Quando eu tinha 18 anos, apesar de já estar trabalhando em uma empresa, pegava uns bicos na vizinhança, fazendo pequenos reparos. Aquela coisa de instalar uma torneira, trocar um chuveiro, fazer alguma instalação elétrica. Algo semelhante ao que chamam hoje, de marido de aluguel. Dava um troquinho extra, e era bem vindo.
Na minha rua, havia uma mulher, chamada Mariza. Estava separada, há cerca de seis meses. Devia ter uns 40 e poucos anos. Era uma morena, com 1,70, magra, corpo bem cuidado, apesar de ter dois filhos. Parecia bastante séria e, ultimamente, tinha um ar triste, certamente por causa de estar separada. Ela não chamava muito, a minha atenção, até o dia que ela me pediu para eu ir na casa dela, por que o chuveiro tinha parado de funcionar. Como eu estava de bobeira, peguei minha caixa de ferramentas, e fui até a casa dela.
Já fui verificando a resistência, vendo que estava Ok. Medi a tensão nos fios, e vi que havia algo errado com eles. Tive que subir no sótão da casa, para ver qual deles havia se rompido. Ao olhar pelo alçapão, que dava acesso ao sótão, vi que estava tudo com muito pó. Tirei a camiseta, e fiquei apenas de bermuda. Rastejei, por baixo das telhas e encontrei o fio rompido, emendando ele, emergencialmente, pois dava para notar que, em pouco tempo, voltaria a se romper.
Desci, e expliquei para Mariza, que os fios teriam que ser trocados, pois não estavam mais suportando a carga do chuveiro. Enquanto eu falava com ela, notava o olhar dela, sobre meu corpo. Eu tinha um corpo razoavelmente atlético, com braços definidos. Aquela mulher, devia estar há algum tempo, sem estar tão próxima de outro homem. Mas, mantive o respeito e não lhe disse nada. Fui extremamente profissional. Ela pediu que eu lhe dissesse o quanto de material seria necessário, para deixar tudo funcionando, e que me avisaria, assim que tivesse tudo em mãos.
Na semana seguinte, ela me chamou. Era final de tarde, e fui até a casa dela. Os filhos, não estavam em casa, e notei que ela estava diferente, bem mais falante do que da outra vez. Fiz o mesmo procedimento, tirando a camiseta, para enfrentar o poeirento sótão. Meia hora depois, eu terminava o trabalho de substituição dos fios. Religuei o circuito, e fui testar o chuveiro. Eu estava coberto de pó, no cabelo, braços, costas. Chamei ela, para ver que o chuveiro funcionava, liguei ele, e ela comentou que eu deveria aproveitar, e tomar um banho, para não voltar para casa, daquele jeito. Achei que era brincadeira, mas ela voltou a falar. Disse que era para eu tomar um banho, que ela iria pegar uma toalha. Era uma situação estranha, e eu não sabia o que fazer. Diante da insistência dela, acabei aceitando. Ela disse para eu não trancar a porta, pois ela iria me trazer uma tolha.
Ela saiu do banheiro, tirei minha roupa e fui para o box. Comecei a tomar um banho, me livrando de todo o pó. Através do acrílico fumê do box, vi que a porta abriu. Segundos depois, a porta do box foi se abrindo, lentamente.... Fiquei sem saber o que fazer. Até que Mariza, nua, entrou no box.
- Quero testar o chuveiro, também.... – Ela me disse.
Na minha inexperiência, diante daquela cena, fiquei sem ação. Ela se aproximou de mim, enlaçando-me pelo pescoço, e me beijou. Senti, em seu hálito, o cheiro de whisky. Certamente, ela tinha bebido um pouco, para tomar coragem. Perdi minha timidez, e a abracei, sentindo o corpo dela, colocado ao meu. Minha pica, instantaneamente, ficou dura, indo parar no meio das coxas dela, tocando a buceta.
Ficamos um tempo, nos beijando, nos roçando, até que ela me convidou para ir para o quarto. Neste momento, eu já estava totalmente senhor da situação, sem nenhum tipo de constrangimento. Era o momento, de exercitar, junto com aquela coroa gata, tudo que eu tinha aprendido, em revistas de sacanagem...
Ela, após vários anos de um casamento, no qual o sexo era morno, mal sabia o que eu iria aprontar... Deitamos na cama e, fui beijando a boca, pescoço, suguei os seios... Fui descendo. Ela já estava louca, devido há tanto tempo sem sexo. Quando cheguei em sua buceta, ela enlouqueceu: nunca tinha sentido uma língua, em sua rachinha ! Ela gozou, quase que imediatamente.
- Meu gurizinho, que coisa boa é esta ? Faz mais !! Mais !
Me posicionei, entre as pernas dela, e chupei aquela buceta, com muita vontade. Passava a língua, em toda ela, fazendo Mariza gemer e se contorcer de prazer. Quando eu senti que ela estava quase gozando, colei minha boca em seu clitóris, e suguei com força, massageando ele, com minha língua, ao mesmo tempo. Mariza gritou... Se remexia na cama, em um gozo escandaloso.
Mal ela terminou de gozar, e enfiei minha pica na buceta dela. Enquanto eu metia, beijava ela, apertava e sugava seus seios, fazendo ela gozar, novamente. Ela me apertava, cravava as unhas em minhas gostas, chegando a chorar, de prazer.
Virei ela de bruços, e me deitei por cima dela, enfiando minha pica em sua buceta. Fiquei socando, enquanto mordiscava o pescoço e ombros dela. Gozei, enchendo a buceta dela, com meu leitinho, quente e espesso.
Ela ficou atirada na cama, em extase, falando que tinha sido bom demais. Ficamos conversando, e ela me disse que, com o ex-marido, nunca tinha acontecido, nem parecido. Que era sempre rápido, sem beijo, sem nada. Que ela sabia pouco de sexo, que tudo era novidade. Ela me disse que queria mais, queria que eu voltasse, outro dia, para brincarmos mais.
Dois dias depois, eu estava lá, novamente. Ela deu um jeito, de deixar os filhos com uma tia. E ficamos sozinhos. Levei, para ela ver, uma revista pornô. Ela olhou tudo, como se fosse um adolescente, vibrava, com as posições sexuais, nas fotos. E me pediu para eu fazer com ela.. Fazer tudo..
Estavamos nús, na cama, e pedi para ela pegar minha pica. Ela massageou, bateu uma punhetinha, tudo sob minha orientação. Pedi para ela me chupar. Ela o fez, sem pensar duas vezes... Mas tive que orientar, pois ela nunca tinha feito. Ela gostou muito, e logo foi pegando a prática, deixando minha pica, molhadinha. Coloquei ela de quatro, e meti nela. Soquei forte, e ela delirava, pois nunca tinha feito, naquela posição.
Fiz ela me cavalgar. Ela gostou tanto, mexeu tanto, que quase me machucou. Tive que ensinar isto, também. Eu segurava ela, pelos quadris, mostrando como ela deveria se mover, para que ambos tivéssemos prazer.
Nos dias que se passaram, voltei a casa dela. Ela ficava lendo a revista e, assim que eu chegava, ela dizia que queria tentar algo. Um dia, pediu que eu gozasse na boca dela. Ela sentiu o maior tesão, fazendo isto, e engoliu todo leitinho. Tudo que eu sugeria, ela também queria fazer. Era como se quisesse recuperar o tempo perdido.
Pedi para comer o cu dela. Ela disse que tinha medo, mas que gostaria de tentar. Pegamos um creme, e passei no cu dela e em minha pica. Demorei bastante tempo, até conseguir meter. Eu fui paciente, pois sabia que deveria ser cuidadoso, para tirar o cabaço, daquele cuzinho, extremamente apertado. Neste dia, não rolou legal... Uns dias depois, ela quis tentar anal, novamente, e conseguimos fazer, bem feito. Ela gozou, junto comigo, gritando, quando sentiu meu leitinho, enchendo o cuzinho dela.
Foram quase seis meses, de brincadeiras, com muito sexo, muitas descobertas. Mas comecei a namorar uma menina, e ficou difícil manter o relacionamento com Mariza. Ela ficou triste, pois não queria ficar sozinha, e precisava muito de sexo... Que não iria conseguir ficar sem, depois do tanto que fizemos. Acabei apresentando um amigo meu, para ela. E ele passou a ser o comedor dela.
Esta história, foi há muito anos, e ainda guardo boas recordações de Mariza...
|
|
30 de Setembro, 2016 às 11:24
Quem quiser trocar fotos comigo... Me Chama (67) 8404-9021 |