Vanilde (nome fictício) era uma mulher muito mal comida. A conheci em um site de namoro onde as mulheres "só querem amizade" mas que quando bem cantadas acabam demonstrando o quanto estão carentes.
Sempre que começamos a conversa, verificamos afinidades e fazemos muitas perguntas, respondemos outras, a fim de conhecermos melhor a pessoa. Confesso que realmente não tenho desespero de sair conhecendo pessoas mas que o lance da sedução e dos jogos de elogios e da arte em sí me atrai muito. Com pouco tempo de conversa no Whatsapp já sentíamos falta um do outro, dos papos e das conversas via skype, quando nos víamos e podíamos nos conhecer mais.
Em uma semana de conversa, o assunto fluiu na direção de nossos parceiros, do que eles supriam nossas necessidades e, principalmente, do que não supriam. O assunto religião foi o próximo e, apesar de termos religiões muito distintas, sempre nos respeitamos neste sentido. Vanilde um dia estava com a voz triste e disse que estava brigando muito com o marido dela e, segundo ela, sempre a acusava de "ter o diabo no corpo" por causa das vontades que tinha, principalmente em assuntos relativos ao sexo. Confesso à vocês que isso me trouxe uma curiosidade enorme e fiquei insistindo, por uns 4 dias, sobre o que ela queria me dizer e se eu poderia aconselhar de alguma maneira. Ela então se abriu comigo, dizendo ser muito fogosa e que ele, sendo muito religioso, sempre a recriminava quando queria ir um pouco adiante na relação deles. Ela me disse que adorava fazer e receber sexo oral e o marido a chamava de imunda, de suja e dizia que isso não era coisa de Deus, que Deus tinha criado a gente pra usar o sexo apenas pra ter filhos.... Essas coisas assim. Eu fiquei desconfortável na hora, com meu pau duro feito pedra, me imaginando batendo no rosto dela com meu pau, enfiando a rola inteira na boca, pra ela se engasgar e chupando a xoxotona dela (que eu pude notar pela câmera ser bem grandona um dia que ela estava de calça de malha). Ela notou que eu estava inquieto e me questionou a respeito. Falei na lata, tudo que estava sentindo e que tinha muita vontade de fazer com que ela se soltasse e expusesse comigo seus mais escondidos desejos.
Ela me disse que estava sentindo essa vontade também e isso desde que eu tinha começado a conversar com ela, que não via a hora de ter um tempo pra vir me encontrar e a gente se amar bastante. Devido meu trabalho, sempre procuro pedir a compreensão de minhas parceiras se puderem vir ao menos ao Centro da cidade, para nos encontrarmos. A empresa dela tem filial aqui pertinho e ela pediu à sua Gerente que quando tivesse trabalho aqui se poderia mandar ela. Isso durou mais quase um mês até que ela me avisou que no dia seguinte iriamos matar o tesão que estávamos sentindo um pelo outro. Mal dormi na noite anterior, de tanta ansiedade. No dia seguinte, ela me ligou e disse que estava chegando ao Centro, que iria agir o que tinha que agir e me avisaria, pra irmos ao motel o quanto antes. As horas se arrastaram até que ela me ligou, dizendo que era toda minha e que estava saindo. Combinamos o lugar e fui a seu encontro. Quando cheguei perto dela dei dois beijinhos no rosto (ela e eu casados não poderíamos dar bandeira) mas ao encostar em seu rosto eu senti um tesão tão grande que fiquei de pau duro no meio da rua, já antevendo o que estava por vir:
Fomos rápido ao motel e, já no elevador, dei um beijo muito gostoso nela, a sentindo totalmente entregue àquele momento, totalmente liberta de grilos, que eu inclusive imaginei que fosse ter. Tiramos nossas roupas sem deixarmos de nos beijar em um instante e fui acariciando seu corpo sem pressa, mas demonstrando a vontade que eu estava de fazer amor com aquela mulher. Vanilde me surpreendeu com uma série de gemidos que me deixaram ainda mais excitado.Cada beijo ou chupada em seu corpo de mulherão me deixava mais certo de que tinha nas mãos um verdadeiro vulcão, prestes a entrar em erupção. Ato contínuo, estávamos ambos pelados e nos beijando muito quando senti seu primeiro orgasmo. Ela me molhou muito pois estava sentando em meu rosto com sua xoxota grande e opulenta, gozando muito e gemendo gostoso demais. Apertei seus seios e ela se soltou mais ainda, pedindo pra eu bater nela..... Isso mesmo, além de tudo ela gostava de apanhar. Confesso que não gosto muito e que esse não é meu ideal de satisfação, pois opto muito mais em sexo com amorzinho que assim.... Mas eu estava alí pra satisfazer uma mulher mal amada e faria tudo que ela me pedisse. Dei uns belos tapas na menina e puxei os bicos dos seios ao fazermos a posição de frango assado. Coloquei as pernas dela entre meus braços e puxava contra meu corpo pelos bicos dos seios dela. Ela gozou mais uma vez assim e, como senti que estava quase gozando também, sendo o meu tempo e o dela escasso, desci e lambi mais um pouco aquela pepecona deliciosa dela, que soltava um fluído adocicado e gostoso mesmo de ser sugado. Ela então pediu que eu deixasse uma recordação nela e eu não entendi. Ela disse que eu a mordesse, pois queria pensar nisso a semana inteira. Sei que ela é casada e, assim, fui contra, dizendo que seu marido poderia notar. Ela me instigou, perguntando se eu não era homem de morder ela direito, pois eu estava forçando pouco nas mordidinhas... Isso mexeu com meus brios e deu uma dentada nela que pareceu de cachorro, deixando as marcas de meus dentes......rs. Ela gemeu alto que eu tive que colocar o travesseiro nela com medo de chamarem a polícia ou alguma coisa assim. Não aguentei mais e enfiei com muita força na xoxota dela, que gozou demais. Eu estava prestes a gozar quando ela me pediu pra enfiar na bunda dela, que ela morria de vontade de fazer sexo anal por causa das conversas de suas amigas e não sabia como poderia ser. Eu já no auge do quase gozo, coloquei ela de quatro e meti sem pena de uma vez só, chegando a tirar um pouco de sangue pelo rompimento de algumas pregas do cú de Vanilde.
Nos despedimos e continuamos nos vendo até hoje, quando ela tem como pedir à sua Gerente e vir me encontrar.
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26 de Junho, 2017 às 22:23
Vanilde mulher de sorte .Tem mais q aproveitar a vida mesmo . |