Me chamo Raquel, 42 aninhos, moreninha safadinha dos seios grandes, casada (liberada).
Meu marido estava trocando de escritório e havíamos visitado alguns imóveis, em um deles, o que mais gostamos acabei que atracando com o corredor, Douglas o nome dele. Como gostamos do imóvel ficamos de levar a papelada para a imobiliária.
Marquei de levar no final do expediente (porque será no final???). Fui de vestido longo, mas soltinha, sem calcinha, salto alto e sutiã fininho, batom vermelho, brincos largos, colares de pérola.
Quando cheguei só estava o corretor e o caixa que já estava fechando. Ele pediu para entrar na sala dele enquanto dispensava a moça do caixa. Quando voltou eu me encostei e em uma das colunas e fiz com o dedinho o sinal de bem. Ele sorriu e veio em minha direção, tascando me um beijão na boca. Ficamos ali nos beijando enquanto Ele apalpava os meus seios eu tirava a rola dela para fora da calça. Ela crescia na minha mão ficando duro como pedra.
Ele me apertava contra a coluna enquanto eu alisava a rola dele já durona e fora da calça. Tirou meus seios para fora e começou a mamar enquanto ainda me aperta contra a coluna.
Eu: - Ai,, aii,, que gostosooo.
Douglas: - Vai ver o que é gostoso.
Eu: - Vou? Hummmm
Ele colocou as mãos nos meus ombros e forçou para me abaixar. Não fiz resistência e cai de cara naquela rola linda. Ele a batia levemente sobre o meu rosto, de um lado e de outro. Aquilo me dava um tesão. Adoro macho brincando com a sua rola em mim.
É claro que não resisti e tive que mamar. Chupava gostoso ali de cócoras no chão, enquanto olhava pra cima e via-o gemendo de prazer.
Eu (para atiçar): - Seu safado, não tem vergonha de comer a mulher do seu cliente?
Douglas: - Não quando ela é uma putinha.
Eu: - Ai, me chamando de putinha rampeira é isso. (enquanto esfregava a rola dele na minha cara)
Ele, safado só ria: - Caralho, como vc é uma puta rampeira mesmo.
Eu: - É que sou viciada em rola.
Só tirava a rola da boquinha para falar, depois voltava a chupar novamente. O batom vermelho a essa hora já estava todo borrado e esparramado na pica do Douglas.
Quando me levantei para ele me comer a chave da porta da entrada faz barulho de alguém entrando. Douglas faz aquela cara de quem será? Eu me recompus, dentros dos limites, já que o batom ainda estava todo esparramado pela minha cara.
Era o dono da Imobiliária (Ric), um senhor de uns 55 anos, boa pinta, todo de terno, muito charmoso. Douglas fui atende-lo enquanto eu estava na sua sala. O Sr veio até sala que estava e Douglas nos apresentou. Ele olho bem para minha cara e perguntou.
Ric: - O batom da senhora não está um pouco esparramado, não? (rindo).
Eu: - Tentanto me limpar. Desculpe-me.
Ric: - Sem problemas, só vim buscar uns documentos, já saiu.
Acho que o Douglas devia ser um bom funcionário, já que tinha toda essa liberdade. Eu como putinha resolvi arriscar.
Eu: - O senhor não quer ficar para festinha? Onde come um comem 2.
Ric: - Sério? - Brinca não moça, estou no 5 contra um faz muito tempo.
Eu: - Claro que é sério. Onde acha que deixei o batom da minha boa. (passando a mão no rola do Douglas sobre a caça).
Douglas: - Mas é muito safadinha mesmo. Agora quer dois.
Eu: - Não falei que gostava de rola., duas é melhor ainda.
Ric: - Então chupa. ( tirando a rola ainda mole para fora da calça).
Coloquei aquela rola toda mole na boca. Ela ia crescendo enquanto a mamava. Com as duas rolas grossas ali chupava ora uma ora outra, enquanto os dois e puro tesão elogiava minha boquinha de chupeteira.
Eu: - Quem tem camisinha ai?
Douglas abriu a gaveta e tirou umas 4.
Eu: - Ah safado, tens andado comendo as clientes então?
Ric (rindo e morrendo de tesão0: - Virá que quero ser o primeiro.
Levantei o vestido todo e o tirei. Estava frio na sala, mas o tesão compensava. Coloquei o vestido sob a mesa que era de vidro e nua nua me pus de pernas abertas sentada, brincando com a periquita que a essa hora já estava começando a molhar. Passei o dedo nela e levei a boca do Ric.
Eu: - Abaixa essa calça e vem comer sua cliente safadão.
Com as calças arriadas e o pinto encapado meteu com vontade Dava para ver que não trepava a muito tempo. Enquanto o patrão me comia Douglas assistia na punheta.
Eu: - Segura ai Douglas, vc vem depois.
Enquato me fudia Ric chupava minhas tetas e eu gemia como adolescente.
Eu: - Aiii, aiiii, uiiii. Que goooostooosooo. Mete mais, mete. (No ouvido dele eu sussurei): - Quero ver muita porra nesta camisinha.
Ele não resistiu e gozou muito. Tirou a pica de dentro e um pouco da porra caiu no meu vestido que estava sob a mesa já melado do tesão que saia da buceta.
Eu: - Agora vc Douglinhas.
Mas para não sujar mais me pus de quatro e pedi: - Vem, me fode Douglas, me fode.
Ele segurava pelas minhas ancas e metia com vontade. Eu gemia sem parar. Ummm,, aiii, fode, mete.
Como tenho um tesão danado pelo cu pedi num gemidinho: - Coooome meu cúuuu, cooomme.
Douglas: - É muito putona mesmo.
Tirou na xota e já meteu direto no cú.
Eu: - Aiiiiii, com calma safado.
Aquilo doeu um pouco, mas com jeito e tesão a coisa entrou toda. Não demorou muito e eu não resisti.
Eu: - Aiiiiiiiii, caraaaaalhoooooooo que gostoooooosooo..
Enquanto gozada o safado gozou também. Tirei a rola do cuzinho e vi o Ric sentando com a rola dura novamente.
Eu: - Quer me cu também?
Ric: - Claro, nunca comi um cuzinho.
Eu: - Caramba. Então vem esperimentar.
Mal ele começou a meter já deu sinal de que ia gozar. Eu aproveitei e comecei a rebolar. Me o cu da safada, come. come, come. Não resistiu e gozou no meu rabo.
Isso demorou uma hora pelo menos. Coloquei o vestido, com um pouco de porra grudado na lateral do lado esquerdo. Só esfreguei com a mão e a porra se espalhou toda.
Me despedi e fui para casa. Chegando em casa o maridão só olhou aquele vestido manchado de porra, já que a porra tinha secado e ficado esbranquiçada no vestido, e riu. Mais um chifrinho para cabeça.
Beijos a todos (na pica para os meninos e na xota para as meninas), da sua Raquelzinha.