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21 de Maio, 2017 às 16:13 Por: safo

Mamando o priquitinho da minha amiga

tags: #lesbicas #Sexooral
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Era tarde de um domingo ensolarado em Fortaleza. Estava passando o final de semana na casa de praia dos meus pais com a família e minha nova coleguinha de escola. Nina mudou de cidade há pouco tempo e não tem praticamente nenhum amigo aqui, então me ofereci pra ser sua primeira. Só nos conhecíamos há uma semana, mas parecia séculos. Sabe quando o santo da gente bate. Nina é belíssima. Loirinha natural de olhos azuis, pele branquinha, corpo esculpido pelas horas de musculação. Toda perfeitinha, uma delícia.

Temos a mesma idade, 15 anos, e praticamente a mesma altura. Ela tem 160cm e eu 165cm. Eu sou mais magra, mas ela é mais definida. Desde o momento que pus os olhos nela, a quis para mim. Então tratei logo de me apresentar e fazer amizade. Como sempre tive segundas intenções procurei tornar a nossa amizade bem carinhosa. Então estamos sempre nos abraçando, alisando, cheirando, beijando.... chamando por nomes carinhosos.

Ela é muito gostosa e tenho vontade de arrastá-la para uma sala e foder o priquitinho dela até ela não conseguir andar. Mas infelizmente a vida não está assim tão fácil, daí tiro dela o que dá pra tirar, né. Sempre tomo cuidado para parecer que estou brincando, daí ela só me chama de safada e depois rimos juntas e tá tudo certo.

Um dia depois que nos conhecemos eu já iniciei o tipo de amizade que gostaria de ter com ela. Vou contar como foi.

“Olá Nina!!” Já cheguei agarrando ela bem forte e descendo a mão pela bundinha e segurando firme. “Delícia de bundinha que você tem heim.”

“Bia!!! Ow sua safada larga minha bunda.” Me afastei dando risada como se fosse a coisa mais normal do mundo amigas se tocarem assim. Ela entrou logo na onda e foi falando. “Poxa não é assim não vem pegando e tudo nem levou pra jantar um cineminha sei lá.... Eu não sou fácil não viu!!”

“Claro que não neném você merece o melhor” Peguei na mão dela e beijei como faziam os cavalheiros antigamente.

“Assim é melhor. Tem que me tratar como uma dama”


À noite ela foi para minha casa assistir umas séries comigo. Quando nos deitamos na minha cama já tratei de ficar sentada na beira da cabeceira e perguntei se ela não queria sentar entre as minhas pernas, pois adorava aquela posição e queria ficar mexendo nos cabelos dela. Ela ficou um pouco apreensiva mais foi. Ela estava usando um short bem fininho e blusa sem sutiã. Eu estava usando uma camiseta enorme e calcinha. Nossa que delicia foi sentir o corpo dela contra o meu naquela situação. Ainda por cima estávamos assistindo uma série que tinha lésbicas se pegando tudo perfeito. Abracei ela bem forte pressionando todo meu corpo contra o dela, como não reclamou continuei como estávamos.

Lá pela meia noite ela pegou no sono de vez. Aí pensei por que não aproveitar, né... é errado, mas a sensação de errado estava me deixando com mais tesão ainda. Ajeitei ela na cama de lado e fiquei de conchinha de vez em quando roçando o priquito na bundinha dela, mas não era o suficiente e já estava ficando frustrada.

A solução foi virá-la de frente pra mim baixar a alça da blusa dela e mamar o peitinho dela, aquela aureola rosadinha deliciosa. Enquanto mamava que nem um bebê faminto no seio dela cavalgava a coxa grossa de Nina à procura do orgasmo. Claro que ela acordou né gente. Ela tentou me acordar a pobrezinha, mas eu fingi que estava no sono pesado e tendo algum tipo de fantasia durante o sono, logo ela desistiu e relaxou se deixando ser mamada por mim.

No outro dia fingi que nada tinha acontecido. E ainda tive a cara de pau de dizer que tinha o sono muito pesado e que ela me desculpasse se eu tivesse chutado ou tentado derrubar ela da cama. Pobre Nina. Essa foi só a primeira noite.

No primeiro dia na casa de praia quando fomos tomar banho falei para irmos juntas porque só tinha um banheiro para ser mais rápido. Quando entramos no chuveiro pedi pra ela lavar minhas costas. Depois fui lavar a dela. Aproveitei pra passar a esponja pelos seios dela com a desculpa de que estava tentando lavar ela melhor e que ia dar um banho bem banhado mesmo. Nina só riu e me deixou fazer o que quisesse. Passei a esponja pela bundinha dela daí pedi pra apoiar na parede e abrir um pouco as pernas. Com uma mão afastei uma das nádegas e passei a esponja bem no cuzinho, Nina deu um gemido estrangulado quando continuei com a carícia.

“Bia eu acho que tá bom né.”

“Tá sim. Agora vamos lavar a frente.” Disse e já fui virando ela de frente e ficando de joelhos cara a cara com o priquito dela.

“Vai lavar ai também”

“Falei que ia banhar você todinha e sempre cumpro com as minhas promessas. Agora fica relaxadinha que vou cuidar do seu priquitinho.” Ela ficou toda vermelha, mas não protestou. Dai pedi para abrir um pouco mais as pernas e passei o dedo no meio da racha dela. Passei sabonete e enxaguei bem direitinho sempre lembrando de acariciar desnecessariamente o grelo dela. Nina já estava quase gozando. Usei as duas mãos para escancarar os lábios vaginais dela e dei uma lambida bem forte. Nessa hora Nina empurrou os quadris contra a minha face e eu só senti que era hora de atacar.

“Tá quase gozando né Nina... Se eu der mais umas mamadinhas eu acho que você goza né não...”

“Aiiinnn Bia eu tô quase não para por favor.”

“Eu continuo, mas só se você prometer que depois me chupa também.”

“Ok ok. Só continua por favor.”

Daí fui com gosto mesmo. Que melzinho gostoso que ela me deu queria o dia todo. Saímos de lá e fomos pra cama. Ela não sabia o que fazer, mas ai eu já fui logo cobrando o favor né. Não pode dar tempo pra pensar, vai que a menina muda de ideia. Já fui logo falando pra ela ficar de joelhos no pé da cama.

Dai sentei bem na pontinha da cama com ela de joelhos entre as minhas pernas. Daí abri bem as pernas para meu priquito ficar bem abertinho e dar para ela ver o grelo duro, a vagina e o cuzinho.

“Eu não sei como faz...”

“É só lamber do jeito que fiz com você” Ela começou a lamber e eu a incentivá-la.

“Assim neném uhh mais forte mama no grelinho mama.... aíii delícia. Agora enfia a língua no meu buraquinho vai.... aí como você é boa nisso uiii... Eu vou dar tudo na sua boca delícia”

E assim foi uma tarde inteira, nem sei quanto tempo deixei ela lá mamando que nem uma cabritinha esfomeada. Me esforcei muito pra não gozar porque queria o máximo de tempo aquela língua gostosa. Não deixei ela usar dedos nem nada, só a boca.

Quando paramos minhas partes estavam vermelhinhas e nem estava conseguindo sentar direito. Nina disse que estava com câimbra na língua. Rimos de tudo isso, mas o fato é que não vejo a hora de fazermos tudo de novo. Como estudamos na mesma escola não vai ser difícil manipulá-la para que ela coma meu priquito todo dia, e é claro que vou chupar o dela também. Vamos trepar tanto que ela vai ficar viciada e vai querer sempre vocês vão ver.



Comentários

07 de Julho, 2017 às 20:06
Lais009
Gostei muito do seu conto queria encontrar VC , sou de fortaleza ... Nunca tive experiência com mulher tenho curiosidade

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