Me chamo Carlos, e sou casado com Camila, uma morena gostosa, de 1,65m, 60kg, bunda grande, coxas grossas e seios pequenos.
Desde que casamos, eu tinha a fantasia de fazer sexo grupal, menage, qualquer putaria, incluindo minha deliciosa esposa. Ela, nada sabia, e as fantasias povoavam minha mente. Até que, um dia, resolvi contar. Como acontece, na maioria dos casos, ela não aceitou bem. Disse, que eu não a queria mais, que queria outras.. Foi um stress...
Dei um tempo. Esperei uns dias, até ela ficar mais calma, e voltei ao assunto. Não foi fácil... Tive que ter paciência, até que ela começou a aceitar a ideia. Foram alguns meses, até ela compartilhar minha fantasia, a ponto de sentir vontade de colocar em prática.
A partir deste ponto, outro problema. Arrumar um casal ou homem, para realizar nossa fantasia. Tentamos, algumas vezes, em encontro, mas não ia adiante. Nesta época, começaram a aparecer algumas boates liberais, onde ocorria troca de casais e menage. Convenci ela, de que seria o melhor lugar, para que rolasse algo.
E a gente foi. Eu estava ancioso, imaginando mil possibilidades. Mas.... Nada rolou. Fomos, três vezes e, o máximo, foi ela receber algumas caricias, pega na pica de algum cara... Na terceira vez, achei que iria rolar, com um casal. Ela chegou a fazer um boquete no cara, enquanto a esposa dele também me chupava mas, minha gata não se sentiu a vontade, pegou minha mão, e saimos da suite... Novamente, ficamos no quase...
Passou mais um tempo. E marcamos de ir na boate liberal, outra vez. Desta vez, mudei minha tática, uma semana, sem sexo. Evitei ela, o que pude, deixei ela ficar com vontade !
Na sexta-feira, fomos para a boate.
Muitos casais, e alguns solteiros, soltos por ali. Começou o show, dos stripers masculino e feminino e a gente ali... Apesar de estar ansioso, eu não deixava transparecer. Num dado momento, entramos na suite coletiva, onde dois casais trepavam, na grande cama. Ficamos observando eles, sem nos intrometermos. Eu, ao lado dela, acariciando a bunda dela. Quando olhei para trás, vi um cara, nos observando. Sem ela ver, fiz um discreto sinal para ele, dando permissão para que ele chegasse perto. Quando ele chegou, levantei um pouco a mini saia dela, deixando a linda bunda amostra, mal coberta por um minusculo fio dental.
Ele a tocou... Ela se arrepiou toda, e fez menção de sair dali. Eu pedi para ela ficar, que ficasse calma... O nosso amigo, foi carinhoso e sem pressa. Ficou passando a mão na bunda e nas pernas dela, sem assustá-la. Ela foi se acostumando, e curtindo. Então, ela se virou para ele. Era um cara de boa presença, e ela gostou da aparência dele. Passou os braços pelo pescoço dele, e rolou um delicioso beijo... Ele apertava ela, as mãos dele subiam e desciam, tocando desde a bunda até as costas dela. Ela se afastou dele, e foi abrindo a camisa dele... Beijando o peito e acariciando. Se abaixou, e começou a abrir a calça dele. A mãozinha delicada dela, procurou, dentro da calça e cueca e achou, sacando uma pica de uns 18cm, cabeçuda e grossa. Ela começou a bater uma punhetinha nele, e abocanhou a tora. Eu já estava com minha pica para fora da calça, me masturbando, diante daquela cena. Ela pegou minha pica, e me fez chegar mais perto. Foi alternando mamadas e punhetas, nas duas. A dele, era bem maior e mais grossa que a minha, e isto, me dava prazer também. Ela chegou a colocar ambas na boca, uma delícia.
Ela se levantou, ainda segurando e massageando a pica dele. As mãos dele, estava por baixo da blusa dela, apertando as tetinhas durinhas dela..
Perguntei se ela queria foder com ele... Ela sorriu, como uma criança e disse "não sei..", mas a resposta, em seu olhar e sorriso, era um "sim"...
Tirei uma camisinha do bolso, e passei para nosso amigo.
Ele a colocou, e deitou na cama, com as pernas para fora. Tive a honra e o prazer, de guiar minha esposinha, fazendo-a sentar na pica dele. Minha putinha estava totalmente molhadinha, e a pica grande e grossa, entrou toda, sem a menor dificuldade. De costas para ele, ela subia e descia, rebolando e engolindo toda a pica.
Fiquei na frente dela. Ela se apoiava em mim, e me chupava, enquanto sentia a pica dele, bem fundo. As vezes, ela parava de me chupar, sentindo uma estocada mais funda...
Ele pediu para ela ficar de quatro, na cama.
Fiquei ao lado dela, de forma que podia ver ele metendo, e ela podia mamar minha pica também.
Ele segurou a pica, pincelou na buceta dela, e meteu. Segurando pela cintura, ele começou a fazer movimentos fortes e fundos. Ela quase mordia minha pica, tamanho o tesão. Gemia, e dava gritinhos de prazer...
Ele acelerou muito, os movimentos. Ela começou a gritar... Numa estocada mais forte, ele gozou. Ele a segurou com força, mantendo toda a pica dentro dela, e fez alguns movimentos curtos, despejando todo o gozo....
Quando ele tirou a camisinha, pude ver que ela estava cheia...
Minha puta, se virou e pegou a pica dele... Sorria, de felicidade, ao ver o deposito, na ponta da camisinha, cheio de liquido branco... Ela, delicadamente, colocou a pica dele na boca, sentindo a pica ainda pulsante, e o calor da porra dele...
Sem colocar a roupa, ela deu mais um beijo nele e, saindo da sala, ainda nua, foi ao banheiro, se limpar e se recompor.
Voltamos para casa e, ao chegar, fodi ela, enquanto recordávamos tudo o que tinha acontecido. Foi a primeira, de muitas histórias tesudas, que tenho para contar...