Este conto e um tanto bizarro, mais aconteceu.
Eu tinha um amigo que ao mesmo tempo era como se fosse meu cunhado. Vou explicar melhor.
A esposa dele era minha meia Irmã, filha apenas do meu pai.
Tínhamos um bom entrosamento. Praticamente sempre estava na casa dele, eles tinha uma filha a Susi, de seu 13 anos. Eu sempre tive uma tara por ela e pela minha meia irmã, a Joelma. Porem ele pegava firme, sempre de olho, pois sabia da minha tara, por elas.
Ele sempre falava que enquanto estive-se vivo eu nunca iria fuder elas.
Mais quando dava uma brecha, eu aproveitava para passar a mão na bundinha e na bucetinha de Susi.
Isto me levava a loucura pois a danadinha sempre deixava, tinha vez que até parece que sabia que ia rola, sempre estava sem calcinha.
Teve um dia que quando eu estava alisando a bucetinha dela, ela começou a tocar uma punheta em mim, quase que fomos pego em flagrante.
Bem o tempo foi passando, e cada vez ficava mais atrevido.
Teve um certo dia que ele estava no banheiro tomando banho e eu dei uma encoxada na bunda da minha meio irmã. Por pouco não fudemos ali mesmo.
Bem mais vamos ao que aconteceu de fato.
Quando Ricardo faleceu, era por costume naquela época o velório ser feito na casa
O velório corria como de costume. A uma certa hora, notei que Susi foi para seu quarto.
Com o intuito de consola, fui também.
Ao chegar no seu quarto, sentei-me ao seu lado na cama. E abracei acariciando seus cabelos.
Nisto ela deitou sua cabeça em meu colo.
Ao sentir seu rosto em meu colo, meu caralho logo ficou duro de tesão.
Vi que ela notou a rigidez do meu caralho. Porem não reclamou, muito pelo contrario, virou a sua boca de encontro com o meu caralho, por cima do short.
Aproveitei e coloquei a minha mão em sua bucetinha.
Como ela estava de calça comprida, fiquei alisando por cima da calça mesmo.
Não demorou ela se levantou e retirou a calça, ficando apenas de calcinha e blusa.
Retirei o meu caralho para fora da minha calça. Ela veio e se sentou, com as pernas aberta, aproveitei repuxei um pouco a calcinha dela, e enfiei o meu caralho por dentro, sentindo aquela bucetinha, lizinha e carequinha.
Eu tava doidinho de vontade de enfiar o meu caralho todinho dentro daquela maravilha.
Porem ela pediu que eu espera-se mais um pouco.
Ficamos nos sarando, já não me aquentava de tanto tesão que quase a peguei a força.
Foi quando ela abaixou-se e enfiou o meu caralho todinho em sua boca, fazendo um delicioso boquete.
Depois disto ela me pediu que eu enfia-se o meu caralho em seu cuzinho.
Lógico que adorei está idéia. A coloquei de quatro, areganhei seu cuzinho e enfiei o meu caralho de uma vez só naquele cuzinho delicioso.
Depois disto ela se levantou e saiu, fiquei um pouco frustrado, pois queria muito tirar aquele cabacinho.
Continuava ali sentado na cama dela pelado, quando derepente minha meia irmã entra.
Levei um baita susto, mais logo fui acalmado com ela sentando em meu colo.
Como ela estava vestindo um vestido rodado preto, ficou bem fácil o meu caralho encostado em sua buceta, mesmo por cima de sua calcinha, que parecia que a muito tempo queria engolir o meu caralho.
Ela levantou-se encostou um pouco a porta do quarto, e ficando nuazinha em minha frente. Então comecei a chupar sua buceta enquanto enfiava um dedo em seu cuzinho.
Não demorou muito deitei-a na cama da Susi e areganhando suas pernas comecei a fuder aquela buceta que tanto me dava tesão.
Quando estávamos gozando Susi entrou no quarto, ao vê-la entrando o meu tesão aumentou mais. Ela foi deitando ao meu lado, e eu comecei a enfiar um dedo em sua bucetinha.
Nossa minha meia Irma gemendo e rebolando de tesão em meu caralho e eu com um dedo na bucetinha de Susi.
Logo assim que a minha meio irmã gozou, fiquei um pouco deitado para refazer as minhas energias.
Logo assim que as refiz, e com a Susi ali do meu lado, areganhei sua pernas e comecei a enviar o meu caralho em sua bucetinha. Ela sussurrou em meu ouvido.
Coloca bem devagar para eu sentir está gostosura tirando o meu cabaço.
E assim o fiz. E por incrível que pareça isto aconteceu no velório do meu amigo.
Depois do enterro ainda nos fudemos mais.