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12 de fevereiro, 2015 às 17:06 Por: NightKitty

Um Amor de Filho - Meu Encontro com Flavia

tags: incesto, viagem, mãe, filho, amiga, filho da amiga, transa
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vou contar como foi o meu primeiro encontro com a Flavia. (O relato que se segue é absolutamente verdadeiro, e apenas alguns detalhes como os endereços foram mudados para proteger nossas identidades.) Eu sou a mãe de Roberto (Beto, como chamamos na intimidade). Eu levava uma vida normal para uma mulher da minha idade e separada. Tinha tido meus namorados e amizades, e nunca havia sentido qualquer atração sexual por outra mulher. Devo dizer que nunca tive muita sorte com os homens com quem namorei, até encontrar este macho gostoso que é meu filho safado: todos eles, sem exceção, me tratavam como se fosse um brinquedo, uma boneca com a obrigação de estar sempre pronta para satisfazer-lhes às vontades. Mas como venho do interior e fui educada de maneira tradicional, eu tinha aprendido a aceitar aquela situação.Após o encontro com Flavia na pousada em Poços de Caldas, fiquei um pouco abalada e pensativa, até que um mês após voltarmos tomei coragem e liguei para ela. …Oi Flavia, tudo bem. … Oi Jéssica, tudo bem, pensei que tinha esquecido de nós. … Após colocarmos nossos assuntos em dia, veio o convite,… Vem passar o fim de semana com o Beto aqui em casa. … Convite aceito, sábado de manha estaremos ai. Ela me deu seu endereço. Quando Beto chegou da escola, eu lhe disse, Beto sábado nos vamos à casa da Flavia, ele ficou contente. Chegando em seu endereço, sábado à tardezinha, era um prédio de apartamentos bem sofisticado. O porteiro nos atendeu, interfonou para ela e nos autorizou a entrar. : -Apertei o botão do seu andar e fomos subindo. Não havia mais ninguém no elevador. Beto aproveitava e ficava mexendo nos meus os seios e passando a mão. Para Beto você ta me deixando com tesão e aqui pode ter câmara e ficarem vendo. O elevador parou no seu andar, desci. Apertei a campainha. E então ouvi um som de fechadura destrancando. A porta se abriu e apareceu aquele rosto maravilhoso, os olhos verdes. Uma toalha prendia os cabelos. Com certeza devia ter acabado de tomar um banho. Ela estava esplendorosa, naquele robe de seda branca e brilhante. – Oi, tudo bem, um beijinho no rosto, outro no Beto, que não tirava os olhos de seu decote e disse entra, entra, o Marcelo, foi na piscina, porque você não vai até lá Beto, entrou em uma porta e saiu com um short na mão, é do Marcelo. Beto colocou e desceu rapidinho para encontrar com seu amigo. Eu não devia estar com um aspecto muito bom, totalmente oposto ao do anjo loiro que estava ao meu lado. Tomei mais um pouco. Não sei se foi a bebida que me soltou a língua. Depois de algum tempo, chegaram o Beto e o Marcelo, que me cumprimentou com três beijinhos, sendo o ultimo, bem no cantinho da minha boca. Eles chegaram e já perguntaram aonde iríamos à noite, falei que não queria sair pra lugar nenhum, mas eles poderiam ir ao shoping, que nos daríamos dinheiro para o cinema e o fliperama, ficaram contentes e saíram correndo para se trocarem. Após eles saírem voltamos a sentar na sala e Flavia colocou um filme para assistirmos. Eu estava um pouco nervosa, ela me disse para ficar à vontade, foi até o barzinho da sala e me trouxe uma bebida forte. Não sabia bem o que era, mas tomei: ela disse que era para me acalmar Não sei se foi a bebida, ou a presença reconfortante dela, mas fui me acalmando aos poucos. …. Parei de falar e a abracei Foi tão gostoso ser abraçada por ela, por aquele corpo suave e perfumado. Ficamos um tempo abraçadas, sem dizer uma palavra. Ah, como isso era bom… – Vem, senta. Conta-me o que aconteceu. Sentamos as duas no mesmo sofá. Tomei mais um gole da bebida. Ela passou a mão na minha testa e me acariciou os cabelos. Hoje você vai dormir aqui. Quando ela disse isso e tirou a toalha da cabeça, seus cabelos loiros se soltaram sobre os ombros. Eu nunca a tinha visto assim, das outras vezes na pousada ela mantinha os cabelos presos atrás. Agora, com os cabelos soltos, a Flavia era certamente uma das mulheres mais lindas que eu tinha visto. O fato de ela estar a um palmo de mim me deixou meio nervosa, como se estivesse ao lado da realeza ou na presença de uma celebridade. Ela passou a toalha suavemente no meu rosto e nos abraçamos de novo. Ela me apertou contra o peito e me beijou levemente na testa. Eu me senti ótima. Ah, que gostoso… – Eu estou exausta e nervosa. Posso tomar um banho. Claro? Vou pegar uma toalha para você. Enquanto ela foi buscar uma toalha nova, olhei-me no espelhinho da minha bolsa. Só aí percebi de fato o meu estado: suada, os cabelos em desalinho. Meu Deus, eu parecia um bicho. Que estrago!. Ela voltou e me passou a toalha e um outro robe de seda. – Olha, o banheiro é ali. Usa os sabonetes que quiser, tem vários lá. E xampu, condicionador, creme-rinse, o que você quiser. No armário do lado da pia tem escova-de-dentes, pode pegar uma nova. A Flavia tinha entrado no quarto dela, o qual eu tive de atravessar para ir ao banheiro. Percebi que tudo no quarto era de seda branca, os lençóis, as fronhas… Ela. devia mesmo gostar de seda, típico de uma mulher de classe como ela.. Entrei. Tranquei a porta do banheiro, tirei o robe, desabotoei o sutiã e tirei a calcinha. Depois entrei no chuveiro. Tentei fechar a porta do boxe, mas estava emperrada e abri a torneira assim mesmo, só um pouquinho para a água não respingar fora. Fiquei alguns minutos parada, deixando a água cair sobre minha cabeça e escorrer sobre os ombros. Que sensação deliciosa! Adoro água, principalmente quando cai na minha nuca e me dá um arrepio de prazer… Achei vários sabonetes enfileirados numa prateleirinha do boxe, peguei um e comecei a me ensaboar. Engraçado, eu comecei a fazer carinho com o sabonete em mim mesma, logo o tipo de carinho que esperava que meus namorados me fizessem e que, hoje tenho certeza, somente meu macho gostoso fez e faz em mim. Ensaboei bem devagar os meus ombros, os meus braços, e depois os meus seios. Depois corri o sabonete sobre a barriguinha, e ensaboei bem a minha vulva. Queria me lavar completamente, e quase que enfio o sabonete nela. Virei para me segurar numa das torneiras enquanto passava o sabonete no meu bumbum. Ensaboei muito bem o meu ânus, queria deixar ele bem limpinho. Deixei a água correr sobre todo o corpo. Aí eu transferi o fluxo da água para a torneirinha, e com ela dirigi o jato d´água para os dois orifícios. É estranho, mas achei delicioso aquele jato d´água na vagina e no ânus. Ser penetrada por um pênis é uma coisa, mas pela água, além de higiênico, é mesmo excitante. Depois de um banho de uns vinte minutos (Flavia., desculpe a conta da água!), já refeita e sentindo meu corpo bem limpinho, saí do chuveiro. Enquanto me enxugava, não sei por que, eu me sentia muito sensual e… desejada. Pus de volta a calcinha e o sutiã, coloquei o robe de novo. Não queria abusar, mas aproveitei e escovei os dentes com uma das escovas do armário. E assim, purificada, perfumadinha e outra vez de bem comigo mesma, saí do banheiro. No quarto dela, a Flavia. estava sentada na cama, em cima dos lençóis de seda, penteando aqueles maravilhosos cabelos loiros. Ela me olhou, abriu um sorriso e me jogou aquele olhar sexy. Ah, que mulher lindíssima ela é!!! – Você está melhor? Vem cá, senta aqui comigo. Não quer conversar um pouco? Ela estava no meio da cama, ou um pouco mais à esquerda, e eu me sentei à direita dela. A lâmpada do abajur do criado-mudo delineava o belo contorno do corpo dela, bem apertado no robe de seda. Rimos, e começamos a contar uma a outra, o que tínhamos feito.. Ela tinha um bom senso de humor, e me fez rir. Ela me deixou muito animada. Tomamos mais uns copos que ela tinha trazido ao quarto. Falamos de tudo, de nossas vidas, do que gostamos, da situação atual,do relacionamento com nosso filhos. Até que olhei para o reloginho de cabeceira e percebi que já estava ficando tarde.. Levantei-me da cama e já ia me trocar, quando ela me chamou: – Podemos ficar tranqüila, a porta esta fechada, e quando os meninos chegarem vão ter que tocar a campainha…. – Não precisa ir dormir no outro quarto, você bem que podia dormir aqui mesmo. Olha, minha cama é grande, dá pra nós duas, você fica numa ponta e eu na outra… Achei estranho, mas aqueles lençóis de seda estavam tão gostosos… E depois, achei que era bom ter a companhia de outra pessoa. Outra mulher, isso sim… Aceitei, voltei a me sentar do lado direito da cama. Só que ela não foi para a outra ponta da cama, e ficou lá mesmo, mais ou menos no meio… Ela apertou um botão e apagou as luzes do teto, ficando só os abajures laterais a nos iluminarem. Eu ainda estava com o robe atado. – Você vai ficar assim, toda vestida? Não entendi a pergunta. Como assim, perguntei. Ela me sorriu de uma maneira ao mesmo tempo amistosa e provocante. – Não gosto de dormir de sutiã, me aperta os seios. Eu costumo dormir assim, olha… Ela continuou com o sorriso provocante enquanto tirava o robe. Não sei se ela tirou de uma vez ou lentamente, parecia que o tempo estava parado. Só sei que em seguida ela estava nua, inteiramente nua, sem nenhuma lingerie por baixo… E revelou aquele corpo deslumbrante, dourado contra a luz do abajur, de uma perfeição absoluta: os ombros firmes mas bem femininos sobre os quais caiam os cabelos lisos, o pescoço delicado e bem definido, a barriguinha esbelta, o umbigo um pouquinho saltado, as coxas bem torneadas, as pernas longas e afiladas. Os seios dela eram grandes, maiores que os meus, mas naturais e sem silicone, com aréolas grandes e escuras, e os biquinhos salientes. E, não sei bem por que, meu olhar curioso foi descer até a parte mais íntima dela, que era bem carnuda e depilada, sem nenhum tufinho de pelos loiros ornamentando o monte de Vênus. Não sei se eu senti alguma atração física por ela naquele momento, provavelmente não, mas estava completamente fascinada pela presença daquela deusa diante de mim, que eclipsava sem dó a beleza de qualquer estrela de cinema, top model ou musa de tevê por aí. – É que assim eu relaxo melhor, com essa seda dos lençóis acariciando toda a minha pele. É muito gostoso, faz um bem danado. Você devia experimentar. Tira a saída, pelo menos… Eu nunca havia deitado com lençóis assim, e realmente era uma sensação gostosa. Mas eu estava receosa, mas achei que não fazia mal se eu tirasse o robe e me enfiasse debaixo do lençol de calcinha e sutiã. Tirei o robe e me levantei da cama para pendurá-lo na cadeira. Percebi que ela ficava me olhando o tempo todo, não desgrudava os olhos de mim. O gozado é que eu também fiquei fitando aquela mulher linda e todinha nua… Quando tornei a subir na cama, ela me pôs a mão delicadamente no meu braço antes que eu me cobrisse com o lençol. – Tira o sutiã. Não precisa ter medo, não tem ninguém mais aqui. Só nos duas… só eu e você… Deixa que eu te ajudo. Antes que eu reagisse, ela já estava encostada em mim, com os braços em volta e as mãos desabotoando meu sutiã por trás. Algo tomou conta de mim, não sei: ao invés de protestar, deixei que ela me despisse, e relaxei meus braços para que ela tirasse o meu sutiã. Não percebi nada, nem me dei conta que eu estava com os seios descobertos. Eu só a fitava, olhava naqueles olhos verdes que me enfeitiçavam. – Hum, mas você é muito linda, sabia? Que corpo bonito, e como combina com esse teu rostinho lindo… Aposto que você já teve uma porção de namorados e caras a fim de você… Eu estava tonta demais para responder que não, que a linda era ela e que qualquer comparação seria humilhante. Naquele momento, a única pessoa que ocupava minha mente era ela. Então, aconteceu. Ela me acariciou o rosto com as costas de sua mão e me disse as palavras que nunca mais vou esquecer: – Sabe, eu gosto de você. Gosto muito, mesmo. Quero te dar um beijo. Nossos rostos estavam praticamente colados, então. Eu estava respirando cada vez mais rápido. Ela encostou os lábios nos meus e me beijou. Pensei que ia ser uma beijoquinha entre amigas, mas eu fechei os olhos e acabei recebendo um beijo ardente, apaixonado, sensual, molhado, delicioso… um beijo como homem nenhum havia me dado antes. Senti um arrepio percorrendo meu corpo da cabeça aos pés. Por uma fração de segundo ela parou para respirar. Nós duas estávamos ofegantes. Minha cabeça não sabia o que dizer, mas meu corpo falou mais alto: – Você gosta de mim? Então me beija outra vez… E veio o segundo beijo, ainda mais doce, molhado e cheio de desejo, que me fez contorcer o corpo de prazer. Perdi completamente qualquer acanhamento. Aqueles beijos haviam me abalado, sim. Agora nos agarrávamos com paixão, nossos braços apertando o corpo uma da outra, e nossas bocas se apertando num frenesi de carinhos entre nossas línguas. Ah, que coisa deliciosa! Só parávamos de beijar para respirar, logo voltávamos, nossos olhos cerrados, meu espírito totalmente ao abandono do prazer. Então ela encostou aqueles seus seios maravilhosos nos meus, e começou a esfregar os biquinhos enquanto nos beijávamos sem parar. Entrei no ritmo dela e logo senti as duas com os biquinhos durinhos, bem empinadinhos e cheios de desejo. Ela esfregava o corpo todo no meu, ela toda nua e eu ainda de calcinha, nossos sexos loucamente procurando contato. Fiquei cada vez mais excitada, e senti que estava toda molhada em baixo. Joguei a cabeça para trás e ela tirou momentaneamente a boca dela da minha para depois abocanhar suavemente o meu queixo e descer lambendo o meu pescoço até a curva do ombro. Ela soprou no meu ouvido, sussurrou lá dentro alguma coisa que eu estava estonteada demais para entender, depois lambeu e mordiscou o lóbulo da orelha, bem de leve, muito suavemente… Os lábios dela agora premiam meu pescoço e me chupavam com a sanha de uma vampira. Ela continuava me beijando e chupando, agora os ombros, depois a parte de cima dos braços. Abandonei-me totalmente às carícias dela. E aí ela desceu e foi me dando beijinhos e lambidelas nos meus seios, primeiro de um lado, depois do outro. Meus biquinhos já estavam duríssimos, e ela esticou a pontinha da língua para passar neles como se fosse um pincel dando os últimos retoques numa obra-prima. Aí os lábios apertaram um dos bicos, abriram-se e começaram a chupar meus seios. Entreguei-me totalmente e com gosto à minha bela vampira, que me sugava com sofreguidão e me arrastava ao delicioso caminho da perdição… Eu delirava e não tardou para que eu chegasse ao orgasmo, o primeiro de muitos que ainda viriam aquela noite… Gemi de prazer enquanto meu corpo se contorcia como uma cobra embriagada. Aquelas mãos suaves apalpavam os meus seios, depois a palma das mãos estimulava meus biquinhos com movimentos circulares… E a língua dela não parou lá. Foi descendo mais, percorrendo toda a linha do meu ventre, lambendo prazerosamente em volta e depois dentro do meu umbigo. Ah, que cosquinha deliciosa… Mas aonde ela estava indo? Mais em baixo…? Ela parou e me deu um beijo, depois um chupão em cima da minha calcinha, que estava toda encharcada. De repente, senti vergonha. Ouvi outra vez aquela voz ligeiramente rouca, irresistivelmente sensual: – A tua calcinha está todinha molhada. É melhor tirar. Deixa que eu te ajudo… Ela foi me abaixando a calcinha, e eu relaxei as pernas para facilitar. Com que facilidade eu estava me entregando para ela. Algo dentro de mim me dizia que aquilo era errado, que não estava certo uma mulher fazer aquilo a outra. Mas era tão gostoso… Jamais, jamais pensei que um dia estaria nua na cama com outra mulher, deixando que ela tirasse a minha calcinha, revelando a ela toda a minha intimidade, e ainda por cima querendo, desejando, implorando sem dizer palavra que ela me deliciasse mais e mais, sem parar… Porque eu queria, sim, e como queria, ainda mais que ela viu minhas partes íntimas, lambeu seus próprios lábios e me sussurrou naquela voz rouca e doce: – Que xaninha linda você tem… Ela encostou a boca no meu monte todo peludinho e por um minuto pensei que ela fosse me fazer o que no fundo eu queria mas tinha vergonha de pedir. Mas não, ela sorriu marotamente e se sentou sobre a cama, ergueu a minha perna direita e começou a beijá-la e chupá-la. Senti um arrepio quando ela me chupou o dedão do pé e passou a língua entre os meus artelhos, e depois desceu pela planta do pé e panturrilha abaixo, sempre lambendo como uma criança chupando sorvete. Fiquei excitadíssima quando ela me lambeu a dobra dos joelhos, um lugar que eu não sabia que era tão sensível. Aí ela me levantou a outra perna e também me lambeu na dobra desse joelho. Minha excitação crescia, eu já estava bem úmida, bem lubrificada… Ela ficou sentada de frente para mim, segurou meus joelhos e dobrou minhas pernas para trás, encurvando o meu corpo até encostá-las nos meus seios. Estava pronta, prontinha para me entregar completamente a ela, para o ato mais íntimo entre duas mulheres, e eu, que até então nunca tinha tido essa inclinação, agora estava ansiando pelo momento. Ela me deu um beijo estranho num lugar inesperado, bem no meu ânus, e foi lambendo mais para cima até chegar à entrada da vagina. Depois foi beijando meus lábios maiores já bem tufadinhos, alternando de um lado para outro e me deixando enlouquecida de desejo. Tremi toda quando senti aquela língua acariciar meus lábios menores e subir até o clitóris. Veio outro orgasmo, mais intenso e arrasador que o primeiro, e mal me recuperava dele quando senti aquela língua fustigando o meu clitóris como um chicotinho carinhoso, enquanto ela enfiava dois dedos na minha vagina, penetrando e retirando ritmicamente sem machucar, tocando-me a parede superior da abertura e perpetuando o meu prazer por mais… quanto tempo, meu Deus? Minutos? Horas? Nem sei… Segurei a parte interna dos joelhos para abrir bem as coxas e fiquei gemendo como um animal no cio, enquanto os dedos e a língua dela não me permitiam relaxar o ritmo. Nunca havia sentido tanto prazer em toda a minha vida. Quando paramos um minuto para tomarmos fôlego, estendi de novo as pernas e percorri com minhas mãos os lados do meu corpo, dos quadris até o busto, e comecei a acariciar meus próprios seios. Flavia se deitou de bruços na minha frente, pôs as duas mãos na parte interna das minhas coxas e com os polegares ficou afastando delicadamente os meus lábios maiores. – Tua bocetinha é tão deliciosa, meu amor… E se pôs a me chupar e lamber novamente, com todo aquele toque mágico dela, me levando outra vez às raias da loucura do prazer. Ela me chamou de ”meu amor”… E eu estava gostando, gostando muito…! Meu Deus, o que estava acontecendo comigo? Vamos parar antes que seja tarde demais? Mas eu não queria parar, eu queria mais, mais, MAIS – eu queria que ela não parasse de me chupar, lamber, deliciar a minha vagina… Eu tinha que dizer a ela o que eu queria – – Não pára, não pára… Continua me chupando… Chupa, chupa, chupa minha bocetinha…! Não sei se foi impressão, um sinal de minha própria liberação ou se provoquei uma maior excitação na Flavia, mas senti que ela passou então a me chupar com mais vontade, mais ânsia, mais desejo… Que coisa mais gostosa, ai, eu me contorcia toda, me contraía da cintura para baixo, e ela acelerou o ritmo das carícias. Gozei, gozei novamente, e mais outra vez… Aaii… Que loucura… Se eu tinha antes algum receio de transar com uma mulher, agora a hesitação se dissipava e dava lugar à fome, à sede, à sanha pelo prazer, uma sensação que me fez esquecer por completo que existia mais de um sexo sobre a Terra. Ahnnn… De repente, enquanto eu ficava num delicioso devaneio, ela foi subindo com a boca, da minha bocetinha até o umbigo, e depois aos meus peitinhos. Era tão gostoso sentir a pele dela roçar na minha… Ela subiu sobre mim e me beijou outra vez, aquele beijo profundo e lambuzado, cheio de tesão, que nunca ninguém soube me dar… Ela se abraçou a mim e começou a se esfregar, os biquinhos dos seios dela contra os meus, a xana dela contra a minha… Nossas pernas se cruzaram como num X atravessado, e nossas bocetinhas se roçaram gostoso, depois os moranguinhos… Ah, que delícia, era como se ela estivesse me possuindo – não, me comendo, me fodendo gostoso como um homem faria se tivesse o que não tem… Ficamos assim algum tempo, agarradas uma à outra, nos beijando e esfregando sempre, de vez em quando rolando nossos corpos para que eu ficasse em cima, depois em baixo de novo… De repente, senti que a Flavia estava gozando, o que me deixou com mais tesão ainda. Meu gozo chegou um pouco mais tarde que o dela, mas foi a primeira vez juntas: com o tempo iríamos aprender a gozar simultaneamente, naquela hora ainda era cedo para tanta proeza… Meu Deus, gozei com uma mulher e fiz ela gozar, também… O gostinho de melado passava de uma para outra e me deixava de pernas bambas. Ainda em cima de mim, ela me beijou outra vez, enfiou a língua mais fundo, explorou todos os recantos da minha boca. Acariciou o meu rosto, fitou-me bem nos olhos e murmurou, visivelmente abalada: – Agora é minha vez. Também quero. Eu quero…! Me chupa, me chupa toda, todinha… Eu estava deitada, com a cabeça sobre o travesseiro, e ela levantou um pouco o corpo, ajoelhou-se em torno da minha barriguinha e encostou aqueles belos seios na minha boca. Foi o que eu fiz, premendo meus lábios num dos seios dela enquanto acariciava o outro com meus dedos. Minha outra mão desceu instintivamente para a minha xana, e ficou massageando lá por uns instantes, até que ela agarrou meus dedos e os aplicou contra sua própria xoxota.. Enquanto eu chupava aqueles peitos, ela gemia de prazer e obrigava a minha mão a bolinar aquela bocetinha depilada. Ela teve um espasmo e levou os meus dedos que estavam na xana molhada até a boca, e começou a chupar os dedos lambuzados como se fosse um picolé. Eu não via mais nada, fiquei de olhos fechados saboreando o momento, até que ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me obrigando a descer pelo meio do corpo, na linha vertical do umbigo, mais e mais, fazendo-me beijar e lamber a cada passo. Finalmente, ela estava com as pernas em tesoura em volta do meu pescoço, bem de frente para mim. As pernas abertas deixavam escancarada uma racha estupenda, com aqueles lábios maiores tão carnudos e lisinhos,. Ela jogou a cabeça para trás e empurrou o púbis para junto da minha boca, e ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada, com o grelinho inchado e vermelho. Ela arfava de expectativa, qualquer carinho agora iria lhe desencadear uma avalanche de prazeres. O próximo movimento daquele jogo era meu. – Ai, chupa, chupa minha boceta, meu amor, chupa… Também quero gozar… Era um lamento, um misto de súplica e provocação, entrecortado de suspiros e gemidos. Eu também respirava depressa, toda excitada e desejosa de satisfazê-la. Novamente fui guiada pela minha intuição feminina, e fiz nela todos os movimentos que senti que iam lhe dar prazer, uma imitação ainda amadorística dos carinhos que ela havia me feito. Não esqueci, a provocação é que nos dá aquele ”frisson” delicioso, o frêmito que vai escalando até o momento do orgasmo. Passei ambos os braços em volta das coxas dela, e fiquei massageando-lhe a virilha com os polegares. Como ela havia feito comigo, fiz que ia chupá-la, depois recuei, e comecei a lamber pelas bordas aquela xana apetitosa, passando a língua de um lado a outro como se fosse uma borboleta, para depois enfim lamber de frente os lábios menores. Depois de algum tempo, minha língua chegava ao final de sua peregrinação sagrada, para penetrar atrevidamente no santo dos santos daquele templo do prazer. – Isso, meu amor… Assim… E aí, quando massageei aquele moranguinho delicioso com a pontinha da minha língua, vi todo aquele corpo maravilhoso de deusa trepidar, como que colhida por um terremoto, estirando-se para trás em movimentos espasmódicos. Aquela boceta saborosa tremia na minha boca, toda inchada e corada, secretando mais e mais os sucos íntimos dela, o grelinho todo vermelho, quase roxo. As aréolas dos seios estavam enormes, túrgidas, e os biquinhos saltados ao máximo. Ela não gemia mais, agora gritava feito uma louca, com o rosto todo corado, quase vermelho. E outra novidade para mim naquela noite cheia de surpresas: eu não sabia que a visão de uma mulher – vale dizer, uma mulher lindíssima – contorcendo-se de gozo, um gozo que eu havia causado, iria me deixar excitada, cheia de tesão, a ponto de eu mesma sentir um orgasmo logo em seguida, sem qualquer outro estímulo. Ela ”apagou” um instante e depois virou o corpo, e começou a me chupar também. Nem deu tempo de me recuperar daquele clímax, as lambidas e chupadas dela na minha bocetinha me fizeram gozar mais uma vez, e outra e mais outra. Ela estava com as coxas em volta da minha cabeça e eu apalpei aquela bunda arrasadora, afastei os lábios maiores com os dedos e continuei chupando a xoxota dela. Eu já havia transado naquela posição de ”69” antes, mas foi com um homem, e eu ficava por cima dele chupando pica enquanto ele me lambia a xana. Agora eu estava por baixo, e só se chupava boceta – sem pressa nem pressão, carinhosamente, intensamente, deliciosamente… Hummmm, que coisa mais gostosa… Assim era MUITO melhor… Enquanto a minha bocetinha se submetia à língua gulosa dela, eu percorria a xoxota dela com a minha língua, de alto a baixo e subindo de novo, do grelinho até o espaço entre a fenda e o cuzinho. (Não, aquela vez eu não lambi o rabinho dela, isso ficaria para o nosso encontro seguinte…) Gozamos de novo, alternadamente, ainda sem sincronismo. Como era delicioso sentir aquele corpo escultural vibrando e se contraindo de gozo em cima de mim… Ai… Depois de mais uma descansada, uma em cima da outra, ela se virou e me beijou longamente. Ficamos nos acariciando e sorrindo uma para a outra, como duas amantes de caso antigo. – Eu gosto muito de você, Muito mesmo. – Também gosto de você, Flavia. Eu nunca, nunca pensei que um dia… – … fosse ficar de pernas abertas para outra mulher. Ela me acariciou e beijou outra vez, agora um beijo de amizade e ternura mais que de desejo. Eu estava de bruços e ela deitada de costas. As mãos dela corriam pelas minhas costas como uma aranhinha apressada, e detiveram-se em carinhos num ponto muito sensível do meu corpo, na parte de baixo da espinha, logo acima do bumbum, Mas o que ela estava fazendo, colocando os braços em volta do meu bumbum? Ela encostou o rosto e lentamente começou a beijá-lo. Olhei para trás e vi a língua dela percorrendo toda a curvatura da minha bundinha. ficou me lambendo, agora com a língua perigosamente perto do meu rabicozinho. Não, ela não vai me… ou será? Ela começou a me beijar e a lamber em volta, depois me deu um beijo bem certeiro. Então ela me deu uma soprada e o meu rabinho sentiu que devia deixar cair todas as barreiras. A língua dela me tocou de leve, obviamente tentando entrar… – Não, não faz assim, não…E naquele exato momento me veio de novo aquele maremoto de prazer. Era tão gostoso sentir a língua dela deliciando o meu cuzinho! Comecei a tremer outra vez, entrando em convulsões da cintura para baixo. Gemi, gritei, berrei… não queria que aquilo acabasse, queria mais e mais… – Não… não pára, continua… mais… mais…” O maremoto continuava, aquelas ondas gigantescas me varrendo uma depois da outra. Os dedos dela brincavam com a minha bocetinha outra vez, e a língua vasculhava fundo o meu cuzinho. Ai, que delícia, que prazer incrível! Gozei de subir pelas paredes, fiquei me esfregando naqueles deliciosos lençóis de seda, com a cabeça já no sétimo céu… Eu gemia, chorava de prazer… E aí, de repente, sem aviso, a Flavia. como que entrou em transe, começou a arfar e a gemer e caiu em cima de mim, sobre as minhas costas, também aos prantos, também tremendo em convulsões. Ela tinha gozado como eu gozei antes, sem se tocar, só de ver a parceira gozar também. Ficamos abraçadas e começamos a conversar sobre nosso filhos, ai lhe falei do beijinho que o Marcelo me deu quando chegamos, e a mesma falou… Eu já reparei no jeito que o Beto fica me olhando também, eu disse… E ele te olha com muito tesão mas e comigo que ele descarrega esta tesão. Então Flavia me disse, vamos fazer uma aposta… Que aposto eu falei… Eu vou tentar seduzir o Beto e voce tenta o mesmo com o Marcelo, depois contamos uma pra outra o que aconteceu. Ta bom eu disse, mas se voce perder a aposta eu vou querer voce novamente. Quanto tempo mais ficamos assim, abraçadas? Eu estava totalmente esgotada. Adormecemos assim, ela sobre minhas costas. Acordamos com a campanhia tocando. Abri os olhos e vi aquele anjo abraçado em mim, sorrindo. – Você está arrependida? – Claro que não, e você? – Só de não nos termos conhecido antes. Se vocês gostaram eu conto depois o que aconteceu entre nos e quando nós 4 fizemos uma troca.

Comentários

15 de Dezembro, 2016 às 23:30
@Leo900520
Parabéns!!! Pelo conto, ficou longo hehe, mas eu gostei muito. E gostei do seu outro conto (Um Amor de Filho), onde você e beto, foram passar uns dias em Poços das Caldas. Show!!. eu fiquei muito excitado com este conto.
25 de Março, 2015 às 16:01
solitario
comprido de mais perto interece

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