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23 de Dezembro, 2019 às 12:51 Por: AlexKauai

Minha primeira vez com a Sheila

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Quando eu e Sheila viemos para kauai comprar uma casa, olhamos várias opções, mas acabamos comprando um terreno. Tive que voltar ao Canadá e Sheila ficou vendo arquiteto, engenheiro, empreiteiro, etc. Depois de 20 dias retornei a kauai e nós fomos nos encontrar com a arquiteta que ela contratou e quando a ví falei para Sheila, você arranjou outra Cris? Ela sorriu, e disse que nem tinha tanta semelhança assim, a Lani, a arquiteta, era samoana, morena, calolos negros bem lisos cerca de 1,70m de altura e corpo tipo violão. Bem, e quem é Cris? Vou relatar abaixo.

Eu estava no primeiro semestre da faculdade de Administração na UFMG, e, morava sozinho num apartamento, o que era muito luxo para um universitário, que pertencia à minha tia Tereza, que ficou viúva, e algum tempo depois, ela e minha prima Marcela foram morar nos Estados Unidos (aliás foi após ao funeral do meu tio Jorge que minha tia Tereza tirou minha virgindade, e dois meses depois eu tirei a virgindade de minha prima Marcela, contudo, estas são outras histórias).

Bom, no primeiro semestre eu tive aula com a Cris, era uma morena goiana descendente de indígenas por parte de avó e seu avô era um imigrante alemão (que chegou com menos de um ano de idade ao Brasil em 1914); ela era morena tipo índia mesmo, pele bem cor de jambo cabelos negros e bem lisos e olhos azuis que herdou do avô, tinha 22 anos era três anos mais velha do que eu e media mais ou menos uns 1,77m, muito alta para os padrões da época (imaginem a Sheila com 1,88m), seios pequenos, cintura fina, coxas grossas e um bundão maravilhoso, também na mesma turma estudava a Sheila, que viria a ser minha esposa, eu a conheci através da Cris. Logo nas primeiras semanas a Cris e a Sheila andavam sempre juntas, e pelos corredores da faculdade já corria um boato que eram lésbicas, mas, fui desenvolvendo uma boa relação com a Cris. E numa manhã sai para correr e a encontrei na rua chegando à minha casa, ela estava de sainha curtinha e uma blusinha rosa bem justa que ressaltava seu corpo tipo violão, e começamos a conversar sobre alguns assuntos e a conversa ficou mais quente, e eu a vendo mais eufórica a convidei para ir para minha casa e chegando em casa não deu outra, ainda suado da corrida já fui beijando-a e alisando aquele corpo escultural, sentei-a no sofá e retirei sua blusa e sutiã, a caí de boca em seus peitinhos durinhos e empinados já enfiei uma mão dentro de sua calcinha e tocava uma siririca nela, ela gemia gostoso e logo me pediu para comê-la, tirei sua calcinha e a coloquei de quatro no sofá e fui enfiando com força naquela buceta morena e lisinha, naturalmente sem pelos, e fodi com força aquela buceta que apertava meu pau e ela começou substituir os gemidos por gritos meio que abafados pelo tesão e sentia sua buceta ficando cada vez mais encharcada e logo gozei dentro dela; a chamei para tomar um banho e no banheiro eu comecei a ensaboar o corpo daquela morena e ao lavar sua bunda fui passando os dedos na porta do cusinho dela dando leves forçadas na entrada ela solta um gemido bem baixinho e fala, “que gostoso, enfia o dedinho vai...”, eu enfio o dedo médio e começo a socar o seu cú, ela começa a gemer e pede para tirar o dedo e enfiar o pau no rabo dela, fui afoito e colocando depressa, ela pede calma, para ir colocando bem de vagar para não machuca-la, como quem já conhecia muito bem o assunto foi me instruindo a enfiar o pau no seu cú, eu obedeci cada uma de suas “instruções” e quando ela se sentiu confortável, mandou foder com força o seu cú, e soquei e sentia meu pau sendo moído por aquele cú apertado e pouco depois gozei como nunca em seu rabo, ela riu falando “já, nem me esquentou direito...” confessei que era o primeiro cusinho que comia de verdade, já tinha tentado antes com uma prima, mas, não deu certo e prometi que na próxima seria melhor. Saímos do banho e ela foi embora para casa e ao menos uma vez por semana ela passava lá em casa depois da aula e eu comi muito aquele cusinho delicioso.

No meio do semestre, tínhamos um trabalho em grupo para fazer, ficamos no mesmo grupo eu a Cris e outro colega, e nos reunimos na biblioteca para fazer este trabalho e o cara faltou, na segunda reunião o cara também deu gás, aí a Cris pediu ao professor para trocar o cara de grupo com a Sheila e ele aceitou. Bom, ficamos de reunir em minha casa, pois minha tia tinha uma máquina de escrever eletrônica IBM 095, sim nos idos de 1988 não tínhamos computador em casa e uma máquina de escrever dessas era o máximo do luxo; combinei com elas para o próximo sábado por volta de 09:30h, pois chegaria da corrida tomaria um banho e as esperaria. No sábado chego na porta do prédio por volta de 08:50h e elas, a Cris e a Sheila, já estavam me esperando na portaria, falei que haviam chegado cedo, e a Cris disse que assim aproveitariam melhor o tempo, meio que com um sorriso bem safado no rosto. Bom a Sheila já apresentei em outros relatos, porém, nesta época ela era ginasta e tinha um corpo mais de atleta, seus seios eram menores, barriga tanquinho cheia de gominhos e coxas grossas que eram puro músculo; entramos em casa as deixei na sala e fui tomar um banho. Quando saí do banheiro e retorno à sala, vejo as duas nuas e a Cris ajoelhada no chão chupando a buceta da Sheila que gemia loucamente, e quando me viu a Sheila deu um sorriso safado, e continuou a gemer com as chupadas da Cris até gozar na boca dela.

Bem, alguém que já leu meus relatos anteriores pode me perguntar como assim, se já havia dito que a Sheila fora criada em uma igreja evangélica? Sim a Sheila vem de uma família evangélica e descobriu este seu lado bissexual com uma menina da igreja dela, elas haviam crescido juntas, sempre brincaram juntas, dormiam uma na casa da outra e aos 16 anos se descobriram atraídas sexualmente, e a mãe desta amiga flagrou as duas num 69 em sua casa, foi um escândalo na época, ela saiu de casa e veio morar com uma tia em BH e na faculdade conheceu a Cris e depois de algum tempo começaram a ficar juntas, mas, a Cris tinha todo cuidado com ela pois era virgem.

Voltando aos fatos, depois de ver que a Sheila tinha gozado a Cris se levantou e me beijou para que eu sentisse o gosto dela em minha boca, e no meu ouvido disse: “minha amiguinha aqui está apaixonada por você, e, eu a trouxe aqui para te apresenta-la (na verdade já a conhecia da faculdade, conversávamos bastante e gostava dela, mas ela nunca tinha deixado uma brecha para que eu me declarasse ou chama-la para sair ou algo do tipo), mais presta atenção ela é virgem e escolheu você para tirar o cabaço dela, você vai sem pressa e com todo carinho como te ensinei quando comeu meu cusinho pela primeira vez; divirtam-se e à tarde eu volto para fazermos o trabalho”. Ela se vestiu e saiu, e agora a Sheila estava nua e toda gozada deitada em meu sofá. Cheguei até a Sheila e a levantei do sofá, estávamos visivelmente nervosos, a beijei carinhosamente apertando e sentindo aquele corpo quente próximo ao meu, ela tirou minha camisa e senti pela primeira vez seus peitos contra os meus, tirei minha bermuda junto com a cueca e meu pau duro feito uma pedra saltou para fora e encostou naquela xoxota virgem, me segurei para não gozar naquele momento. Continuamos a nos beijar e eu a levei para o meu quarto, a deitei na cama e subí em seu corpo a beijando, fui descendo pelo pescoço e depois chupei demorada e carinhosamente seus peitos e ela gozou, descobri que os peitos eram um ponto fraco, depois fui beijando e lambendo os gominhos de sua barriga até chegar naquela buceta com um filete de pelos bem aparados cobrindo a fenda, e comecei a chupar o seu grelinho, ela se contorcia de tesão e comecei a explorar aquela buceta com minha língua, a enfiava em sua grutinha e lambia seu cabaço até sentir ela gozando de novo, depois posicionei meu pau na entrada de sua buceta, tremia feito uma vara verde, olhando em seus olhos fui colocando bem devagar, sentindo sua bucetinha cedendo espaço ao meu pau até encostar em seu cabacinho, fui forçando bem de leve e ela gemendo sentindo um pouco de dor me pediu para continuar até que quebrei o seu cabaço, correram lágrimas em seus olhos junto com um pouco de sangue sobre o lençol, eu a beijei apaixonadamente sua boca, e a beijando fui enfiando bem lentamente todo o meu pau em sua buceta e fiquei a beijando e acariciando parado sobre ela, e depois de algum tempo bem suavemente comecei um movimento de vai e vem, ela aos poucos foi trocando a expressão de incomodo pela de prazer, aumentei bem gradativamente o ritmo das estocadas e ela gemia cada vez que meu pau tocava o fundo de sua buceta, até que ela goza em meu pau pela primeira vez, falei que ía gozar e fui tirando o meu pau, mas ela falou que tomava anticoncepcional e podia gozar dentro, logo depois gozei muito dentro dela e exausto me deitei ao seu lado acariciando seu rosto e seus cabelos, descansamos um pouco e logo depois a chamei para tomar banho, em suas pernas escorriam minha porra misturada com o seu sangue, no chuveiro dei um banho, primeiro de língua, nela e naquele dia ali nos apaixonamos de vez. Começamos a namorar no dia seguinte, meses depois ela veio morar comigo, nos casamos, nos formamos, tivemos uma filha que perdemos aos 17 anos, nos divorciamos, nos reencontramos há alguns anos e agora vivemos juntos novamente. Tive minhas aventuras e paixões, mas, a Sheila é e sempre será o amor de minha vida.

Ah, sim! A Cris voltou para fazermos o trabalho à tarde, e transamos os três juntos uma vez. Espero que tenham gostado do relato, até o próximo.

Comentários

25 de Dezembro, 2019 às 00:12
Matumbaman
Que conto maravilhoso e excitante, mto bom mesmo, gostosas falem no zap(83)991372496 estou a espera...

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