O que vou relatar, se passou há muito tempo. Hoje tenho mais de 50 anos, casado e com pouquíssima frequência faço algo.
Mas lembrar me excita e muito, e resolvi dividir com vocês algumas passagens muito lokas.
Década de 80
No dia seguinte, eles chegaram bem cedo para trabalhar e eu acordei depois das 11h, já quase na hora do almoço deles.
Levantei, me lavei e fui tomar um café, pois estava precisando e muito, apesar da longa noite, ela não acabou tarde.
Me vesti com a bermuda de lycra, fui ao quintal para falar com eles, perguntar como estavam as reformas, meu pedreiro pouco falou, e deixou mais o outro explicar, e que tudo acabava no final do dia.
Achei bom, e olhando para ele falei que iria até a praia e que volta tarde.
Como sempre, fechei a casa e sai. Vestidinho de menino.
Passei o dia na praia e só retornei pouco antes das 5h pois sabia que era a hora deles irem embora. Voltei e os 2 ainda terminavam a limpeza. Me infonaram que tinham feito tudo, e que só esperar secar que podia ser pintado.
Entrei e fui beber algo, pois pelo visto ali não sairia mais nada, acho que nem um tchau. Como teria certeza mais tarde.
Entrei, me banhei, mas mesmo com essa sensação, acabei por me vestir novamente com as roupinhas e fiquei bela novamente.
Fiquei por ali monitorando um sair para que eu pudesse ficar com meu pedreiro e quem sabe sentir seu gosto de porra novamente em minha boka.
E assim se fez, vi um sair e outro ficar.
Sai rápido para o fundo da casa e dei de cara com antônio, o pedreiro mais velho, e eu ali, mais gostosa ainda, usando uma mini saia e um top imagina do que??? Lycra, meu cabelo eu tinha passado uma faixa para cima, e ele esta meio armado. Toda maquiada e com um batom vermelho puta.
Ele me olhou e falou que tinha me visto ontem na vilinha entrando de mãos dadas com meu pedreiro. o que eu podia falar se ele descreveu tudo que tinha feito.
Pedi desculpas, e voltei para casa da frente quando ele me chamou e falou que iria me mostrar alguns detalhes do serviço. Voltei e vendo o final do corredor, me explicou o serviço e que quando fosse pintar que poderia chamar eles de volta.
Agradeci e novamente ele voltou a falar me perguntando se pra ele não tinha um aperitivo.
Hum logo saquei o que ele estava querendo. Será que iria começar tudo de novo. O que custava ver no que daria. Depois que alguém te pega montada, não arrume desculpas, aja!!!
Entramos e fui logo servindo uma cachaça pra ele que de gole matou na primeira. Fui me servir, ficando de costas, e sem muito tempo a perder, fui abraçada e encochada ali na bera da pia. O mocinho estava tarado por mim, que maravilha.
Me pegou e já levantando minha sainha, apertou minha bundinha com muita vontade. Do jeito que estava, eu iria ser comida ali mesmo sem dó. Dei uma paradinha e puxei ele pra sala, colocando ele sentado no sofá e já agachando de boka, para saber onde eu iria sentar.
Pra que fui ver golias antes da hora. Que rola, volto a dizer. Que rola!!!
Era grande, grossa e cabeçuda. Baixinho safado, ia arrombar meu cuzinho, e pelo seu jeito afoito...ia ser pra fuder.
Sai dali para o banheiro, e já bisuntei o rabo. Enfiando os dedinhos, que já não estavam tão difíceis de entrar como no dia anterior, deixei ele pronto pra ser comido. Voltei e sentei de frente em seu colo, assim podendo controlar melhor a dura situação que eu iria levar no rabo. aha!!!
Sentei, peguei aquele mastro, puxei a calcinha que nem precisava muito, e direcionei no cuzinho. Foi difícil de entrar, sentava, apertava, rebolava e nada, quando entrou, se fosse em outra época teriam chamado a polícia, tamanho uhu que dei. As estrelinhas viraram cometas, e aquela cabeça quando passou, senti que abriu um rombo imenso em mim. Passou e atolou no meu rabo.
Ele me segurou pela cintura, e sem dó já começou a me bombar. Eu estava quase sem forças pra ter alguma reação e ali fiquei vendo meus cometas. Devo ter demorado mais de 1m para começar a colocar as idéias no lugar e voltar a ter o controle daquela cavalgada insólita em meu rabo.
Ele tinha uma força naquelas mãos, que nem era preciso da minha, ele fazia por mim, me deixando uma pluma levando rola. Me apertava e colocava tudo no meu rabo.
Passei a controlar um pouco mais a situação, deixando somente aos poucos ele enterrar todo aquele caibro no meu rabo. E assim ficamos um tempo até, claro, sentir que o ritmo estava aumentando, que ele iria gozar, ai pense. Toda aquela rola, imensa, o tesão que ele estava, imagina o que deveria sair de porra daquela rola, por que não sentir tudo isso na guela.
Ai pedi pra ele que se fosse gozar, se podia ser na minha boka, que queria mamar tudo. Ele falou que queria gozar no meu rabo, mas se eu quisesse, ele parava e eu chupava.
Pedi sim, mas ainda não era hora. O papo parou e a fodessão continuou, com ele me levantando e socando aquele mastro no meu rabo, era gostoso sentir aquela força, seu domínio sobre mim. Eu era dele, todinha dele.
Passado um pouco ele disse rápido, para que eu saísse e metesse a boka, coisa que fiz rapidamente. Ingênua eu...que achei que iria tomar tudo que saia de primeira. Nossa engasguei no segundo jato, que foi direto para dentro de mim, um litro de porra sem passar pra sentir o gosto. Levantei a cabeça e deixei ele gozando por toda minha boka e por fora, ficandocom a cara cheia de porra, e engasgada com a que entrou. Terminei aquela chupeta, limpando com a língua, tudo que havia saído pelos lados. Essa faxina eu vazia muito bem no meu começo de carreira. Amava mamar tudo quando tinha chances.
Terminei de chupar aquele pau, que tinha ficado firme ainda, com o dono encostado no sofá, levantei e parai de bunda pra ele, mostrando que queria sentir mais um pouco daquela rola no meu cu.
Lembra que já falei algumas vezes. Se molhou, que se foda.
Abaixei com ele segurando sua rola e parei na portinha, forçando sua entrada mais uma vez, novamente senti aquela deliciosa chapeleta arrombar meu cuzinho, mesmo com ele nem todo duro.
Apoiei em suas pernas, e comecei a subir e descer, e fui sentindo aquele pau inchar dentro de mim, uma sensação deliciosa.
Eu tendo o controle nesta posição, comecei a enfiar cada vez mais fundo, e entrava fundo mesmo, até que sentei todo no seu colo, e senti aquela vara todo tocar meu útero...kkk
Comecei a rebolar como uma loka, sem parar, nem eu sabia de onde estava tirando aquele rebolado, com uma rola encaixada dentro de mim de uma forma que parecia que tinha nascido lá.
Rebolava feito puta, quando ele me apertando a cintura, falou em um tom enraivecido, como se quisesse me abrir ao meio, que iria gozar. E num loko vai e vem, senti seu pau pulsar dentro de mim, bem no fundo.
Socou, mas socou muito, e aquelas mãos me segurando. Me senti a mais amada e desejada das fêmeas. Ele urrou de prazer e seu pau não parava de pulsar. Quem já sentiu um pau pulsando no cu, sabe do que estou falando, se não sentiu experimente, é apaixonante.
Fui parando meus movimentos e sentindo seu pau desfalecer dentro de mim. Fiquei ali um tempinho esperando para sair, e assim que o fiz, senti que meu cu não fechava e a porra escorria por minhas pernas.
Foi insano, maravilhosamente, insano. (e estrelado)
Fui me lavar, necessitava. Ele levantou e foi aos fundos novamente e vi que ele tomou outro banho. Porque não veio comigo, eu tinha lavado ele todinho e quem sabe dado mais uma vez.
Terminei meu banho, e fui para cozinha onde ele me espera. Tomou mais um aperitivo e me disse tchau e que tinha sido ótimo.
Assim terminou minhas aventuras com meus pedreiros. Isso há muito tempo atrás, mas que me dá um puta tesão até hoje, minha cucetinha pisca por causa deles.
Só veria meu pedreiro algumas vezes no boteco que frequentávamos, mas nunca mais tivemos nenhum contato físico. Sei onde mora, e não falei seu nome, porque achei desnecessário neste relato.
Bjs
Contarei outras passagens de minha vida feminina.
Só pra dar um pouco de veracidade aos meus relatos. Minha mãe era maquiadora e eu era sua modelo, posso dizer que fui mais pintada (acho que em ambos os sentidos...kkk), que muitas mulheres em toda sua vida, por isso sei fazer muita coisa interessante neste campo, além de ter crescido em uma loja de roupas feminina que ela tinha.
Minha namorada era também do ramo da moda e quando na década de 80 saiu o movimento Drag Queen, sai algumas vezes montada por ela, pra baladas e até hoje seus maiores amigos são gays.
Ps. se puderem dar notas aos meus relatos, Agradeço!!!
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10 de Abril, 2017 às 15:43
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