Em meus primeiros contos descrevi como conheci Carina e como tivemos nossa primeira noite de sexo lésbico. Então daqui continuo minhas histórias.
Ao amanhecer, olhei para o lado e lá estava Carina. Nua, com os cabelos bagunçados e de costas pra mim. Tive vontade de acariciar seu corpo e o fiz. Ela logo despertou e acordou, se virando. Me deu um sorriso e me beijou. Depois trocamos um “bom dia” cheio de amor e mais alguns beijos e carícias.
Eu: Acho que preciso voltar pra casa.
Ela: Eu entendo, tudo bem.
Eu: Quando vamos fazer novamente.
Ela: Sempre!
Trocamos alguns beijos mais intensos, mas eu realmente precisava partir. Tinha combinado grupo de estudos naquele dia, e realmente não queria deixar os amigos na mão. Porém, aquele foi só o começo de nosso caso de amor.
Um mês se passou. Eu e Carina começamos um caso as escondidas. Nos agarrando pelos cantos e fazendo sexo quando nossas respectivas repúblicas ficavam vazias.
Uma certa vez, estávamos em um jardim, conversando sobre besteiras quando eu perguntei “Você acha nojento lamber lá?”
Ela: O que? Lá, onde?
Eu: Atrás... hahahahahahaha
Ela: Não sei. Ah...
Eu fiquei envergonhada e tentei mudar de assunto. Mas Carina insistiu “Pra uma menina boazinha você até que é bem safadinha, viu!?”
Eu: hahaha
Ela: Vou pensar na proposta.
Uma bela tarde, Carina me chamou para comprar algumas coisas no mercado. Quando chegamos na sua casa, notei que não havia ninguém por lá e já olhei pra ela cheia de vontade de devorá-la.
Carina me chamou pra tomarmos banho. Estava realmente muito calor e logo fomos pro chuveiro. Lá, ensaboamos uma a outra e nos refrescamos com a água gelada e, claro, com muitos beijos. Nem nos secamos, apenas começamos a nos agarrar ali no box mesmo. Saímos e ela me empurrou pra bancadinha de mármore da pia. Havia um bom espaço ali pra eu me sentar, e foi o que fiz. Carina abocanhou minha buceta ali mesmo no banheiro. Eu de pernas abertas segurando sua cabeça contra minha xereca e ela lambendo com vontade.
Carina se levantou e nós trocamos de lugar. Ela subiu na bancada, mas eu a fiz se inclinar mais pra trás, abrindo bem suas pernas. Chupei seu grelinho até que quando ela pareceu bem excitada escorreguei minha língua até seu cuzinho. Carina deu um suspiro fundo e um sorriso, me chamando de maluca. Não tirei a língua do seu rabinho. Muito pelo contrário, lambi ainda mais, deixando molhadinho.
Carina se levantou um pouco depois, com a expressão de brava. Fiquei confusa. Não sabia se ela tinha gostado, ou se eu tinha feito besteira. Foi então que fomos pro quarto. Lá ela subiu na cama e ficou de quatro, sorriu e disse “vem logo, assim vai ser mais fácil e mais gostoso”. Voei pra cima dela, enterrando minha cara naquela bunda maravilhosa. Lambi aquele cu escutando Carina gemer “Isso... lambe... lambe... vai... assim”. Minha mão automaticamente foi até sua bucetinha comecei a masturba-la, sem parar de lamber seu rabinho arrebitado. Quando enfiei dois dedinhos na sua xaninha não deu outra. Carina socou o travesseiro várias vezes e gozou com meus dedos na buceta e minha língua no cu, foi magnífico.
Aquela garota ficou rindo e disse com os olhos afiados “isso vai ter volta, sua vagabunda!”. E teve...
Continua...