Vou contar mais uma experiência das diversas que tive com a minha vizinha vadia Nancy (fictício). Pra quem ainda não leu meus contos anteriores, ela é casada, tem aproximadamente 35 anos. Uma morena jambo de cabelos lisos tipo índia, corpo delicioso com um rosto lindo. Eu tenho 39 anos, 1,72m 69kg, não tenho nada de especial além de um pau muito elogiado pelas mulheres que já peguei.
Numa noite quando voltava do quartel, passei numa pizzaria que fica no começo da avenida principal do bairro e lá estava rolando um pagode. Há um espaço nos fundos da pizzaria aonde realizam uma balada e estava muito cheio. Dei uma volta no meio da bagunça enquanto aprontavam minha pizza e encontrei uma galera da minha rua.
Nancy estava numa mesa com três irmãos do seu esposo, um primo e mais alguns amigos da nossa rua. O júnior, irmão do corno me pediu para pagar uma rodada de cerveja e insistiu que eu me sentasse à mesa. Eu mandei que servissem mais uma rodada e recusei o convite para me juntar porque eu não bebo e estava cansado. Falei que só estava esperando uma pizza pra viagem. Ao me despedi da turma, eles me pediram para dar uma carona à Nancy que estava muito alta de bebida e já estava incomodando. EU a peguei pela mão e a levei pra fora daquele ambiente tumultuado.
Peguei a pizza, entramos no carro e fomos destino às nossas casas. Nancy falava pelos cotovelos e foi tomando uma cerveja. Quando chegamos próximo da nossa rua, ela falou que não queria ir pra casa, pediu que parasse o carro em algum lugar para ficarmos conversando um pouco. Eu dirigi até uma rua sem iluminação que fica à margem de um riozinho que corta a cidade.
O carro preto e os vidros com insul film nos proporcionou o ambiente ideal para uma boa transa. Ela olhou pra mim e disse: - não era esse tipo de papo que eu estava falando seu tarado e deu um sorriso malicioso. Eu dei-lhe um beijo na boca, reclinei o banco do carona até encostar no bando traseiro do automóvel.
Deitei espremido no banco com ela e comecei uns amaços enquanto beijava sua boca.
Aos poucos Nancy se virou de bruços e disse que não tava legal, a bebida a tinha deixado indisposta e queria ficar um pouco deitada sem ser incomodada antes que eu a levasse para casa. Então eu liguei o som do carro e retirei o painel para que as luzes não chamassem a atenção de quem passava perto, me deitei sobre ela e fiquei beijando seu cangote e fazendo afagos nos seus cabelos lindos de índia.
A essa altura meu pau latejava.
Eu tirei a calça ficando só de cueca e comecei a esfregar o pau entre a bunda dela. Estava quase furando aquela calça leggie com a minha broca.
Tentei tirar sua calça mas ela fez resistência dizendo que não queria fazer nada, apenas um pouco de silêncio e pediu que eu ficasse quieto e curtisse aquele música com ela. Eu fingi que obedecia e fiquei deitado sobre ela com o pau no meio de sua bunda enorme. Logo ela estava dormindo e eu impaciente sentindo o calor daquele rabo. Então eu puxei sua calcinha de lado, posicionei meu pau na entrada do seu cú e abraçei o banco do carro envolvendo o seu corpo naquele abraço apertado.
Comecei a forçar a entrada do seu cu com dificuldades e ela acordou braba falando que eu era um insensível. Perguntou se precisava desenhar pra eu entender que ela não queria nada naquele momento. A cabeça do meu pau já começava a abrir o seu cuzinho quando ela disse: você é tão ridículo seu idiota, que além de não me ouvir, está metendo no buraco errado.
Aquilo acionou o turbo do meu tesão. Fui empurrando o pau bunda a dentro e ela começou a apertar meus braços com suas unhas cravadas pedindo pra parar. Ela gritava dizendo que nunca tinha feito sexo anal nem com o marido. Eu sussurrei no seu ouvido dizendo que era por isso que ele era corno e se ela achava que eu ia lhe tratar como uma esposa tava muito enganada. Falei que ela era uma puta e puta se trata assim. Dei uma estocada e senti minha cabeça rasgando seu cú.
Ela tentou se desvencilhar dos meus braços mas eu estava segurando muito firme contra o banco do carro. Ela se mexia tentando se libertar do meu abraço mas quanto mais ela se mexia mais meu tesão aumentava.
Fui fazendo movimentos lentos mas com firmeza. Quando o pau chegava no fundo eu fazia o corpo dela deslisar no banco de couro, tamanha era a pressão naquele cú virgem.
Ela me disse em meio aos gemidos que eu não tinha coração, pois além de tratá-la como uma puta, ainda a humilhei fazendo ela dar o cú que nunca tinha dado pra ninguém. Essas palavras entravam em um ouvido e saíam no outro, o que eu queria mesmo era me deleitar na maior bunda que eu ja tinha experimentado.
Aos poucos aquele ar de sofrimento no rosto de Nancy foi dando lugar a uma expressão de extremo prazer. Ela me pediu para frouxar um pouco os braços e pôs a mão por baixo masturbando seu grelo enquanto eu estourava seu cú.
Não demorou muito e ela gozou me chamando de filha da puta gostoso. Eu fiquei parado com o pau inteiro enterrado naquele rabo enquanto ela gozava rebolando. Então eu falei no ouvido dela: - Agora vou te mostrar como é que eu fodo uma puta de verdade. Fui bombando com força naquele cu virgem recém estuprado. Ela gemia e rebolava. Me pediu pra gozar junto com ela pois estava gostoso demais.
Gozamos juntos. Minha porra jorrava dentro do seu cú de forma que senti uma pressão se avolumando na grutinha.
Ela ficou toda relaxada e entregue aos meus caprichos.
Quando tirei o pau, seu cuzinho expulsou a porra igual uma cachoeira.
Limpei o excesso com uma meia (risos) e pedi que ela se levantasse um pouco. Logo ergui o banco do carro e a sentei no meu colo. Posicionei a cabeça da rola no seu cú novamente. Ela foi descendo devagar e se apoiou com as mãos de forma que só entrou a metade do meu pau. Ela então disse que eu não tinha o menor respeito por ela e que ela não era uma puta pra ser tratada daquela forma. Mandei ela calar a boca e puxei seus braços pros lados fazendo ela sentar de uma vez. Meu pau entrou até na sua alma. Então eu disse: - perca o amor desse cú vadia, fode ele como se fosse a última coisa da sua vida. Ela subia e descia na minha trolha com uma das mãos fazendo uma siririca. Dessa vez demoramos um pouco mais para gozarmos.
Quando terminamos estávamos suados e o cheiro de sexo defumava o interior do veículo.
Liguei o ar condicionado, e a limpei com sua própria calça. Nós nos vestimos e eu acendi a luz interna para ela se recompor. Quando ela percebeu que eu havia usado sua calça para limpar a sujeira, ficou desesperada. A calça estava totalmente manchada de porra. Fomos embora. Quando parei o na frente da casa dela, todos os parentes que havíamos encontrado na pizzaria já tinha chegado estavam na rua. Ficaram nos olhando e dando risadas. Eu nem saí do carro. Alguém abriu o portão pra mim, coloquei o carro na garagem e entrei pra minha casa discretamente.