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11 de Novembro, 2016 às 16:28 Por: wK1

Minha primeira vez com uma mulher

tags: Esposa puta; Lesbianismo; corno de lesbica;
Esse conto possui 26054 visita(s).

Sou Raquel, 41 anos, casada a 5, ansiosa pela festa de 6 anos que o corninho prometeu que terá surpresa, moreninha clara, peitinhos grandes, bundinha média e do cuzinho guloso.
Nesta semana, uma amiga minha, de longa data, passeando pelo shopping, quando ela me confessou que seu namorado estava doido para fazer uma manege, que ele já a tinha convencido e que ela até já tinha aceitado, só que não sabia com quem fazer, que tinha vergonha de sair com uma puta, mas também não queria que ele arranjasse um uma outra mulher, pois poderia ter ciúme dela.
Aquilo caiu como uma bomba no meu colo, fiquei molhadinha na hora, não sabia se me oferecia ou não. Eles não conhecem meu marido, portanto acho que não haveria problema, mas ao mesmo tempo tinha medo de perder a amizade. Fui puxando mais o papo para saber o que ela achava daqui, e tal.
Na verdade, senti que ela estava doida para ter uma experiência com uma mulher, por isso não queria que fosse uma putinha apenas. Convidei para ir visitar nosso apartamento novo, e ela topou, saímos do shopping e fomos para casa. Fui perguntando sobre o assunto e tive certeza que era ela quem queria a experiência com outra mulher. Pelo que vcs já leram nos meus contos, nunca tive a experiência com outra mulher, mas também tinha curiosidade. A xaninha já estava escorrendo de tesão, só de imaginar. É claro, mandei um watsapp para o marido falando que resumidamente o assunto e ele me deu carta branca, disse que iria se atrasar para dar uma tempo para nós.
Chegamos em casa, apresentei o apartamento novo e nos sentamos na sala. Eu então fui ao assunto:
Eu: Então Karen (nome fictício), se quiser eu posso ser essa mulher.
Karen (acho que fingindo levar um susto, depois ela me disse que convidou para o shopping justamente porque achava que talvez eu pudesse topar, já tinha tentando com outras 3 amigas): Nossa, mas vc não é casada?
Eu: - Bem, casada eu sou e muito bem casada, amo meu marido, mas a mais ou menos um ano o nosso casamento ficou mais coliridinho.
Karen: - Como assim?
Eu: - Bem, ele me liberou para transar com outros homens.
Karen (agora sim, com cara de susto): - Como assim, na boa.
Eu: - Sim, na verdade ele quem pediu, e no final amou. É claro que não ele não participo conto tudo para ele, e ele fica cada vez mais excitado com as minhas puladinhas de cerca. Agora o fetiche dele é ser corno inocente, daquele que não sabe que a mulher pula a certa, quando possível fazemos o encontro dele com o comedor logo após a trepada.
Karen (de boca aberta): - Nossa, nunca imaginaria isso.
Eu: - Pois é, já trepei com mais de 90 homens nesse ultimo ano, a maioria nem imagina que o corno sabe de tudo, só aqui no prédio tenho 3 comedores. Kkkk
Karen: - Isso um manege para você vai ser fichinha.
Eu: - Acho que sim, já trepei com 8 de uma única vez, apesar de confessar que nunca com uma mulher.
Karen: - Essa conversa está me deixando excitada.
Eu: - Posso ver sua xana?
Karen: - E o seu marido? Ela não vai chegar.
Eu: - Já disse para ela demorar um pouco mais para conversar.
Karen: - Vc é doidinha mesmo.
Eu: - Deixa eu ver se está molhadinha mesmo.
Ela estava de calça jeans, apertadinha, e foi abaixando lentamente, eu me pus de joelhos e ajudei a abaixa-las, rocei o nariz na sua xaninha e senti que realmente estava com muito tesão, olho para cima e vejo ela de olhos fechados, sentindo prazer. Falei:
Eu: - Senta no sofá, abre as pernas e fecha os olhos. - Ela sentou, peguei uma daquelas vendas de olhos de dormir e coloquei nela.
Eu: - Relaxa e só fica sentindo. - Liguei a TV e coloquei um dos meus filminhos pornôs, que tem muito gemido meu e palavrões dos machos.
Comecei a acariciar a xana ainda por cima da calcinha. Ela ia a loucura.
Eu: - Está gostando? está?
Karen: - Não para, nã para.
Pedi: - tira a caminha e o sultiã. – Ela obedeceu.
Conhecei a chupar os biquinho dos seus seios. Parecem pirocas pequeninhas, kkkk. Apalpava os seios e chupavas os biquinhos. Eu: - Vai, pode gemer a vontade, geme como vc queria.
Ela então se solto e gemia loucamente. Chupava os seios e roçava sua calcinha por um atempo até que comecei a baixar sua calcinha, ela foi a loucura.
Karen: - Ai que loucura, que delicia, que loucura, me chupa Raquel, me chupa.
Ela estava em extase, queria gozar mas não conseguia. Cai de boca naquela xaninha já toda gozada. No inicia o gosto é meio estranho, mas o cheiro de sexo já subindo no ar o tesão vai aumentado. Não demorou muito e ela gemendo loucamente gozou na minha boca. Digo que fiquei molhadinha e pedi para me chupar também. Tirei do aparador um consolo que deixo na escondido na sala e pedi para ela bombar no meu cuzinho.
Ela riu e eu: - Só gozo com piroco no cú.
Ela então me chupava e enfiava no meu cú. Senti que ela já havia feito isso antes, pois tinha muito mais jeito do que eu. Depois ela me contou que sim, já tinha transando algumas vezes com umas amigas da faculdade.
Gozei deliciosamente, como poucas vezes. Realmente nunca imaginei que poderia ser tão bom um transa com outra mulher. Mostrei alguns filminhos que tenho de minhas transas com outros homens e ficamos ali nos bulinando até que o tesão aumentou novamente e fizemos uma 69 de aranhas. Kkkk. Ela gozou novamente na minha boquinha.
A essa hora o cheiro de buceta era perceptível no ar, já era lá pelas 9:00hs e o maridinho interfonou avisando que tinha chegado. A Karen então se vestiu e eu fiquei ali peladinha ainda. Ele chegou e sentiu o cheiro de sexo no ar.
Eu (peladinha e me jogando nos braços do meu amor): - Mozão, descobri que gosto de bucetinha também.
A Karen, meio envergonhada, não sabia se ia ou ficava. Mozão: - Vai deixar sua amiga com vergonha.
Eu: - Desculpa-me, sou muito assadanha mesmo.
Karen: - Sem problemas, mas esse mundo é novo para mim.
Conversamos um pouco ali mesmo e eu, ainda morrendo de tesão perguntei se ela não queria ser o meu marido me comendo, para ir se acostumando mais. Falou que tudo bem, desde que não contasse ao seu namorado.
Meu marido, safadinho, se despiu rapidinho e se pôs a chupar minha bucetinha, já melada, e meu cuzinho. Uuuuu delicia. Pedi para Karen filmar a transa com o meu celular. Maridão meteu de cara a piroca no meu rabo. Ammmmoooo um caralho no cú. Vou a loucura. Senti que ela estava se excitando, e falei.
Eu: - Vai Karen, pode abaixar as calças e bater uma siririca, sem vergonha.
Ela não falou nada, mas daqui a pouco estava sem calça, nem calcinha, de pernas abertas,no meio da sala, me filmando sendo enraba enquanto acareciadava a bucetinha. Maridão foi a loucura e dali a pouco encheu meu cuzinho de porra. Que delicia!!
Eu: - Gostou Karen. Está excitada.
Karen (morrendo de tesão): - Quero sua língua denovo.
Ele então se pôs no sofá e uma comecei a chupá-la. Maridinho só na filmagem, tomando o cuidado de não filmar a Karen. Karen então gozou novamente na minha boca.
Eu: - Mozão, você deixa eu ir transar com o marido da Karen, deixa???
Mozão: - Mas é putinha mesmo essa minha esposa.
Karen, já mais relaxada, com a buceta aberta na sala, as tetas para fora, em puro êxtase: - Vocês são literalmente loucos, deliciosamente loucos.
Eu: - Pode deixar que seu marido não vai saber de nada do que aconteceu, ok. Vamos dar uma bela surra de buceta nele, e cuzinho, se ele gostar.
Karen, para meu mozão: - Sua esposa é muito putinha mesmo.

Comentários

12 de Novembro, 2016 às 14:01
Geder
Uauuuuu que delicia Quelzinha vc e mega 10 nas minhas fantasias.
12 de Novembro, 2016 às 10:59
Lobo NOTURNO
Raquel, cada CONTO uma surpresa agradável!!! Beijos.. Lobo NOTURNO

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