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11 de Janeiro, 2015 às 17:46 Por: Saci

Na Fazenda do Meu Avô, Minha Mãe e Eu - Parte 3 (Final)

tags: incesto, fazenda, mãe, filho
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Logo que entramos na casa a minha vida foi facilitada, porque com o frio do banho minha mãe pediu para que eu a abraçasse; e eu o fiz depressa, e ficamos a nos secar um pouco em pé. Como no abraço ela estava apenas de biquíni, meu pau não custou a endurecer, fazendo um volume no calção molhado que não dava pra disfarçar. Minha mãe notou o volume, e disse:

— E esse volume todo, por que é?
— É apenas reflexo do frio — eu disse, sem fazer o menor sentido.
— Pois me abraça mais perto que passa — ela disse.

Tive aquilo como um sinal verde para fazer o que desejasse, e tomei coragem. Posicionei-me então logo atrás dela, abraçando-a firmemente e tocando meu pau bem no meio de sua linda e empinada bunda semi-nua.

A luz, que já era pouca, entrava com dificuldade na casa; e eu aproveitei aquela desculpa de frio para tirar proveito total da situação. Comecei a roçar meu pau descaradamente por sua bundinha, de um lado para o outro; e, se com uma das mãos eu a abraçava pela barriga, com a outra subi na cara-dura até seus seios, e a introduzi de suavemente pelo biquíni, segurando seu peito exatamente em minha mão.

— O que é isso Pedro; o que esta fazendo? — perguntou minha mãe, com ar de prazer. E eu disse:
— É que assim se esquenta melhor, mãe; e esse seu biquíni esta todo molhado.
— É né safadinho? — ela disse — Esta certo. Pois pode se esquentar à vontade; mas se o meu biquíni cair, não vá dizer que foi sem querer viu, porque você já o abriu uma vez, lembra?
Nisso eu subi a outra mão, alisando sua barriga e entrando dentro do sutien, segurando também o outro peito, macio, e os apertei ambos, forçando meu pau ainda mais contra sua bunda e expondo seus biquinhos, que estavam durinhos.

— Filho, isso tudo é para o frio? — ela disse — até parece que você esta querendo é outra coisa...
—Não mãe — eu disse — é bom para o frio... Desse jeito passa mais rápido.
Disse isso segurando seus seios em minhas mãos; e, como ela nada mais falou, tirei uma das mãos e desamarrei o laço, fazendo a parte de cima do biquíni cair, o que a deixou com os firmes seios a amostra.
Ela se virou para mim e vi de perto aqueles lindos peitos, médios, com as marcas do biquíni bronzeadas e os biquinhos durinhos. Sua bucetinha estava gostosíssima, e fazia uma vulva no biquíni. Ela perguntou:

— E isso?
Eu disse:
— É para o frio mãe, esse seu biquíni esta todo molhado.
— Pois se é para o frio, você também tem que tirar esse calção, que deve estar muito molhado. — ela disse, pegando com a mão no elástico ensopado.
— Eu já ia tirá-lo, porque está muito frio com ele — disse tirando rapidamente o calção e ficando apenas de cueca.
— Sei... — minha mãe disse, olhando o volume que meu pau duríssimo fazia em minha cueca, e continuou — E esse volume todo ai, ainda é frio?
— Sim. Esta fazendo muito frio (não fazia frio).
— Então pode me abraçar mais um pouco, pra ver se passa — ela disse, abraçando-me.

Abraçamo-nos de frente, com a desculpa de que era para passar a frieza. Meu pau nunca ficou tão duro em minha vida, e estavam roçando nas coxas de minha mãe. Seus seios nus encostavam em meu peito, o que me dava tesão sobremodo. Não havia mais como disfarçar. Então decidi abrir o jogo e ir com tudo: levei uma das mãos e segurei seu seio, apertando-o levemente; a outra mão pousei em sua lisinha bundona, trazendo seu corpo ainda mais contra o meu, forçando meu pau em sua bucetinha sobre o biquíni. Tentei erguer sua perna para a altura de minha cintura, mas senti pesada. Minha mãe sentido minha vontade a ergueu um pouco, e eu descaradamente levei uma das mãos em meu pau e mesmo com a cueca o posicionei contra o biquíni, na entrada de sua buceta, fazendo pressão. Ela gemeu. Não demorou e baixou a perna, e eu levei a mão direita até seu biquíni, e massageie na cara-lisa a sua bucetinha. Foi quando não havia mais o que esconder.

— Pedro, vem passar o frio aqui na cama — ela disse, pegando-me pela mão.
A imagem de minha mãe, apenas com a parte debaixo do biquíni, carregando-me para fudê-la, foi maravilhosa.
Ela sentou-se na cama e eu parei em sua frente, admirando aqueles seios rijos. Ela disse:
— Pedro, vamos deitar aqui; mas você não pode contar a ninguém que deitamos assim, esta certo?

Afirmei discretamente com a cabeça. Ela então se deitou e eu a segui, posicionando-me logo atrás dela e de costa para parede. Demorei alguns segundos eternos até chegar meu pau em sua bunda; mas minha lentidão parou por ali, e logo que me cheguei nela, já trouxe a mão por baixo de seu pescoço, abraçando-me com seu peito. Com a outra mão peguei na perna, mas logo subi até chegar em sua bucetinha, e comecei uma gostosa massagem por sobre o fino biquíni. Minha mãe respirava pesado. Já não agüentando mais, eu coloquei meu pau para fora, posicionando no meio de suas coxas. Foi maravilhosa a sensação de sentir meu pau tocando aquela pele macia e lisinha, e o seu calor. Minha mãe, ao sentir-se tocada inesperadamente, levantou um pouco a perna, de modo que meu pau passou duríssimo para frente de seu corpo.

— Foi o frio que te deixou assim? — brincou minha mãe, que estava mais tranqüila para conversar do que eu.
— A cueca estava molhada — eu disse.
Ela então baixou sua mão e a pousou em meu pau, que estava melado de tesão, e o alisou, subindo e descendo sua mão suave. Eu estava para gozar, mas me segurava. Aproveitei o momento e levemente puxei o laçinho do biquíni, que se abriu pela metade, revelando boa parte da bucetinha de minha mãe. Era perfeita: linda e com pelinhos ralos. Deliciosa.
— Meu biquíni esta molhado também? — ela perguntou.
— Esta — eu disse.

Ela riu. Estava descontraída.
— Ainda bem; porque pensei que novamente ia dizer que foi sem querer — falou.
Eu sorri, ficando mais descontraído.E ela voltou a acariciar meu pau.
— Pois eu acho que você esta me enganando, e isso tão duro não é frio nada. — ela disse — Aposto que esta assim por minha causa.
— É verdade — confirmei, alisando seu peito.
— Seu safadinho. — ela disse — Esta querendo comer a mamãe não é?
— Quero — respondi. E ela disse:
— Pois vem.

Quando ouvi aquilo levei minha mão até sua buceta, e passei pelos cabelinhos, baixando ainda mais o biquíni. Peguei meu pau por baixo e o posicionei na entrada de sua buceta, sentido o calor gostoso; estava molhadissima. Beijava o pescoço da minha mãe e apertava-lhe o peito, que cabia exatamente na minha mão, e com uma leve pressão enfiei a cabeça melada no seu bucetão, fazendo-lhe gemer baixinho. Foi aí que vi que minha mãe era das que gemia. E, no embalo do gemido, disse em seu ouvido que ela era muito gostosa. Continuei forçando meu pau, que deslizou completamente para dentro de sua bucetona, arrancando-lhe mais um gemido.

— Que pauzão gostoso... Me fode gostoso... — ela dizia, aleatoriamente imersa em prazer.

Tirei lentamente meu pau de sua buceta, e senti o quanto estava molhadinha; voltei a meter, iniciando um delicioso vai-e-vem: comecei devagar, mas depressa aumentei o ritmo, e já estava comendo minha mãe de ladinho. De vez em quando ela gemia baixinho, o que me dava enorme tesão: fuder minha mãe e fazê-la gemer; mas ao mesmo tempo aquilo controlava meu gozo, porque dividia meu pensamento o fato de alguém andante, sei lá, poder escutar e nos flagrar. Mas voltava sempre a concentração ao que interessava, e metia meu pau cada vez mais rápido naquela xana deliciosa. Quase gozei; mas para retardar mais um pouco a mudei de posição, levantando minha cintura e a trazendo comigo, deixando-a de quatro. Continuei o vai-e-vem um pouco mais lentamente, segurando-a pela cintura. Meu pau deslizava gostoso por toda sua buceta, e a abria um pouco quando saía. Minha mãe estava uma gata fudendo. Seus cabelos úmidos cobriam-lhe as costas e seus seios balançavam com o movimento. Aumentei o quanto pude a velocidade. Ela gemia como uma puta, e gozei como nunca dentro de sua buceta.

Embora não tenha visto o gozo, sabia que havia sido o maior de minha vida, porque quase desmaiei para o lado na hora. Deixei-me pesar sobre seu corpo, e deitei-me de lado; ela veio comigo, e me abraçou. Nós estávamos ofegantes; e fiquei descansando e admirando seus peitos tesudos.

Demoramos de sete a oito minutos fazendo sexo, que já nos foi mais que suficiente, devido nossas excitações. Acrescenta-se a isso outros cinco minutos, nos quais passamos deitados; e mais o tempo em que nos vestíamos. Isto somado, saímos da casa já era o fim da tarde, e a derradeira luz nos ajudou apenas a montar no cavalo e seguir um pouco o caminho. Fomos conversando outros assuntos, e chegamos em casa de noite; minha mãe na sela e eu na garupa, trazendo uma sacola plástica.
Lembro que dormi muito bem naquela noite; e no outro dia agimos naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Voltamos na segunda à Belo Horizonte; e desde então, tive mais alguns episódios interessantes com minha mãe, mas, que não me compete dizer, porque já contei a experiência mais fascinante da minha vida.

Comentários

17 de Novembro, 2015 às 19:43
carlos paredão
Belo conto, me deixou ligadão...

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