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29 de Outubro, 2015 às 18:02 Por: Orama

FANTASIA DE ANO NOVO

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A fantasia era penetrar junto com a primeira badalado da meia-noite. Conto extraído de “O DONO DAS MULHERES” que pode ser baixado grátis da internet.
Estou publicando “Fantasia de Ano Novo”, um dos onze contos de “O Dono das Mulheres” que você pode obter de graça, da internet, na Amazon, em oferta por poucos dias em promoção. Digitar: “amazon.com.br” ou “O Dono das Mulheres” ou “B012IZRA6Q” e baixar grátis.

O conto
Envolto em fantasia, dirigi-me a um dos clubes mais badalados de São Paulo. Meus olhos percorriam o ambiente. Minha fantasia era encontrar uma mulher linda, terna, inteligente, culta, capaz de um amor transcendental e de paixão desenfreada.
Tinha de ser uma mulher capaz de tornar-se a minha dona como eu seria o seu dono, ambos arrebatados de amor e paixão para toda a vida.
Depois de esquadrinhar todo o salão vi, caminhando em minha direção, uma que mexeu com minhas fantasias. Senti até um calafrio. É essa, pensei... Tem que ser essa! É, no mínimo, excitação para o ano todo. Quando ela chegou perto lancei a cantada:
– Ai quem me dera entrar no Ano Novo ganhando um beijinho de uma morena linda de olhinhos cor de mel para me dar sorte e alegrar meu coração.
Ela olhou-me nos olhos com um sorriso meigo, tão doce que me deixou fascinado:
– Um só? Um galanteador tão terno merece mais.
Respondi-lhe com meu melhor sorriso:
– Unzinho já seria muita felicidade, mas quem sabe se depois do primeiro beijinho eu não terei a ventura de conquistar a morena inteirinha para mim?
– Ummmmm! É uma esperança muito terna e uma tentação para a morena...
Abracei-a com meu sorriso mais doce:
– Tentação mesmo é a morena que me tem completamente seduzido. Eu desejo que tenhas um Ano Novo muito feliz, com muita paz, saúde e amor. Paz e saúde eu não sei como te prover, mas se te faltar amor podes cobrar-me que eu tenho um estoque imenso e dou-o inteiramente de graça para uma mulher linda como tu. Tu achas que eu deveria conhecer-te a fundo?
Ela respondeu com um sorriso muito meigo:
– Eu gostaria que sim.
– Por quê?
– Bem, além de jovem e bonita, como tu vês, sou universitária, inteligente e culta. Já percebi que tu também és. Por que não integrar nossas qualidades?
Riu cheia de charme:
– Não sou muito modesta, não é? Mas sou carinhosa e meiga e estou fascinada com os teus galanteios. O que achas?
Tinha algo de perua, mas não lhe faltava meiguice. Respondi-lhe, disposto a relevar a peruíce:
– Acho que tu preenches à larga tudo o que eu buscava para entrar no novo ano em grande estilo. Não é à toa que eu senti um frisson quando te vi caminhando na minha direção. Creio que as nossas químicas se cruzaram já ao longe. Também sou universitário, tenho boa cultura e um coração todo enternecido por ti. Satisfaço a tua busca?
– Suas mãos estavam entre as minhas sendo acariciadas e seu sorriso era todo doçura quando me respondeu:
– Plenamente!
Sentamos a uma mesa e eu lhe disse:
– Com certeza hoje é o meu dia de sorte. Ganhei a deusa mais linda do Olimpo e que é também a mais inteligente e meiga. Teu sorriso está sempre destilando mel e eu estou ansioso para provar a doçura dos teus lábios. Nomes pouco importam e eu encontraria uma infinidade deles no meu coração para chamar-te, mas creio que ficarias mais tranquila se nos apresentássemos. Meu nome é Marcos e toda essa sedução encantadora, como devo chamá-la?
– Ela sorriu fascinante:
– Diana é como batizaram “toda esta sedução encantadora” que está cada vez mais fascinada com o belo espécime de homem que caiu nas minhas graças e enternecida com tantos galanteios...
– É que tu és a mais bela musa que já deslumbrou meus olhos... Podes crer, não são meros galanteios. É pura inspiração dos teus encantos. Senti até um calafrio quando te vi e virar o ano contigo tornou-se uma obsessão. Mas então te chamas Diana como a deusa da caça – Ri – E eu que cuidava ser o caçador...
– Ela riu:
– Se queres mesmo saber, as mulheres também caçam, ainda que de maneira passiva para não espantar a presa, não é? Construímos nossas armadilhas: é para isso que passamos horas diante do espelho. Para ficarmos sedutoras e atrairmos o macho. A sedução é a nossa arma principal. Lançamos nosso charme e aguardamos o resultado. Também me sinto uma afortunada de poder iniciar o Ano Novo contigo. Eu já te vira e minha passagem por ti foi estudada: como eu desejava ser “caçada”! – Riu – A armadilha funcionou. Na verdade, acho que a ação é recíproca: caçamos enquanto somos caçados. A questão é que os interesses e atrações coincidam...
– Como os nossos! Tu me fascinas, sabes? Beleza, inteligência e meiguice são armadilhas de que não consigo escapar, especialmente quando estão juntas como em ti, mas caçador ou caçado estou muito feliz de estar contigo e não me esqueci de que tu disseste que eu merecia mais do que um beijinho...
O sorriso de Diana, meigo, doce, melífluo, também era uma de suas armas fatais e ela me sorriu com um encanto tamanho que me enterneceu todo, oferecendo-me os lábios carnudos, carmesins, devoradores...
Eu estava deveras fascinado com a minha conquista e foi emocionado que levei a mão direita ao seu rosto, cobrindo-lhe a face esquerda e a orelha delicada, num afago, enquanto lhe beijava o canto da boca. Ela deu um leve gemido de prazer. Deslizei a língua nos seus lábios entreabertos e ela gemeu mais fundo.
Então, envolvendo-a num abraço, penetrei-lhe a boca com voracidade e ela sorveu-me a língua com gula, num beijo devastador em que parecíamos devorar-nos mutuamente... Deslumbrado com a delícia daquela boca e ardendo em desejo, disse-lhe sorrindo:
– Tu tens olhos de mel, lábios de mel, mel no sorriso. Onde mais tu tens mel?
Com um sorriso maroto, cheio de brejeirice, ela foi incisiva:
– Tenta descobrir...
– Eu fitava embevecido o sorriso safado a bailar-lhe no rosto e me envolvendo em fascinação. Murmurei:
– Esse sorriso matreiro me deu uma ideia.
– Qual?
– Na verdade é mais uma fantasia e já me deslumbra. Comecei o dia com a fantasia de virar o Ano Novo com uma mulher como tu, e essa também depende de ti, mas tudo tem que ser perfeito.
– Não me mates de curiosidade. Fala logo! Essa fantasia pode ser minha também?
– Tem que ser ou não haverá fantasia. Tu és a peça chave para que ela aconteça.
– Por Deus! Fala logo qual é! Estou aflita de curiosidade.
Respondi-lhe também com um sorriso muito maroto:
– Eu bem sei onde tu tens o teu favo... o teu mel mais desejado, e a minha fantasia é lambuzar-me nele à primeira badalada anunciando o Ano Novo, no maior tesão do mundo. Quero entrar no Ano Novo entrando em ti em gozo que jamais esqueçamos.
Seu sorriso expandia-se ao máximo mostrando seus alvos dentes e terminou sugando-me a boca antes que eu terminasse a última frase. Foi um beijo cheio de paixão em que a senti fremir com os desejos à flor da pele, ao fim do qual, agitado e transbordando alegria, eu lhe disse:
– Oh ternura, temos que sair à procura do nosso ninho de amor. Tudo há de ser perfeito. Com uma mulher exuberante como tu mais a expectativa do Ano Novo eu não quero que haja nenhuma falha.
Diana sorriu excitadíssima, deixando transparecer sua ansiedade:
– Não te preocupes. Moro aqui pertinho e é um ninho perfeito com Champanhe e tudo o que tu queiras.
– Tudo o que quero é brindar a ti e ao teu favo e mergulhar no teu mel com todo o tesão desvairado que sinto por ti.
Diana era puro enlevo e excitação e ardia em desejo. Tomei-lhe o rostinho encantador entre minhas mãos, dei-lhe um beijo e fiquei a admirá-la atentamente. Ela inquiriu-me:
– Por que estás a olhar-me tão sério?
– Estou considerando tuas armadilhas... Tento descobrir como seria teu rostinho sem maquiagem. Deve ser uma tarefa muito árdua melhorá-lo com artifícios. Ele me parece tão perfeito! Quando muito podes mudar teu visual. Até já me suscitou outra fantasia que também já está me deixando fascinado.
Agitadíssima, quis saber:
– E qual é?
– Lavar tua carinha bem lavadinha para poder admirá-la e devorá-la de beijos ao natural – ri – livre da armadilha. Essa é a minha fascinação.
– Fascinação é a minha por ti: inteligente, terno, galanteador, cheio de fantasias... Hoje é com certeza o dia da caçadora. Nunca tive uma caçada tão frutífera: tu és a mais extraordinária presa que já caiu na minha armadilha. És também gentil e pareces saber como fazer uma mulher feliz...
– Ri:
– Ora, ora, ora, e eu é que sou o galanteador! Mas não te esqueças de que eu também estava caçando e atirei uma flecha certeira no teu coração. Tu estás caidinha por mim, bem vejo, e tu és a mais bela felina de pele dourada – ri – que já caiu na minha lábia... Ainda que tu quisesses ser caçada, enredei-te em galanteios e fantasias. Tu também és a mais rica presa atingida pela minha flecha... Também é dia do caçador – ri – ou da caça que vai degustar a bela caçadora de carnes tenras e sabor delicado, lambendo os beiços... – sorri – ah se eu te pego nua quando o relógio for bater as doze da noite!
Ela sorriu deleitada:
– Tu és um galanteador imbatível, mas em excitação eu sou uma parada dura.
Eu descobrira uma transa diferente que estimulava simultaneamente a vagina e a vulva, com intensa excitação no clitóris e, se feita com pênis selvagem, levava a mulher aos extremos do gozo. Pelo menos foi o que me pareceu causar na garota em que a tinha inventado. Ela era incapaz de gozar por ter a vagina extremamente flácida e dilatada, mas teve um orgasmo que a empolgou. Eu queria testá-la numa mulher que fosse pura fascinação. Retruquei-lhe:
– Bem vejo que estás tomada pelo desejo, mas tu ainda não sentiste o poder do meu tesão... Numa orquestra maravilhosa como tu eu posso reger uma sinfonia que jamais esquecerás, com minha batuta turbinada chafurdando no teu mel. Tu já foste tocada começando com um movimento andante num crescendo para alegro, alegro com fuoco e terminando na apoteose de um presto?
Ela riu encabulada:
– Nem sei o que isso seja, mas minha curiosidade só não é maior do que o meu desejo. Já ouvi falar de sexo selvagem... de amor tórrido... É disso que estás falando?
Sorri:
– Tu já ouviste cantar a cotovia, mas ainda não foste sacudida por uma batuta turbinada... O que tu referiste é o que eu chamo de “tratamento de choque”, que é preciso fazer com alguns cuidados para que, nas fornicadas, seja sempre a base da porra a bater no ossinho acima da bocetinha, para não quebrar o pau literalmente se estiver muito duro. Tu és capaz de suportar os extremos do gozo? – Ri – Mas sossega, tu escolhes o ritmo. Se eu exceder o teu conforto é só dizeres “menos”.
Diana era toda sorrisos a destilar mel e sua agitação crescia. Absorvera inteiramente as minhas fantasias como se suas fossem. Num agito só, estendeu os braços puxando-me para si e buscou os meus lábios com gula voraz. Beijava-me e gemia de prazer com o tesão dos infernos, prelibando o grande evento. Suplicou:
– Dá-me as tuas fantasias, dá-me o teu tesão, dá-me essa batuta turbinada, dá-me todo o gozo de que és capaz, porque eu mal posso esperar e hei de suportar ao máximo...
Ansiosa, acrescentou:
– Ai, eu não aguento mais de desejo. Não suporto mais esperar pelo momento de ter-te todo dentro de mim, me devorando toda até o fundo do meu âmago... Eu é que realmente estou no meu dia de sorte grande. E não vejo a hora de abocanhar – riu – (com trocadilho e tudo) o grande prêmio.
Meu sorriso ficou muito maroto e, para espicaçá-la, disse-lhe:
– Mas tu ainda não sabes do melhor...
– Por quê? Tens mais alguma surpresa? Mais alguma fantasia?
– Relaxa, paixão, quero-te bem relaxadinha para que possas gozar todo o meu gozo e eu o teu. Relaxa, enche de desejo o teu coração, segue as minhas fantasias e verás... Não perdes por esperar... Aliás, acho que já é hora de buscarmos o teu ninho para ir enternecendo toda essa carne delicada com doces amassos... Quero amaciar todos os teus mimos: colo, pescoço, seios, barriguinha, bundinha, coxas, xaninha, grelinho... com afagos, lambidas, mordidinhas, sugadas, pressão... para que, à meia-noite quando eu penetrar dentro de ti junto com a primeira batida do relógio, tu me recebas com um orgasmo colossal...
Beijando-me em frenesi, Diana gemeu:
– Pudera já ser meia-noite! Não me tortures mais com promessas. Dá-me a tua realidade! A tua realidade que eu presumo ser de sonhos... Sonhos verazes... Sonhos que já me levam à loucura... A loucura em que eu desejaria morrer de tesão e gozo...
Fomos para a sua casa que realmente era perfeita. Ela telefonara à criada pedindo que preparasse tudo. Ao chegarmos encontramos sua magnífica suíte de espelhos no teto e nas paredes, que nos multiplicavam ao infinito, toda preparada inclusive com uma apetitosa mesa de frios, o Champanhe geladinho no ponto e a magnífica hidromassagem cheia de água quente e espuma. Examinei a temperatura da água e do Champanhe e afaguei-a toda. Ah! Formas tão belas e firmes: despi-la seria tatear em poesia... Apalpando-a extasiado com tanta sedução, disse-lhe:
– Está tudo mais do que perfeito, tentação.
A suíte, a água, o champanhe, a mulher...
Principalmente a mulher...
Que fêmea! Que sedução!
Será o maior réveillon da minha vida
Graças a ti e aos teus encantos
Que são tantos,
Tão gentis e tão faceiros,
Tão arredondados e curvilíneos,
Tão voluptuosos e luxuriantes.
Permite-me, amor,
Que eu os liberte todos
Dessas vestes luxuriosas
Tão belas e tão ricas,
Mas que escondem de mim
Esses mimos portentosos
Que hão de ser
O deleite do meu coração
E do meu tesão o combustível?

– Como melhor te servir à fantasia
Ela disse, gemendo de desejo.
– Desnuda todo o meu corpo
Para que te sirva de devaneio
E me penetres com esse tesão lascivo
Que põe meu corpo em ebulição.

Eu a envolvera nos braços
E a beijava, afagava, apertava, mordia,
Enquanto lhe derrubava, peça por peça,
O vestido, o soutien, a calcinha...
Deslizando o dedo no reguinho...
Que frisson naquela bundinha!

Ela gemia, rebolava, fremia
E o mel da grutinha já escorria
Enquanto as minhas mãos
As belas pernas despiam:
Com um toque na grutinha,
As meias enrolavam... enrolavam... enrolavam...
E a doce gata gemia... gemia... gemia...

Nossa agitação, nosso desejo,
Nosso tesão férreo, escaldante,
Crescia... crescia... e crescia...
Estava nossa libido à flor da pele
E o instrumento, a doce iguaria,
Que aquela rubra boquinha
Abocanhar queria,
Crescia... crescia... e crescia...
E ficava dura de pedra.

Seus joelhos enfim dobraram-se
E a gulosa gata, com gemido obsceno,
Seu grande prêmio abocanhou...
Com que frenesi o degustou!

O carrilhão da sala
Já as suas cordas brandia
Anunciando meia-hora
Para a chegada do Ano-Menino...

Seria muito difícil esperar pelo relógio, mas eu lhe jurara que só a penetraria quando soasse a primeira badalada da meia-noite. Levantei-a mais tranquila depois daquele ato de prazer que nos dera gozo fantástico e fizemos um brinde. Mas ela estava totalmente envolvida com as fantasias e abraçou-me e beijou-me fremindo de desejo, tanto desejo que ela vertia nas coxas.
Eu me deslumbrava com aquele nu esplendoroso, lindo como um poema, reproduzindo-se nos espelhos ao infinito; o agito daquela bundinha deliciosa multiplicando-se em mil e o estertor da sua excitação gemendo em alvoroço ao morder-me a orelha.
Deslizei as mãos pelos seus ombros, pelo seu colo, pelos seios magníficos, pelos quadris exuberantes e deitei as mãos ambas naquela bundinha fascinante, apertando mil bundinhas com duas mil mãos... Temia largá-la e perdê-la nos espelhos. Ela reproduzia-se ao infinito para qualquer lado que olhasse. Ela era deveras fascinada em fantasias e em jogos de espelhos.
Ela despira-me sem que eu notasse, fascinado que estava com tão sedutores mimos e receio de que os espelhos ma roubassem. Eram milhares as Dianas e tão iguaizinhas, mas só uma era recheada de carne quente e fremente. Tomei-a ao colo e mergulhei-a na espuma da hidro. Enchi duas taças para bebericarmos e esfregamo-nos como dois alucinados, com a água batendo forte em nossos corpos. Lavei-lhe a maquiagem, dizendo-lhe deslumbrado:
– Tu não precisas de armadilhas... Tu és a armadilha!
Finalmente os ponteiros estavam prestes a copularem nas doze horas da noite. Saímos da hidro com as bocas e os corpos colados. Eu lambia, mordiscava, beijava aquele rosto e a boca que me fascinavam, com ela toda envolta nos meus braços e minhas mãos apertando e afagando suas carnes macias e firmes.
Fizemos novo brinde e joguei-a na cama. Derramei o conteúdo da taça sobre o seu corpo, provocando-lhe um frenesi gelado, e lambi-a toda. Lambi-lhe a vulva e suguei-lhe o clitóris enquanto ela fazia delícias no meu instrumento com a boquinha de Afrodite. Os gemidos e sons eróticos eram muito intensos.
O carrilhão da sala tocou sua música e, quando os ponteiros finalmente copularam e a primeira pancada soou, nós brindávamos o Ano Nascente e, antes que o seu som esmorecesse sucedido pela segunda badalada, as taças de nosso brinde espatifaram-se contra os espelhos da parede, no momento exato em que, apontando para o seu “ponto G”, o pênis foi tocar o fundo do seu âmago fremente do mais genuíno tesão e ela dava um grito de prazer, tão forte, tão alto, tão intenso, que parecia encobrir o estrondo dos fogos que espocavam por toda a cidade.
Ao penetrá-la, toquei-lhe o “ponto g” com selvageria e ela sentiu toda a intensidade do frenesi percorrendo-lhe o corpo num gozo inaudito, desencadeando-lhe o primeiro orgasmo. A cada intromissão seguindo rigorosamente as badaladas, mas em estocadas cada vez mais tórridas, ela gemia e estrebuchava os extremos do prazer e chegou a novo orgasmo.
Mudei para uma posição, em cima, segurando-a forte com as mãos em seus ombros; o meu corpo relaxado sobre o dela pressionava todo o seu corpo; meu púbis pressionava a vulva e o grelinho e meu pênis exercia forte pressão sobre a parede posterior da vagina em movimentos de estocadas brutas, e toda a força era exercida nos seus ombros, sacudindo-a toda em prensadas apoteóticas contra o pênis que arremetia com toda a força para dentro de sua vagina. A cada estocada ela gritava o gozo das entranhas estremecendo toda, mas não pedia “menos”.
Ela gemia e estrebuchava como uma possessa, apertando-me com braços e pernas e crispando as mãos nas minhas costas, cada vez mais estrebuchante, até atingirmos gozo indescritível. Seu último orgasmo foi um grito apoteótico de gozo que pareceu silenciar por instantes o estrondo dos rojões.
Diana deslumbrou-me com seu sorriso molhado e abraçou-me e beijou-me com ternura, murmurando:
– Eu não tenho palavras...
Selei seus lábios com um beijo e lhe disse:
– Eu sei... Não há palavras que possam traduzir a expressão do teu rostinho. Festa é pouco, não é?
Ela sorriu:
– É festa, é deslumbramento, é êxtase, é vertigem, é alegria, é felicidade... Tu cumpriste tudo o que prometeste e tudo o que insinuaste. Nunca tive nada parecido.
– Estou muito feliz por coroares de êxito a minha fantasia... Feliz Ano Novo, gozo meu, com muito prazer, saúde e paz o ano inteiro.
Ela deu outro sorriso deslumbrante e eu beijei-a na testa e aconcheguei sua cabecinha no meu peito. Era enternecedor ver aquela felina caçadora toda envolta nos meus braços, frágil e totalmente entregue como uma criança. Na verdade essa fragilidade era a sua fortaleza. Eu me sentia tão enternecido que seria capaz de atender-lhe qualquer desejo ou arrostar a fúria de um dragão para protegê-la.
A ternura era tanta que me surpreendi dando-lhe um beijo nos cabelos e murmurando-lhe: “Eu te amo”. Afagando-me com carinho, ela respondeu-me com um longo beijo no meu peito sobre o coração e adormeceu profundamente.
Satisfeito com o sucesso maravilhoso da minha fantasia que tanto me fascinara e com o sucesso da TVC (transa de vagina e clitóris), maior do que eu cuidava, adormeci também. Acordei aos primeiros alvores do dia engendrando um lindo alvorecer. Diana ainda dormia placidamente como uma criança. Dei-lhe um beijo de despedida, vesti-me e, antes de sair, escrevi-lhe um bilhete num bloco de recados que encontrei sobre a cômoda com a seguinte mensagem:

“Desejo-te toda a sorte do mundo, minha bela caçadora. Um dia, quando não suportar mais a saudade do teu sorriso, eu voltarei para me caçares e me fartares do teu mel, se ainda tiveres todo esse desejo louco por mim”...

Epílogo

Dominado por aquelas fantasias, acabei envolvido por Diana que me deixou fascinado com sua beleza, inteligência e meiguice e, após realizar as fantasias em grande estilo, tirei um mês de férias e fugi apavorado para a praia. Alguma coisa me dizia que Diana não era a mulher dos meus sonhos, mas sentia o coração completamente rendido àquela mulher encantadora e temia envolver-me ainda mais. Ela poderia ser a minha dona?
Fim

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