Eu e minha esposa Camila, já éramos swingers, há algum tempo. Freqüentávamos boates liberais e, eventualmente, conhecíamos pessoas na internet, em chats ou sites de encontros. Tínhamos, certo interesse em arrumar um casal ou cara, mais fixo. Alguém que morasse mais próximo, que fosse discreto e de confiança. E esta pessoa apareceu, de uma forma um tanto improvável.
Camila trabalhava em uma empresa, e um novo colega, chamado Paulo, começou a trabalhar no mesmo setor. Ele era casado, bastante interessado em aprender, gentil e amistoso. Estava, como eu e Camila, na cada dos trinta anos. Em pouco tempo, se tornaram amigos, indo até almoçar juntos. Embora tivessem muita proximidade, havia um tratamento respeitoso, por parte de Paulo.
O tempo foi passando e, com mais amizade e confiança, os assuntos deles, passaram das coisas do dia a dia, para temas mais profundos. Paulo falava do casamento dele, que ele amava a esposa, mas as vezes, ela deixava a desejar, em algumas coisas, pois não gostava muito de sair para se divertirem. Camila argumentou, que muitos casais tinham problemas, nem todos viviam, o tempo todo, as mil maravilhas.
A cada dia, os papos eram mais íntimos. Camila me contou, e disse que, apesar do que falavam, ele não avança o sinal, nunca. Ela sempre comentava, sobre os assuntos deles. Minha experiência dizia que, quando um homem fala mal da esposa, para outra mulher, é um prenúncio de uma cantada. Mas, Paulo se mantinha na dele, nunca levava o papo para este lado, então, tudo parecia estar bem.
Um dia, conversando com Camila, perguntei o que ela achava de Paulo, se ela curtiria, algo com ele. Ela estranhou a pergunta, pois nunca tinha pensado nisso. Falei que ele, poderia ser o cara que procurávamos. Casado, discreto e que inspirava confiança. Ela disse que achava ele atraente, embora nunca tivesse pensado em ter algo com ele. Então, disse para ela sondar ele, levar os assuntos deles para o lado das fantasias. Ela ficou de pensar, pois tinha medo de algo dar errado.
Aos poucos, ela foi levando os papos deles, para este lado. Era perto do dia dos namorados, e Camila perguntou a Paulo se ele tinha algo programado com a esposa dele. Ele disse que não, seria uma noite “normal”, pois ela não era dada a estas coisas. Camila comentou que eu e ela iríamos a um motel, sempre fazíamos algo especial, nestas datas. Ele disse que nunca tinha ido, com a esposa dele, em um motel, e que inveja casais casados, que iam a motéis. Ela perguntou por que ele não convidava ela. Ele respondeu, um pouco constrangido, que a esposa dele não era muito de se soltar, na hora do sexo, era bem feijão com arroz. E ele tratou de dizer, em seguida, que embora tivesse este defeito, como esposa, como dona de casa e mãe, era nota 10.
Com a astúcia feminina, Camila perguntou se ele não tinha fantasias, se ter uma vida sexual morna em casa, não o deixava frustrado. Ele disse que tinha várias, mas que temia colocar em risco a família dele, por causa de aventuras. Então, ela perguntou que, se fosse com alguém bem discreto, que não colocasse riscos. Ele ficou pensativo, e não respondeu... Inverteu a situação, e perguntou se ela e eu tínhamos fantasias, se a gente fazia coisas diferentes, no sexo. Camila calculou a resposta.... Disse que sim, que a gente tinha algumas, e que, eventualmente, realizavamos algumas. Ele se interessou.
- Fiquei curioso... Pode me contar alguma loucura que fizeram ? – Paulo perguntou.
Camila contou algumas, como sexo na praia, visitas a praias naturistas, uso de acessórios sexuais. Os olhos dele brilhavam, embora ele não fizesse nenhum comentário que pudesse ser levado para o lado de uma cantada, ou tentativa de algo mais. Observando as reações dele, Camila resolveu arriscar tudo:
- Temos a fantasia de fazer com mais alguma pessoa.
Paulo ficou boquiaberto. Perguntou se ela teria coragem mesmo. Camila respondeu que sim, mas teria que ser alguém em quem confiasse muito. Ele perguntou sobre o que eu achava disso, e ela disse que a idéia tinha partido de mim. Aproveitou, para dizer que só faltava a pessoa. Já era hora de voltar ao trabalho e o assunto ficou ali.
Quando ela chegou em casa, e me contou tudo, achamos que ele era o cara. Ouvir algo assim, e ficar calado, não fazer nenhum comentário ou se oferecer... Era o cara !! Naquele dia, fodemos, imaginando a possibilidade... Pensando em qual seria o próximo passo, arquitetando um plano, uma forma de convidar ele para uma brincadeira a três.
Dias depois, estavam falando de livros. Paulo disse que gostava muito de ler. Camila, esperta, aproveitou a deixa: “Temos muitos livros lá em casa, passa lá, e vê alguns, podemos trocar..”. Acabaram marcando, para sábado a tarde, para ele ir em nossa casa. Era quinta-feira, e eu e ela ficamos nervosos, por dois dias, imaginando o que poderia acontecer.
No sábado, ele foi a nossa casa, levando uma sacola de livros. Nós o recebemos, e fomos para a sala, para que ele pudesse escolher alguns, que já tínhamos deixado separados. Camila estava com uma bermudinha curta, com as coxas de fora, e uma camiseta, que deixava a barriga de fora. Como estava sem sutien, os bicos dos pequenos seios, marcavam o tecido. Ela se abaixava, de frente e de costas, em poses provocantes. Paulo tentava evitar, mas acabava dando uma olhada furtiva.
Estrategicamente, no meio da pilhas de livros, deixamos algumas revistas pornográficas. Escolhi, especialmente, as que tinha fotos de sexo, bastante explícitas. Fingindo surpresa, revirei a pilha e peguei as revistas:
- Amor, você ia emprestar minhas revistas, também ?
Camila sorriu, dizendo que nem tinha visto que estavam junto dos livros. Peguei uma e fui abrindo, mostrando para Paulo, ele ficou constrangido e eu disse que não tinha problema. Falei que Camila também olhava as revistas e lia os contos. Paulo sorriu amarelo, numa clara demonstração de que estava sem jeito.
- É meu amigo, isto é combustível para fantasias... – Disse Camila.
Paulo estava vermelho, suando... Acredito que estava querendo fugir dali, de tão nervoso. Tratei de acalmar ele, dizendo que éramos tranqüilos quanto a isto, que não tínhamos grilos quando ao sexo. Ele não falava nada, parecia tremer.... Abri uma revista, onde aparecia, justamente a cena de uma mulher, com dois homens. Mostrei para ele e disse que era a nossa fantasia, que faltava um parceiro...
Camila se aproximou e fez algo que nem eu esperava:
- Paulo, você aceitaria brincar assim, com a gente ?
Achei que aquilo demoraria mais, até fazermos o convite. Camila deixou tanto eu como Paulo, atônitos.
- É uma brincadeira ? Estão falando sério ? – Ele disse...
Eu respondi que sim. Que achávamos que ele era alguém em quem podíamos confiar. E que se mantivéssemos a discrição, poderia acontecer mais vezes. Paulo estava mudo... A coisa foi tão louca, que nem percebi, que Camila estava voltando da cozinha, com duas latas de cerveja. Entregou uma para Paulo, e disse para ele beber um pouco, e relaxar. Ele olhava, para nós dois, não acreditando. Olhei para Camila, e ela entendeu meu olhar...
Camila se aproximou de Paulo, pegou a mão dele, e colocou sob a camiseta, levando até um dos seios. E perguntou se ele gostava... Ele ficou com a mão ali, massageando, timidamente, o seio dele. Ele me olhava, como se pedisse permissão. Eu disse para ele aproveitar a oportunidade.
Cheguei por trás de Camila, e fui tirando a camiseta, deixando-a nua, da cintura para cima. Ele foi se soltando, e passou a apertar ambos os seios dela. Ela ordenou: “chupa eles !”. Paulo se abaixou, e abocanhou um seio, depois o outro sugando os bicos rosados e pontudos.
Convidei para irmos para o quarto. Camila foi tirando o resto da roupa, ficando nua. Paulo exclamou: “Que loucura !”. Ele foi tirando a roupa, nervosamente. Tirei minha roupa, colocando Camila de quatro, sobre a cama. Fiquei do lado dela, massageando a bunda, grande e redonda. Senti a boquinha dela, engolindo minha vara. Paulo chegou perto, passando a mão na bunda de Camila, já com a pica dura, babando. Devia ter uns 17cm, levemente torta para o lado.
Perdendo a vergonha, ele foi se encostando na bunda dela, esfregando a pica, no cu e na buceta dela, pincelando. Ela gemia, ao sentir o contado com a pica quente e dura, já meladinha. Abri a bunda de Camila, expondo a buceta e o cu. Paulo encostou a pica na buceta dela e, sem precisar forçar muito, foi enfiando tudo. Camila deu um gemido longo. Fiquei na frente dela, para que ela mamasse em mim, com mais facilidade. Paulo a segurou pela cintura, e começou a foder ela. Ele estava sem camisinha !! Apenas pedi para que ele gozasse fora. O tesão que ele sentia, não permitiu que ele metesse muito tempo... Em pouco tempo, ele tirou a pica de dentro da buceta de Camila, colocou a pica no meio da bunda dela, e gozou, espirrando leitinho, nas costas dela. Ao ver aquele rastro de leite, gozei também, deixando leitinho na boca e rosto de Camila.
Tomamos um banho e voltamos para a cama, já estávamos todos, bem mais soltos. Depois de conversamos um pouco, Camila foi se chegando para perto de Paulo. Pegou a pica dele, punhetou um pouco e começou a mamar. Ela trabalhava, bem gostoso, na pica do nosso amigo. Ele delirava. Ela ficou de bruços na cama e eu me coloquei por entre as pernas dela. Abria a bunda dela, e fiquei lambendo o cu e a buceta dela. A safada empinava a bunda, para sentir melhor a minha língua.
Camila mandou Paulo se deitar, e sentou na pica dele. Ele apertava os seios dela, enquanto ela cavalgava, bem gostoso, na pica do nosso amigo. Eu assistia a tudo, vendo a pica dele, entrar e sair de dentro da minha esposa. Ela estava aproveitando, gozando, a buceta escorria, de tanto tesão.
Paulo pediu para ela ficar de quatro, novamente. Confessou, que sempre cuidava a bunda dela. Mantinha a discrição e respeito, mas imaginava, como ela seria de quatro. Ela adorou a confissão dele e ficou de quatro. Ele socou com força. Desta vez, demorou mais para gozar, levando Camila a loucura. Eu batia uma punheta, cheio de tesão, também. Camila, estava de bruços, com a bunda empinada, o que deixava Paulo ainda mais tesudo. Quando ele disse que ia gozar, Camila se virou, ficando sentada na cama. Ele gozou, um pouco no rosto dela e o restante nos seios. Vendo aquela cena, gozei também
Ficamos conversando, depois. Paulo parecia não acreditar no que tinha acontecido. Explicamos nossas condições, quanto a discrição e sempre fazermos a três. Que, fora dali, teríamos que manter aparências, e ele aceitou.
Esta foi a primeira, de várias....
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06 de Maio, 2017 às 16:28
adorei o conto me add no whats 11 99801-5199 |
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22 de Outubro, 2016 às 00:55
Uauuuuu que delicia... Estava com saudades de vcs que bom que voltaram |