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31 de Janeiro, 2015 às 18:35 Por: Pandeiro

Meu Amigo com a Minha Mãe, e Eu com a Dele! Parte 2

tags: incesto, mãe, amigo, coroa, transa, voyeur, gemidos, camisinha, sedução
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Ainda no carro, discretamente combinei um código com minha parceira. Caso eu apertasse sua perna uma vez ela deveria convidar minha mãe a ir ao banheiro, assim eu poderia conversar com Gustavo.

Chegamos a boate e sentamos em uma mesa perto do bar de frente para a pista de dança. Eu e Dé de frente para a pista e Lais e Gustavo de costas. Conversamos por um bom tempo, ao som da musica e regados a cerveja. Minha mãe já tinha esquecido do que poderia aconteceu depois e estava mais a vontade. Chamei Gustavo para ir até o bar comigo pegar mais bebidas e no meio do caminho chamei ele até o banheiro, único lugar que poderíamos conversar sem ser atrapalhados pela musica.

Agora é a hora de botar um plano pra funcionar Gu! - eu disse
Que plano? - ele perguntou boiando e fazendo olhar de duvida

Não esquenta. O importante é que quando voltarmos a mesa voce tem que convidar sua mãe para dançar e ficar por la até que perceba que estou olhando para vocês para que voltem. Vou jogar umas idéias na minha mãe para que de tudo certo pra vocês depois. E quando voltar você convida ela pra dançar.
Ta legal. Vamos la então.

Saímos do banheiro, compramos mais bebidas e voltamos para as mesas. Gustavo prontamente chamou sua mãe para dançar me dando oportunidade de conversar a sós com minha mãe.
E então mãe ta mais relaxada já?

Ahan. - falou ficando novamente na defensiva quando percebeu do que eu estava falando.
Ele é um cara legal né? Vocês conversaram bastante e parece que ta tudo bem.
É sim disse deu uma pausa e continuou Mas eu ainda estou nervosa com isso, não estou acostumada a fazer desse jeito.

Não esquenta. Por que você não fala algo pra ele que faça você ficar numa solução que não tenha como voltar atrás? Aposto que você vai ficar mais relaxada e aproveitar mais. Se você ficar tensa assim vai ser ruim. Imagine só. Quando chegarmos em casa eu vou pro quarto com a Dé e você Nervosa com ele achando que vai rolar. No minimo vai rolar algo e não vai aproveitar e vai achar ruim.

Falar o que por exemplo falou mais receptiva a idéia de que algo ia realmente acontecer.

Não sei - falei já sabendo o que exatamente ia falar. - Sei la, quer ver, faz assim. Espera ele falar assim, espera ele te chamar pra dançar e fala isso no ouvido dele Eu to meio nervosa com a situação Gustavo, me leva no cantinho e pressiona seu quadril no meu pra relaxar pra essa noite . E mãe, rebole e pressione seu quadril nele também até você sentir o pau dele duro e sua xotinha molhada, se isso não te relaxar nada relaxa Falei e devo ter ficado muito vermelho. Admito que só tive coragem de falar isso porque ela já estava bastante embriagada.

Ela ficou quieta com olhar baixo.
Olhei para Gustavo até que ele percebeu que era hora de voltar. Ele voltou e fez a pergunta para minha mãe.

Quer dançar?

Ela deu um sorriso nervoso, mas matou o que restava de seu copo de caipiroska, se levantou e foi com ele. Contei a Dé sobre nossa conversa e ficamos ambos olhando o mais discretamente possivel.

Se passou uma dança e nada. A segunda já devia ter passado da metade quando algo aconteceu. Ela colocou a boca mais perto do ouvido dele mais perto do que tinha colocado até o momento e ele parou. Não deu pra ver seu rosto que estava virado para o outro lado. Mas o que aconteceu depois foi muito interessante.

Ele a segurou pela mão e levou até um canto perto das mesas do outro lado que estavam vazias. Encostou-a na parede e chegou seu corpo próximo ao dela. Logo em seguida levantou sua perna esquerda e encaixando sua pica na entrada de sua buceta. Ainda olhando para sua face. E de repente estocou com força e deu um beijo rapido na sua boca. Depois disso ela colocou seu queixo em cima do obro de Gustavo , fechou os olhos e rebolou. Eu estava ficando louco de tesão com aquilo. Ela esqueceu de tudo e escolheu sentir prazer. Ficaram uns bons minutos nessa e eu naun acretiva que minha mae remexesse tanto. Depois de alguns minutos eles voltaram.

Dé e eu fizemos que não tínhamos visto nada. Os dois com sorrisos contidos no rosto. Tinha decidido era hora de ir embora. Novamente em e Dé fomos no banco de trás. Dessa vez dando altos amassos. Que isso tem mais gente no carro falou minha mãe em tom de brincadeira. Não perdi tempo e retruquei Perto do amassos de vocês isso aqui é brincadeira de criança. Continuamos e eles ficaram mudos. Porem Percebi que Gustavo colocou a mão no colo de minha mãe. Me inclinei sobre o corpo de Dé com a desculpa de continuar o pega e pude ver que Gustavo estava na verdade massageando a vagina de minha mãe sob o vestido. Ela sorria e mordia os lábios de leve sem perceber que eu não estava tao envolvido assim com minha parceira e sim na observação. Tive que me controlar. O tesão era tanto que minha vontade era colocar minha parceira de quadro e foder ela alí mesmo. Eu estava pegando fogo. Me recompus e pude perceber que minha mãe tirou a mão de Gustavo de sua xota. Não sei se vi bem mas tive a impressão que os dedos estavam brilhando. Mas com certeza vi ele usar a mão pra arrumar o pinto dentro da calça. Ele estava de pinto duro e ela com a xota molhada. E os dois sabiam disso. Eles iam transar com toda a certeza e ambos iriam gozar da forma mais prazerosa possível. Com vontade!

Quando chegamos no prédio paramos os quatro no ap. De Débora que fica em um andar mais baixo e portanto no qual chegamos primeiro. Aproveitando o clima de sexo que estava no ar disse no ouvido da minha mãe em tom de brincadeira usem o quarto, não quero sair pra ir no banheiro e ver vocês no chão . Ela riu com uma falsa timidez, ela já não estava tímida de verdade. Entrei no quarto com Dé e já começamos a tirar as roupas um do outro. Enquanto sentávamos na cama tivemos uma breve conversa.
Será que ela vai mesmo usar a camisinha? Eu dei pra ela só pra ela ficar com a idéia de que ia transar na cabeça. Mas ela já operou para não ter filhos e o Gu é de confiança. Tomara que ela não deixe ele usar. Sentir a carne na carne é mais gostoso. - disse expondo que eu queria que eles transassem da forma mais intima e safada possível.
Com camisinha ou sem camisinha ele vai comer ela. Agora vamos dar uns amassos por mais tempo que o comum antes de você me penetrar. Depois quero que você me coma com gosto.

Por que você quer as preliminares demorem mais que o normal disse estranhando seu pedido.

É que só quero que você enfie seu pinto em mim quando ela já estiver com o dele dentro e remexendo. Quero dar pra você cada por segundo com isso na cabeça.

Sorri ao ver que minha parceira era tao safada quanto eu e logo começamos a nos chupar. Fizemos um sessenta e nove muitooo lento. Ambos estávamos muito exitados e se apressássemos as coisas gozaríamos rápido demais sem aproveitar a noite tao diferente das outras. Ficamos assim por um bom tempo. Até que ouvimos algo diferente na casa. Um barulho de uma cama batendo contra a parte vindo do quarto de Gustavo.

Aquele foi o sinal. Pedi para que minha mulher ficasse de quatro e ela obedeceu. Ficou com a parte de cima do seu corpo em um nível mais baixo e inclinou a bunda pra trás oferecendo sua bocetinha que se abria levemente para mim naquela posição a visão era tudo que eu queria naquele momento. Me deixou com o tesão a mil e introduzi meu pinto com carinho nela. Depois de colocado até o talo. Propositalmente deu um estoca mais forte que costumo dar mesmo quando estou estourando. Com isso ela deu um gemido misturando dor e prazer e a cama bateu contra a parede. Apesar da violência da estocada ela não reclamou por que havia entendido. Foi a minha maneira de dizer

Também estamos metendo com gosto aqui . E não parei de meter com a mesma força inicial. Fazendo com que as batidas na parede continuassem. E as batidas da cama deles recomeçaram. Como uma brincadeira de tesão entre nós. Em um momento escutei um gemido com a voz de minha mãe. Com certeza ela havia gozado e não agüentou ficar em silencio tendo gozado numa transa tao safada e de movimentos fortes. Ouvindo aquilo coloquei meu polegar e coloquei no cuzinho da Dé que piscava na frente. Ela já estava gozando e sua vagina estava soltando pequenos jatos de liquido lubricante no meu pau. Levantei sua perna esquerda segurando-a pela coxa e apertei sua nádega direita com a outra mão ainda com o dedo no seu cu. Naquela posição segundos após os gemidos de minha mãe eu gozei como nunca. A transa do dia anterior tinha sido boa, mas essa era sem comparação. Minha vontade era ir até o outro quarto e beijar a bochecha dos dois e agradecer pelo tesão que haviam me dado. Mas ao invés disso fiquei deitado sobre o corpo daquele morena fantástica que havia me dado a melhor transa da minha vida e beijei seu pescoço sentindo meu pinto ficar mole dentro da sua bocetinha. Depois que ele amolecei fiz ela virar de frente para mim e ficamos nos beijando como um casal novo por um bom tempo antes de dormir.
No domingo logo pela manha fui o primeiro a acordar. Estava na cozinha fazendo um suco para o café da manha quando percebi que Gustavo tinha acordado e estava na sava fui ate la. E assim que ele me viu fez uma cara de bobo alegre abrindo um sorriso de orelha a orelha.

-- Me conte tudo que você aprontaram ontem - eu disse ansioso, afinal eu já tinha contado para ele varias de minhas transas com Dé e satisfeito suas curiosidades de como sua mãe era na cama.

Agora era minha vez de saber.

-- A cara foi assim. Assim que você e a minha mãe foram para o quarto, nós fizemos a mesma coisa. Fomos para o meu quarto e começamos a no beijar. Eu chupava o pescoço dela a respiração dela começou a ficar mais forte. Quando eu coloquei as mãos na coxa dela ela colocou a mão por dentro da minha calça, apertou o meu pinto, colocou ele pra fora e começou a fazer movimentos de punheta. Eu não agüentei meu. Deitei ela na cama, coloquei as mãos por baixo no vestido segurando as alças da calcinha e tirei ela. Subi a cabeça e comecei a chupar sua boceta com vontade, com isso ela começou a gemer baixinho...

Nessa parte eu interrompi ele.

-- Mas e a boceta dela, como é? - perguntei animado e um tanto exasperado.

-- A cara. É a coisa mais gostosa do mundo. É assim ó, ela é gordinha em volta da rachinha e os grandes lábios são grossos e fechados. Quando eu meti tive a sensação de que era uma bocetinha com amortecedor - Rimos com esse comentário - E ela é bonita de se ver também. É daquelas que quando a mulher fica de costas se vê ela abaixo da bunda.

-- Então você pegou ela por trás? - perguntei animado

-- Calma deixa eu continuar! - ele achou graça da minha afobação - Então, eu chupei ela e fui subindo. Ela levantou as pernas dobradas e ficou em frango assado. Deixei ele no jeito na portinha da boceta e penetrei devagar, sentindo cada centímetro daquela gruta gostosa no meu pau. Ela colocou as mãos para trás e segurou o travesseiro.

Quando ela ficou atoladinha com todo meu pau dentro dela ela falou assim Com força agora Gu . Eu dei uma estocada com muita força e a cama bateu na parede. Comecei a dar estocadas fortes, mas sem tirar tanto o pau da boceta, só na pressão, para a cama não voltar a bater. Mas daí a cama de vocês começou a bater na parede e eu comecei a socar com força de novo e nem liguei pro barulho.

-- É que a sua mãe queria que eu penetrasse ela só quando você já estivesse com o pinto na xota da minha mãe. Pediu pra eu demorar mais um tempo pra colocar. Mas na hora que veio o barulho do quarto de vocês a gente começou. - expliquei pra ele.

-- Hummm ta. Então, a eu meti nela um bom tempo na posição de frango assado, não teve nada de mais, foi uma transa comum. O diferencial foi a boceta dela mesmo que era uma delicia. Depois de um tempo pedi pra ela ficar de quatro e foi ai que vi aquele rabão virado pra mim. Aquela bunda redondinha em cima e a boceta que já era grandinha estava bem inchada pela transa e bem vermelha. Peguei elas pelas ancas e comecei a bombar forte. Agora sim. Nessa posição ela pode rebolar gostoso. Meti com força e gosto, fazendo com que o corpo dela fosse jogado pra frente a cada bombada que meu corpo batia no dela. Foi quando ela gozou. Não agüentou e gemeu alto nessa hora. Que tesão de mulher quando ta gozando.

-- É. Até eu escutei. Confesso que depois de ouvir não demorei muito e gozei - eu disse

-- Quando ela começou a gozar ela parou de rebolar e começou a jogar a bunda para trás com força falando pra mim Goza, goza também vai . Que tesão. Não foram muitas bombadas e eu gozei.

-- Por falar nisso - interrompi - Eu tinha dado uma camisinha pra ele - falei e contei do plano do dia anterior pra deixar ela no clima - Você usou?

-- Usei sim. Por que ?

-- É que eu dei pra ela só por ser parte do plano, deixar ela no clima e tal, mas a verdade é que ela não pode mais engravidar porque operou e você é de confiança sabemos que não tem nada. Da próxima vez coma ela sem mesmo beleza? - falei

-- Próxima vez? - ele falou com um sorrisão na boca.

-- Claro. Ela vai ficar aqui até sabado que vem. Acho que nem vai ter como você não comer ela de novo nessa semana depois de hoje - ri

Só para lembrar, essa conversa aconteceu em um domingo.

-- Legal. Vou comer ela sempre que ela quiser. Ela é dez pra meter.

Esse foi o relato da história da transa dele.

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