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20 de fevereiro, 2017 às 12:10 Por: gnawxl

Garagem Erótica

tags: hetero, exibicionismo, anal
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Tenho escrito alguns relatos há anos mas não publicado pois são fatos reais e preocupo-me com a exposição pois sou muito conhecido em Avaré (cidade pequena do interior de São Paulo) e não quero que nos identifiquem (minha mulher e eu); agora resolvi publicar jamais citando nomes; quem nos conhece certamente reconhecerá nossas fantasias até porque sempre comentamos com nossos amigos pois somos exibicionistas natos; gostamos muito, mas muito mesmo de sexo; minha esposa e eu nos amamos muito.

Somos casados há 6 anos e moramos em uma casa em um condomínio conhecido na região. Nossas casas são bem expostas, umas em relação as outras pois não temos muros tradicionais nos separando.

Minha mulher tem um corpo agradável que eu adoro curtir da cabeça aos pés. No fim de semana da independência resolvi fazer uma surpresa pra ela. Comprei aquele suporte de teto (era meu sonho) onde a mulher fica suspensa e você pode fazer o que quiser com ela. Pendurei-o na garagem, bem no meio pois é um ponto onde pode ser visto de vários outros locais pelos vizinhos, o que me excita ao extremo.

Assim que terminamos de almoçar minha mulher colocou um vestidinho branco, bem levinho e mais nada; eu apenas uma bermuda, sem mais nada por baixo. A gostosa de minha esposa acomodou-se nas "tiras" e eu comecei a movimentá-la, levemente, sempre acariciando todo o seu corpo. Minhas mãos esfregavam suas pernas totalmente lisinhas, recém depiladas, o que eu aprecio muito. Enfiava minhas mãos por baixo de seu vestidinho e passava revista em sua barriguinha espetacular, seus peitinhos (pequeninos e durinhos), suas costas e naquela bundinha enxutinha, toda deliciosa só se oferecendo pra mim.

Não demorou 10 minutos e eu percebi que a filha de um vizinho nosso começou a nos observar; fingi não a estar vendo e continuei apreciando aquele momento de prazer intenso. Eu estava já fantasiando como transaria com minha mulher de forma inédita e isso eu fiz por uma meia hora pois adoro caprichar nas preliminares; eu percebo o quanto minha esposa gosta e eu tenho um imenso tesão nesses momentos iniciais, parece que estou me preparando para entrar no paraíso. Quanto mais eu percebia o interesse da vizinha (não sei se em mim ou na experiência pois ela sempre me olha com vontade mas eu nunca interpretei além de uma forma educada de comunicação) mais eu acariciava minha mulher.

Meu pênis estava completamente molhado e isso estava denunciado pela cor modificada de minha bermuda vermelha mas eu resistia bravamente. Levantei a parte da frente do vestido dela, abaixei-me (fazendo questão de ficar de frente para a vizinha que resolveu sentar para observar, estava muito interessada) e iniciei minha língua pela bucetinha gostosa a minha frente; aquela coisinha maravilhosa estava completamente molhadinha e minha língua deslizava por todos os lábios existentes daquele paraíso. Devo ter chupado aquela bucetinha por uns 15 ou 20 minutos e minha mulher se esticava toda, tendo espasmos e se contorcendo de prazer. Ela pedia mais, e mais, e mais, Gemia baixinho (ela é bem discreta), pedia para continuar, pedia para parar, pedia para eu enfiar o cacete mas eu continuava ali, com a língua, "escrevendo" naquela "lousa". Quem pode dizer que há maior prazer do que o sexo?

Levantei-me, tirei minha bermuda e fiquei completamente nu em frente minha esposa, confortavelmente acomodada naquele "brinquedo" de adultos (e que brinquedo). Comecei a esfregar a cabeça molhadinha de meu pinto naquela bucetinha deliciosa. Apenas espremia e esfregava levemente a cabecinha naquela zona de tesão; ela ficava louca pois queria que eu a penetrasse logo mas eu fiquei torturando-a por um bom tempo; um dos atos que mais me dá prazer é demorar a penetração; meu pinto fica escorrendo por todos os lados, pulsando que nem uma vara de pesca após o fisgamento; apontando firmemente para aquela bucetinha maravilhosa iniciei uma penetração bem lenta: Coloquei a cabeça na xaninha e apenas a cabeça e fiz questão de deixar a cena bem à mostra para a filha da vizinha; eu queria que ela se deliciasse do seu lado.

Colocava e tirava a cabeça do cacete bem lentamente, saboreando aquele momento dos deuses; eu queria que aquilo durasse eternamente tamanho era o meu prazer. Segurando pelas nádegas minha mulher comecei a penetrá-la com um movimento de vai e vem apenas dela, enquanto eu estava parado, afinal, foi para isso que eu comprei o suporte, para ir e vir. Aquilo estava bom demais, parecia que eu estava me masturbando mas com a diferença de que era com uma buceta e não com uma mão. Percebi a vizinha em ação com a mãozinha dela, não resistiu e começou a se masturbar também. Aquilo me deu mais tesão ainda pois eu vi o quanto estava erotizada aquela garagem. Minha mulher atingiu seu orgasmo com aquele movimento e gemeu mais alto que de costume. Quase que eu ejaculei... mas me seguei, queria mais.

Tirei minha mulher das "fitas" e coloquei-a virada pra mim, de "quatro" mas numa posição em que a vizinha pudesse continuar a ver-nos em ação. Comecei a passar a cabeça melecada do cacete na bundinha da minha esposa. Parece que meu pinto cresceu mais ainda pois ficou mais duro, afinal, não é todo dia que se tem uma bundinha deliciosa para comer. O problema é que são poucas as vezes que minha esposa "libera" o rabinho para a festa e, então, é difícil penetrar naquela zona, tem de ser devagarinho mas eu não tinha mais a paciência do início, estava quase estourando de pressão. Mirei aquele cuzinho piscando pra mim e, num ato só dei uma estocada que foi cabeça, corpo e tudo até no talo, entrou tudo o que dava e o que não dava. Minha mulher gritou mais alto do que nunca havia gritado, me xingou dizendo que doeu demais mas em 5 segundos começou a gemer novamente e pediu para eu continuar pois estava gostando, ainda mais que eu estava estimulando sua bucetinha com minhas mãos.

Mais que depressa continuei a fuder aquela bundinha dos sonhos; eu ia e vinha, sorria, gemia, olhava a vizinha, fechava os olhos, ficava calado, fazia de tudo para curtir ao máximo aqueles momentos de prazer intenso. Comi muito aquele cuzinho e não aguentando mais enchi aquele rabinho de esperma, foi tanto que escorreu nas pernas dela. Virei-a para mim novamente, beijei-a com toda intensidade agradecendo aqueles momentos que nunca mais serão esquecidos por mim nem pela vizinha bisbilhoteira.

Bendito suporte/balanço/tiras (dê o nome que quiser)! Vou usá-lo sempre!

Comentários

21 de fevereiro, 2017 às 09:30
Geder
Uauuuuu que delicia

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