Buscar no Portal

04 de Março, 2016 às 16:16 Por: casaljuntoesafados

Safadeza na garagem

tags:
Esse conto possui 10880 visita(s).

Meu irmão caçula mora em outra cidade e estava passando uns dias em casa, quando um amigo dele chegou e o esperava para saírem na porta de casa. Eu e minha mulher também iriamos sair com as crianças e quando ela apareceu na porta o rapaz ficou olhando-a de cima abaixo, tipo secando mesmo, pois ela estava com um vestidinho curtíssimo de cores vivas e fortes, bem colado no corpo, um sapato de salto alto e por baixo uma tanguinha bem pequena, deixando à mostra suas pernas torneadas e exibindo uma bundinha arrebitada, pois ela é alta e magra, com uma bunda redonda e dura, barriguinha chapada e seios pequenos e rijos. Ela ficou ali conversando com ele, que não conseguia parar de olhá-la. Aproximei-me da porta e parei quando o vi admirando-a. Ele falava com ela, mas não parava de abaixar os olhos e fixar em suas pernas expostas pelo curtíssimo vestidinho, torneadas pela academia e destacando a musculatura por causa do salto alto, além de uns pelinhos dourados à mostra nas coxas. Comentei com ela, depois, sobre o que tinha visto, ao que ela que me disse que percebera o olhar tarado dele, mirando suas coxas e que fez questão de provocá-lo, dando alguns passos pela área externa em frente a casa para “olhar” as crianças, o que fazia com que seu vestidinho subisse exibindo quase as coxas inteiras e ela abaixava com as mãos, olhando pra ele e sem disfarçar, para o volume em sua calça, que não parava de crescer. Para provocar sua libido, eu disse-lhe então que achava que ele iria tocar uma punheta pra ela antes de dormir e ela, safadinha disse: - huuummmm, pelado, com um pauzão duro, gozando, jatos de porra, imaginando gozar em meus peitos... Ele é um rapaz jovem, vinte e poucos anos, moreno, alto e forte , do tipo malhado por exercícios , braços musculosos e segundo ela: “- tem um volume enorme no meio as pernas, que devia esconder um cacete grande, grosso, e com uma cabeçona vermelha”. Trepamos muito gostoso com a excitação dela imaginando aquele garotão a pegando de jeito, fodendo sua bucetinha e gozando em seus peitos. Um outro dia, quando estávamos prontos para sair para dançar, sozinhos em casa (as crianças na casa da babá) eu da porta voltei para procurar o meu telefone, enquanto ela ficou me esperando do lado de fora. A partir de agora, a narrativa passa a ser dela, que conta como tudo aconteceu ...
Eu estava em pé na porta de casa, sob a claridade do poste de luz, esperado meu marido buscar seu telefone dentro de casa. Eu usava um vestido de tecido leve, bem curto para que minhas coxas ficassem bem à mostra, com um decote generoso atrás deixando minhas costas nuas e meus peitos destacavam-se no tecido fino, pois estava sem sutiã, usava um sapato de salto alto que arrebitava minha bunda e escolhi uma calcinha fio dental preta que era só de tirinhas de tecido fino nas laterais e atrás ligados ao pequeno triângulo de tecido fino e transparente que mal cobria minha bucetinha, pois meu marido que eu use pecinha minúsculas para excitá-lo e darmos umazinha na balada De repente uma moto parou próximo à calçada, e quando o condutor tirou o capacete vi que era ele, o garotão amigo de meu cunhado. Lembrei-me dele me secando num outro dia e do que meu marido falou, imaginei de novo ele punhetando seu pau e gozando em meus peitos. Minha calcinha ficou toda molhada com a excitação que senti. Um risinho escapou em meu rosto. Imaginando o que poderia acontecer, me aproximei dele, que depois de alguns demorados segundos me olhando inteira perguntou, sem assunto, se meu cunhado havia chegado na cidade, ao que respondi, com jeito já bem safado: - você não parou aqui querendo meu cunhado... confessa, você parou porque me viu sozinha, parou pra me olhar de perto, porque desde aquele dia que você ficou me secando você me quer ... Ele não teve ação. Ouvindo aquilo, desceu da moto e chegou perto de mim, bem perto, senti o cheiro de seu perfume, fiquei mais excitada ainda. Com um olhar safado, fiz entender que queria que ele me acompanhasse e entrei para a garagem com ele me seguindo feito um cão atrás de uma cadelinha no cio e o fiz tirar o pau pra fora, ficando admirada, pois era realmente grande, de uns 25 cm, grosso e com uma cabeçona vermelhinha, como havia imaginado. Minha boca encheu d’agua. Abaixei e comecei a chupar, a cabeçona mal cabia em minha boquinha, mas engoli aquele cacetão, mamei, lambi e babei nele. Puxei ele pelo pau para o fundo escuro e apoiei os cotovelos no capô do carro, sem flexionar as pernas, o que deixou minha bunda pra cima e minha bucetinha molhada de frente para o pauzão duro. Nessa posição senti que meu vestidinho subiu e exibiu parte de minha bunda. Então, com uma voz sensual, quase suplicante, eu disse: - vem, me fode bem gostoso, puxa minha calcinha de lado e mete esse pauzão na minha buceta molhada porque eu sei que parou aqui me querendo, então vou dar pra você o que você tanto quer, me fode vai.... Ele então encostou a cabeça de seu cacetão na minha bucetinha e deu uma esfregada, lubrificando-a, estremeci ao sentir aquele volume me tocando, meu tesão aumentou com a ansiedade de sentir tudo aquilo me penetrando, ele então enfiou a cabeça, eu gemi com o tamanho daquele chapelão em mim, ele parou por alguns segundos e então enterrou aquela pica enorme em minha bucetinha, já encharcada de tesão. Estremeci inteira ao sentir aquele mastro grande me invadindo até o fundo. Iniciou estocadas firmes, num vai e vem frenético que me deixava louca, segurando firme minha bunda com suas mãos grandes e quentes, puxava o pau pra fora deixando a cabeçona dentro da minha xoxotinha pra socar tudo novamente. Fazia isso com vigor e eu sentia cada centímetro de pau grosso em mim, repetindo os movimentos até começar a gozar, o que também me fez gozar. Ficamos ali não mais que cinco minutos e ele gozou muito, me enchendo de tanta porra que senti escorrer pelas coxas. Adrenado, ele se vestiu e saiu depressa, eu o acompanhei ate o portão, apertei sua bunda e me despedi. Entrei em casa ainda excitada, as pernas meladas da porra que escorreu e a calcinha encharcada do leite dele que saía de minha xoxota e fui contar pro meu marido, que me disse que assistira a tudo da janela, que eu era uma vadia, safada e sabia que estava com a buceta cheia de porra, mas como sou sua puta, e ele me deixava foder apenas mais um homem além dele e juntos, não sozinha como havia feito. Parecia bravo, enraivecido com o que eu fizera, mas isso misturado com tesão. Então meu marido me jogou com força no sofá de pernas abertas, viu a calcinha molhada e a porra dele ainda descendo, puxou de lado e invadiu com força e firmeza minha buceta, que estava muito melada da porra do garotão e do tesão que eu sentia com aquilo tudo, inchada pela surra rápida de pau duro que acabara de levar e um pouquinho alargada por causa do tamanho da pica que acabara de me foder. Falou umas sacanagens, me chamando de vagabunda, vadia e gostosa, que dava pra qualquer um numa garagem, feito uma putinha no cio, o que me deixou mais excitada, eu então, sabendo que tinha quebrado nosso acordo de não trair, mas só de fazer sacanagens juntos, disse enquanto era fodida com força: - me desculpa, meu macho pauzudo, sei que sou sua putinha exclusiva e que só posso dar pra outro se você deixar e com você junto, mas não resisti àquele menino sarado e seu pau imenso me olhando, me secando, me desejando, me comendo com os olhos, tive que dar pra ele, me desculpa, agora me fode com força, me castiga com sua pirocona, faz sua putinha pagar pelo que aprontou, faz...meu homem. O tesão era tanto que gozamos juntos, nos lavamos, troquei de calcinha – mantive o mesmo tamanho minúsculo – e fomos pra balada. Lá dançamos e bebemos e com o tesão já em alta não resistimos e como adoramos trepar na balada, demos uma rapidinha no banheiro.
Algum tempo depois de ter dado para o garotão na garagem de casa, o encontrei no supermercado, mas isso é outro conto...

Comentários

11 de Março, 2016 às 08:50

Notice: Trying to access array offset on value of type null in /home/portalpicante/public_html/conto-comment-paginator.php on line 82

Ótimo conto... Adoro mulher safada que gosta de ser bem fodida, mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,depois de algumas exp. passei a gostar demais de ficar cobiçando uma mulher safada, ou vela se exibindo, até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos..e vontade.. whats 19 98922-4148
08 de Março, 2016 às 13:52
ninho18cm
gostaria de entra em contato com vcs meu email [email protected] se ouver alguma cadada querendo safadeza ou alguma mulher de 18 a 60 anos afim de muita putaria me escreva
07 de Março, 2016 às 11:45
Mmsilva
Também adoro essas putinhas casadas é muito bom ouvir elas pedindo rola...aguardando um contato de algum corninho ou uma putinha casada mim chamar no whats 011 948623793

1