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21 de Março, 2016 às 00:53 Por: ANJO DEVORADOR

O Cunhadinho

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O Cunhadinho

Meu nome é Cleyton na marca dos meus 35 anos de idade já havia trepado com várias mulheres, perdi minha virgindade acidentalmente com ajuda infalível da minha prima Ana que já tinha 19 anos e uma vasta experiência em dominar cobras. Aprendi muito com Ana, me ensinou boa parte de tudo o que eu sei sobre sexo. Hoje sou um chefe de familia muito bem casado com Beatriz, tenho com ela uma linda filhota chamada Keyla e também o meu estimado cunhadinho o Beto. Um garoto exemplar, parceiro, amigo bem familia, keyla adora o tio.
Contratamos uma empregada chamada Rose. Moça do interior, bem timida e nada atraente. Mas uma excelente cozinheira e faxineira. Rose se parecia um pouco com a minha prima biscatosa = biscate + gostosa. Jamais eu trairia minha deliciosa e bela parceira com uma empregadinha.
Antes de sair para o trabalho percebi olhares entre Rose e Beto. Apesar de discretos havia desejos naquela admirável troca. E eu não poderia deixar de dar um empurrãozinho.
_E aí Beto percebi que está a cobiçar minha empregada. Quer comer a moça não vejo problema nenhum, mas não faça isso na presença da minha filha.
_Que isso cunhado! Jamais e outra tenho um segredo?
_Qual?
_Tenho vontade de chupá-lo e beber seu leite.
_Você é gay?
_Não imagina, eu saio com garotas e que tenho esse fetiche. Mas nunca tive de coragem de dizer pra outro homem que queria chupar um pau.
_Entendo, você diz que não é gay e quer chupar um pau! Vamos fazer um trato me ajeita a empregada e deixo você se divertir com a minha vara.
_Fechado. Mal posso esperar.
A bichinha errustida me apertou meu cacete que cresceu em sua mão.
Na primeira semana do inverno de 2014. Minha esposa teve que ir a uma convenção de odontologia e levou keyla para a casa da minha mãe pra passar uns dias. Era a opurtunidade que eu esperava para uma foda a três.
Assim que cheguei do trabalho notei que a casa estava silenciosa parecia não haver ninguém. Tirei minha gravata, os sapatos, as meias, a calça e a camisa estava só de cueca e uma bem folgada não gosto de sufocar meu estimado pássaro. Entrei no banheiro pra tomar uma chuveirada como de costume. Assim que saí do banho me dirigi até o quarto e tive uma boa surpresa meu cunhadinho estava chupando minha empregada. Rose delirava-se com a habilidade da lingua gelatinosa de Beto. Meu pau estufou a toalha naquele instante. Me abaixei próximo a Rose que não titubeou e abocanhou meu cacetão com uma fome íncrivel. A ordinária sabia mamar e ordenhava ferozmente a minha cobra em poucos minutos enchi sua linda boca de porra. Meu pau estava tinindo quando Rose mandou Beto se aventurar sua vagina socando com firmeza, por minha vez fiquei com a grata obrigação de incendiar aquele cú. Aos poucos fui adentrando com sutileza, Rose se contorcia com a dupla penetração. Aquele entra e sai delicioso fez a cadelona gozar gostoso. Depois ele juntou os dois pênis e os abocanhou aquela mulher era o máximo do prazer e da loucura. Saciada Rose caiu em sono profundo no sofá, também depois de uma foda intensa. Meu cunhadinho viadinho em vez de chupar como queria se aproveitou da potência da minha piroca para arrombar seu cuzinho virgem. O garoto berrou, chorou mas fiz o meu papel de macho truxe o cú dele até a presença contagiante dos meus testiculos que batiam firmes em sua bunda. Assim que fui gozar tirei do rabinho dele e gozei em seu rosto. Tiramos uma selfie e nos beijamos.
Eu era um cara de sorte mesmo tinha uma mulher gostosa, uma empregada fogosa e um cunhado viado pronto a qualquer momento pra me dar o rabo.

Comentários

13 de Setembro, 2017 às 14:00
xerecudo
Belo conto adoraria fuder assim com meu cunhado tbm eu seria passivo claro.

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