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03 de Março, 2017 às 07:39 Por: wK1

Festinha na casa de praia com o maridinho e seus amigos

tags: Casada safada;
Esse conto possui 28815 visita(s).

Sou Raquel, 41 anos, casada a 6 aninhos, moreninha clara, peitinhos grandes, bundinha média e do bem, bem assanhadinha.
Passamos esse carnaval na praia. Eu, meu mozão e meu comedor fixo, Sr Paulo. Mas meu maridinho, sabendo da voracidade de sua esposinha, no caso eu, resolveu convidar 5 negros para uma festinha na casa da praia que tinha alugado.
Eles chegaram por volta as dez horas da noite. Não conhecia nenhum dos 5, mas pelo porte atlético dava para se ver que ia ter trabalho para aguentar aquelas 5 rolas. Chegaram comprimentando o Sr Paulo, que acho que foi quem os convidou (Quando estou com o meu maridinho não ligo para saber de onde vem as picas). 2 beijinhos em todos, já imaginando onde aquilo ia parar.
Eu, é claro, após o banho que o maridinho me pediu, de ter colocado perfume para ficar cheirosa, de ter colocado uma roupinha escandalosa, vestidinho grudado no corpo que sob quando anda, que mal cobre a bunda, e precisa ficar sendo abaixado toda hora. De não ter colocado calcinha para não marcar o vestido, de ter passado batom vermelho escarlate (ops, deixa a mulher mais sexy), de ter colocado brincos longos, no formato de pênis que ganhei do mor (ops, seria uma dica), de ter colocado correntinha no pé com pingente de copas (ops, casada que gosta de dar), de oferecer cerveja a todos com o sorriso no rosto enquanto fitava os olhos para as rolas deles enquanto eles, comiam com os olhos os meus decotes que mal tampava meus seios. E é claro, não posso deixar de mencionar meu salto alto, que deixa, é claro, uma mulher mais tesuda.
A festa começou, eles iniciaram um jogo de buraco, e eu ali, querendo liberar o meu. Tesão só aumentando. Geralmente nestas nestas a gente não costuma falar de sexo até o clima chegar. Quem chega nem imagina que aqueles 5 negros estavam ali para me fuder.
Eu, é claro aos poucos, ia me soltando. Rindo com um, e passando a mão naqueles braços fortes. Conversando com outro, sentado no banco, enquanto atraz minha bunda provavelmente aparecia. Eles eram todos super gentis. Amei eles.
Lá pelas tantas as coisinhas começaram a esquentar. O samba tocava no nosso som. Não muito alto, mas também não tão baixo. Lá fora 2 deles já com o churrasco pronto nos chamam para sair. Eu, é claro, o centro das atenções foi cortejada por todos. Todos queriam me dar uma linguicinha. Colocar na minha boquinha enquanto o marido ao longe só curtia a festa.
Eu (já meio altinha da cerveja e excitada pelos cortejos, caia de boca nas linguiças que me deram: - Hummm, adoro um linguiça.
Um deles: - Sei. nós sabemos.
Não demorou muito e tasquei um beijo no primeiro negrão e joguei ele para parede. Foi a deixa, os outros me rodeavam e me apertavam. Passando a mão nas minhas bundas, subindo meu vestido, tirando ele completamente, e eu é claro, fiquei completamente nua, já que não tinha nem calcinha, nem sutiã. Comecei a passar a mão nas suas pirocas quando um deles começou a tirar para fora. Enquanto beijava um, punhetava a outros 2, e sentia um terceiro roçando a rola na minha bunda.
Um deles: - Hoje vc vai saber como é ser comida por um monte de negrão.
Eu: - Pensa que tenho medo? já dei para bem mais que 5.
Mor: - Vc não sabe do que essa mulher é capaz.
Um deles: - Então vem, vem putinha.
Me colocaram deitada na mesa e começaram a abrir me rabinho enquanto lambinha e chupavam-o, revezando..
Um deles: - Caralho, que rabo cheiroso.
Eu: - Tá lavadinho para vcs. Aproveitem.
Sei que as pirocas eram grandes, de 17 para cima. Mas o pior não era o tamanho, e sim um negrão que tinha uma piroca grossa quase igual a um detergente. Olhei para aquilo e disse: - Caralho, que pica grossa do cão.
Ele: - E vai ter que entrar inteira no seu rabinho.
Eu (Olhando para o mozão): - Será que eu aguento mor?
Mor (tomando uma cervejinha com o sr Paulo): - Aguenta.
Pedi para ele ir por último, para os amigos alargarem meu rabinho primeiro. Mozão, é claro, sempre muito solicito distribuiu as camisinhas e KY, e foi muito KY no meu rabo. Mozão ajudava a passar e uma a um me comeram e gozaram no meu pelo rabo. Mozão como sempre recolhia as camisinhas cheias de porra, amarrava-nos e juntava na mesa. Foram muitas.
Até a quarta piroca foi tranquilo, estava mais me excitando que doendo. Inclusive gozei 2 vezes com aquelas pirocas no rabo, não sei de quem, porque na verdade fique sei nem saber o nome deles. Mas a última, a do negrão de rola grosso foi difícil. Mozão safado, quis filmar tudo. Aquela jeba e arrombado, confesso que doeu um pouco, mas olhava para aquele monte de homem a minha volta se excitando, me deixava excitada também. O xota escorrendo de tesão e no final eu conseguiu, o caralho enfiou aquela rola imensa inteira no meu rabo. Galera gritou geral quando ele conseguiu me preencher com sua rola.
Sei que depois de ter gozada e tirar rola do meu rabo me senti mais aliviada. Depois foi só rola na buceta toda hora. Hora de quatro, hora cavalgando sentada no banco da mesa. Hora apoiada na parede. Sem que os negrões me comeram de todos os jeitos.
E melhor, em uma dessas comidas, olhei para o muro e vi o meu comedor da manhã (um garoto que me comeu de quatro no gramado, conto anterior) assistindo a tudo. Fiz um sinal para ele de “amanhã” e continuei trepando, muitas vezes me exibindo para ele.
Os seios a mostra, o andar de safada, o brinca de pênis. Tudo me fazia uma puta, e meu mor ali, junto comigo. No final da noite por volta das 3 da manhã foram embora e aí, é claro, meu marido e o meu comedor foram me comer, ou o que sobrou. já que os buracos estavam mais largos que viaduto.
Mesmo assim fizemos uma gostoso DP na sala. Me maridinho na xota e o Sr Paulo, é claro, enfidou no meu cú.
Dormimos os 3 juntos, eu no meio e um de cada lado. A noite, quando acordava fazia questão de passar a mão naquelas minhas 2 picas favoritas até deixá-las duras. depois voltava a dormir.

Comentários

17 de Março, 2017 às 14:21

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ótimo conto..sempre que escuto fico puto de tesão e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada, as vezes sendo uma evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida enfim mulher que gosta de ser bem fodida, ou tenha fantasias e desejos mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,quero até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos e vontades...whats (47).9212.6411.
09 de Março, 2017 às 23:50
Janaína 2017
Raquel vc uma mulher maravilhosa sempre leio seus contos e eles me ajudaram muito a me desinibir na hora do sexo me fazendo me sentir uma mulher mais decidida sou sua fã

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