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20 de Maio, 2019 às 19:59 Por: AlexCan

Minha personal trainer

tags: negra, apertada
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Minha Personal Trainer

Depois do reencontro com minha ex, onde ela observou minha barriguinha, precisava me livrar dos quilinhos que ganhei me acomodando principalmente no inverno canadense e procurei uma personal trainer, o Mike, meu vizinho, me indicou uma amiga e personal de sua esposa, a Aline.

Aline era negra, 26 anos, cerca de 1,80m, cabelos sempre cacheados, seios pequenos e uma bela bunda, tudo firme e malhado. Começamos numa rotina legal, alternando corrida, caminhada e academia e foram se passando as semanas e meses. Fomos ajustando as rotinas e no sábado ficamos na corrida e alongamentos, e, no inverno começamos a fazer os alongamentos em meu AP, fomos adquirindo neste período uma certa intimidade e cumplicidade, nas atividades fomos perdendo certo pudores, ela esbarrava em meu pau e comentava alguma coisa, eu esbarrava em sua bunda e seios e a zoava, “eita parece uma tábua”, ela ria, e assim desenvolvíamos nossas rotinas sem se voltar para o tesão, ou era o que pensávamos.

Numa manhã de inverno, fizemos a corrida em um ginásio coberto anexo ao condomínio onde morava, -20°C não dá para correr ao ar livre; e fomos para meu ap para os alongamentos. Chegamos em casa e estávamos muito suados, correr em ambiente aquecido não é muito legal e naquele dia em especial a temperatura do ginásio estava quase uns 30 graus e ainda você soma a transpiração e o calor da galera que estava ali se exercitando, fica insuportável. Fizemos nossa rotina de alongamento e quando terminamos eu deitei no tapete e Aline se deitou ao meu lado, estava nevando bastante, e ficamos vendo a neve cair pela janela, meio que em silêncio enquanto descansávamos até que Aline rompe o silencio e se vira para o meu lado e começa a puxar conversa, eu me viro para ela e estávamos muito próximos sentíamos a respiração um do outro ainda desacelerando da rotina de exercícios, batemos um papo e pergunto a Aline sobre seu ex, que andava a importunando um pouco, ela diz que ele sumiu de vez da vida dela, e de leve brincou “daqui a pouco vou me tornar virgem de novo”; dei umas risadas e colocando a mão em seu rosto olhei bem fixo para ela e soltei, “mais quem disse que eu deixaria uma coisa desta acontecer”, ela ficou pensativa uns instantes e retrucou, “e se eu quiser ficar virgem de novo!”, eu respondi “seria uma pena”, e me aproximei mais ainda o meu rosto do dela, nossos lábios quase se tocavam, um clima de tensão sexual foi tomando conta, meu pau ficou duro e não resisti e perguntei a ela se poderia beijá-la, ela pergunta “só beijar?”; eu respondo “quero você” e a beijo, nossos corpos suados ali elevavam o tesão, a respiração que desacelerava, agora estava a galope, me sento diante dela a levando e retiro sua camiseta que já revelava os bicos dos seios arrebitados, e tenho a visão daqueles seios lindos, retiro minha camiseta e com a ajuda dela retiro seu short junto com a calcinha, e retiro meu short, estávamos nus um diante do outro.

Beijo apaixonadamente sua boca quente e vou a deitando sob meu corpo e vou beijando seu pescoço, os seios, mordisco os mamilos dela e vou beijando a barriga chapada, cada “gominho” individualmente e chego em sua xoxota, começo a beijar seu grelo, bem saltado e grande, de começo a chupar a xoxota e a sugar uma mistura louca de suor e “mel” que corria de sua xoxota, ela geme alto e goza em minha boca, vou me deliciando com o sabor maravilhoso daquela mulher, fui lamber o seu rabinho, mas, ela não quis, disse que não gostava de qualquer forma de sexo anal e respeitei, voltei para sua xoxota e continuei a chupá-la e também aquele grelo, foi a primeira mulher com grelo grande com quem transei, ela gozava e gemia cada vez mais alto, e pediu para comê-la.

Me posicionei sobre ela novamente e fui a penetrando bem lentamente, e como era apertada, mesmo bem molhada meu pau encontrava resistência para penetrar aquela xoxota, ia sentindo cada centímetro que meu pau roçava dentro daquela mulher até chegar em seu fundo, me segurava para não gozar ainda enfiando o pau e ainda mais com os gemidos cada vez mais intensos que ela soltava, foi difícil segurar a onda, parei um instante com o meu pau todo enfiado nela para que a xoxota se acomodasse com “ele” dentro, e comecei a estocá-la, lenta e gradativamente aumentava o ritmo e a força, ela fica mais ofegante, seus gemidos ficam espremidos em cada arfada que ela dava até que ela solta um grito e goza, sinto meu pau sendo esmagado dentro daquela mulher e jatos que esguichavam daquela xoxota no meu colo, não resisto e gozo. Ela se estremece e eu deito sobre seu corpo e a beijo. Tomamos um banho, e na banheira começo a beijá-la e a chupar seus peitos, e começo a comê-la novamente, bem de leve vou estocando sua xoxota até nós gozarmos novamente.

Depois do banho, a convidei para almoçar, pois, como estava nevando muito seria perigoso ela dirigir para casa, e fomos conversando durante algumas horas, ela disse que não queria um relacionamento naquele momento de sua vida, assim como eu; mas, sempre que desse aquela vontade poderíamos transar, e assim fizemos por muitas vezes até que me mudei para minha nova casa.

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