mostrou sua carteira de identidade (espontaneamente, sem eu pedir). O nome dela era Vilma (nome fictício) , sendo uma mulher simples com escolaridade básica, inteligente, bem falante, gostava muito de ler, falava sem cometer erros grosseiros de português e expressava bem suas ideias.

Enquanto fazia o seu serviço, falava muito comigo, sobre vários assuntos, mas muito deles de sua vida pessoal. Era solteira, morava com a mãe idosa e do seu trabalho (mais uma pequena aposentadoria deixada pelo pai) tirava o sustento das duas. Disse-me que por não ser uma mulher bonita não arrumava namorado e quando algum homem se aproximava dela era com intenções sexuais. Dizia: - o que querem é me comer! Entendia que assim se expressava, mais pela sua simplicidade do que por outra intenção. Até o dia em que me contou que teve que deixar a igreja evangélica que fazia parte porque o pastor só queria saber de transar com ela, dizendo que ele a ajudaria a conseguir mais trabalho e ela o satisfaria, visto que a mulher dele não dava mais para ele. Ela me disse que o homem era demais, que chegava a transar com ela 5 vezes por semana e ela não gostava dele; dava para ele por interesse. Este fato e mais outros conversas corriqueiras, mas tendo sempre o sexo como pano de fundo, forem me mostrando que ela gostava mesmo é de falar sobre sexo. Tomara que gostasse também de fazer sexo!

Teve um outro fato, inesperado, que contribuiu para tornar este apartamento mais especial.

O prédio em que ficava esta apartamento era de 6 andares com 4 apartamentos por andar. Fazia parte de um conjunto de 2 prédios iguais e paralelos, de tal forma que a fachada de um fosse de frente para a fachada do outro, a uma distância de cerca de 6 metros. Nestas fachadas tinha a janela da sala e de um dos quartos. Destas janelas eu via perfeitamente os mesmos aposentos, do mesmo andar, no outro prédio. E aí é que tive uma baita surpresa: neste apartamento do outro prédio morava uma mulher com cerca de uns 55-60 anos, muito bem apessoada e conservada para a sua idade; uma mulher com um belo corpo. Esta mulher tinha o hábito de andar nua pelo apartamento, além disto, quando tinha companhia de um parceiro sexual, não se preocupava em fechar a janela ou a cortina. Dava para ver perfeitamente as relações que tinha com este parceiro: várias posições sexuais eram realizadas, desde o simples papai e mamãe, como um 69, sexo anal, cavalinho, ela de quatro dando a buceta, ela sentada em cima dele, etc.

Um dia, enquanto a Vilma fazia os seus serviços, eu fiquei na janela a observar o espetáculo erótico da vizinha de frente. Neste momento a Vilma se aproximou por trás de mim, encostou os seus seios nas minhas costas e me disse: - você não viu nada ainda, isto é só uma parte do que ainda vai ver! Rapidamente se afastou falando e rindo e continuou o seu serviço. Perguntei o que mais teria e ela me disse para esperar, ver primeiro e depois contar para ela.

Como ela fazia a limpeza do apartamento, quando o sr. M nele morava, teve a oportunidade de ver várias coisas.

Realmente pude ver estas outras coisas. A mulher recebia desde homens a mulheres para transar. Até um garoto de cerca de uns 12 anos eu vi transando com ela. Outra vez, era um rapaz um pouco mais velho, talvez com uns 18 anos. Uma noite, já um tanto tarde, vi que ela estava assistindo TV, pelada e sentada no sofá e o seu cachorrinho (um vira-lata de porte médio) a lamber a sua buceta. De repente ela ficou de quatro e fez o cachorrinho subir em cima dela, enterrando o seu pinto em sua buceta. Outras vezes a vi se masturbando com um consolo, enquanto assistia TV.

Comentei estes assuntos com a Vilma e ela me deu maiores detalhes ainda. Percebia que enquanto ela me narrava estes fatos os bicos de seus seios ficavam duros. Eu ficava de pinto duro e não dava para disfarçar. Percebia que ela via. Ela me contou que esta mulher era uma funcionária pública em Goiânia e estes parceiros sexuais dela nada mais eram que sobrinhos, sobrinhas, cunhado, amigos e amigas. A mulher era ninfomaníaca. A Vilma já tinha sido diarista dela e parou de ser quando a mulher investiu sobre ela, pedindo que ela não ficasse brava porque ela era ninfomaníaca e não conseguia se controlar; sentia por ela um tesão muito grande, visto ser o mulherão que a Vilma era.

De tanto conversarmos, começamos a nos tornar mais informais na conversa e isto foi nos aproximando mais. Para fazer os seus serviços ela trajava uma bermuda apertada e uma blusa que cobria os seios, mas deixava a barriga e os braços desnudos. Eu não tirava os olhos daquele corpão; ela percebia e me dizia que eu a olhava muito. Aquilo foi uma deixa; eu afirmei a ela que não cansava de olhar para aquele corpo escultural que ela tinha.

Normalmente quando terminava o trabalho eu oferecia um lanche a ela, quando não comprava uma pizza para jantarmos e, com isso, para ficar mais tempo com ela. Só que ela costumava não tomar banho antes de ir embora. Um dia perguntei o porquê disto e ela me disse que assim chegaria mais cedo em casa. Disse a ela que isto não seria problema, porque eu poderia a levar de carro. Ela acabou concordando e eu passei a leva-la de carro até em casa. Isto deu uma abertura para que houvesse uma intimidade maior entre nós. Ela saia do banho enrolada em uma toalha para se trocar em um dos quartos; ela não tinha muito cuidado com a toalha e mostrava com mais detalhes aquelas coxas gostosas e até um pouco de seus seios. Um dia, não aguentei e tirei a toalha de seu corpo; ao ficar nua na minha frente, ela riu e me abraçou. Fomos direto para a cama e transamos feito loucos.

A partir deste dia, passei a tomar banho junto com ela. A transa começava no chuveiro e terminava na cama. No chuveiro eu a ensaboava, passava o sabonete em sua bunda, na sua buceta, em seus seios, em seu corpo todo. Colocava o meu pinto no meio de suas nádegas e só não enfiava em seu cu, porque ela me pediu que parasse por ali. Ela sentava na cama e eu chupava sua buceta, enfiando minha língua naquele rego gostoso e lambendo sem parar o seu grelo. Ela gemia de prazer e empurrava a minha cabeça contra a sua buceta, apertando-a com aquelas coxas gostosas. Aí pedia para eu deitar na cama e chupava o meu pinto, virávamos para fazer um 69 gostoso. Depois do gozo, ficávamos deitados e pelados a conversar, esperando que mais vontade viesse. Neste tempo ficava a passar a mão em seu corpo gostoso, beijando-a, e quase sempre, terminávamos com ela de quatro e eu comendo sua buceta. Somente o cuzinho é que não me atrevia a insistir, porque quando tentava alguma coisa neste sentido ela me pedia para parar, não queria ir em frente com isso, me dizia. Para não a contrariar e quebrar o clima, eu não insistia. Várias vezes, saia quase as 23h para leva-la para casa.

Um dia ela me pediu para leva-la em um motel. Tinha sido inaugurado um motel de alta classe (muito xique, como ela disse!) e ela tinha muita vontade de ver como era. Tinha ido somente a motéis baratos que o tal pastor (que acima relatei) a levava de vez em quando (as outras vezes que deu para o pastor foi na casa dele ou mesmo na igreja). Combinamos então que a levaria em um dia que não fosse terça-feira ou quinta-feira, para termos mais tempo de curtir aqueles momentos. Foi então em uma sexta-feira que fomos a este motel.

Gastei uma nota, mas valeu muito a pena. Quis proporcionar a ela uma noite especial. Chegamos cedo (por volta das 19h) e só saímos no sábado pela manhã. Fizemos de tudo, nos divertimos na hidromassagem, jantamos, bebemos, transamos, assistimos TV, dormimos, transamos, transamos...transamos. Fizemos todas as transas que já relatei, mas no meio da noite ela me acordou e me disse que queria tomar um banho de banheira comigo. Mais do que depressa fui com ela para a banheira e começamos a nos beijar e a nos acariciar. Notei que parecia que ela queria algo diferente, quando comecei a ensaboar a sua bunda. Coloquei o meu dedo médio em sua buceta e o polegar a acariciar o seu cu (como já tinha feito de outras vezes), quando senti que ela movimentava a sua bunda de modo diferente das outras vezes, mostrando que queria mais, que fosse mais fundo. Beijando sua orelha, disse a ela baixinho: - quer que eu vá mais fundo? Ela acenou com a cabeça que sim e fui então mais fundo. Ela mexeu sua bunda num movimento de vai e vem e me disse que estava uma delícia. Tirei o dedo e coloquei o meu pinto entre suas nádegas, forçando um pouco a cabeça na entrada daquele cuzinho que estava ávido por ser comido, sem falar nada fui colocando bem devagarzinho (achei até que ela fosse pedir para parar, como tinha feito da outra vez); mas não, ela pediu que fosse até o fim bem devagar; passei bastante sabonete no meu pinto e em seu cu e fui colocando bem devagar. Ela gemia: um misto de dor e prazer, mas logo vi que era de muito mais prazer. Gozamos juntos.

Quando acordamos, disse a ela que talvez a mãe dela devesse estar preocupada com a sua ausência. Aí, veio a minha surpresa: ela me disse que tinha avisado a mãe que iria a um motel comigo e que chegaria bem tarde, talvez até no outro dia. Diante da minha cara de surpresa ela me revelou que a mãe dela era uma mulher de 75 anos, gozando de bastante saúde e ainda tinha uma vida sexual ativa; quando então me mostrou uma foto dela com a mãe em uma piscina (as duas de biquíni); realmente a mãe dela era um mulherão.

Então, ela me falou: - se quiser te apresento minha mãe. Desconversei e disse que talvez fosse possível, um dia. Quando acabou o meu trabalho, voltei para São Paulo, sem conhecer pessoalmente a mãe dela. Este ano, deve voltar a Goiânia; quem sabe venha a conhecê-la.


Um conto é a consequência do outro. Vou transcrever os 2 últimos parágrafos deste primeiro conto:

“Quando acordamos, disse a ela que talvez a mãe dela devesse estar preocupada com a sua ausência. Aí, veio a minha surpresa: ela me disse que tinha avisado a mãe que iria a um motel comigo e que chegaria bem tarde, talvez até no outro dia. Diante da minha cara de surpresa ela me revelou que a mãe dela era uma mulher de 75 anos, gozando de bastante saúde e ainda tinha uma vida sexual ativa; quando então me mostrou uma foto dela com a mãe em uma piscina (as duas de biquíni); realmente a mãe dela era um mulherão.

Então, ela me falou: - se quiser te apresento minha mãe. Desconversei e disse que talvez fosse possível, um dia. Quando acabou o meu trabalho, voltei para São Paulo, sem conhecer pessoalmente a mãe dela. Este ano, devo voltar a Goiânia; quem sabe venha a conhecê-la.”

Pois bem, cerca de 6 meses após este meu trabalho em Goiânia/GO, retornei para atender este mesmo cliente, só que para ficar cerca de 15 dias. Não iria perder a oportunidade de rever a Vilma (nome fictício), já com a intenção de repetir as transas que tive com ela, mas tinha lá um curiosidade de, talvez, vir a conhecer a mãe dela.

Fiz contato com a Vilma e prontamente ela me atendeu, indo me ver no hotel em que estava hospedado. Quando ela chegou no meu quarto, nos cumprimentamos efusivamente com um abraço e um prolongado beijo, daí em diante foi tirarmos as roupas e transarmos muito. Após matarmos as saudades, eu a levei para jantar e foi durante este jantar que ela me disse que a mãe dela gostaria muito de me conhecer; além disso, gostaria que eu fosse jantar na casa dela, porque ela queria fazer esta gentileza comigo, até por agradecimento à atenção que tinha dado para a filha dela.

Confesso que fiquei surpreso, agradecido e com muita tesão. Desconfiei que não seria um simples jantar.

Marcamos então para 2 dias depois e lá fui eu apreciar este jantar. Ao conhecer a mãe dela, fiquei realmente impressionado: uma mulher de 75 anos, com uma excelente aparência, alta (cerca de 1,75 m), um corpo muito bonito e bem formado (a Vilma com certeza tinha puxado a mãe), bunda saliente,coxas grossas, cabelos morenos e longos, bem arrumados, uma maquiagem discreta. Estava vestida com um vestido branco, quase transparente e com um decote revelador de uns seios sedutores (apesar da idade não eram muito caídos).

Ela me convidou para sentar e sentou-se em uma poltrona na frente da minha. A cruzada de pernas que deu, ao sentar, já me fez ficar de pau duro. Acho que ela percebeu, porque vi um sorriso maroto em seu rosto. Começamos a conversar e falar de vários assuntos, enquanto a Vilma nos servia uma deliciosa caipirinha, seguida depois de cerveja bem geladinha.

Na sequência fomos para a mesa de jantar, onde ela e a Vilma serviram um delicioso jantar (nada sofisticado), mas muito bem feito e saboroso. Terminamos o jantar e continuamos nossa conversa, até que em dado momento, a Vilma me pediu licença e disse que precisava ir dormir porque no outro dia teria um dia trabalhoso. Levantei-me para ir embora, mas a Vilma me impediu e me disse: - Não vai embora não, a minha mãe ainda que continuar conversando com você e, matreiramente, me deu uma piscada de olho e um sorriso matreiro.

Vamos direto aos finalmente: aquela sensual senhora se aproximou de mim, me deu um longo beijo e tirou o vestido, mostrando todo aquele corpão, visto que não tinha nada por baixo. Eu até já tinha desconfiado, porque conforme ela se movimentava pela sala não dava para ver nenhum contorno de calcinha (o sutiã eu já havia percebido que estava sem). Foi desbotando a minha camisa e pediu que eu tirasse a minha calça. Fomos para o sofá e ela tirou a minha cueca e começou a acariciar o meu pinto e na sequencia começou a chupá-lo.

Nunca havia imaginado transar com uma mulher desta idade, e embora a sua carne não fosse tão exuberante e rígida quanto a da sua filha, era gostada de passar a mão e senti-la no meu corpo. Um prazer enorme tomou conta de mim e comecei a beijar todo o seu corpo, até chegar em sua buceta que já estava molhadinha, esperando pela minha língua. Eu a fiz gemer de prazer e pediu então que fizéssemos um 69. Não aguentei e gozei. Ela se levantou e pediu que fosse até o banheiro com ela: ligou o chuveiro e me conduziu para baixo dele; aí então começamos a nos acariciar e ela virou o rosto para a parede, ficando com aquele bundão encostado no meu pinto e pediu que eu passasse bastante sabonete no seu cu e no meu pinto, preparando assim uma comida de rabo deliciosa. Ela gemia de prazer e gemia alto.

Saímos do chuveiro exaustos e obviamente molhados. Ela não se preocupou em nos enxugar me levou para a cozinha, daquele jeito que estávamos. Pegou um copo de água, bebeu e me ofereceu um, dizendo-me: - vamos nos recuperar, porque ainda temos muito a fazer. Eu estava sentado na cadeira, quando ela veio sentar no meu colo, de repente, virando de frente para mim e encostando a sua buceta no meu pinto. O movimento que fazia me fez ficar de pau duro que logo ela enfiou em sua buceta.

Quando percebi já era mais de ½ noite. Ela me disse que não seria bom eu sair àquela hora, porque Goiânia já estava ficando uma cidade perigosa e era para eu dormir lá. Poderia dormir com ela em sua cama e se desse ao acordar poderíamos ainda dar mais “umazinha”. Aceitei de pronto o convide e fomos dormir.

Para minha surpresa fui acordado, no meio da noite, com ela e a Vilma ao meu lado, ambas peladas. A Vilma me disse que não queria transar comigo, somente me ver comendo mais uma vez a mãe dela, quando então esta tesuda senhora ficou de quatro e pediu que a penetrasse por trás, na buceta, porque o cu ela já havia me dado e não tinha o hábito de repetir isto com frequência.

No outro dia, convidei-as para jantar em bom restaurante de Goiânia. Gastei uma nota, mas valeu a pena. Afinal, elas mereceram.

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