Olá, aqui quem fala é Lola Savoy.
Pra mim, a melhor coisa do mundo é ter um namorado mais velho e bem independente. Meus pais gostam muito dele e me deixam perambular na cidade onde eu moro de carro com ele. Algo dentro de carros e ruas movimentadas me excitam de uma maneira inexplicável. Esse ar de lugar público e perigoso é um grande fetiche pra mim.
Era sábado à tarde quando recebi o convite do meu homem para jantar em um Country House, um lugar excelente para se tomar uma cerveja e jogar conversa fora. Já que sou menor de idade e não posso dirigir, quem me busca em casa é meu namorado.
Sem perceber, eu já vou na intenção de provocá-lo enquanto está dirigindo, porque sei que ele é muito inseguro no volante, tem medo de ladeiras, de lombadas e outras situações. Ao arrumar-me, depois de fazer depilação íntima, e deixar tudo arrumado, coloquei minha calcinha fio dental amarela de renda, minha favorita, e joguei por cima um vestido vermelho curtinho de manga comprida.
Ao chegar em minha casa e me ver impecável, já percebi que meu namorado estava excitado, por sentir seu pênis ereto ao me abraçar pelas costas. Me despedi de meus pais e pegamos o carro em direção à cidade.
Para chegar ao Country House, precisamos pegar um pequeno trecho da Rodovia Fernão Dias. Meu namorado inseguro, na pista da direita, à sessenta quilômetros por hora, acariciava minha perna, subindo meu vestido involuntariamente.
Apoiei minha perna próximo ao painel do carro, exibindo minha calcinha, minhas coxas, seguido da canela, tornozelo e o pé que estava calçando um belo salto preto. Sentia que o carro se movimentava para a direita e para a esquerda, fazendo meu namorado quase perder o controle do carro diversas vezes. E isso ia me excitando cada vez mais. Ao perceber que ele estava desconcentrado, olhei para ele e disse:
- Quero ver você dirigir assim. - Imediatamente, curvei meu quadril pra cima, com as mãos tirei a calcinha, joguei-a para o banco de trás, apoiei a perna direita perto do vidro do passageiro e comecei a me masturbar. Enfiava dois dedos, depois três, olhava para ele e gemia. A desconcentração do meu namorado era tão grande que quase bateu o carro duas vezes, passou em alta velocidade em lombadas e perdeu o rumo de onde íamos. Acabamos parando o carro em uma rua escura, um pouco movimentada. Passavam carros em alta velocidade, alguns passavam em baixa velocidade por curiosidade de ver o que estava acontecendo dentro deste carro parado no canto com os vidros embaçados, música alta que servia para disfarçar meus gemidos. Ele enfurecido, desligou o carro, tirou o cinto e me puxou pelo cabelo em sua direção. Apertava meus quadris com força enquanto me beijava enlouquecido.
Pulamos para o banco de trás. Ele disse que havia esquecido a camisinha no porta-luvas, então debrucei-me para os bancos da frente, me deixando com a bunda empinada. Quando estava abrindo o porta-luvas, levei um tapão, seguido de fortes beliscadas e mordidas.
- Sua cachorra! Quase batemos o carro por sua causa! Agora terá que agüentar as conseqüências. – Ele dizia, enquanto estapeava minha bunda, deixando-a vermelha e com marcas roxas. Ao voltar pro banco de trás, tive a cabeça empurrada para baixo, e meu namorado me forçou a fazer aquele boquete, enfiando seu pau mais pra dentro da minha boca. Eu tossia, reclamava e sofria, mas era a vingança dele e, minha mania de gostar de ser submissa, obedecia a todos os comandos. Fui puxada pelo cabelo pra cima, minha boca estava toda melada. Seu desejo de me comer era tão grande que, me sentou em seu colo, até esqueceu a camisinha. Arrancou com tudo meu vestido e meu sutien, me deixando nua em seu carro. De repente ouvimos som de buzina e pessoas gritando, de um carro que estava vindo no sentido contrário. Talvez eles sabiam o que estava acontecendo e isso foi me excitando cada vez mais. Saí de seu colo, deitei-me no banco e abri as pernas, de modo que uma perna ficasse no encosto do banco da frente e a outra no encosto do banco de trás. Me surpreendi quando ele caiu de boca, mordia e chupava meu clitóris, e eu, enlouquecida puxava seu cabelo e gemia alto. Enfiava a língua e eu gritava.
Ele ergueu a cabeça, lambendo os beiços e disse:
- Tá gostoso? Vou deixar isso mais gostoso ainda. – Levantou, se ajoelhou na minha frente, e esfregava seu pau em meu clitóris, batia e depois me penetrou com força. A única reação que eu tive foi de cravar minhas unhas em suas costas e gritar de prazer. O jeito violento dele de querer meter com mais força, me fazia querer cada vez mais.
O carro balançava e chamava muita atenção na rua. Muitos carros passavam por nós gritando provocações e buzinando, pois sabiam que um carro que se mexia, com som alto e com os vidros todos embaçados, estava acontecendo algo muito bom lá dentro.
Na hora de gozar, ele tirou de dentro de mim e me forçou a chupá-lo, fazendo com que eu engolisse tudo. Depois nos vestimos depressa, pois estávamos ouvindo uma viatura se aproximando. Sabia que ia ser encrenca. Meu namorado saiu em disparada, com os vidros embaçados e tudo enquanto eu me vestia. Subimos na primeira rua que vimos e despistamos a viatura. Para sermos sinceros, nem sabíamos se eles estavam vindo atrás de nós. Me recompus, saquei o pente que tinha dentro de minha bolsa e penteei o cabelo. Fomos a caminho do Country House, trocando carícias, jantamos e depois ele me levou até em casa, já pensando qual será a próxima aventura.