Me chamo Raquel, 42 aninhos, moreninha safadinha dos seios grandes, casada mas liberada. Adoro uma putariazinha.
Continuando o conto anterior onde numa chacará fizemos uma suruba com 12, no domingo acordamos tarde pelo cansaço e já estavam jogando no gramado próximo a piscina 7 garotos na faixa de 15 e 17 anos. Um deles inclusive era o filho do dono da chácara.
O safado do dono queria que eu me exibisse para o seu filho e armou junto com o meu marido e o Sr Paulo (meu comedor fixo) de ir no supermercado comprar as coisas para o churrasco. Saíram berrando que só voltariam em um hora mais ou menos. Entendi a deixa e fui assistir, só de biquininho o jogo dos garotos.
Tinha um banco de madeira na beirada do gramado, me sentei com as pernas abertas e comecei a comentar o jogo, interagindo com eles. Depois de um tempo um deles me chamou para jogar no time deles, que estava com 1 a menos. Começamos a brincadeira e eu lógico não sei nada de bola, mas a bola só caia no meu pé e eles começaram a me encoxar por trás, e eu gostando e me esfregando. Dali a pouco a amarração do sutiã soltou e os peitinhos saltaram para fora.
Eu: - Ops.
Um deles: - Jogue sem mesmo.
Eu (rindo, carinha de safada): - Ta bom.
O jogo descambou para safadeza e começaram a me apalpar toda hora. Nas encoxadas já comecei a sentir algo duro no calção e pensei, acho que vai dar rola hoje (kkk). Puxei a amarração da parte de baixo do biquíni e deixei cair no gramado. Todos pararam, uns olhando minha bunda, outros minha buceta.
Eu: - Vamos mudar de brincadeira?
Eles: - Claro.
Eu: - A brincadeira é “mete a rola na putinha”. O que vcs acham.
Só ouvi o grito da garotada. Fomos para a cadeira de piscina peladinha, peladinha seguindo pela molecada com a pica dura nos calções.
Eu (rindo da cara de boca aguada deles): - Perai.
Fui até minha bolsa que estava na mesa da churrasqueira e peguei muitas camisinhas que estavam lá coincidentemente. Fui distribuindo e joguei o resto no chão. Me pus de quatro da cadeira e pedi.
Eu: - Filinha para fuder a puta!
Risos de todos os lados e começou a fudeção. Um gozava e entrava outro no lugar. O que gozava eu pedi para vir até minha boca para limpar tudinho. Um deles safadinho nem gozou e vei até a minha boca de pica ainda dura, logo percebi.
Eu: - Hummm, vc nem gozou né seu safadinho.
Ele: - Sempre quis gozar na boca de uma menina.
Eu: - Então vai ver como é.
Comecei um delicioso boquete enquanto rebolava na pica do que estava atrás. Sei que gozaram os dois ao mesmo tempo. Tirei a boca da rola, com a porra inda toda na inha boca e com ela cheinha falei: - Gostou?
Eu: - Muito.
Deixei escorrer a porra pelos peitinhos e com a mão fui espalhando pelo corpo.
Eu: - Creminho de puta.
Eles riam como todo adolescente.
A festinha continuou revezando um por um, com mais de uma vez por garoto. Quem estava duro entrava. Sei que depois de algum tempo ouvimos a caminhonete chegar. Foi uma correria geral. Eu, sai correndo para pegar meu biquíni que estava no gramado e os garotos correndo para vestir os calções. Era um tão de coloca do lado errado que eu morria de rir.
Quando mozão e o dono da chácara chegaram na churrasqueira já estávamos todos restabelecidos. Fui até o mozão e tasquei-lhe um beijo na boca para a garotada ver que tinha acabado de fazer um corno. Vi que entre eles conversavam e riam. Deviam estar comentando sobre o corninho.
Mor (sussurrando):- Já vi que fez a festa.
Eu (rindo): - Com todos. (sussurrando) Estou com os peitinhos todo melado de porra.
Mor (rindo): - Sua puta.
O dono da chácara chegou em mim : - e ai?
Eu: - Vão ter o que contar na volta das férias na escola.
Ele: - E eu, tem jeito?
Eu: - Claro.
Eu: - Mor, vou ali e já voltou.
Entramos no quarto, me joguei na cama, abri as pernas já toda melada e o safado caiu em cima. Socava gostoso, e com vontade enquanto eu gemia no seu ouvido.
Eu: - Soca no buceta que deu para o seu filho, soca.
O cabra era bom e ficamos ali por uns 30 minutos. Já estávamos todo suado. Maridão abre a porrta.
Mor: - Caralho, ainda fudendo minha esposa.
Eu: - Ele é gostoso, soca como macho.
Mor: - Goza logo na minha puta e vamos lá fora comer um churrasquinho.
Mal o mozão saiu do quarto ele gozou. Estávamos me arrumando para voltar para a churrasqueira e o Sr Paulo chegou, com a rola em riste.
Sr Paulo: - Saldade da sua boquinha.
Olhei para ele: - Vc não me dá um tempo né Sr Paulo.
Cai de boca na rola dele até ele gozar enchendo minha boca de porra.
Voltei para a churrasqueira e tasquei um beijo no mozão.
Mor: - Sua boqueteira mesmo. Não pode ver uma rola.
Eu: - Eu não, foi ele quem pediu.
Comemos o churrasco, todo junto. Eu só olhando pra molecada que ainda assim não parava de olhar os meus peitinhos. Na saída me despedi de todos com beijinhos ainda cheirando a rola. Será que eles desconfiaram que o corno era corno???