Olá, sou a Survival_Blond e esse é o primeiro conto que escrevo. Espero que gostem!
Era noite de lua cheia e Marisa como de costume, estava pronta para o ritual mensal sob a lua cheia, junto a terra no bosque que circundava sua velha casa herdada dos avós. Montou a fogueira, pegou algumas ervas e se cobriu somente com a capa preta que era usada nessas ocasiões. Essa noite era noite de agradecimentos.
Marisa começou a acender a fogueira e a salpicar algumas ervas encantadas enquanto repetia seus agradecimentos quando de repente ela sente como se estivesse sendo observada, se vira mas nada vê. Continua com seu momento quando novamente é interrompida por galhos se quebrando logo atrás dos arbustos. Quando se vira para olhar, vê um jovem rapaz observando-a.
Ela não se assusta, volta a olhar para a fogueira e termina seu trabalho mágico e encaminha seus agradecimentos para os Deuses. Quando termina, volta seu olhar para o moço que ainda continua ali parado, olhando para ela com olhar de espanto e surpresa.
Ela sai do círculo, e se apresenta:
-Oi, me chamo Marisa Nors. Moro aqui nessa casa. Qual seu nome?
O rapaz demorou alguns segundos para soltar a voz, mas Marisa já estava acostumada com isso. Por onde passava causava um frenesi nos homens e mulheres que estivessem por perto. Dona de um par de olhos azuis, cabelos longos loiros jogados para trás, seios fartos e empinados, um bunda escultural formava um conjunto perfeito com sua cintura bem trabalhada. Tinha físico preparado, gostava de se cuidar e emanava uma energia de sedução com seus 1.70 de altura.
Finalmente soltando a voz, ele responde:
- O..Oi. Me chamo Gael. Desculpa, não resisti ao som da sua voz e vim até aqui ver quem era.
Marisa deu um sorriso e agradeceu ao universo por ter trazido esse presente de uma noite.
-Que bom que veio, ainda não conheço muitas pessoas aqui na cidade, sou nova. Respondeu ela já soltando um sorrisinho de canto de boca. Quer entrar para um chá?
-Ele ainda meio atordoado, concordou.
Marisa que estava com sua capa cobrindo-lhe o corpo, deixou cair na porta de entrada de casa e Gael soltou um gemido de surpresa. Ela o levou até a sala, onde a lareira estava acesa e ofereceu o sofá para ele sentar.
Pulsava de tesão por ele, aquele moreno forte e de olhar brilhante na sua frente, com uma boca de lábios grossos, pele negra e reluzente no fogo da lareira, ele respirava com uma certa dificuldade e isso a excitava, ela gostava de deixar as pessoas daquele jeito. Queria aquela boca, queria aquele moreno dentro dela, queria sentir seu pau inteiro na sua boca, na sua buceta e em todos os lugares onde a imaginação permitisse. Se ajoelhou na frente dele e perguntou se queria um vinho, ele respondeu que sim e ela foi servi-lhe da taça que já estava tomando antes de ir para fora ascender a fogueira.
Ele tomou, estava com a boca seca. Tomou de uma vez.
Ela fixava o olhar nele e viu o quanto ele a desejava, aquilo a deixava inebriada de tesão.
Pegou a taça das mãos tremulas dele, e começou a acaricia-lo, sentindo suas coxas firmes, fortes e grandes. Passou as mãos em seus braços fortes e logo tocou sua boca.
- Gael, posso beijar você?
Ele só balançando a cabeça, fez sinal positivo e então ela o beijou, trouxe ele para dentro da sua boca, sentiu seus lábios quentes, macios e famintos, sua língua dura buscando a dela. Enquanto o beijava, tirou sua blusa e camiseta e pôde observar seu tórax, forte e grande.
Passou a mão no seu membro por cima da calça e viu que estava duro e era grande. Sentiu-se ficar molhada, ela estava excitada, estava louca para sentar no pau de Gael e gozar como a muito não gozava.
Desabotoou sua calça e puxou junto a cueca. Parou por um segundo e observou a beleza daquele homem e como ele a excitava e como de fato, seu pau era grande e parecia ser delicioso.
Ela o olhou fixamente e sussurrou:
- Posso chupar você Gael?
Ele, com suas mãos grandes levou o rosto dela para seu pau e isso era um sim. Ela estava explodindo de tesão!
Chupou a cabeça da sua rola, como se estivesse comendo o morango mais delicioso da terra, lambeu todo o melado que estava escorrendo dela. Juntou as duas mãos e começou a acariciar seu pau, engolindo-o quase que por completo, era grande, um dos maiores que ela já havia encarado.
Ela estava inteira molhada, seu corpo pedi para ser penetrado e ela já não aguentava mais. Pulou no colo de Gael e sentiu seu pênis entrando inteiro dentro dela, abrindo-a, rasgando-a de prazer e ela urrava de tesão.
Gael a pegou pelas pernas e ficou de pé, encostou Marisa na parede e começou a fode-la com força, quanto mais ela urrava, mais ele fodia.
Ela sentia as veias daquele pau dentro dela, mas ela queria mais, mais estocadas, mais força, mais, mais, mais...
Gael gemia de prazer e não acreditava que tinha aquela Deusa em seus braços. Ele tinha vontade de entrar nela por inteiro, queria deixa-la dolorida no dia seguinte e sem perguntar ou esperar por qualquer outra coisa, jogou Marisa no chão, coloco-a de quatro e seu pau teve um espasmo com a visão do rabo delicioso de Marisa, daquela feiticeira sedutora. Não perguntou se podia ou não, estavam ambos molhados, ele aproveitou isso e penetrou o cuzinho lindo de Marisa, ela gemeu e berrou e Gael não a soltou, ela pedia mais e ele dava mais, ele fodia ela como nunca fodeu nenhuma mulher em sua vida. Ela gritava querendo mais e ele fez com que ela engolisse com seu rabo os 27cm de pau que lhe pertence. Ela urrando, gozou e molhou as pernas e o tapete da sala, explodiu em sensações e urrou como uma cadela no cio, sentiu-se satisfeita de imediato. Ele, explodindo de tesão também gozou! Gozou dentro do cuzinho de Marisa, encheu aquele rabo maravilhoso de porra e sentiu seu pau pulsando dentro daquele rabo apertado e suculento, ela rebolava pra ele e ele ainda sentindo os espasmos da gozada mal percebeu quando ela de pronto ficou de pé. Satisfeita, se pôs de pé, encheu a taça novamente, pegou as roupas de Gael, entregou-as. Levou o rapaz sem roupa até a porta e se despediu.
Aquela noite ela dormiria bem, tinha sido muito bem fodida e estava relaxa.
Fechou sua porta, apagou a luz e dormiu ao lado da lareira.
Quais outras surpresas aquela cidadezinha iria lhe proporcionar?
Estava curiosa!