No quarto, eu fui para cima dela (detalhes no primeiro conto “Uma caloura na faculdade”), empurrando-a contra a parede. Carina recebeu meus beijos, retribuindo a todos com muito gosto. Logo ela foi me empurrando pra cama, beijando meu pescoço. Foi quando escutamos o telefone tocar.
Ela: É o seu!
Eu: Deixa eu ver.
Eram as pessoas na festa, perguntando por nós. Carina pediu pra eu dizer que ela estava passando mal e preferiu ir embora, mas que não precisavam vir que eu já estava com ela. Logo que nos respondera “tudo bem”, nós duas rimos alto e logo ela começou a tirar minha camisa. Facilitei e fiquei só se sutiã. Carina foi rápida ao desabotoar e deixou meus seios à mostra.
Carina veio com calma e encostou sua doce boca em um dos meus seios. Chupou bem lentamente. Depois chupou o outro. Ficou sugando e lambendo e eu não me aguentava, pois o tesão subia rapidamente.
Quando ela tirou a boca eu a puxei pra cima e arranquei sua blusa com pressa, ela meio que sentou no meu colo de frente e ali eu chupei seus peitinhos com muito amor. Me deliciei com aqueles mamilos lisinhos.
Quando parei, fui logo desabotoar seu short e rapidamente estávamos as duas de calcinha sobre a cama. Ela me deitou e começou a beijar minha barriga, sua mão foi puxando até que tirasse minha última peça de roupa. Ela me olhou descendo a cabeça e então eu senti o toque da sua língua na minha buceta. Me contorci por inteira! Nunca uma mulher havia me lambido. E era tão bom, tão gostoso. Fiquei ali, gemendo enquanto Carina me lambia sem deixar um pedaço se quer sem receber sua saliva. Era maravilhoso. Eu gemia forte, sem medo.
Logo que ela parou, veio me beijar e eu retribuí ofegante. Ela me chamou pra cima. Tirei sua calcinha, e fui retribuir aquele sexo oral. Encostei minha boca e fiz nela o que queria que qualquer homem fizesse comigo, mas na verdade, só uma garota sabe o que uma garota quer. Chupei, lambi, e lambusei todo aquele grelinho rosado.
Subi, buscando beijar a boca de Carina no mesmo mento em que ela me abraçou forte. Ficamos trocando beijos e carícias. Eu estava por cima dela quando senti sua mão tocar meu clitóris e massageá-lo com carinho. Separei mais as pernas e fiquei sentido ela me masturbar.
Meu corpo foi se enchendo de energia. Estava sem controle, apenas gemendo e sentido minha buceta ensopar a mão de Carina. Ela foi me masturbando mais forte, mais forte. Tão forte que chegava a fazer barulho tão molhada que eu estava. Não tive como resistir. Todo meu tesão fluiu em direção a minha vagina e entre pulsos elétricos, gemidos, urros grossos, gozei na mão daquela linda e pervertida garota.
Fiquei sobre ela, tremendo enquanto ela sorria. Levei algum tempo até recobrar a consciência. Mas quando o fiz, girei Carina na cama com força, a deixando de bruços. Comecei a beijar sua bunda (e que bunda linda ela tinha). Mordi fazendo ela rebolar pra mim até arrebitar e mostrar aquela xaninha toda melada. Separei aquelas nádegas grandes e lambi sua bucetinha por trás.
Carina logo se posicionou como uma atriz pornô. Com o bumum levantadinho, perfeito para eu chupar seu grelinho. Suguei seu clitóris até ouvir ela dar eleves gritinhos. Acelerei a língua e Carina finalmente gozou. Era incrível sentir aquela garota gozando bem na minha boca. Foi maravilhoso!
Deitamos lado a lado, exaustas e sorridentes. Não demorou muito, Carina adormeceu e eu também, logo em seguida.
Continua...