Fui fui pai a primeira vez aos 17, logo apos ir morar com minha esposa, com ela tive ao todo 3 filhos seguidos. Sendo o primeiro homem e duas meninas.
A minha menina mais velha sempre foi muito apegada a mim e andávamos sempre juntos para todos os lugares. Sempre a beijava com selinhos, mas inocentes, sem segundas intenções.
O que vou contar aconteceu em várias etapas, vou chamar de eventos.
1º Evento (o despertar dela).
Quando ela tinha por volta de 12 anos, minha esposa trabalhava aos Sábados, meu filho mais velho saia pra jogar bola e ficávamos só eu e as meninas em casa. Levantava, dava o café da manhã pra elas e voltava pro quarto, ficava vendo TV e elas na sala, também assistindo ou brincando.
Certo dia, a mais velha entrou no meu quarto, se deitou sobre mim, eu pensava que ela queria brincar, nem me passava pela cabeça algo diferente disto, mas ela estava com uma sainha curta e sentou em mim, tipo posição vaqueira e começou a esfregar a buceta em meu pau. Meio que fiquei sem jeito de mandar ela sair e qual foi minha surpresa quando ela veio e me deu um selinho, mas não um selinho rápido como sempre fazíamos, ficou com a boca encostada na minha um tempão, tipo querendo me beijar. Depois voltava a ficar cavalgando. Eu estava gostando começando a ficar excitado, mas ao mesmo tempo confuso. Ela voltou a me beijar, desta vez, eu já estava excitado e meio que querendo, já abri sua boca e a beijei de língua, ela gostou e ficou de beijando varias vezes e a tesão foi subindo e ficando fora de controle.
Comecei a passar minha mãos em suas costas, desci até seu bumbum e pela primeira vez notei o corpinho de mulher dela, até então não prestava atenção nela como mulher. Fiquei apalpando sua bunda, depois levantei a sai dela, peguei em seu bumbum, passei a mão por baixo de sua calcinha. Deitei ela na cama e fiquei mexendo em sua buceta e trocando beijos com ela, ate que ela gozou. Tremia, gemia alto e desmoronou. Deitou do meu lado toda sorridente, eu a virei de lado e abracei tipo conchinha e sem aguentar de tesão, coloquei meu pau pra fora e encaixei nas suas coxas e peguei em seus seios pela primeira vez. Não passavam de dois limãozinho pequenos. Não me aguentava de tesão quando ouvi a porta do quarto abrir e me lembrei que não estávamos sozinhos, tinha a outra filha, rapidamente coloquei meu pau pra dentro e me virei. Minha filha mais nova estava na porta e até hoje não sei o quanto ela viu daquilo. Assustado, levantei, corri pra falar com ela, ela não queria falar comigo, pediu pra mim um leite e que queria ficar na sala.
Arrumei a situação de modo a tentar esconder as evidencias. Voltei a falar com minha filha mais velha ainda deitada no quarto, falei pra ela que aquilo era errado, pedi pra ela nunca mais fazer aquilo. Até nossos selinhos, não podíamos mais, pois poderia sair de controle e não era certo. Meio que disse que a culpa de tudo fora dela. E pressionei ela para nunca mais ceder a desejos destes tipo.
Por mais tesão que eu havia sentido e no momento até perdido a cabeça (se não fosse minha filha mais nova aparecer, não sei onde teria parado).
A partir dai só olhava pra minha filha como mulher, me contive e matei o assunto dentro de mim, pois pensava ser errado e jamais iria se repetir, mas toda vez que íamos a praia ou a piscina, ela vestia um biquíni, eu ficava medindo ela, vendo seu desenvolvimento e a cabeça a milhão, fantasiando. Mesmo ao ponto de várias vezes ir me punhetar pensando nela.
Ficou naquilo por muito tempo.
2º Evento (o inicio da minha loucura).
Quando ela já tinha uns 15 anos, já apresentava corpo de mocinha, um dia ficamos só em casa. Eu estava na sala, ela vestia uma sai curta e um blusinha decotada que mostrava seus seios e deixava sua barriga de fora. Agora já mais desenvolvidos seus seios pareciam que pularia do sutiã a qualquer momento. Estávamos na sala só eu e ela, assistindo TV e comecei a fantasiar em minha mente como seria ficar com ela a tesão foi subindo, comecei a abraçar ela. Passar a mão boba disfarçadamente pelo seu corpo, mas ela se levantou, disse iria no quarto fazer algo e desceria para arrumar a casa, conforme havia prometido para a mãe.
Quando ela saiu e subiu as escadas, fiquei olhando seu bumbum enquanto ela subia a escada e não consegui evitar a tesão e deu uma vontade louca de comer ela. Passado uns instantes, quando ela descia, não aguentei e levantei fui encontrar ela na escada. Fiquei embaixo no piso da sala, mas deixei ela um degrau acima. Falei que estava com saudade e abracei ela de frente. Ela me beijou num selinho e comecei a passar a mãos em sua bunda, logo levantei a saia, enfiei a mão por baixo, com a outra mão segurei em seus peitos. Virei ela de costas e fiquei esfregando meu pau em sua bunda e fui levando ela para o quarto, dando beijos em sua nuca e sempre conduzindo ela até chegar em meu quarto. Chegando no quarto, paramos ao lado da cama. Coloquei ela de joelhos em cima da cama e arrumei ela de quatro, bem no canto. Fiquei em pé no chão. Levantei sua saia e encostei-me a ela por traz, ainda de roupa. Segurava em seus seios, levantei a blusa até quase tirar, quando já pensava descer sua calcinha e chupar sua buceta, ela correu pro outro lado da cama e começou a se arrumar e disse que não podia continuar a brincadeira, tinha que fazer as coisas em casa. Fugiu de mim, por mais que eu a cercasse e quisesse, prometesse que depois ajudaria ela a arruma a casa, mas nada a fez voltar aos meus braços. Findei resignado a ir pro banheiro bater uma punheta.
Mas a vontade de pegar ela começou a me consumir. Embora minha moral me condenasse. Fiquei naquele dilema. Nunca admitira sair com crianças ou jovens e ainda mais com minha filha. Eu deveria ao contrario ser o "defensor da honra dela". Tentei de todo modo levar uma vida normal e esquecer isto.
Entre nos nunca ouve qualquer diferença, ou seja, ela não me tratou diferente por causa do ocorrido, mas também não me procurou mais.
3º Evento (Parecia que seria hoje).
Um certo sábado, um caminhão avia arrancado a fiação de internet de nossa casa e a operadora não tinha arrumado ainda. Minha filha, agora já com 18 anos, uma mulher muito bonita. Mais bonita que sua mãe na mesma idade. Reclamou que tinha um trabalho escolar pra entregar e não conseguia fazer as pesquisas, pela falta de internet.
Sem maldade alguma, falei pra ela pegar o notebook e iriamos no meu trabalho, não havia expediente e de lá ela faria a pesquisa no wifi, enquanto eu colocava alguns assuntos do trabalho em dia.
Assim fizemos e fomos ao escritório, eu e ela.
Eu havia desenvolvido um sistema de robozinho, que fazia algumas tarefas pre programadas. Eu deixaria ela executando algumas tarefas de digitação durante o final de semana, programei o que seria feito e coloquei ele pra ficar fazendo, ele abria as telas de cadastro, colocava as informações que constavam em uma planilha e salvava no sistema. Ela já havia acabado sua pesquisa. Falei que acabando de colocar o robozinho pra trabalhar, já retornaríamos para casa.
Ela viu o sistema funcionando, ficou curiosa, perguntando alguma coisa do sistema, falei, mostrei. Vamos esperar alguns minutos pra ver se não da algum erro e já vamos. Estava eu em pé encostado em uma mesa, ao lado da tela onde o sistema rodava. Ela veio e se encostou na minha perna. Imediatamente a tesão chegou. Devagar, sem falar nada, comecei a trazer ela pra minha frente e ela veio, logo, estava com as costa em mim e seu bumbum no meu pau, mas machucava meu pau devido a posição que estava. Pedi pra ela se afastar que eu iria arrumar meu pau que estava doendo, falei assim mesmo. Ela se afastou, arrumei o pau e puxei ela de volta e encaixei o pau no rego de sua bunda. Ela estava com uma calça leging e estava maior gostosura.
Ela ficou tipo rebolando no meu pau. Fui me enlouquecendo e comecei a alisar sua barriga, subi até seus seios, beijava sua nuca e ela não parava de se esfregar no meu pau. Pegava ela pela cintura e apertava em meu pau e ela sempre calada. Tentei descer minha mão ate sua buceta, ela segurou minha mão, não deixando, mas em seus seios, não se importava, então fiquei pegando, roçando em sua bunda e aos poucos enfiei a mão em seus peitos pelo decote da blusa e a outra mão subi por baixo da blusa e assim segurava seus dois peitos. Mas toda vez que descia pra tentar acaricia sua buceta, ela segurava minha mão. Senti que era uma ate proibida pra mim.
Passado alguns minutos de sarro. Do nada ela falou, acho que está bom né pai. Vamos embora. Como se não tivesse rolando nada e se afastou. Tentei abraçar ela de frente, ela refutou, meio que me empurrou. Falei pra ela que precisava ir ao banheiro, ela disse que também iria. Da minha sala até os banheiros tinha um corredor cumprido, mais de 15 metros. Saímos no corredor pegados na mão, mas coloquei ela na frente e abraçava ela e roçava em sua bunda, pegava em seus seios e ela não falava nada. Vez ou outra parava e esfregava mais um pouco e voltamos a andar. Chegando no banheiro, ela entrou rapidamente num box e fechou, entrei no box ao lado e não aguentei, fui pra uma punheta. Sai, ela já estava fora, mesmo tendo gozado a pouquíssimo tempo, dei um abraço nela e meu pau meio que instantaneamente já estava duro de novo. Peguei em sua mão e levei no meu pau, ela meio que soltou. Acho que faltava coragem pra nos assumirmos o que estávamos fazendo e ninguém dizia nada, era só esfregação e nem um selinho trocávamos. Voltamos para a sala, pegamos nossas coisas, sempre abraçando dela, se esfregando em sua bunda e sem falar nada, chegamos a porta, mais uma vez coloquei suas mãos na parede, abracei ela por traz, esfregava o pau em sua bunda e segurava em seus seios, ela parecia que iria ceder. Virei ela, tentei dar um beijo, ela pôs a mãos e disse que eu estava abusando, passando dos limites, mas falou meio que mostrando raiva disse em voz alta, vamos pra casa.
Entramos no carro e não falamos nada até em casa. Mesmo tentei pegar em sua mão, ela refutou e assim ficamos.
Apos isto, pensei que era questão de dias, até transarmos, isto não saia da minha cabeça.
Mas semana seguinte, dia que ficamos só de novo, fui abraçar ela e ela recusou-se. Me empurrou e falou não se atreva. Conto pra mãe se encostar em mim.
Parecia que não rolaria. Tentei ainda algumas vezes e ela sempre agiu assim. Eu não entendia, mas o medo de ela falar com a mãe e tudo mais, fui desistindo e ficando só na vontade e nunca mais nos falamos.
Depois disto, ela começou a namorar. Mas sempre arrumou alguns encostos, um cara que tinha 30 anos, ela ainda com 18. O cara usava drogas e tive que intervir, conversei com ela algumas vezes e findei afastando ele. Depois ela arrumou outro carinha e um dia fui tirar ela da cadeia, estava pichando com ele na rua e foi presa. Mais uma vez intervir, ameaçei o cara e coloquei pra correr.
Nesta época, foram tempos de muitas brigas entre eu e ela e minha esposa. Certo dia, minha esposa falando com ela, escuta teu pai, ele só quer o seu bem. Nesta hora ela se vira pra mãe e diz. Se eu contasse tudo que sei do pai a senhora não acreditaria. Fiquei vermelho, mas falei em tom ameaçador, fale. Fale sua irresponsável. Fale tudo que sabe. Na verdade, estava morrendo de medo dela falar algo, falava meio que ameaçando ela. Depois disto, nosso clima azedou de vez. Minha esposa queria por que queria que ela contasse o que sabia de mim e tanto pressionava ela como eu e nossa vida nunca mais voltou ao normal, cheio de desconfianças e etc. Até que não aguentei e sai de casa.
Após minha separação ela nunca mais apareceu com um namorado, por mais que eu pesquisava, nunca sabia que ela estava tendo um caso ou coisa parecida. Cheguei a suspeitar que ela era lésbica, pedi pra mãe dela conversar com ela e ela desconversou. Disse pra ficar tranquila que não era isto.
4º Evento (Finalmente, aconteceu).
Separado. Fui morar em um flat, distante de casa. O flat oferecia as refeições, lavavam minha roupa e tinha serviço de quarto, pra alguém recém separado, indo morar sozinho era o ideal. Gostava bastante do lugar.
Certo dia houve uma greve do sistema publico de transporte. Minha filha, agora já com 22 anos me liga. Diz que não consegue ir pra casa devido a greve e pede pra ficar no meu flat que era perto da faculdade. Falei pra ela que era apertado, só tinha a cama de casal e um sofá pra ela dormir. Ela me disse de pronto que não tinha problemas. Dormiria no sofá. Avisei a mãe dela e fui pegar ela na faculdade e trouxe em casa.
Como ela não estava preparada para dormir, pois estava com a roupa do corpo e havia trabalho e depois foi direto pra aula. Falei pra pegar uma camiseta minha e toalha no armário e escolher algum short ou moletom meu, expliquei onde estava ela foi procurar, enquanto que eu preparava alguma coisa pra comer.
O box de banho do flat era todo de vidro martelado. Não oferecia uma visão clara, mas quando ela foi tomar banho eu via através do vidro a silhueta de seu corpo e fiquei enfeitiçado. Mas já tinha experiências negativas e não queria arriscar nada com ela. Na verdade queria resgatar um pouco da amizade pai e filha, pois ainda me torturava com a situação e mesmo morrendo de tesão, não assumia isto e queria mesmo matar este sentimento dentro de mim.
Quando saiu do banho, pra minha surpresa, ela tinha vestido apenas uma camiseta minha. Bem comprida, mas ficava em suas coxas. Perguntou se eu me importava que ela ficasse só com aquela camiseta, pois não havia encontrado nenhum short ou moletom que lhe agradara. Prontamente, falei que podia ficar avontade. Eu tinha preparado um lanche pra nos, após comermos me deitei e fiquei vendo TV. Ela sentou do meu lado, mas distante, apos alguns instantes disse que não aguentava de cansada e iria para o sofá dormir. Já tinha arrumado um travesseiro e lençóis, ela se arrumou e começou a cochilar.
Vez por outra olhava pra ela, que se mexia e logo ficou com a bunda a mostra, mostrando sua calcinha mínima e podia observar toda sua buceta e bundinha. Minha tesão não parava, mas passada as horas dormi.
La pelas duas da madrugada, eu sempre levantava para ir ao banheiro, quando levantei, ela estava acordada. Perguntei o que havia, ela disse que não estava aguentando mais o sofá, já experimentara varias posições, todo jeito possível que se arrumava, apos alguns minutos não aguentava. Estava sem conseguir se acomodar, com sono e não dormia.
Sugeri então trocar de lugar com ela. Deixar ela na cama e eu dormir no sofá. Ela respondeu "se eu não aguento o sofá imagina o senhor".
Pois bem, deitasse comigo falei. Ela questionou um pouco, mas veio logo, de certo não aguentava mesmo o sofá. Deitou, mantendo distancia e dormiu. Sono pesado mesmo (ela sempre fora dorminhoca, quando dormia, podia carregar ela pra qualquer lugar que não acordava). Eu que perdi o sono. Comecei a descobrir ela. Levantei a camiseta que servia de pijama pra ela. Fiquei reparando na bela bunda que ela tinha comecei a escorregar minha mão por seu corpo, pelas costas, pela bumba e logo estava na buceta. Mas ela dormia, sono pesado, aproveitei desci sua calcinha um pouco, fiquei mexendo no clitóris, ela ficou molhadinha rapidamente, mas ai ela quase acordou, arrumou a calcinha, mudou a posição e voltou a dormir, deixando a bunda pra cima. Não aguentei e bati uma punheta na cama, ao lado dela mesmo e gozei numa toalha. Só assim consegui dormir.
No outro dia era Sábado, tinha combinado de mais tarde levar ela em casa, então dormimos até mais tarde. Acordei umas 9h00 (sempre acordei por volta de 6h00, portanto, 9h00 e muito tarde pra mim). Ela ainda deitava, a camiseta tinha subido e estava quase em seus seios, sua bunda estava toda pra fora. Acordei ela, com beijos no rosto. Ela desceu apenas um pouco a camiseta, mas continuou deixando sua bunda a mostra, parecendo querer algo. Comecei a alisar sua bunda e ela arrebitou ela pra cima. Perguntei, conseguiu dormir bem. Ela falou sim dormi, mas tive uns sonhos. Que tipo de sonho. Deixa pra la (depois me confessou que notou eu mexendo com ela e adorou), eu olhava pra sua bunda e ela foi deixando claro que não se importada. Rapidamente, nem sei como comecei a fazer uma massagem nela e enquanto passava a mão nas pernas, esticava a mão ate encostar em sua buceta. Comecei então a fazer elogios pra ela. Nossa, seu corpo cresceu bastante. Vc esta muito gostosa. Ela sorria e foi se arrumando, comecei então a dar beijos em sua bunda e ela não reclamava, me atrevi a descer um pouco sua calcinha e ela não se importou. Pensei que seria nossa vez, finalmente?.
Até então ela estava deitada com a barriga na cama, acabei de descer sua calcinha e virei ela, já sem calcinha e falei, tira logo esta camiseta, ela prontamente atendeu.
Comecei então a chupar sua buceta, ela gemia, pegou na minha cabeça e empurrava minha cara em sua buceta. Fiquei vários minutos atendendo sua buceta, com o dedo acariciava seu anos e vez por outra esticava a mão até seus seios e foi assim até que ela gemeu e gozou. Não parei de chupar, ate tirar todo o gozo dela. subi um pouco, comecei a chupar seus seios, sem deixar de dar atenção para a buceta dela, fica com os dedos lá. Olhei no rosto dela e dei um beijo. Tirei então minha roupa a abracei. Rolamos na cama, ela ficou por cima. Falei, quero te comer, não aguento mais esperar. Ai ela me falou. Tem um segredinho pra você. Perguntei o que?. Ela diz. Ainda sou virgem. Quase não acreditei, afinal, ela já tinha 22 anos, vários namorados. Como assim? Tem certeza? Ela disse "sim, tenho". Perguntei, mas você quer transar hoje?. Ela "disse sim, quero, mas faz com cuidado, por favor, vê se vc consegue”, na hora nem entendi.
Falei pra ela ficar por cima mesmo, pra ela pegar meu pau e colocar em sua buceta, por que ela por cima poderia controlar a penetração. Ela pegou e foi colocando o pau e começou a esfregar ele, procurando a posição, depois começou a cavalgar devagar, vez por outra dou uma estocada e ela pula, mas pouco minutos e sinto como que estourando um elástico, ela da um gritinho e desce fazendo entrar todo o pau. Sorri pra mim, me beija. Rapidamente deito ela e começo a estocar. Ela geme e goza mais uma vez e já gozo quase ao mesmo tempo.
Nos abraçamos por vários minutos. Logo meu pau subiu, olhamos para o sangue que escorrera e sujara os lençóis da cama, mas nem demos muita importância, logo estávamos nos pegando de novo. Transamos mais uma vez e outras vezes mais, ficamos assim quase o dia todo.
Depois fomos conversar e entender tudo que se passou com a gente, comecei a lembrar do primeiro evento, quando ela pulou em mim na cama, ainda pequeninha e ela me disse que sempre que escutava movimento no quarto, sabia que eu estava comendo a mãe dela, então dava um jeito de abrir a porta e ficar olhando. Naquele dia, segundo ela (Não me lembro disto), ela acordou cedo e eu estava transado com a mãe dela e ela viu tudo, como a mãe cavalgou no meu pinto e ficou louca de vontade. Quando a mãe saiu, ela correu pro meu quarto e queria repetir tudo que tinha visto. Mas que depois da bronca que dei nela, na qual paramos até de dar selinho, ela ficou com medo de se entregar. Isto perdurou até hoje.
Ela disse que no segundo evento, ela estava ainda com tudo que eu tinha falado na cabeça, que não poderíamos fazer nada. Por mais que ela tivesse gostando, ficou com medo e correu.
Já no terceiro evento, disse que estava menstruada, então deixava eu pegar em seus seios e estava louca de tesão, mas como não falávamos nada, ela não deixava eu pegar na sua buceta. Disse que se não tivesse menstruada, teria dado pra mim naquele momento. Depois disto, veio o arrependimento e o medo e ela não quis mais saber de mim por medo.
Porém quisera o destino que ela fosse minha. Seus namorados a deixavam excitada, mas ela desenvolveu uma doença chamava vaginismo. Quando ela tentava ficar com alguém, os musculo de sua buceta se contraiam e o cara não conseguia penetrar. Logo seus relacionamentos acabavam e ela foi ficando com vergonha e parou de namorar pra não passar vergonha. Masturbava-se em casa, mas sentia que relaxava mais e gozava fácil quando pensava em dar pra mim, mas não namorava mais ninguém ha muito tempo por vergonha.
Conversando com amigas, soube de algumas que haviam perdido a virgindade com os pais, outras que transaram com o pai depois de perder a virgindade. Passou a ler contos na internet e resolveu procurar tratamento para seu problema, a ginecologista a encaminhou para uma psicóloga e ela ficou tentando descobrir seus traumas e segundo ela descreveu pra psicóloga que desenvolvia uma tesão pelo pai, desde que me vira varias vezes fodendo com a mãe e contou de suas frustações e de como eu tinha repreendido ela, por achar que era errado, proibindo até os selinhos.
A psicóloga então queria fazer uma cessão com nos dois, pois achava que ela só se curaria do problema, quando resolvesse a questão comigo.
Quando comecei a bulinar sua bunda nesta manha, ela sentiu que era hora de tentar uma "cessão" e aproveitar a tesão e arriscar, acaso eu não conseguisse, seria apenas mais uma frustação, mas ai ela se abriria comigo, pois estava louca e precisava perder a virgindade, afinal estava quase concluindo a faculdade e todo mundo ria dela quando falava que ainda era virgem e era motivo de chacota das amigas.
Pois bem, já que esta curada, vamos trepar mais. Ela ficou o fim de semana em casa e aproveitei pra comer sua bunda também. Ensinar ela a colocar camisinha, uma vez que agora começaria a dar a vontade. Chupar pau e engolir porra. Ela se interessava muito pelas aulas e tirávamos seu atraso.
Apos isto, ela falou que era mais perto meu flat da faculdade do que a casa da mãe, se não poderia vir mais vezes dormir comigo. E assim estamos passando varias noites gostosas em família. Eu e ela.
Contou para uma amiga que transava com o pai que havia conseguido perder a virgindade comigo e estamos combinando uma troca de casais, vou comer a amiga dela e ela vai dar pro pai da amiga. Se der certo depois eu conto como foi.
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31 de Maio, 2017 às 19:54
ninguem le |
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07 de Maio, 2017 às 21:44
Boa noite muito bom seu conto gostaria de saber mais de vcs se tiver whats me add já tive uma semelhança com uma tia (19) 997634113 |