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02 de Agosto, 2017 às 12:10 Por: Eduardo Montella

Eu e minha irmã - PARTE 1

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Sempre fui um menino tímido na infância. Somos quatro irmãos (meu irmão mais velho, eu e duas irmãs gêmeas).

Na época que tudo começou a acontecer foi quando eu tinha entre 7 e 8 anos. Meu irmão, três anos mais velho havia conseguido um baralho pornográfico que escondia no banheiro e que descobri por descuido dele. Uma das cartas ficou no chão, próxima ao vaso e percebi que havia um saco plástico por trás do vaso em uma abertura que antigamente havia. Ao tirar o saco e visualizar as cartas fiquei muito excitado.

Já batia minhas punhetas como todo menino (ou a maioria deles). Aquilo mexeu muito comigo porque estava aparentemente antecipando alguns estágios da puberdade. Passei a ir muito mais frequentemente ao banheiro (kkkkkk).
Junto a esta descoberta minhas irmãs (um ano mais novas) brincavam muito comigo de casinha...de coisas de adulto. Uma delas sempre gostava de fingir ser a mãe juntamente comigo (o pai). Mas nunca passou disso até chegarmos nos meus 13 anos e ela 12.

Nesta fase eu era muito mais tímido e não tinha muito sucesso com as meninas no colégio. Toda vez que eu ficava com alguma menina era porque recebia um empurrão das minhas irmãs que ajeitavam tudo.
Minha irmã Rosana (nome fictício) tinha mais afinidades comigo e seguidamente conversava comigo sobre os meninos com quem ela ficava no colégio ou no clube que frequentávamos.

Certa vez, eu numa seca sem pegar ninguém, eu comentei com ela que achava que não era bom com as meninas. Achava que meu beijo poderia ser o problema porque usava aparelho.

Ela disse: “capaz, as meninas até gostam e acham bonito o aparelho em ti. E quanto ao beijo nada a ver”. Eu disse que não entendia o motivo de eu ser tão tímido e perguntei qual conselho ela poderia dar que as meninas gostavam. Ela disse que não sabia explicar. Mas falou: “mano, quer me dar um beijo para eu te dizer?”. Eu dei risada e ela também. Então ela disse: “agente é irmão, nada a ver. Me mostra como tu beija”. Então agente foi para o quarto dela. Minha outra irmã estava no padrinho dela e minha mãe que já era separada estava no trabalho. Daí entramos no quarto e sentamos na cama. Dei um beijo nela de língua e de um certo modo demorado. Ela disse: “não tem nada de errado com teu beijo. Até deu calor”. E rimos da situação. Perguntei o que ela sentiu. Ela disse que esquentava o corpo.

Aquilo foi sem dúvida o ponto de partida para que tudo acontecesse. No clube, quando íamos tomar banho de piscina, ficávamos brincando um com o outro. Eu segurava ela boiando. Ficávamos até todos saírem da piscina. Minha irmã tinha um corpo que era um tesão.

Nesta fase ela tinha 13 para 14 anos. Seios fartos e bunda e coxas grandes. Era bem gostosa. Eu aproveitei para acariciar ela por baixo d'água. Enfiava os dedos por dentro da calcinha e ela dava gargalhadas. Dizia sentir cócegas. Cheguei a encostar no cuzinho e na buceta. Ela falava: "para guri!...kkkkk...faz cócegas....alguém pode ver!" E eu comecei a sentir muito tesão nela.

Me lembro que tinha uma camiseta minha que ela gostava e queria que eu desse para ela. Eu falei que não pois gostava muito da camiseta. Ela insistiu e disse que se eu desse ela treinaria mais beijos comigo. Parecia ter gostado do beijo e fez cara de safada. Então, naquele dia da piscina ela disse: “tem algum filme para nós vermos hoje?. Posso ir no teu quarto. A Amanda (minha outra irmã – nome fictício) sempre deita cedo. Eu disse que sim. Fiquei de pau duro dentro da piscina. Passava a mão por baixo da água e sentia a bunda dela. Gostava de fazer fio dental. Era um rabo que não dava para acreditar.

Quando todos foram deitar não demorou 15min ela bateu na porta. Quando entrou eu não acreditei. Estava de camiseta branca e calcinha preta. A calcinha sumia naquele cú. Eu sentia no ar aquele característico cheiro entre o cú e a buceta que deixa nós homens loucos.

Ela deitou na cama e começamos a ver TV. Deu uns minutos e ela disse: “vamos?”. Eu falei: “vamos”. Fiquei deitado e ela veio por cima. Começamos os beijos. Eu comecei a ficar de pau duro. Afastava o pau de perto das coxas dela para ela não perceber. Ela ria e dizia: “porque está te afastando? Não precisa ter vergonha se ele está duro...kkkkk”. Eu fiquei meio sem graça mas encostei. Parecia que iria estourar de tão duro.

Coloquei as mãos na bunda dela e abria...acariciava. Ela dizia que era bom. Perguntei para ela se eu poderia fazer uma coisa pois ela era muito gostosa. Ela deu uma risadinha safada e perguntou o que. Eu disse: “pode deitar de bunda para cima?” Ela virou e ainda deu uma reboladinha rindo com cara de safada. Eu passava a mão e sentia ela quente e melada. Deitei por cima dela com o pau dentro das calças e fingindo estar comendo ela. Eu fui além. Pedi outra coisa: “pode falar comigo como se agente estivesse fazendo?”. Ela disse: “o que quer que eu fale?” Deu uma risadinha. Eu disse: “quero que tu diga coisas pedindo para eu continuar. Tipo: mete...atola....me come gostoso”. Ela começou a falar envergonhada. Nossa...eu estava louco de tesão. Ela dizia: “mete...atola nessa bunda....me come ...ai...isso...vai...”. Não demorou e eu gozei. Me afastei e fiquei com sentimento de culpa. Ela disse: “tudo bem mano. Eu sei que tu terminou. Posso ver “ele” antes de eu ir dormir.” Eu fiquei sem graça mas baixei a calça do pijama. Meu pau não é muito grande (15cm). Mas estava todo lambuzado e com as veias pulsando. Ela disse: “uau! Tinha muita porra hein?!...rrsrsrr”.

Me deu um beijo dizendo que isso nunca poderia sair entre nós e que isso não poderia mais acontecer. Ela saiu do quarto olhando com cara de que voltaríamos a fazer mais coisas. Fiquei em um estado de tanto tesão que antes de dormir ainda bati mais duas punhetas olhando umas fitas em VHS pornô. Irei contar mais desta história. Aguardem...

Comentários

03 de Agosto, 2017 às 13:56
Eduardo Montella
eu não....ela sim que foi...
03 de Agosto, 2017 às 02:50
Sombra
Muito bom!!! Q putinha gostosa vc foi!! (13) 974040121

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