Faz um bom tempo que não rola nada com a minha mãe. Fico na base da punheta lembrando das coisas que já presenciei, sempre muito bom! Mas dessa vez, foi fora de sério. Foi como se tivesse sido a primeira vez que eu tivesse visto ela fodendo: um tesão louco, que me proporcionou litros de goza!
Meu amigo Victor e eu estávamos bêbados voltando de balada, como sempre, e conversando sobre nossas vidas, família e báh... E ele me conta que o pai levou ele pra um puteiro. Curioso, fiz com que ele me contasse como foi ver o pai traindo a mãe e, claro, como era lá! Ele disse não se importava de ver o pai transando com outras, desde que o pai continuasse com a mãe dele. Disse também que viu um lado do pai que ele não conhecia, o lado homem tarado que só quer um buraco pra enfiar o pau. Continuamos bebendo e conversando, de repente ele deu uma risada silenciosa e perguntei o motivo. Ele tentou disfarçar, dizia que era uma loucura da cabeça dele. Insisti, e ele me disse que havia pensado que seria bom fazer eu assistir ele e o pai fodendo a minha mãe! Na mesma hora, me veio a lembrança do dia em que assisti ao Victor fodendo ela na minha cama e respondi de imediato: "Podemos fazer acontecer!". Ele olhou pra mim surpreso e sorriu, sinalizando gostar da idéia.
No dia seguinte, combinamos como íamos fazer isso. Ele teria que contar ao pai dele que havia transado com a minha mãe, mostrar uma foto dela pra ele e dizer que ela era bem fácil. Selecionei a foto mais provocativa dela, de biquini bem enfiado, e mandei pra ele! Ele conversou com o pai por whatsapp e me mandou o print da conversa. O pai dele soando orgulhoso do filho ter traçado uma madura gostosa, e dizendo que se rolasse ia mostrar pro filho como se fode uma vadia de verdade! Aquilo por si só já me enlouqueceu.
O próximo passo era fazer ela topa, então disse à ele pra fazer a mesma coisa que dá última vez e ir lá em casa em um momento em que eu não estivesse, porém junto do pai. Lá ele iria levar ela pra um canto e, sem o pai ver, dizer à ela que me contaria tudo caso ela não topasse. Isso com certeza a assustaria, pois ela nunca deixaria eu saber disso. Então eu fingia sair e me escondia, como da outra vez. Mas o pai dele não poderia saber que eu estaria escondido assistindo!
Dessa vez demorou mais um pouco, levou um mês pra armar tudo direito, sem falhas. Chegado o dia, fizemos conforme planejado... Fingi sair e a deixei sozinha. Avisei à ele por mensagem e esperei ele entrar. Quando o vi entrando no prédio com o pai, entrei pelos fundos para que o porteiro não me visse, subi até nosso andar e me escondi até que ele avisasse pra eu entrar. Levou 15 minutos, recebi a mensagem e ouvi a porta destrancando. Entrei e eles já estavam com ela no quarto, meu quarto. Corri pra me esconder no armário da área de serviço que fica bem em frente ao meu quarto.
Quando olhei, os dois já estavam mamando os peitos dela. O pai dele tinha quase 50 anos, mas não aparentava tanto. Era branco, careca, malhado mas com um pouco de barriga e bem peludo. Conseguia ver os dois já suando e excitados com o pau fazendo volume nas calças. O pai dele foi o primeiro a tirar a roupa, primeiro a blusa, depois as calças, colocando o pau pra fora. Fiquei bem impressionado com o pau dele para a idade. Era bem grande e grosso, devia ter uns 22 cm, envolto de veias bem visíveis e um cabeção vermelho. Assim que colocou o pau pra fora pegou ela pelos cabelos e colocou de joelhos. Quando sentiu a boca dele, fechou os olhos e urrou alto. Victor já estava nu, se masturbando e observando ela mamando o pai dele. Deu pra perceber o quanto aquilo o estava excitando pelo jeito que ele olhava para ela, ajoelhada e com o pau do seu pai na boca. Era como um aluno prestando atenção na aula da professora gostosona!
O pai urrava enquanto a segurava pelo cabelo e colocava fundo o pau na garganta dela , xingando-a de vadia, mandando mamar até engasgar. E meu amigo se masturbando freneticamente com a cena. Até o que pai olho pra ela, deu-lhe um tapa na cara e mandou-a mamar meu amigo. Ele pegou a mão de Victor e colocou o cabelo dela e disse: "Segura firme e soca forte! É você quem manda!". E assim ele fez! Segurou-a firme e socou, enquanto o pai se masturbava observando.
Foi-se assim por uns 20 minutos, até que eles perceberam que ela ainda estava vestida. Então, ambos suados, pegaram-na cada um por um braço e a jogaram na minha cama. Meu amigo lhe tirou a blusa e o pai foi direto à bermuda. Ele lhe arrancou a bermuda rápido e riu sarcasticamente quando viu que ela estava com a xota depilada. Abriu-lhe as pernas, mandou o filho segurá-las e começou a chupá-la. Victor olhava o pai famigerado com a buceta dela maravilhado! Ele a deixou bem molhada, em seguida levantou e deitou-se sobre ela, colocando o pau todo de uma vez dentro dela. Ela gritou e Victor segurou-lhe os braços, enquanto o pai não se importava com a reação dela.
Mais uma vez, a posição estratégica em que me encontrava era muito favorável. Pude vê-lo sobre ela e o pau bem fundo. Victor lembrou de mim e olhou para onde eu estava, o rosto pingando suor e o olhar como quem diz: "Você precisa sentir isso!". Eu estava sentindo, sentia meu pau duro e quente na minha mão, melado com meu suor e baba. Eu queria estar ali, deitado sobre ela com o pau imerso em sua buceta e ouvindo-a gemer enquanto soco!
O pai estocava o pau dentro dela, como quem perfura a terra com uma estaca de madeira... Brutalmente, diversas vezes! Ele urrava e suava. Era um verdadeiro animal! Victor estava encantado com o pai fazendo aquilo, observando e aprendendo. O pai olhou pra ele e disse: "Ela é só uma vadia filho! Foi feita pra nos satisfazer, pra nos aliviar.". Victor acenava com a cabeça, sem nem piscar. Aquilo era meio cruel de se ouvir, para mim pelo menos, mas não deixou de ser menos excitante.
Ele então tirou o pau, saiu de cima e mandou meu amigo "se divertir"! Minha mãe parecia exausta,mas quando ele a penetrou, ela gemeu profundamente. O pai estava atrás da cabeça dela, segurando-lhe as pernas abertas e com o pau na boca dela, enquanto Victor a fodia intensamente. Ele a socava forte, chegava a fazer barulho por causa do suor escorrendo por entre as pernas. Ele então olhou para onde eu estava, fez uma cara de raiva e socou mais forte. Nessa hora, o pai dele olhou também e me viu escondido com o pau na mão. Assustado ele olhou pra Victor, que fez menção sem som com a boca de "Tá tudo bem, ele sabe!". O pai, confuso, olhou pra mim e eu lhe fiz sinal de que estava tudo bem. Ele sorriu sadicamente e voltou a socar o pau na garganta dela, mas dessa vez olhando sempre mim e sorrindo. Olhou para o filho e lhe mandou socar com mais força, até que a xota dela estivesse vermelha.
Victor a socou com força e fez menção de tirar quando estava prestes a gozar, o pai lhe repreendeu dizendo: "Não tira, porra! Goza! Soca até tu esvaziar nela". Ela tentou se mexer, mas ele segurou-a pra que o filho terminasse o serviço. Ele socou com tanta força, que parecia que ia explodir, até que, em um urro alto e longo, ele gozou. O pai vibrava contente, enquanto ela mal tinha forças para relutar. Foi então a vez dele, o pai! Ele mandou meu amigo segurar-lhe os braços pois era vez dele. Victor perguntou se ela não importava do filho ter gozado antes, e ele respondeu: "Claro que não! Você abriu caminho, agora eu vou com tudo! É isso que ela merece, né?", se virando pra mim durante a pergunta. Com a cabeça, acenei que sim. Sorrindo, ele cuspiu na cabeça do pau e a penetrou mais devagar dessa vez. Quando sentiu já estar fundo, começou a socar. Ela gemeia profundamente, quase ofegante. Definitivamente ele era um animal. Socava forte na buceta dela, olhava pra mim e sorria. Quando ele começou a bombar mais forte, sabia que iria gozar. Ele brilhava de tanto suor, o corpo peludo mexendo para frente e para trás, e as veias do pau latejantes. Ele começou a gozar e a gritar como um urso, dando estocadas nela. Enquanto Victor, incrivelmente ainda de pau duro e melado, olhava absorto.
Quando pareceu ter liberado a última gota de porra dentro dela, ele tirou o pau e saiu de cima. Assim, Victor soltou-lhe os braços e ela, num acesso de raiva e talvez vergonha, saiu correndo e se trancou no banheiro. Logo, ouvi o som do chuveiro.
Assim que ouviram o chuveiro, o pai dele veio até mim escondido com Victor logo atrás. Ele olhou para nós dois e perguntou se aquilo havia sido armado. Confirmamos com a cabeça e ele sorriu quase diabolicamente. Eu estava vidrado no suor percorrendo o corpo deles e em seus paus ambos ainda duros e bem melados. O pai percebeu e perguntou se eu estava gostando da visão. Olhei para Victor sem jeito e respondi que sim. Ele então me mandou limpá-lo. Na mesma hora ajoelhei e limpei-lhe o pau com a boca. O gosto da porra e da buceta dela permeando minha língua, quente e molhada. Ele me olhou e mando eu limpar do filho também. Victor já veio me segurando pela cabeça e colocando na minha boca. Enquanto o pai olhava e dizia: "Filho de puta, puta é!". Gozei litros com o pau dele na minha boca e ainda lambi a minha porra. Ouvimos o chuveiro fechar e então corri pra sair de casa. Eles voltaram pro quarto e começaram a se vestir. Quando saíram, estava sorrindo quem nem crianças. Levei uma hora pra voltar pra casa e deixar minha mãe assimilar o que rolou.
Quando cheguei, ela estava até bem contente na cozinha fazendo lanche. Perguntei o que ela tinha feito durante o dia e ela disse: "Fiquei descansando." Sorri e fui para o quarto, sentir o cheiro do sexo que ainda estava no ar