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19 de Setembro, 2016 às 07:38 Por: Casalkaliente

Tomando leitinho do colega

tags: Corno Puta
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Este fato aconteceu logo que começamos no mundo swinger. Tinhamos poucas experiencias com homens e casais, mas já estavamos muito safadinhos...

Minha esposa, Camila, trabalhava em uma empresa e me contou que notou que um colega parecia estar assediando ele. Seu nome era Pedro. Ele não tinha falado nada para ela, mas as atitudes dele, eram suspeitas. Mesmo ele morando em outro bairro, que ficava no sentido oposto ao nosso, ele sempre dava um jeito de oferecer carona para ela, no final do expediente. E, seguidamente, quando ela estava indo para o trabalho, ele passava por ela, de carro, e oferecia carona, no mínimo, suspeito.

Um dia, a gente estava fodendo, e perguntei, sobre o cara. Senti que ela ficou mais excitada. Perguntei se ela gostaria de foder com ele. A resposta foi sim... Ela se sentia atraída por ele. Continuei fodendo ela, ao mesmo tempo que perguntava para ela, como ela imaginaria que seria, foder com ele. O que ela gostaria que ele fizesse com ela. Ela falava algumas coisas, mas estava muito excitada, fechava os olhos, seguramente imaginando como seria, e gozou, muito.

Depois, com mais calma, conversamos sobre isto. Ele era casado, e talvez fosse discreto. Mas, como era da nossa cidade, que é pequena, tinhamos medo de convidar ele, para uma foda a três. Será que ele não falaria para ninguém ?
Decidimos que ela não falaria nada para ele. Que não diria que eramos swingers. Levariamos a brincadeira adiante, deixando que ele continuasse assediando ela, mas não alimentamos a possibilidade de rolar algo entre eles. Ela ficaria excitada, com o assedio, e foderiamos, fantasiando algo, mas sem arriscar nada.

O tempo foi passando. Seguidamente, rolavam caronas. As vezes, ele não estava de carro, e fazia o trajeto a pé, para poder conversar mais com ela. Em nenhum momento ele era direto, ele não a cantava, parecia estar apenas cercando ela.

Até que, em um dia a carona foi diferente. Quando ela saiu do trabalho, Pedro estava esperando ela, e parecia nervoso. Ofereceu carona e, como sempre, ela aceitou. Só que, desta vez, ele rumou para outra parte da cidade. Ela estranhou, e perguntou para onde ele estava indo e ele disse que queria conversar algo, com ela, e queria um lugar mais discreto. Camila percebeu o que poderia ser. Ela ficou excitada, curiosa, com o que ele iria dizer. Ou com o que poderia acontecer.

Parando o carro em um condomínio em construção, os dois estavam em um lugar bastante discreto. Era inverno, e escurecia cedo, já passava das 17:30h, então não seriam importunados.

Pedro começou dizendo que há tempos admirava Camila. Que achava ela linda e, apesar de ambos serem casados, ele nutria um imenso desejo por ela. Camila disse que também sentia alguma atração por ele, mas que como era casada, tinha medo, pois não queria colocar em risco nosso casamento.

O papo foi indo. Pedro derramava elogios a Camila. Minha esposa, se derrete por isto. Elogios, quanto a beleza dela, são a forma mais fácil de fazer ela abrir as pernas...
Pedro pegou a mão dela. Acariciou, enquanto dizia como achava ela linda, e que desejava que pudessem ser mais que amigos. Ele colocou a mão dela no rosto dele, e Camila o acariciou. Ele foi se inclinando, em direção e ela e, Camila, sem se controlar, fez o mesmo e se beijaram. Foi um beijo com vontade e tesão. As linguas se tocando, bocas se chupando, como se um quisesse engolir o outro. Foi um beijo demorado, e as mãos de Pedro passaram a acariciar o corpo de Camila, sem a menor resistência. Começaram nas costas, e foram descendo, tocando a bunda e pernas dela. E também os seios. Camila estava com um vestido de lá, que cobria até a metade das coxas. Ele colocou a mão, por debaixo dele, acariciando a bunda de Camila.

Os beijos continuaram, e as carícias ficaram mais ousadas. Acariciando as coxas de Camila, ele foi colocando as mãos por entre as coxas dela. Com muito tesão, Camila foi abrindo as pernas, permitindo que Pedro tivesse acesso a bucetinha. Ele começou a acariciar por cima da calcinha, sentiu o quanto estava quente e molhadinha, tamanha a excitação de Camila. Habilmente, Pedro colocou a calcinha para o lado, e enfiou um dedo, dentro da buceta de Camila. O gemido dela foi abafado, pelos beijos. O dedo, entrando e saindo da buceta, os beijos... Tudo isto fez com que Camila explodisse em gozo, rapidamente, rebolando no banco do carro, com o dedo de Pedro enfiado em sua buceta.

Mal refeita do gozo, Pedro pegou a mão de Camila, e colocou sobre sua pica, ainda guardada, dentro da calça: "Olha como eu fiquei...", disse ele.

Camila sentiu, sob o tecido da calça, que a pica dele estava dura. Ainda em êxtase, ela tentou abrir a calça dele, como ele teve dificuldade, ele abriu a tirou a pica para fora. Não era grande, uma pica normal, mas era grossa. Camila ficou segurando, acariciando, levemente. Estava quente, muito dura, com melzinho saindo da cabeça. A pica de Pedro pulsava, parecia que iria estourar, a cabeça estava inchada, pois ele estava muito excitado.

Ela continuou uma delicada punheta, quando ele pediu para ela chupar. Camila estava com tesão, ainda, e não resistiu, foi se inclinando, sobre Pedro, e colocou a cabeça da pica na boca. Pedro gemeu, ao sentir a boca quente, engolindo a cabeça da sua pica, e a lingua, passando nela. Camila saboreou o mel, que saia da pica. Pedro, com alcançou, com a mão, a buceta de Camila, que ainda estava quente e molhada.

Camila começou a mamar na pica de Pedro. Minha puta sabe chupar muito bem. Engolia, quase toda a pica, deixando-a molhada. Depois, enquanto batia punheta com uma mão, mantinha a cabeça dentro da boca, fazendo sucção e massageando com a língua. Fazia isto, um tempo, e depois, segurando a pica pela base, fazia movimentos rápidos, colocando e tirando a pica da boca, enlouquecendo Pedro.

Ele não resistiu muito tempo, a pica inchou mais ainda, e Camila sentiu um jato de porra quente e grossa, encher sua boca. Ela continuou com a cabeça da pica, dentro da boca, enquanto batia uma punheta nele, fazendo todo leitinho sair.

Como boa puta, ela engoliu a porra, deixando a pica limpinha...
Ficaram conversando mais um tempo, e Pedro disse que queria mais, queria comer ela.
Camila disse que teriam que ser discretos, muito discretos. Teria que ser em outra cidade. Ele concordou e disse que teriam que marcar algo, pois ele também teria que arrumar uma desculpa para esposa dele.

Já estava escurecendo, e ele a levou para casa.
Eu estava esperando, já preocupado com a demora de Camila. Quando ela chegou em casa, me beijou e senti um gosto e um cheiro estranho... Ela foi tirando a roupa, me empurrando para o quarto e me contando tudo ! Enfiei minha pica na buceta dela, e fiquei fodendo ela, enquanto ela me contava tudo, em detalhes, gozamos juntos, fantasiando uma foda completa, dela com Pedro.

Fizemos alguns planos, de como poderia ocorrer, para que fosse algo muito discreto.

Infelizmente, alguns dias depois, Camila passou por Pedro, em um corredor da empresa. Ele estava junto com um colega e Camila notou um sorriso estranho, do outro colega. Pedro, parecia sem jeito. Inteligente e observadora, Camila entendeu, na hora: Pedro deveria ter contato para o outro rapaz. Algo que era muito grave.

Camila passou a evitá-lo, e a relação esfriou. Pena...

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