Me chamo Marcelo, tenho um corpo malhado tenho 20cm de um pau grosso e cabeçudo, trabalho em uma empresa de contabilidade.
Uma emprega grande com muitos setores e várias equipes e em um deles tem uma trabalha uma amiga de longa data chamada Sandra.
Gordinha alta, branca, muito simpática e divertida, tem um sorriso delicioso que nunca me enganou, sempre soube que escondia uma mulher quente e folgosa por trás dele.
Ambos moramos em SP e para ir pra empresa que fica em Alphaville pegamos fretado, onde aproveitamos para conversamos muito. Sempre tivemos uma ótima amizade e sempre conversamos de tudo. Nunca houve uma barreira entre nós, sempre um provocava o outro, falando besteira, sobre sexo e até intimidades e desejos, tanto que já éramos amigos mais do que coloridos, ficamos algumas vezes juntos em motéis e curtimos muito um ao outro.
Certo feriado houve rodízio na empresa, aonde uns iriam certo dia e outros no outro e por coincidência ficamos pra trabalhar no mesmo dia. Ao entrar no fretado vimos que o ônibus estava vazio e sentamos mais perto do fundo juntos, nosso papo rolou normalmente até que o assunto acabou chegando ao sexo e no vai e vem do assunto eu pergunte se ela me daria um beijo, pois o assunto tinha deixado me excitado, ela ficou sem graça e na hora que percebi que ela iria dizer eu me ajeitei na cadeira e segurando meu pau disse.
- Mil desculpas, mas olha como me deixou!
Apertei o pau e vi que ela ficou com aquele olhar de desejo e respirando forte e ria. Sem pensar fui ao encontro dela e antes que ela falasse algo eu invadi a sua boca com um beijo forte e intenso, ela até segurou no início, mas depois cedeu.
Há Envolvi e um abraço forte e tentei lhe dar o melhor beijo que a gente já teve, ao passar as mãos nos seios dela o seus peitinhos a entregaram, estavam duros e sem perder tempo fui mordendo seu pescoço, sua orelha e comecei a puxar a blusa de alça dela. Ela afastou o rosto e foi conferir a situação das pessoas em volta e me falou baixinho que os 4 que estavam mais na frente do ônibus, estavam todos dormindo, sem perder tempo eu cai de boca nos seios dela, lambia, mordia, lambia um e passava o dedo no outro.
Ela tentando se segurar, começou a gemer baixinho, pedia pra parar, mas minha boca atrevida não parava. Ela deitou o banco o máximo que podia e eu beijava e chupava meus seios, fiquei torturando ela assim um bom tempo. Quando já não aguentava mais de tanto tesão e dor do meu pau explodindo dentro da calça e forçando pra sair, abri meu zíper e tirei meu pau pra fora. Estava duro, com as veias saltadas, e a cabeça roxa pronta para ser chupada. Levei a mão dela até ele e ela sentiu como ele estava quente e duro.
Deitei o banco e a convidei para dar um beijo gostoso nele, aquela boquinha por mais que já havia chupado meu pau, não conseguia ainda dar conta , ela tentava engolir tudo mais dava, pedi então pra ela lamber como um sorvete, ela então lambia e chupava a cabeça, falava que o cheiro ela era extasiante, que estava encharcada e sentia a xaninha dela pulsar.
Estávamos loucos de tesão, então ela foi e abaixou a calça e tirou a minha calcinha, eu fui para o assento da janela, ela se sentou do meu lado e tirou uma manga do braço ficando com um dos seios totalmente amostra. Eu não acreditava no q eu estava vendo, ela semi nua, veio pra perto de mim, segurou o meu pau, apontou a cabeça para aquela buceta completamente molhada e foi encaixando, foi descendo bem devagar, sempre foi assim, sempre gostava que no começo fosse devagarzinho, por que queria sentir cada cm dele, aproveitar todo o meu pau por completo, sentir as veias pulsando.
Foi descendo até socar meu pau todinho naquela xana gostosa, não dava pra segurar, gemia baixo e ela sem pensar duas vezes começou a cavalgar bem devagar pra ninguém perceber, olhava por cima dos bancos e vi que todos continuavam dormindo. Ela vendo o mesmo que eu, aproveitou pra pular e socar ainda mais meu pau dentro daquela buceta.
Coloquei a mão na frente dela e comecei a brincar com aquele grelinho. Vi que isso deixou ela ainda mais louca, por que já não controlava as subidas e decidas no meu pau, e foi que finalmente ela gozou, colocou a cabeça no banco da frente, mordeu a poltrona e deu um gemido forte e longo. Seu corpo tremia, sua mão suava, suas costas se contorciam.
Eu com a boca em sua orelha, falava coisas, dizia o quanto adorava foder gostos minha amiga colorida, o quanto aquela buceta me deixava louco, o quanto era safada.
Pedi pra ela deitar no banco, abri a perna dela e comecei meter forte e sem dó, fodia gostoso, ela me abraçava e pedia mais, aproveitava pra beijar ela e meter, beijava e metia. Até não aguentar e gozar forte segurei o gemido como ela, mordendo o banco e segurando o máximo que desse.
Deitei sobre ela e ficamos assim por uns minutos, curtindo o calor um do outro e esperando o tesão diminuir pra finalmente conseguir se recompor, mas não diminuía.
Então pedi pra ela empinar a bunda, pra mim gozar novamente, mas agora naquele rabinho apertado e gostoso, que ela tanto gostava de dar pra mim. Meti forte e ela fez careta por que deve ter doído, mas ao acostumar ela gemia mordendo o banco e rebolava, era maravilhoso ver como ela gemia e rebolava muito.
Não consegui segurar por muito tempo e soltei aquele jato de porra quente dentro daquele rabo gostoso, ela quando sentiu, gemeu forte, pedia mais e mais, até à ultima gota.
Sentamos um do lado do outro e respiramos, aproveitamos o banheiro do ônibus para nos recompor, nos vestimos, nos arrumamos e ficamos conversando o resto da viagem. A gente olhava para as outras pessoas dormindo e riamos da situação, a única coisa que não reparamos era se o motorista tinha visto algo pelo retrovisor.
Ficamos com aquela pulga atrás da orelha e sempre que a gente pegava o ônibus com o mesmo motorista, a gente se olhava e ria.