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26 de Setembro, 2017 às 13:24 Por: Julie79

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Olá, essa é a primeira vez que escrevo e resolvi relatar uma história de uma amiga. Ela é pequena, tem 1,55 m, pesa 50 kg, tem a pele branquinha, cabelos e olhos castanhos claros, parece uma boneca e acho que foi por isso que aconteceu...
Eu estava indo para a faculdade como fazia todos os dias e a algum tempo vinha me sentindo incomodada pois achei que tinha alguém me observando. Quando virei uma esquina dei de cara com um homem mais velho devia ter uns 50 anos não consegui ver direito porque foi muito rápido. Devido ao encontrão deixei meu fichário cair e ele se abaixou comigo como se fosse pegar e já estava me pedindo desculpas, quando estava levantando ele colocou a mão sobre a minha boca e tinha um pano com um cheiro muito forte e aí eu apaguei. Quando eu acordei, estava amordaçada e amarrada a uma cama. O lugar estava escuro e eu não sabia se era dia ou noite. Tinha um abajur em um canto com uma luz amarela bem fraca era um cômodo pequeno e tinha só a cama. Percebi que minhas roupas haviam sido trocadas e eu estava com um vestido que parecia os de festa junina. Eu chorei muito estava com medo e depois de muito tempo caí no sono. Não sei quanto tempo passou, quando acordei tinha um homem alto e forte em pé perto da porta me olhando. Eu só conseguia ver seus olhos porque ele estava com aquelas mascaras de piloto. Ele tinha um prato de comida na mão e um copo com o que parecia agua na outra. Ele se sentou na cama, tirou minha mordaça e eu não conseguia falar nada com medo que ele fizesse algo contra mim. Ele ergueu a colher com uma coisa que parecia ser uma papinha e foi em direção a minha boca, eu não abri então ele colocou mão grande dele no meu rosto e aperto na região do maxilar pra que eu abrisse, eu abri sentindo a dor e ele começou a me alimentar. Realmente era papinha de banana. Ele me fez comer até que acabasse tudo em seguida me deu o liquido do copo que era um pouco amargo e não demorou muito eu dormi. Acho que tinha alguma coisa na agua. Quando acordei ele estava penteando o meu cabelo e dessa vez ele falou comigo.
- Meu pai disse que você é minha boneca e que eu tenho que cuidar muito bem de você. Disse que você é uma boneca de verdade e que eu tenho que te dar agua e comida pra você não morrer.
Era estranho ouvir aquele homem daquele tamanho falar daquele jeito. Tinha uma voz forte, mas o jeito de falar parecia de uma criança. Não demorou muito ele parou de me pentear, levantou e saiu. Pude ver que o cômodo pro qual ele foi também estava escuro, mas só isso. Não tenho como relatar as coisas em dias pois não sabia quanto tempo se passava cada vez que ele entrava no quarto. Ele veio me ver novamente com papinha e aquela agua amarga, e eu dormi. Quando acordei estava dentro de uma banheira, nua.
- Preciso te dar banho, você está fedendo.
Ele me lavou com delicadeza, mas me senti mal com aquele homem passando a mão por todo meu corpo, inclusive na buceta e no cu. Quando ele estava satisfeito ele me tirou da banheira com facilidade e me secou e me colocou no ombro dele. Foi aí que ele disse uma coisa que me assustou.
- Agora você está pronta pra gente brincar de médico, mas não aquele de operar só o que examina.
- Você não pode brincar comigo.
Ele respondeu muito alto e eu percebi que ele estava bravo.
- Posso sim! Você é minha boneca e eu posso fazer o que eu quiser.
Ele me levou pra um cômodo diferente do que eu estava. Vi que era maior tinha uma mesa estreita, duas cadeiras e pra minha surpresa uma maca de exames daquela de ginecologista. Ele me colocou sobre a maca, amarou minhas mãos na cabaceira e depois posicionou minhas pernas no suporte e amarrou. A essa altura eu já estava apavorada. Estava chorando.
- Por favor, não faz isso.
Ele foi perto da cabeceira e começou a fazer carinho na minha cabeça.
- Calma, eu não vou te machucar, a gente só vai brincar. Eu já vi o médico fazer isso na mamãe. Ele começa assim.
Ele pegou no meu pescoço e apertava os dedos de leve como se estivesse mesmo fazendo um exame. Depois desceu pros seios, apertou um depois o outro. Meu corpo começou a responder a ele, eu não entendia o que estava acontecendo. Ele foi descendo a mão lentamente apalpando minha barriga.
- Agora você precisa relaxar, acho que é assim que o médico fala pra mamãe.
Ele enfiou dois dedos na minha buceta e eu dei um pulo e gritei.
- Calma, calma, relaxa, já vai passar.
Ele colocou a outra mão na minha barriga me forçando pra baixo.
Como meu corpo podia estar reagindo a esse homem dessa maneira. Ele mexia os dedos dentro de mim como se estivesse procurando alguma coisa. Os dedos eram logos. Ele os retirou e enfiou só um, e foi certeiro. Aquilo me fez ver estrelas. Eu não conseguia ficar parada.
- Você não para de se mexer. Se não parar não vou mais brincar.
Eu não consegui fica parada, mas ele parou.
- Não vou brincar mais. Você não fica quieta.
Eu não tinha gozado então eu não sabia se ficava aliviada ou frustrada. Ele desamarrou as minhas pernas e soltou minha mão da cabeceira. Ainda bem que ele me carregou. Eu não conseguiria andar. Quando ele me colocou na cama eu perguntei se ele poderia soltar as minhas mãos pois elas estavam dormentes. Ele me olhou por um tempo e resolveu solta-la.
- Daqui a pouco eu trago sua comida e depois amarro você na cama de novo. Vamos vestir sua roupa.
Era uma calcinha enorme e um vestido igual o outro que eu estava antes. Ele me vestiu e saiu. Voltou com a comida e aquela agua. Dormi novamente. Quando acordei ele estava me dando banho novamente. Fazia tudo da mesma forma todas as vezes, na mesma sequência. Uma vez quando acordei além dele tinha outro homem, era mais baixo, mas também era forte.
- Hoje meu pai veio me ver brincar com você. Eu disse que você não fica quieta e ele quer ver porquê.
Ele fez tudo do mesmo jeito, na mesma sequência. Quando enfiou os dedos eu pulei e gritei. Ele se virou pro pai que estava em uma cadeira e falou.
- Tá vendo pai! Ela não fica quieta, nem posso examinar direito.
- É porque ela está gostando da brincadeira.
- É?
- É sim. Sabia que você pode brincar com ela igual eu brinco com a sua mãe?
Eu congelei.
- Como assim pai?
- Você pode chupar ela igual você já me viu chupando a sua mãe.
Ele olhou pra mim. Olhou no meu rosto e foi descendo, parou na minha buceta e falou.
- Mas aqui ela é muito cabeluda. A mamãe não tem cabelo aqui e nem as outras bonecas que eu tive.
- As outras bonecas não eram de verdade, ela é. A sua mãe raspa os pelos dela igual a gente raspa a barba, nós podemos raspar a sua boneca também.
Ele ficou me olhando um tempo e depois disse.
- Então eu quero. Vou fazer com ela igual o senhor faz com a mamãe. Posso enfiar meu cacete nela?
Aí meu Deus. Isso não podia estar acontecendo. Eu comecei a chorar de novo. Não sabia qual seria o comportamento dele. Ele não tinha me machucado até agora, mas eu não tinha certeza se não faria.
- Hoje você só vai chupar está bem?
- Tá.
Eu escutei uma porta abrir e depois de alguns momentos fechar novamente.
- Eu trouxa as coisas para raspar ela.
- Deixa eu fazer? Eu já sei fazer minha barba.
- Tem certeza? Se você cortar ela não vai poder brincar depois.
- Tenho.
O pai ficou ao lado dele enquanto ele me raspava. Ele colocou espuma e espalhou com a mão, depois foi raspando bem devagar e eu tentei ficar o mais quieta possível pois não queria que ele me machucasse. Fazia cocegas. Depois de tirar tudo ele colocou mais espuma, parecia que não estava satisfeito com o trabalho. Quando ele estava terminando ou ouvi passos e depois alguma coisa sendo colocada no chão. Senti uma mão na minha buceta, mas não era a dele pois foi mais bruto, aí o pai falou.
- Já tá bom assim, tá bem lisinha.
- Ela é rosinha pai.
- Bonito né?
- É sim.
- Porque você não chupa os peitos dela enquanto eu termino de limpar aqui.
Foi o que ele fez. Ele parou do meu lado abaixou a cabeça e começou a chupar. Meu Deus o que era aquilo. O pai dele começou a dar instruções.
- Enquanto você chupa um você pode apertar o outro.
E ele começou a apertar, mas sem ser bruto. De repente meu corpo inteiro se retesou. O pai estava jogando agua fria na minha buceta pra limpar a espuma. Ele passava a mão na minha buceta enquanto o filho chupava meus seios. O pai enfiou os dedos na minha buceta e eu arqueei as costas.
- Tá vendo filho. Quando elas fazem isso é porque elas estão gostando.
- Eu também to gostando pai. É bom o gosto dela.
- O gosto da buceta deve ser ainda melhor, vem provar!
Ele foi como se fosse uma criança atrás de um doce. Caiu de boca e começou a sugar. No começo doeu foi estranho, mas à medida que ele foi entendendo o que estava fazendo foi ficando gostoso.
- Presta atenção filho, faz do jeito que você já viu eu fazer na sua mãe. Enfia a língua dentro do buraco que é mais gostoso.
Ele parou de me chupar e senti ele se afastando. A mão do pai abriu minha buceta e apertou meu clitóris e eu gritei, estava muito sensível.
- Ta vendo aqui. Pode chupar com força, pode morder que é muito gostoso e pode enfiar a língua lá dentro.
Eu gritei e pulei novamente porque quando ele disse o enfiar ele realmente enfiou os dedos nela.
- Mas ela gritou!?
- É porque ela está gostando. Quando a gente está fazendo isso com elas e elas gostam, elas gritam e se mexem igual ela está fazendo.
Ele caiu de boca lá de novo seguindo o que o pai tinha dito. Mordeu meu clitóris com força o que me fez gritar alto.
- Enfia os dedos nela que ela vai gostar.
Foi o que ele fez. Meu corpo já não me pertencia. Quando dei por mim aquele velho safado estava mamando meus seios, só que ao contrário do filho ele sabia o que estava fazendo. O filho tirou os dedos e começou a colocar a língua, e eu gozei como nunca tinha gozado na minha vida. Ele continuou me chupando, mas eu já estava mole na maca.
- É gostoso pai, tem gosto de leite condensado, mas não tão doce.
- Não disse pra você que era gostoso.
- Disse.
- Então, depois você pode fazer novamente. Agora você precisa dar comida pra ela e depois comer também e ir descansar.
- Ta bom pai, mas depois eu quero enfiar o cacete nela igual eu já fiz com as minhas bonecas e o senhor faz com a mamãe.
- Quando puder eu te digo.
Ele me soltou, me carregou pra cama e me vestiu. Minhas pernas doíam por causa da posição. Logo ele voltou com a papinha e aquela agua. Dormi tão rápido que nem vi ele sair do quarto. Quando acordei tinha uma mão áspera passando pelos meus seios, estava nua novamente e deitada na cama. O abajur estava desligado. Ele começou a mamar os meus seios e eu percebi que era o pai.
- O que você está fazendo comigo. Já percebi que seu filho tem algum problema na cabeça, mas você não tem. Me solta me deixa ir.
Ele não parava de mamar e eu comecei a me debater. Ele me deu um tapa com força na bunda e eu me assustei. Será que eu ia apanhar? Continuei me debatendo e ele parou somente para soltar minhas mãos da cabeceira da cama e me arrastar pelos cabelos pro outro cômodo. Ele me encostou na mesa de costas pra ele e sussurrou no meu ouvido.
- Você está gostando vadia. Eu vi como você gozou na boca do meu filho. Agora você vai gozar pra mim. Vou comer você todinha.
Ele me colocou deitada com a barriga na mesa. Já tinha preparado tudo. Rapidamente ele amarrou minhas pernas abertas, cada uma em uma perna da mesa e meus braços ficaram presos pra cima. Ele começou a esfregar minhas costas com aquelas mãos grossas.
- Vou aproveitar que o garoto está dormindo e vou brincar um pouco com o brinquedo dele. Você é muito gostosa.
Ele se abaixou e começou a me chupar. Chupava a buceta e o cu. Mordia o clitóris, enfiava a língua, até que eu gozei na boca dele. Ele lambeu tudo.
- Ta vendo vadia. Sabia que você era uma putinha, por isso escolhi você pra ele. Agora eu vou te preparar pra ele porque se eu não fizer isso ele vai te arrombar e a gente não vai conseguir brincar mais depois. Você vai perceber que eu sou grande, mas ele é maior e mais grosso.
Ele começou a me masturbar. Ficava fazendo círculos no meu clitóris. Ele deitou sobre mim, levantou minha cabeça segurando forte pelos cabelos e sussurrou.
- Eu vou ensinar ele a fazer direitinho pra ele não te machucar. Vai ser gostoso, você vai ver.
Ele segurou minha cabeça pra trás com tanta força que eu fechei os olhos por causa da dor. Ele se aproveitou e me beijou na boca. Eu mordi o lábio dele e ele empurrou minha cabeça com força contra a mesa me fazendo enxergar tudo preto.
- Sua piranha
Ele enfiou os dedos com força na minha buceta e eu gritei
- Você quer que eu te arrombe sua vagabunda
Ele forçou de novo me fazendo gritar
- Mas eu não vou fazer isso, porque se eu te machucar meu filho vai ficar triste e ele triste não é bom.
Ele enfiou mais uma vez me fazendo gritar de novo e depois voltou a me masturbar. Ele se abaixou novamente e dava batidinhas com a língua no meu clitóris. Ele viu que eu estava ficando molhada, enfiou o dedo agora devagar e voltou a sussurrar no meu ouvido.
- Agora eu vou fuder você de uma maneira que ninguém fudeu. Primeiro a sua buceta e depois o seu cuzinho.
Eu nunca tinha dado o cu. Eu comecei a tremer de medo.
Ele começou a colocar devagar. Aquele negócio era grosso e eu não conseguia relaxar. Ele começou a massagear meu clitóris novamente me estimulando.
- Isso cadelinha, relaxa. Se você relaxar vai ser gostoso.
Eu estava ficando mais molhada e o cacete dele começou a entrar mais fácil, mas mesmo assim doía. Quando ele terminou de colocar tudo pra dentro ele parou. Eu me sentia mais do que preenchida. Se o filho era maior e principalmente mais grosso, eu seria arrombada.
- Você é bem apertadinha. Tão gostosa.
Ele começou o vai e vem. E eu fiquei louca. Eu estava realmente sentindo prazer com o cacete daquele velho safado enfiado em mim.
- Isso putinha, ta gostando ne. Rebola no meu pau.
Eu nem tinha percebido que estava rebolando no pau dele. Ele começou a acelerar o ritmo. Segurou na minha cintura e me puxava de encontrou a ele. Fazia isso com tanta força que a mesa começou a sair do lugar e sair do chão cada vez que ele me puxava. Não demorou muito para eu gozar, mas ele não estava satisfeito e continuou bombeando.
- Gozou ne vadia. Mas você vai gozar de novo. Agora eu vou comer esse seu cuzinho lindo. Tão apertadinho.
Ele disso e já foi enfiando um dedo. Gozei de novo. Dessa vez não consegui segurar o grito. Com a mão livre ele pegou novamente meus cabelos e disse lambendo meu pescoço.
- Isso gostosa. Quero ouvir você gritando quando gozar.
Eu já estava completamente mole. Não achei que fosse possível gozar novamente, mas eu estava enganada. Ele tirou o dedo do meu cu e continuava socando na buceta. Ele continuava beijando meu pescoço e aquilo parecia intensificar as sensações no meu corpo. Sem aviso ele enfiou dois dedos no cu. Aquilo me fez ver estrelas. Nesse momento ele mordeu com força a curva do meu pescoço e eu gozei de novo.
- Quanta gozada em delícia. Tá toda meladinha. Eu queria gozar na sua buceta, mas não vou correr o risco.
Ele parou de bombear, soltou meu cabelo e saiu de mim. Logo ele estava passando óleo no meu cuzinho. Socava os dedos lá dentro com óleo. Ele parou um instante. Depois senti a cabeça do cacete forçando meu cuzinho.
- Relaxa agora por que se não vai doer mais do que precisa.
Eu estava com medo dele me machucar então me forcei a relaxar. Ele foi enfiando devagar. Por incrível que pareça tinha paciência. Ele ia a voltava e à medida que cedia ele empurrava mais um pouco. Ardia e parecia que estava me rasgando.
- Está quase tudo dentro.
Ele ficou no vai e vem durante um tempo e não avançou mais. Quando eu achei que estava tudo dentro ele segurou minha cintura com força e deu um impulso pra frente. Eu gritei e comecei a chorar por causa da dor. Ele ficou imóvel durante algum tempo e começou a acariciar as minhas costas, minha bunda, minhas coxas, depois ele começou a acariciar meu clitóris e a se mexer devagar. Aquilo ainda doía, mas era uma dor diferente, era bom. Ele foi socando e aquilo foi fazendo meu corpo vibrar.
- Eu sabia que você ia gostar. Tão apertadinha. Tão gostosa.
Ele continuou me estimulando e eu gozei de novo. Ele bombeou com um pouco mais de agressividade e gozou dentro do meu cuzinho. Estava ardendo muito. Quando ele tirou ele sentou na cadeira. Eu não consegui ver ele direito ele estava sem máscara, mas estava muito escuro e ele ficava sempre atrás de mim em uma parte mais escura.
- Eu machuquei seu cuzinho gostoso. Saiu um pouco se sangue, mas agora que ele já está um pouco acostumado vai ser mais fácil da próxima vez.
Ele nos limpou e me colocou de volta amarada na cama. Estava exausta, dormi de novo. Quando acordei estava na banheira. O filho estava repetindo o ritual dele.
- Papai disse que eu só posso te chupar. Vou chupar direitinho. Quero sentir o gosto de leite condensado da sua buceta.
Enquanto ele estava me limpando, cada vez que ele passava os dedos na buceta e no cu eu sentia uma corrente elétrica passar pelo meu corpo. Quando ele me colocou na maca eu já estava molhadinha.
- Meu pai disse que eu posso enfiar o dedo em você. Na sua bucetinha e seu cuzinho que você gosta.
Ele fez o mesmo processo da outra vez. Mamou primeiro meus seios e depois foi pra buceta. Ele tinha ficado menos rude e estava ficando melhor. Não demorou muito eu gozei. Ele tinha enfiado a língua na minha buceta chupando todo o meu melzinho e de repente ele enfiou o dedo no cu que ainda estava sensível. Eu dei um pulo com a surpresa e com a dor e soltei um grito gozando novamente. Meu Deus o que eu havia me tornado. Cada vez que esses homens vinham até mim era pra me fazer gozar como eu nunca tinha gozado antes.
Mais tarde foi a vez do pai. O quarto estava escuro novamente e quando eu acordei ele já estava sobre mim mamando meus seios. Ele foi tateando meu corpo e enfiou dois dedos em mim bruscamente. Ele agarrou os meus cabelos e falou bem perto da minha boca.
- Grita vadia. Grita que eu quero ouvir você gritar.
Ele pegou meu lábio inferior com os dentes e mordeu forte. Gritei
- Isso, assim que eu gosto. Assim meu pau fica mais duro pra fuder você bem gostoso.
Ele se ajeitou entre as minhas pernas e me penetrou de uma vez me fazendo gritar novamente.
- Assim mesmo, quero ouvir você gritar mais.
Ele começou a bombear rápido e aquilo me deixou louca. Gozei com um grito alto.
- Isso. Isso mesmo gostosa. Grita alto, geme mais.
Ele saiu de mim, me virou me colocando de 4. Ele socou de novo na buceta e eu gritei.
- A que cuzinho mais lindo todo aberto pra mim.
Enquanto ele bombeava na buceta e colocou os dedos no cu. Ele queria me alargar novamente. Depois de um tempo senti uma coisa mais dura. Estava melada de óleo e ele começou a forçar pra dentro. Ele ficou parado um tempo e forçando o que quer que seja no meu cozinho parecia um vibrador ou coisa assim pois parecia o formato de um pênis.
- Você já foi penetrada por dois machos ao mesmo tempo putinha? Como meu filho não vai querer dividir você comigo nós vamos brincar de outro jeito.
Ele foi me preenchendo com aquilo e parecia ser maior do que ele e depois ele confirmou que era.
- Esse aqui é parecido com o do meu muleque.
Aquilo estava me arrombando de uma tal maneira que eu comecei a gritar desesperada pra sair. Ele parou e tirou o pau dele e o vibrador. Soltou minha mão da cabeceira e me levou pra mesa pelos cabelos novamente sussurrando no meu ouvido.
- Eu não queria amarrar você, mas você não me deixa escolha.
Ele amarrou minhas pernas e prendeu minha mão.
- Vou enfiar ele na sua bucetinha e depois eu coloco no seu cuzinho.
Ele enfiou devagar e o negócio foi me alargando a medida que entrava. Ele colocou até o final e fez um movimento de vai e vem que me deixou à beira do orgasmo e parou tirando ele de mim. Ele passou óleo no meu cu e enfiou os dedos. Logo começou a enfiar aquele troço. Ele era enorme. Eu me contorcia, mas não conseguia me mexer por causa das amarras.
- Calma, já está quase tudo dentro. Você vai ver como vai ser gostoso.
Dessa vez ele não forçou no final como ele tinha feito com o pau dele. Deu duas bombadas e parou.
- Agora que ele já está todinho em você chegou a minha vez.
Ele começou a enfiar na minha buceta mas parecia que não tinha espaço.
- Nossa, como ficou apertado. Ai .... Delicia.
Eu estava perdendo a noção de onde estava me corpo convulsionava e eu gritei. Ele foi estimulado pelo grito e socou com tudo me fazendo gritar novamente.
- Vai gostosa, nossa que delícia. Eu só não posso gozar na sua buceta mais não seu se vou aguentar.
Cada vez que ele bombeava eu soltava um grito porque a pélvis dele batia no vibrador empurrando ele pra dentro. Perdi as contas de quantas vezes eu gozei daquele jeito até ele tirar o pau dele de dentro de mim e gozar sobre a minha bunda. Quando ele terminou escutei ele arrastando a cadeira, mas não sabia o que ele pretendia. Ele me deixou amarrada com o vibrador na bunda um tempão. Quando ele finalmente se aproximou o pau dele estava duro novamente. Começou a roçar na entrada da buceta e no clitóris e se abaixou pra sussurrar no meu ouvido. Quando ele fez isso se deitou sobre mim e pude sentir que o corpo dele estava todo suado.
- Agora nós vamos inverter as posições. Vou enfiar meu pau no seu rabinho e o vibrador na sua buceta.
Ele soltou minha mão e voltou a ficar atrás de mim. Ele tirou o vibrador e eu senti um alivio só que não durou muito pois ele me enfiou o cacete dele em uma estocada só me fazendo perder o ar e ficar tonta. Ele começou a bombear e me masturbar. Eu estava a ponto de gozar e ele parou. Ele foi me puxando pra trás e quando deu percebi nós estávamos sentados em uma poltrona com ele todo enfiado no meu cuzinho. Aquilo fez com entrasse mais e eu gritei. Ele começou a apertar os meus mamilos e forçava o quadril pra cima. Desceu uma mão para meu clitóris e começou a apertar me fazendo gozar novamente. Estava me tornando a vadia que ele disse que eu era.
- Isso putinha, pula gostoso.
Ele pegou o vibrador e começou a enfiar na minha buceta e eu já comecei a gemer. Ele foi empurrando até estar todo lá dentro. Eu estava mole achei que iria desmaiar. Ele ligou o vibrador e eu quase explodi. Eu gritava porque a sensação era muito intensa. Tentei sair do colo dele, mas ele me segurava forte pela cintura.
- Não adiante tentar fugir. Você não vai conseguir. Nossa, seu cuzinho ta piscando gostoso no meu pau, não demora eu gozo também.
Aquilo continuou durante algum tempo. Foram orgasmos múltiplos que eu não sabia como era possível
- Isso, me ordenha com seu cuzinho cadela, me faz gozar enterrado nele.
Ele me segurou pelo cabelo com força, segurou o vibrador lá dentro na potência máxima e mordeu com força a curva do meu pescoço e enchendo meu cu de porra. Eu desmaiei.
Quando acordei estava sozinha no quarto, mas não demorou muito o velho safado retornou. Dessa vez ele trouxe comida de verdade. Eu estava faminta e comi tudo muito rápido ele me deu aquela agua amarga e saiu do quarto. Acordei com o filho me carregando e reclamando que eu estava fedendo. Fez todo o ritual que ele costumava fazer, me secou e me amarrou na maca. Ele parou na minha frente olhando pra minha buceta.
- Meu pai disse que hoje eu posso enfiar meu cacete em você, não é pai?
Eu só fechei os olhos e respirei fundo.
- É filho, mas nós vamos começar igual você faz todas as outras vezes. Primeiro você vai chupar ela e quando eu falar pra você que pode, você vai enfiar o seu pau na buceta dela. Vai lá chupa os peitos dela.
Ele chupou, chupou. Senti as mãos do pai na parte de dentro da minha coxa, alisando.
- Aperta o outro peito filho.
Ele apertou e o pai enfiou o dedo em mim. Eu já estava molhada. Que vadia eu havia me tornado, eles não podiam me tocar que eu já ficava toda molhada. Ele começou um movimento de vai e vem com os dedos e eu gemia. Senti ele lambendo e eu me contorci na maca.
- Vem chupar a buceta filho
O filho foi com tanto entusiasmo que chegou a me assustar. Ele abaixou a cabeça tão rápido que bateu a boca na buceta com força me fazendo gemer, mas de dor. Ele estava afoito e estava doendo, soltei mais um gemido de dor.
- Calma rapaz, assim você não vai sentir aquele gosto de leite condensado que você gosta. Vai devagar.
Ele começou a ir mais devagar. Começou a sugar meu clitóris com força e me fez gritar. Agora eu sentia prazer, o fogo se espalhando pelo meu corpo. Ele começou a colocar a língua lá dentro e tirar. Tinha uma língua cumprida. Não demorou muito eu gozei na boca dele.
- Agora filho você vai poder enfiar o pau nela, mas vai devagar. Não pode ser como você faz com as bonecas.
- Porque não?
- O que acontece com as bonecas quando vai rápido?
Aquela pergunta me gelou da cabeça aos pés.
- Elas estragam. Mas ela não é de verdade?
O pai deu uma risadinha se divertindo com a tortura que estava fazendo comigo e começou a fazer carinho em meus cabelos.
- Por esse motivo você tem que ir devagar, porque senão você pode machucá-la. Você quer machucar ela?
- Não.
Ele respondeu rápido e eu suspirei. Não estava tão certa quanto a ele me machucar.
- Então vai. Coloca seu pau na bucetinha dela e vai enfiando devagar.
Ele fez como o pai mandou. Segurou nas minhas coxas e começou a enfiar devagar. Meu Deus!! Ele era realmente bem mais grosso que o pai. Parecia que iria me rasgar. O velho se abaixou e sussurrou no meu ouvido.
- Tá vendo vadia, eu não disse que ele era bem mais grosso que eu?
Ele desceu a mão até meu seio e começou a apertar o mamilo enquanto o filho me preenchia. Eu fiquei mais molhada e aquele pau gigante estava entrando mais fácil. Eu gozei quando o pai apertou meus mamilos com força me fazendo gritar.
- Isso mesmo, grita que você já tá me deixando louco pra meter em você bem fundo depois que ele acabar.
Aquela anaconda não acabava nunca de entrar. O pai saiu do lado da minha cabeça passando a mão pelo meu corpo e desceu até o clitóris. O simples passar de mão dele já fez meu corpo pular e o pau do filho entrar mais um pouco. Senti a mão dele deslizar até meu tornozelo e depois ele colocar a mão no outro tornozelo ficando atrás do filho.
- Deixa eu ajudar você.
Então os movimentos mudaram. Começou um movimento de vai e vem que me deixou louca me fazendo gemer. Aquilo o incentivou e ele empurrou mais fundo.
- Está quase no fim.
Eu gemendo alto sem conseguir me controlar e não ouvia nada do filho, nem um gemido sequer, somente as instruções do pai. Gozei com um impulso forte que ele deu. Achei que fosse desmaiar.
- Agora você tem que fazer assim.
Ele recomeçou os movimentos de vai e vem segurando minha cintura. Aquele cacete enorme dentro de mim atingia regiões que eu não sabia que existia. Ele atingiu com a cabeça do pau um ponto certeiro e eu gritei me contorcendo toda. Ele aumentou o ritmo e eu fiquei enlouquecida, tudo virou um borrão e eu só conseguia sentir como se estivesse entrando em orbita. Voltei a terra sentindo ele se deitar sobre mim. Ele tinha gozado e o pau estava amolecendo, mas continuava dentro de mim. Só escutei o pai dizendo.
- Fica assim que a gente vai fazer que nem fez com a mamãe no dia do seu aniversário. Tudo bem?
- Tá
Ele respondeu próximo ao meu ouvido. De repente ele começou a se mexer como se estivesse desconfortável. Eu não sabia como minhas pernas e meu quadril estavam aguentando naquela posição. Ele começou a gemer baixinho no meu ouvido e aqueles sussurros me fizeram arrepiar. Senti que o pau dele estava voltando a vida dentro de mim. O que estava acontecendo? Ele começou a gemer um pouco mais alto enquanto crescia dentro de mim. Comecei a sentir um impulso, mas ele estava deitado sobre mim gemendo inerte. Foi aí que eu senti mãos na minha coxa e não eram as dele pois elas continuavam na minha cintura e mais um impulso com força e o gemido do filho no meu ouvido seguido de um urro.
- Relaxa filho, relaxa.
Nossa, será que eu fiquei louca? Será que esses dias com esses dois estava me fazendo ter alucinações? O pau dele crescendo dentro de mim e os impulsos estavam me encaminhando pra outro orgasmo. Ele se ajeitou sobre mim subindo as mãos e passando-as pelas minhas costas se segurando nos meus ombros ficando mais enterrado em mim. Cada impulso eu gemia e escutava ele gemer no meu pescoço e um ofego do pai. O velho aumentou o ritmo e o filho me apertava mais nos braços dele e gemia ficando mais duro. Estava sentindo ele pulsar dentro de mim. O pai deu uma arremetida forte e me fez gozar. Não demorou muito, com um gemido mais alto, senti o filho me encher. Mais umas estocadas e o pai urrou apertando minhas coxas que ele estava usando como apoio. Não sei se por causa da exaustão, da falta de comida, do sono instável ou de todos os fatores combinados apaguei antes que ele saísse de mim.
Essa foi a única vez que isso aconteceu. Continuei recebendo a visita dos dois. Uma hora acordei com eles brigando no cômodo ao lado e depois disso eles não me tocaram mais, só traziam a papinha e a agua, trouxeram as minhas roupas e depois pararam de aparecer. Eu já não ficava mais amarrada, estava muito fraca. Quando o filho retornou ele colocou uma venda nos meus olhos e me carregou, me colocando dentro de um carro. Perguntei onde iriamos, o que eles fariam comigo, mas eles não responderam. Depois de alguns minutos eles pararam, me tiraram do carro sem dizer nada e foram embora.
Fiquei com eles durante 22 dias.
Já tem um tempo que aconteceu, mas eu ainda sonho com eles e acordo toda molhada.

Comentários

16 de Outubro, 2017 às 13:13
Duzinho
Adorei seu conto meu Zap 044998665019
16 de Outubro, 2017 às 13:13
Duzinho
Adorei seu conto meu Zap 044998665019
16 de Outubro, 2017 às 13:13
Duzinho
Adorei seu conto meu Zap 044998665019
16 de Outubro, 2017 às 13:12
Duzinho
Adorei seu conto meu Zap 044998665019
03 de Outubro, 2017 às 10:19

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ótimo conto..sempre que leio fico puto de tesão e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada, as vezes sendo uma evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida enfim mulher que gosta de ser bem fodida, ou tenha fantasias e desejos mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,quero até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos e vontades...whats (47).9212.6411.

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