Para começar este relato terei que voltar alguns anos da minha vida.
Tudo começou na época em que eu tinha 10 anos de idade.
Minha família sempre foi religiosa e devido a isto eu também.
Quando estudava no primário era de costume fazer a 1° comunhão, na serie em que eu estudava tinha uma garotinha da mesma idade minha, na qual eu era fissurado por ela e ela por mim.
Fomos fazer a nossa comunhão juntos, sempre que dava rolava uns beijinhos de criança, aquilo para nos era o Maximo.
Como de costume participávamos das prosisão. Ela sempre is vestida de anjo.
Não sei por que mais aquela veste me fascinava.
Em certa prosisão que foi realizada a noite, depois da prosisão nossas famílias que eram bem unidas, vomos rezar o terço na casa dela.
A certa altura estávamos de mãos dadas, eu susurei em seu ouvido vamos lá fora um pouco, ela concordou e saímos e ninguém notou.
Vomos para debaixo de uma mangueira que tinha na casa dela.
La começamos a nos beijar só que desta vez os beijos eram mais intensos.
Em determinado tempo eu passei a mão na bucetinha dela, ela ficou um pouco sem cheito mais não retrucou, como também estive-se querendo.
Aproveitei que ela não retrucou perguntei se ela queria ver o meu pau.
Ela riu e balançou a cabeça dizendo sim.
Tirei o meu pau para fora e pedi que ela o segura se, ela relutou dizendo que aquilo era pecado. Falei que não era, pois Deus tinha dado o pau para o Homem para que as mulheres os aliassem. Então ela segurou e falou nossa como e duro.
E dise será que ele fica mole se eu colocar ele na boca.
Não sei vamos fazer o teste. Ela se ajoelhou e colocou-o todinho na boquinha.
Então o meu pau começou a latejar e ficando cada vez mais duro.
Então lhe falei acho que ele só vai ficar mole se eu der uns beijinhos na sua xereca.
Será dise ela então vai da os beijinhos na minha xereca.
Levantei a roupa de anjo dela e abaixei a calcinha dela e comecei a beijá-la
Em um determinado tempo enfiei a minha lingua naquela bucetinha.
Quando íamos continuar a minha mãe me chamou para irmos embora.
Marcamos para continuarmos em outro dia, demos um beijos e nos despedimos.
No dia seguinte lá estávamos embaixo daquela mangueira, que seria a nossa cúmplice de aventura erótica de infância.
Começamos a nos beijar e desta vez já ambos com a mão nas partes intimas um do outro. Como ela estava de vestido ao colocar a minha mão em sua parte intima notei que ela estava sem calcinha.
Falei a ela. Vou da um beijinho ta meu anjinho.
Ela riu e abriu as pernas, Abaixei-me e levantei o vestido e comecei a dar beijos naquela bucetinha juvenil. Aproveitando um pouco mais enfie a minha lingua bem fundo naquela doçura e deliciosa bucetinha.
Pedi-a que se vira-se e encosta-se na mangueira.
Que prontamente foi atendido.
Levantei o vestido ate a cintura e com o meu caralho para fora do short. E comecei a passar naquela bundinha bem torneada, e ao passar o meu caralho no rego da bundinha dela, perguntei será que o meu pau entra neste seu cuzinho.
Ela rindo respondeu. Não sei, acho que sim vamos esprimentar.
Ela areganhou as pernas e eu comecei a enfiar o meu caralho, foi quando ela começou a gritar de dor.
Perguntei ta doendo, ela dise que sim. Então vou para ok.
Não, não para ta doendo mais ta gostoso continua eu agüento, quero que coloque ele todinho dentro vai.
Então de uma vez só enfie ele todinho com bastante força.
Ela deu um grito bem gostoso e ficamos assim eu fazendo um delicioso vai e vem naquela bundinha linda.
Mais a minha real intenção era fuder aquela bucetinha jovial.
Mais só ficávamos neste delicioso jogo erótico de dois jovem que tinham maior tesão mutua.
E assim foram quase todos os dias nos encontrávamos naquela mangueira. E não tinha mais horários noturnos todas as vezes que tinham chance lá estamo-nos praticamente quase nus a nos saboreamos em volúpia de tesão.
O tempo foi passando. Notei que começará a nascer seus seios, porem ainda bem pequenos. Certa vez pedi para que me amostra-se aquele limãozinho. Ela levantou sua blusa, e que maravilha de belos limõezinhos. Então fui e dei um beijinho em cada um deles.
E com o decore dos tempos aqueles limãozinho começaram a se transforma e duas laranjinha, e todas as vezes que nos encontrávamos a primeira coisa era beijá-lo, mais agora ao invés de beijá-los comecei a chupá-lo e como era gostoso chupá-los.
E com o decorrer do tempo meu caralho também sofreu mudanças, na qual ela se dizia maravilha com a espessura e comprimento.
Certa vez estávamos nos acariciando mutuamente. Foi quando sugeri que “Gostaria de enfiar o meu caralho na sua bucetinha, vamos fazer isto hoje”.
Ela ficou um pouco pensativa e me dise ouvi falar que a primeira vez doe muito, to com vontade mais tenho medo;
Prometi a ela que só colocaria a cabecinha e estive-se doendo muito eu tiraria.
E lógico isto não iria acontecer.
Como meus pais tinham saído vomos lá para a minha casa, chegando lá nos dirigimos ao meu quarto.
Tiramos a roupa toda e deitamos na cama, comecei a beija todo o seu corpo comecei pelos seus belos seios, seu umbigo e finalmente sua bucetinha que estava latejando de tesão, abri suas pernas e comecei a enfiar meu caralho nela, ela começou a grita dizendo que estava doendo, ameacei tira, mais para a minha surpresa ele me prendeu com as pernas e sussurrando ao meu ouvido me dizia ta doendo mais ta gostoso enfia logo tudo.
E lógico aquilo foi uma musica aos meus ouvidos e assim o fiz, enfiei o meu caralho todinho e bem gostoso naquela maravilha de bucetinha, foi a nossa primeira vez e como foi delicioso.
E assim fizemos varias e varias vezes.
Certo dia me dise que iria trocar a roupa, pois sabia da minha tara por anjo.
Foi ao banheiro e colocou a roupa de anjo que tinha e como foi maravilhoso fuder aquela doce anjinha.
Com o passar dos anos os pais dela mudou-se para outra cidade, e desde então fico a procura da minha DOCE ANJINHA QUE ME DEU MUITO DESEJOS DELICIOSOS.
Por onde anda você MINHA ANJINHA