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11 de Janeiro, 2015 às 17:44 Por: Saci

Na Fazenda do Meu Avô, Minha Mãe e Eu - Parte 2

tags: incesto, fazenda, mãe, filho
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De repente, meu primo, que a todos procurava, passou pela porta, e provocou correria de alguns. Minha mãe puxou-me ainda mais contra ela, para que ficássemos quietos, e pousou minha mão na altura dos seus seios. Com o movimento e barulho de todos aproveitei para acochá-la de vez (avaliem como estava meu pau!), e coloquei minha outra mão em sua coxa, imediatamente abaixo do short. Na agitação das crianças que saiam em disparada da garagem, meus movimentos ficavam mais desinibidos, e já alisava quase que descaradamente as coxas de minha mãe; e a puxava para trás, de modo que sentia meu pau justo no meio de sua linda bunda; minha outra mão já tocava levemente seu peito, o que me dava tesão inimaginável. Meu pau ia explodir. Era um sonho, que estava se concretizando, porque não havia como minha mãe não perceber o que estava acontecendo, tal eram nosso amassos.

Acalmou-se a garagem e nada mais escutei, de modo que pensei só termos restado nós lá dentro. Continuava a acochá-la, e meu pau estava duríssimo. Foi quando ela disse:

— Vou ver se tem alguém nos procurando.

Lembro-me que, dizendo isso, se inclinou colocando sua cabeça para frente da porta, onde havia luz; e, do modo que fez, quando se inclinou sua bundona veio ainda mais para trás, pressionando meu pau que estava no meio dela. Aproveitei para dar uma forçada maior, que poderia ser a última, e a segurei com ambas as mãos na cintura, pressionando com movimentos meu pau contra sua bunda. Inesquecível. Mas pouco passou e ela voltou rapidamente a levantar e a segurar minha mão em sua barriga, dizendo:

— Ele me viu e esta vindo aí; vai nos achar! Aproveita...

Quando ouvi esse “aproveita” não acreditei. Fui ao paraíso e voltei; só poderia ter ouvido errado.

Não perdi tempo e a puxei levemente pela coxa contra mim, de modo que meu pau tornou a acochá-la perfeitamente. Como imaginei o menino vindo ligeiro, fiz um último movimento, fui mais ousado que nunca, e subi minha mão por dentro da camisa de minha mãe; e ao passo que a acochava mais forte apertei seu seio, por sobre o sutien, de modo gostoso e final. Senti a renda e todo o seu peito em minha mão, foi maravilhoso.

— O que é isso Pedro! —exclamou como me recriminando; mas no mesmo momento a escutei gemer. E foi quando um dos meus primos puxou a porta, nos revelando, e começamos a correr, como mandava a brincadeira.

Continuamos na brincadeira, mas em todas as outras vezes minha irmã estava por perto, e minha mãe ficou curtindo a brincadeira com os seus sobrinhos.
Fiquei intrigado com aquele “aproveita” que minha mãe disse antes de meu primo nos descobrir. Isto é, eu ouvi de fato ela falar aquilo, ou era um reflexo do meu cérebro escutando o que queria escutar? De fato, não estou doido; e até hoje me lembro perfeitamente. Todavia, foi estranho quando ela me questionou o que eu estava fazendo, quando de fato estava aproveitando; e, não fosse o gemido que ela soltou, eu ficaria na certeza de que havia recebido uma bronca.

A noite passou bem. E eu determinado a comê-la logo no outro dia, porque voltaríamos já na segunda-feira. Vi-a passando pela sala, descalça, apenas de camisola. Ela era linda; e ainda mais linda ela era porque era minha própria mãe; e o poder de comer uma mulher proibida a muito já me dominara todo o pensamento.
No outro dia acordei sozinho na sala. Levantei-me e vi que quase todos estavam no açude; incluindo minha irmã e minha mãe, que estavam às margens, debruçadas sobre toalhas e expostas ao sol, que hoje estava mais fraco.

Desci ao açude e falei com todos, ficando a apreciar minha mãe e minha irmã, duas lindas mulheres tomando banho de sol. Não sei se porque o sol estava fraco, mas minha mãe trouxera um bronzeador solar, coisa que nunca a tinha visto usar. Continuei a admirá-la; e não demorou muito ela disse:

— Dormiu bem Pedro?
— Sim, dormi.
— E já comeu alguma coisa depois que acordou?
— Ainda não — respondi — mas não estou com fome.
— Pois poderia passar esse bronzeador em mim, que ainda falta minhas costas? — ela disse, voltando a debruçar-se na toalha.
— Claro — eu disse, pegando o bronzeador e sentando vizinho ao seu corpo.

Ela estava com o biquíni preto que havia experimentado no dia anterior. Comecei meio desajeitado a passar-lhe a mão oleosa pelas costas, enquanto olhava o ambiente e via se alguém nos reparava; e, como todos estavam divertindo-se na água, relaxei e melhorei o toque, iniciando uma dedicada massagem. Nisto minha mãe diz:
— Pedro, passe também um pouco em minhas pernas, que já tem tempo que passei.

Eu alegro-me; e vou descendo devagar, chegando a passar a mão em sua bunda, alisando-a uns belos segundos. Foi quando ela virou o rosto e deu-me um sorriso safado (o mesmo sorriso que tinha me dado quando desamarrei seu biquíni). Então, enquanto ela olhava risonha para trás, eu inteligentemente trouxe a mão na ponta do lacinho, para fingir que ia abri-lo. Desci pois para as pernas, e fui subindo, acariciando o mais provocante que podia. Calculei que, caso quisesse de fato comê-la, teria de ser ousado e maduro, e comecei a alisar mais a parte interna de suas coxas; mas com o devido cuidado, porque não estávamos sós. Acariciava em espiral e subia cada vez mais; de sorte que não me demorei muito e já estava novamente perto de sua bunda; caprichei ali, sempre com o teatro de que estava apenas passando bronzeador, e com suaves movimentos lubrificados pelo óleo, passava a mão bem perto de sua buceta, tocando algumas vezes a costura do biquíni.

Não nos demoramos ali; e logo todos saímos para almoçar.

Nada digno de nota aconteceu até por volta das 16:30, quando o cavalo que minha mãe pedira fosse buscado no roçado chegou, já selado. Os meninos que depois do almoço estavam sem o que comer, e sem brincar, pediram para a tia Paula (que é assim que a chamam), ir à cidade buscar doces de leite e bombons. A cidade é vizinha, e fica a uns 5 minutos de carro. Foi ali que calculei que minha mãe notara tudo que vinha acontecendo conosco, porque logo que ela decidiu ir comprar os bombons, me chamou, para que eu pudesse acompanhá-la. E eu, que já estava com a cabeça voltada a comê-la, não cheguei a pensar que poderia ser apenas coincidência.
Lembro que minha mãe vestia um shortinho, talvez lycra, e com uma saia que o cobria (era uma daquelas saias com shorts embaixo, que isso de roupa feminina entendo pouco; ainda que soubesse que não eram roupas apropriadas para andar a cavalo). Estava já montada no cavalo, e me esperando. Eu, ao contrário da mamãe, não sou muito destro em cavalos, e tenho meus medos. Contudo, montei; e saímos pelas trilhas internas da fazenda em rumo à cidade.

Ia abraçado à cintura de minha mãe, e bem firme. Nós conversávamos naturalmente, mas com o galope do cavalo, vez ou outra a bunda de minha mãe chegava a tocar em meu pau, que não demorou involuntariamente a endurecer. Já duro, não havia como disfarçar, porque era difícil com os movimentos do cavalo não nos encontrarmos vez ou outra. Estava com medo de ela achar ruim, porque não havia muito controle; mas, na verdade, nossas “colisões acidentais” começaram a ficar mais freqüentes, e tanto que já não nos roçávamos mais de vez em quando, e sim já estávamos colados, meu pau duro no seu bundão. Cheguei a notar que minha mãe jogava a cintura para trás, e se inclinava no cavalo. Decidi então, deixar meus medos de lado e aproveitar a situação: levantei discretamente a parte detrás de sua saia, pondo-a sobre minhas pernas, de modo que passei a roçar meu pau diretamente no short, que sentia ser fino. Era maravilhoso o balançar do cavalo, que me deixava forçar em sua bunda sem receio. E, com o que eu a acochava e ela não reclamava, tomei coragem para ir ainda mais a fundo, ao ponto de, num movimento mais brusco do animal, colocar ambas as mão por dentro da saia, segurando-me na parte interna de suas pernas.

Continuava pressionando meu pau nela, e minhas mãos ora ou outra chegavam quase a tocar sua buceta por sobre o short. Eu estava me realizando, porque para mim era como se eu a estivesse comendo ali mesmo. Estava prestes a gozar, porque todos esses dias não havia tocado nenhuma punheta. Para mim, eu estava comendo minha mãe; ainda que fosse encima de um cavalo e meio desajeitado.

Entre todos os amassos chegamos à cidade, onde amarramos o cavalo bem antes e entramos a pé; porque minha mãe jamais ia querer ser vista andando a cavalo de saia; e fomos conversando, ela sempre agindo naturalmente.

— Gostou da viagem? — perguntou minha mãe, como para deixar-me acanhado.
— Gosto de andar a cavalo — eu disse.
— Pelo que estou vendo gosta mesmo — disse apontando para o volume que meu pau fazia no calção, e emendou — mas não me parece que seja por causa do cavalo.
Fiquei envergonhado na hora e não sabia o que responder. Fui pegue desprevenido. Fiz uma cara de riso e de quem quer mudar de assunto.

Continuamos a conversar e mudamos de assunto. Entramos alegre na cidade e compramos o que tínhamos de comprar. Resolvemos voltar.
A tarde estava quase caindo e o por do sol já estava visível.
No início da volta eu estava mui tímido, por causa das indiretas de minha mãe, que eu interpretara como negativas. Contudo, poucos entramos nas trilhas do caminho minha mãe notando minha distância disse:

— Pedro, vem mais pra perto.

Aquilo me deu novo ânimo, e vi que talvez ela tivesse gostado de tudo. Decidi ir mais determinado, e ser ousado. Voltei a colar meu pau na bunda de minha mãe, que também se inclinou ligeiramente para me facilitar. Meu pau endureceu demais, como nunca, porque sentia o sinal verde. Segurei com ambas as mãos sua cintura e, acompanhando os movimentos do animal, ficava levantado e baixando minha mãe sobre meu pau. Eu estava descarado. Decidido. Desinibido. E eu estava com a mulher mais gostosa que já tive perto de mim.

Aproveitava bem os movimentos, tanto que teve uma hora em que a sentei literalmente em meu colo, roçando sua bunda sobre meu pau duríssimo. Nessa hora ela soltou um gemidinho, e deixou a cabeça cair para trás. Senti o cheiro de seus cabelos e colei minhas bochechas nas suas, quase tocando o canto de minha boca na dela. Nossos movimentos já estavam descarados, abertos, e não havia mais como esconder que eu estava doido para comê-la e ela doida para me dar. Depois de tirá-la do colo, pois era difícil o equilíbrio no cavalo, levantei na cara-limpa sua saia, até a altura de sua barriga, e trouxe minha mão novamente para as suas coxas; no entanto, dessa vez estava mais ousado, não fazia teatro, e ia vez ou outra alisando a buceta de minha mãe por cima do short.

Foi neste momento que passamos pela parte detrás do açude, já quase noite, e nos deparamos com a casa da outra margem (que era casa feita para moradores ou para hospedar quem lá fosse tomar banho). Eu, já solto, quando vi a casa coloquei uma das mãos bem encima da bucetinha de minha mãe e alisei gostoso, dizendo:

— Olha mãe, uma casa; já foi lá?
Minha mãe, que mesmo com esse meu último movimento não reclamava; antes gemia; disse:

— Conheço essa casa sim, não tem a menor estrutura. Mas estou com vontade de tomar banho no açude, vamos parar?
— Vamos, eu também estou com vontade de tomar banho.
Paramos e descemos. Meu pau fazia um volume ainda maior, mas dessa vez minha mãe nada falou. Entramos na casa, a título de curiosidade, e notei que era de fato precária (não à toa a porta estava aberta): não havia nada dentro, senão o forno à lenha, uma mesa com alguns banquinhos de ferro e uma cama de solteiro enferrujada, com dois finos e velhos colchões sobrepostos. Vendo a cama eu inteligentemente deixei no ar:

— Olha mãe, tem uma cama — disse sentando nela.

— Estou vendo — disse minha mãe, que para minha surpresa tirou a camiseta e o short (ou saia, que aquilo não sei como se chama) mostrando-me o conjunto de biquíni preto que havia usado ainda cedo, e emendou — Vamos logo tomar banho, porque se demorarmos o açude vai se encher de sapos.

Quando minha mãe disse “logo”, fiquei sem saber se ela falou no sentido de rápido, ou no sentido de primeiro; isto é, “vamos tomar primeiro banho, e depois voltamos para esta cama”. Tudo isso eu engenhava na cabeça, sem saber o que de fato existia e o que eu apenas imaginava.

Minha mãe estava maravilhosa naquele biquíni, e eu depressa entrei de short na água, com receio de que ela pedisse que eu o tirasse para não voltar molhado.
Ficamos poucos minutos na água, e os que ficamos eu passei a admirar os lindos seios de minha mãe.

Após o banho, voltamos para dentro da casa, no intuito de nos secarmos e recolher nossas roupas. Eu tinha decidido que tentaria comê-la ali. Tinha de ser ali. Eu precisava me expor para o tudo ou o nada. Vai que eu jamais tivesse outra chance.

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