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25 de Outubro, 2017 às 19:19 Por: Helga Shagger

Incesto infinito de Helga

tags: incestuo e sodomia
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Mesmo encoberta pelos tecidos da calça e da cueca, a vergona de Daniel se sobressaia tão vivamente que Helga a sentia como se fosse carne viva se roçando no meio de sua nádegas e em especial no seu anus que já havia sido invadido pela rolona de Bruno horas antes naquela tarde.

Quando Daniel explodiu numa avalanche de esperma, parte dela foi filtrada pelos tecidos e alcançou as tenras e bojudas nádegas de sua mãe, Helga.

Com a cabeça bem torcida para o lado, ela recebia o beijo do filho Daniel que ao momento do gozo expeliu um urro tão forte que chegou a estufar as bochechas de sua mãezinha.

Daniel se esfrega freneticamente em cima dos glúteos da mãe que está semideitada de bruços no assento do carro. Ela própria sente o orgasmo que toma cada célula de seu corpo, pois o peso de seu filho em suas costas pressiona sua vulva de encontro ao assento e de sua mão que dedilha o clitóris com destreza.

Peço aos queridos leitores que é necessário que leiam os relatos anteriores que tenham o título semelhante a “Minha mãe, seu amante e eu”, para que entendam e saibam desde o começo o relacionamento incestuoso entre Helga e Daniel. Enfim, vamos em frente.

O rapaz sai de cima dos glúteos da mãe cuidadosamente e se acomoda no assento do motorista. Helga ainda tem a respiração acelerada, ajeitando o vestido ela também se acomoda corretamente no assento ao lado. Ambos evitam se olhar.

Mas o olhar baixo de Helga capta o imenso volume da virilha do filho. Um quê de orgulho faz os olhos dela brilharem.

“ Puxa! Pari um gigante bem dotado! Como mãe, fico toda orgulhoso de ter um filho tão bonito e ao mesmo tempo sou um pecadora. Mas, como mulher... quem pode resistir a um garotão deste bem dotado quando se é assediada por ele?”

Gentilmente, Helga põe sua mão em cima da do filho, resistindo em não colocar em cima da volumosa virilha molhada dele. Com a outra mão acaricia o rosto dele. O rosto de Daniel perde o semblante de envergonhado e dá um olhar carinhoso pra ela.

Helga não se contêm e aproximando o rosto, beija o filho ternamente. Daniel, ousadamente, passa uma mão pela nuca da mãe e o terno beijo se transforma em um beijo apaixonado. Helga corresponde sem hesitação.

E assim eles ficam por longos minutos se beijando como namoradinhos, já com Helga sentada no colo do filho. Daniel passa a ficar mais ousado e começa a alisar as grossas coxas da mãe. Helga sente se continuarem, eles vão consumar o ato sexual ali mesmo.

“E se eu engravidar!? Não, não! Nem quero pensar nisso! Esse garoto deve ser virgem... não deve ter camisinha com ele. O que faço? Meu deus, eu não posso excitá-lo e deixar depois ele a ver navios! Chupo ele? Não, não! É muito cedo! Mas eu... eu estou enlouquecendo pela rola dele! Será que ele... vai ter uma idéia errada de mim? Aliás, sou a mãe dele! Oh, meu jisus, o que faço... ou melhor, o que não devo fazer?!”

Mas Daniel continua com sua ousadia e chega com seus dedos a xota de sua mãezinha. Helga desfaz o beijo e interrompe seus pensamentos, dando um longo suspiro.

- Pára... pára, meu filhinho, pára! Já... já fomos longe demais... e está ficando tarde...

- Mãeee... dona Helga... deixa eu ver! Deixa eu ver como ela é? Por favor... só olhar! Deixa eu ver como ela fica depois que você se encontra com o professor Bruno!

- Oh, Daniel... não me lembra que eu sou uma adultera! É demais pra minha cabeça! Vamos, vamos embora!

E Helga sai do colo do filho desengonçadamente com as coxas a mostra e antes que ela se acomode, Daniel se vira e a beija abruptamente.

Helga implora que ele pare, mas não esboça nenhum movimento de resistência. Ela se vê maravilhosamente impotente quando filho lhe abre as coxas e antes de fazer menção que irá beijar a vulva, ele aspira profundamente o perfume de femea de sua mãezinha.

- Dani, não! Não aqui, meu filho! Vamos pra casa. Parece que você está esquecendo que passei a tarde com Bruno...

- Voce promete... promete que vai me ensinar como te chupar?

- Caramba, como você é, moleque! Vamos com calma. Você prometeu seguir as regras. E as regras quem faz sou eu!

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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