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18 de Junho, 2017 às 08:22 Por: DomThiago

Minha Familia Sem Limites

tags: incesto ninfeta lesbica orgia
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Depois de ler muitos contos eu decidi contar uma coisa que aconteceu na minha adolescência quando eu estava quase fazendo 18 anos. Meu nome é Roberto e eu sou o filho mais velho de 5 irmãos (2 homens e 3 mulheres), fomos criados morando no interior com minha mãe e minha avó (meu pai e meu avô faleceram no mesmo acidente de carro quando eu tinha 8 anos. Eu sou moreno claro, 1,80m de altura, olhos verdes, corpo malhado devido ao serviço na roça.

O que venho relatar aqui foi uma situação que começou próximo ao meu aniversario de 18 anos e se prolonga até os dias de hoje.

Como já havia comentado morávamos minha avó (60 anos ), minha mãe (45 anos), eu (17 anos), Ricardo (15 anos), Maria Alice (13 anos), Cecil (10 anos) e Maria Julia (8 anos) no interior de São Paulo em um sitio muito simples onde a gente plantava o que comia e tirávamos leite pra poder vender pro caminhão. Minha vida no sitio sempre foi muito calma e tranquila até que ocorreu o acidente com meu pai e meu avô quando há um ano e esse fato fez com que eu e meu irmão ficássemos com o papel de homens da casa. No começo tudo ficou meio estranho sem meu pai, já que era ele quem tirava leite das vacas e fazia a maior parte dos serviços enquanto eu e meu irmão apenas o ajudávamos sem precisar deixar de ir a escola por que eu estudava de manhã e meu irmão estudava de tarde e com isso sempre tinha alguém ajudando meu pai. Meu avô tinha problemas nas pernas e já estava usando uma cadeira de rodas há alguns anos. Depois do acidente eu acabei deixando a escola e meu irmão passou um ano sem ir por que estávamos nos adequando a nossa nova vida e as nossas novas responsabilidades. Depois de um ano a gente tinha arrendado o terreno que usávamos pra plantar em troca de uma parte da produção e eu fiquei responsável pelo curral, onde eu tirava leite de manhã e de tarde.

Com o passar do tempo acabei me acostumando com aquela nova vida e já me sentia em muitas partes o homem da casa. Minha mãe e minha avó sempre cuidaram muito bem de nós e sempre deixaram claro que se não fosse por meu irmão e eu elas teriam ficado a ver navios depois da morte de meu pai e meu avô! Meu irmão depois de um ano voltou pra escola e se matriculou na parte da manhã já que o serviço na parte da tarde era mais pesado e assim ele poderia me ajudar.
Minhas irmãs iam pra escola na parte da tarde e minha mãe e avó depois de um ano conseguiram entrar numa cooperativa de mulheres que faziam bordados.

Aqui começa o meu relato!

Depois de um ano sem meu pai e meu avô as coisas em casa pareciam normais. Eu trabalhava no curral com a ajuda de meu irmão, minha mãe e avó passavam o dia todo na cooperativa bordando e minhas irmãs arrumavam a casa na parte da manhã e de tarde iam pra escola. Até que um dia de noite eu acordei depois de um pesadelo e decidi ir até a cozinha beber uma agua. Eu me levantei e ao passar no quarto onde minha mãe e avó dormiam escutei uns barulhos diferentes e fui espiar pela fresta da porta e vi uma cena que me deixou pasmo na hora. Minha avó estava se masturbando ao lado de minha mãe que também se masturbava e as duas usavam um pepino cada uma, minha avó segurava a mão de minha mãe e gemia enquanto enfiava um pepino grosso na sua buceta que era muito carnuda e com bastante pelos e minha mãe ao lado com um pepino mais fino dizia gemendo que aquela tinha sido a melhor ideia que a mãe dela teve depois que elas ficaram sem homem. As duas tremiam e gemiam baixinho sempre segurando a mão uma da outra. Eu fiquei ali tempo suficiente pra sentir meu pau ficando duro por que tanto minha avó quanto minha mãe eram duas mulheronas, mesmo com a idade e das roupas recatadas elas ainda eram muito gostosas. Eu sai dali e fui tomar agua e voltei pro meu quarto que ficava no fim do corredor ( o delas era no inicio do corredor) e tentei voltar a dormir só que não consegui e acabei batendo uma punheta pensando na cena de minha avó e na minha mãe e dormi sem nem mesmo limpar a porra que sujou todo o short.
Logo de manhã cedo eu levantei fui tomar café e depois fui pro curral enquanto minha mãe e minha avó iam pro serviço e meu irmão pra escola. Mandei um tchau de longe pra eles quando passaram perto do curral e fiquei fazendo minhas obrigações.
Terminando as obrigações eu voltei pra casa pra dar um descanso antes do almoço e esperar meu irmão chegar pra podermos fazer as obrigações da parte da tarde. Mas naquele dia eu tava com a imagem da noite passada na mente e ficava de pau duro toda hora e corria pro banheiro pra dar uma aliviada e numa dessas aliviadas eu acabei percebendo que tinha alguém me espiando, só não consegui ver quem era. Terminei de me aliviar e sai do banheiro e nisso eu vi Maria Julia terminando de sair do corredor e pensei:
Sera que era ela que tava me espiando?
Mas não dei muita bola e fui pro quarto deitar um pouco. Depois de alguns minutos cochilando eu escutei duas vozes conversando:

Ele tava fazendo que nem a mãe e a vó, te juro! Mas não ficava enfiando nada!

Como assim MaJu?

Ele tava no banheiro segurando o bilau e esfregando ele e dai ele deu uma gemidinha e soltou um leitinho no chão!

Maju se a mãe ou a vó descobrir que você esta espiando o Beto tomar banho elas vão te bater! É melhor você parar com isso viu menina!?

Mas Cecil eu não fiz por maldade, tava com vontade de fazer xixi e fui no banheiro mas dai eu vi que tinha gente e acabei espiando! Não conta pra mãe nem pra vó não! Eu faço o que você pedir!

E dai ouvi a bomba:

Faz tudo que eu pedir? Qualquer coisa Maju?

Sim Cecil! Eu faço qualquer coisa!

Então eu quero que você beije a minha perereca que nem no dia que estávamos brincando de casinha!

Se promete que não vai contar pra mãe e nem pra vó?

Prometo sim Maju! Mas vai ter que fazer do jeito que eu mandar! Ta bom?

Eu faço sim! Não quero ficar de castigo de novo não!

Nisso as duas saíram e eu fiquei pensando de novo no que eu ouvi, mas dessa vez eu eu fui me aliviar e sim espiar o que elas iriam fazer. Cheguei na porta do quarto delas e ouvi a Cecil dizendo:

Deita ali na cama e não é pra reclamar! Você prometeu que ia fazer o que eu mandasse!

E a Maju só responde:

Só não quero que faça xixi na minha cara que nem da outra vez!

E a Cecil respondeu:

Eu não fiz xixi aquele dia, aquilo é o melzinho que sai quando a gente fica muito feliz de ganhar carinho! Se você quiser eu faço carinho em ti e dai você também vai soltar melzinho!

Maju diz:

Ah Cecil eu quero então!

Eu ali vendo minha irmã caçula deitada enquanto a minha irmã do meio tirava o short dela e o seu e ia sentando com a perereca na cara dela. A Cecil começou a rebolar na carinha da Maju enquanto beijava ela na sua perereca e as duas gemiam baixinho! Eu ali olhando aquilo com o pau muito duro acabei esbarrando na porta e elas ouviram e pararam pra se vestir dizendo que era melhor fazer aquilo de noite pra ninguém ver. Maju depois que se levantou só pediu pra Cecil que não contasse nada!
Eu sai correndo dali e fui pro meu quarto com o coração na mão e o pau duro que nem pedra! Meu Deus, as mulheres da minha família eram todas safadas! E eu nem sabia de nada, na minha inocência sempre pensei que elas nem pensavam nessas coisas! Ledo engano! Rsrsrsrs
A manhã passou e elas foram pra escola e meu irmão chegou pra me ajudar. Terminamos os serviços e fomos pra casa e no caminho eu contei pra ele o que eu vi e ele disse que já tinha visto fazia tempo a mãe e a vó, só não sabia das nossas irmãs e ainda disse que ia tirar uma casquinha da Cecil por que a Maju era novinha. Eu falei pra ele que era errado mas ele só disse que elas tavam querendo e que não era errado se os dois quisessem!
Chegamos em casa e ele ficou falando que era pra eu aproveitar também e aquilo ficou na minha mente! E fui dormir com aquilo em na cabeça!

Continua...

Comentários

19 de Junho, 2017 às 00:08
Zuleica carvalho
Muito bom

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