Buscar no Portal

13 de Novembro, 2015 às 16:06 Por: Orama

EXIBIDONA, O TITIO ME PEGOU À BRUTA

tags: incesto,titio, boquete, amor, boceta, cuzinho, desejo, foda, gostosa, gozo, prazer,safada, porra, pica, tesão
Esse conto possui 17438 visita(s).

Foi difícil vencer o seu respeito e a ternura, mas tanto me exibi que a paixão bruta explodiu com tudo e ele me pegou para foder a fartar, na maior selvageria.

A campainha soou e eu estava sozinha em casa. Vesti às pressas uma calcinha e uma blusinha para ir atender à porta. Eu sempre ficava pelada em casa. Era tio Beto, o meu tio mais querido que me dava colinho delicioso. Ele não era propriamente mais querido, mas o seu colinho era mais gostoso porque tinha pica dura. Ele me apertava toda com muito carinho e respeito, mas não conseguia deixar de me levantar com a porra dura. E eu adorava coçar o cuzinho naquela delícia de pica. Era um colinho deveras delicioso de que eu sentia saudade.
Ao vê-lo sorrir, me vieram à mente aqueles momentos deliciosos da minha infância. Quando eu chegava da escola e o encontrava, monopolizava-o. Aquele colinho era todo meu, para brincar, para fazer lição, para flutuar na porra dura. E ali estava ele a me sorrir com a ternura de sempre. Beijou-me com um beijo longo, sem pressa, só carinho. Nossos beijos eram safadinhos, quase na boca como a minha boca queria. A minha boca sempre desviava para a borda da sua boca. Ele me amava, sim, e me respeitava. Apenas ficava difícil evitar a pica na minha bundinha com as estripulias que eu fazia no seu colo: eu não parava e aquela pica que crescia para a minha bundinha era uma atração irresistível. Se ela mudava de lugar eu também mudava. Que saudade da pica do titio!
Lembranças adoráveis que me faziam prolongar aquele beijo quase na boca, afagando-lhe a nuca. Eu lhe despertava deveras o tesão e, por mais que ele quisesse evitar, a minha atração era mais forte e fazia sua pica endurecer sem que ele quisesse. E eu era um fascínio de fêmea, o que me tornava exibicionista, e estava de calcinha fio dental e uma blusinha safada com apenas um botão abotoado. Era muita sacanagem com meu pobre tio, mas eu estava adorando me exibir. Eu estava devassável a olhos marotos e ele era maroto com as fêmeas, com certeza! Por mais que quisesse, não tinha como ignorar meus peitos e bunda, as minhas saliências irresistíveis e exibicionistas. Quando o convidei para sentar, dizendo-lhe que mamãe se demoraria, notei-lhe o volume indecente que crescia para mim. Disse-lhe, sem me dar por achada:
– Ah tiozinho querido, estou com tanta saudade do teu colinho e, sem cerimônia, sentei-me no seu colo, bem em cima da porra dura e dei uma giradinha no corpo para pôr-lhe as mãos carinhosas no pescoço. Ele tentou afastar-me da porra, mas minha bundinha sabia como perseguir coisas duras.
– Ah, titio querido, estou morrendo de saudade do teu colinho. Faz-me aqueles carinhos deliciosos que tu me fazias. Aperta-me todinha, era tão bom.
E, safada, sem que ele visse, desabotoei o único botão que eu tinha abotoado. Quando pôs as mãos nos meus seios, encontrou-os nus. Tentou tirar as mãos, mas eu as segurei com as minhas. Aos meus rogos, com as mãos nos meus seios apertou-me como outrora e eu fazia as estripulias de menina, rebolando os peitos, fazendo-os ir de uma mão para a outra, com a porra querendo levantar-me. Eu ficava maluquinha. Ele não tinha como disfarçar o tesão e eu estava molhadinha. Pedi-lhe, tirando a blusinha e ficando só de calcinha minúscula entalada na bunda e que mais seduzia do que escondia:
– Põe aquela pressão deliciosa que tu punhas no meu peitinho.
Ele pôs e eu rebolei os peitos, mais gostoso, esfregando-os em suas mãos, de uma para a outra, a porra a levantar-me. Virei-me, pondo-me de joelhos no sofá com os peitos na altura da sua boca e fiquei brincando com eles na sua boca até ele abocanhar um. Ai, que bebê gostoso! Pedi:
– Mama gostoso nas minhas tetinhas como tu fazes com as tuas amantes. Eu tenho tanto ciúme delas.
Envolvi-lhe o rosto com carinho e apertei sua cabeça contra os meus seios. Ele sugou-me. Sugou-me forte, com grandes chupadas, despertando o tesão de anos de desejo. Chupou-me com força, com tesão, com grande força sugadora que me fez trepidar de gozo. Fiquei vazando com a calcinha molhada. E estava feliz, o meu amor de titio está se soltando. Já não consegue evitar minhas tetinhas. E ele pega tão gostoso! Ele pega, mama e faz a bocetinha escorrer toda meladinha.
Eu sabia que todos os familiares e conhecidos moldavam sua sexualidade pelo livro “O Amor Sem Mistérios”, que pode ser baixado da internet e, portanto, faziam amor de paixão arrebatadora, com força na verga e posições especiais que nos arrasavam de gozo. Não haveria como me arrepender. Ele estava se soltando e eu teria o amor que desejava: o amor do titio fornicador. Ser arrebatada de gozo extremo pelo meu tio amado era inexorável. E se a Mel queria um homem, ela o teria. Aquele tio querido seria meu homem, poria o macho em mim.
Ele já não conseguia resistir aos meus encantos e eu vi que era hora de ter o macho. Ergui-me mais, fazendo com que minha bocetinha tocasse sua boca. Ele desviava a boca, mas a minha bocetinha a perseguia. Meu cheiro o deixava alucinado. Ele estava num dilema entre a pica indomável que não lhe dava refresco e a minha safadeza de menina sapeca que o dominava com volúpia. Eu o queria invadindo minha bocetinha. Meu tesão era tanto que a minha fendazinha vazava quase em bica nas minhas coxas. O bravo titio arrepiou-me toda botando o nariz na minha calcinha fio dental que estava toda meladinha como a minha bocetinha. Ele esfregou-lhe o nariz e a derrubou com os dentes, levando-me os desejos para as coxas que lhe apertaram o rosto em afagos marotos. Eu fremia com tesão de devorá-lo. E ele ainda atendia com ternura e algum pudor a todos os meus desejos. Sua ternura queria satisfazer todos os meus desejos e meus desejos eram despudorados, tornando-o despudorado. Tirando-me a calcinha com os dentes, apertei as coxas e a vulva no seu rosto, boca, nariz... Ele lambeu e gostou do cheiro e do sabor, pois enfiou a língua na minha rachazinha e ficou fazendo-me festa pondo-me os desejos em polvorosa. Fui abrindo as pernas e empurrando a fenda contra a sua boca e o seu nariz. Ele foi me lambendo os pequenos lábios, minha bocetinha e tratou com muito carinho o grelinho que se intumescia. Fez-lhe tanta festa em delicadas lambidas e, ao endurecer, deu-lhe sugadas com força crescente até que ele ficou bem duro, parecendo uma porra pequenina. De “porrinha” dura, entrou de boca, nariz, língua e desejo na bocetinha. Como bom leitor de “O Amor Sem Mistérios”, descobriu-me o “ponto G”, metendo-lhe a língua e, com o nariz no meu grelinho, levou-me à loucura com uma siririca arrasadora. Eu apertava as coxas no seu rosto e a rachazinha aberta na sua boca. Ele me dava tanto tesão que eu tinha de morder o pulso para abafar os gemidos indecentes e chorava de contentamento por ter o carinho daquela boca amante.
Ele estava habilitado pelo livro a arrebatar de gozo uma fêmea e com o amor que tinha por mim, nada menor do que o desejo que eu lhe despertava, eu ganharia tudo o que quisesse, violando deliberadamente o respeito que ele me dedicava porque ele não conseguia negar-me nada e a porra não lhe dava sossego forçando-me a bundinha. Com muito carinho ele começava a me fazer indecências de puta. E eu queria ser realmente a sua puta. Não me importava o respeito, eu queria aquele amor de homem, sim, mas não dispensava a paixão daquele macho predador. Amor e paixão arrebatadora eram tudo o que eu queria, mas não queria nenhum respeito que o impedisse de me foder.
Arrasada de gozo, retribuí a fantástica siririca. Abri-lhe a braguilha e apossei-me da porra desejada que explodia de tesão: ficou tão dura! Ah, o que eu faria daquela porra. Eu já aprendera com meus namoradinhos a extrair leite de pau e eu extraí tudo o que havia naquela porra, deixando-a murchinha. Que delícia de mamada! Titio também teve de morder o pulso para abafar os gemidos indecentes com as minhas mamadas que o faziam explodir na minha boca e gemer indecências. Aqueles jatos quentinhos me empolgavam e faziam explodir o meu tesão em orgasmos alucinantes, sugando tudinho até a amada pica ficar murchinha. O que fiz com a boca naquela delícia de porra! As mãos me auxiliavam no afago dos colhões e em punhetear o resto da porra que a minha boca não alcançava, mas a minha boca fez de tudo o que se possa imaginar, levando-o aos gozos extremos com chupadas, mamadas, lambidas e punhetas de boca. Mamei muito naquela delícia de porra que sempre foi fascinada pela minha bundinha e jorrou todo o seu leitinho delicioso na minha boquinha.
Com a porra vazia, eu recuperei o meu colinho com a barriguinha satisfeita de leitinho delicioso e, nua, fazendo estripulias de menina sapeca, recuperei a dureza da pica. Ah, esfreguei-lhe tanto a bundinha que aquela porra amante só tinha de endurecer e ficou viva de novo, querendo embicar na minha bundinha para levantá-la. E eu não parava de fazer-lhe carinhos de bundinha. Foi então que ele concluiu que não tinha como me escapar e decidiu me pegar para foder e foda de especialista em Tesões Grandões e tratamento de choque era tudo o que eu queria. O gozo seria arrasador. O gozo comum é como subir na montanha russa, o tratamento de choque é o gozo na descida do brinquedo a toda a velocidade. Isso dos meus namoradinhos já me põe maluca; na pica do titio seria a experiência máxima. E comigo ele não deixava por menos: ou se esquivava ou me dava tudo. E tudo era o que eu queria daquela pica. E quem resiste ao poder de sedução da Melzinha? Não o titio: o respeito foi-se e a paixão selvagem tomou conta de nós. Ele não era mais o tiozinho que me fazia tudo, mesmo indecências, com ternura, mas o macho dominante e selvagem que iria pegar para foder à bruta a jovenzinha que desabrochava para o amor. Foi uma alegria muito grande, porque os adeptos daquele livro sabem foder grande, forte, rijo e empolgante. Eu ia ter a grande foda do titio e, para mim, ele dava sempre o máximo. O titio era terno, muito terno, porém a porra era bruta e ele estava se transformando no meu macho arrombador e iria me brutalizar de gozo, fazendo-me gemer fundo e indecente com enterradas selvagens. Eu iria rebolar deveras na sua pica.
Com a bocetinha latejando, eu estava maluca de tesão. Ele deitou-me no sofá e, com pegada forte, veio em cima, para brutalizar-me com a pica. Fascinada de alegria, pedi-lhe a foda de boceta e clitóris: eu queria os grandes gozos. Fiquei maluca de alegria quando ele me beijou na boca e sem pudor: não fugiu da minha boca, mas procurou-a num beijo longo, forte, intenso, arrebatador como o macho predador que ele seria para mim, com a porra tocando-me a bocetinha. A porra tentou me penetrar ainda no estertor daquele beijo , mas emperrou, ficando de fora como se minha boceta fosse impenetrável. Lamentei-me:
– Há tanto ano que essa porra tenta me penetrar e agora que eu lhe abro a bocetinha com amor ela tem medo!
– Não meu amor, ela nunca teve medo. É a tua bocetinha que está assustada. Queres ver? Relaxa. Passou-me as mãos da cabeça aos pés, num afago longo, interminável, e já subindo pelas pernas, coxas, vulva, barriguinha, peitinhos, beijo arrasador, me sentindo completamente relaxada, meteu-me a porra direto. Mais uma estocada macia e lenta para medir nossas profundidades e, seguro de que podia me foder à vontade e com toda a brutalidade da porra, deu-me uma para arrasar. A pressão e a fricção tomaram-me o corpo todo com selvageria, fazendo-me gemer indecências e, quando observava os efeitos em mim, preparando-se para mandar a segunda estocada brutalizadora, ouvimos a chave entrar na fechadura.
Porra! É a mamãe! Estávamos ambos nus e eu envolvida nos seus braços possantes com a porra enterrada nas profundezas da minha bocetinha. Não havia como disfarçar o que estávamos fazendo, portanto, continuamos fazendo. Mamãe não era repressiva, deixando-me livre para os meus desejos. Ela bem sabia que repressões e proibições não levam a nada e eu estava habilitada por ela e pelo livro a dirigir a minha vida com sabedoria. Havia anos eu analisava a porra do titio e era o que eu queria. Fazia anos que eu a desejava. Eu só seria feliz quando ela me arrasasse de gozo. Fiquei a dar-lhe contrações e beijinhos da bocetinha na porra dos meus sonhos... É muito bom saber tudo o que podemos fazer... e fazer é melhor ainda! Mamãe levou um susto ao vê-lo enterrado em mim e observou:
– Ah, estão se divertindo. Melhor seria se o fizessem na cama.
Ri e me penitenciei:
– Eu seduzi essa delícia de titio.
Ela retrucou-me:
– Eu sei! E essa tua carinha não enganaria ninguém, mais ainda que tu não sabes mentir.
Foi para o seu quarto. Nós estávamos engatados até as profundezas do meu ser, numa “foda de boceta e clitóris” com tratamento de choque: “as estocadas mais brutas que tu tens”, como eu lhe pedi. Disse para o meu titio comedor que tentava ser bruto:
– Vai em frente e me fode, arrasa a tua fêmea com a maior brutalidade dessa porra. Brutaliza-me com a tua maior selvageria, arrasando-me com os Tesões Grandões. Quero sentir o teu gozo em todo o meu ser. Mostra-me até onde esse macho pode ser bruto com uma fêmea gostosa.
Eu continuava com a bocetinha ativa fazendo-lhe carinhos na porra. E apertava-o e afagava-o com as mãos em suas costas e os calcanhares em sua bunda, a língua fodendo a sua língua, embolados de amor. Procurando disfarçar os gemidos indecentes de prazer, ele retrucou-me:
– Tu queres foda e eu vou meter-te toda a violência da porra. Não vais ter arrego. Tu vais ter pica violenta como nunca viste. Com toda essa tara por mim, tu serás a maior foda da minha vida. Caralho, amore mio, tu és gostosura como nunca vi!
Caralho, digo eu! O que eu levei de porrada! A porra entrava como um canhão, fazendo-me gemer prazeres que pareciam doer de tão intensos. Ela entrava explodindo com o meu tesão que crescia mais para explodir com outra porrada mais bruta ainda. Eu mordia o pulso para silenciar os meus gemidos loucos e a porra produzia mais e mais desejos, mais e mais tesão, e multiplicava os gemidos ao multiplicar prazeres arrebatadores. O prazer era tão grande que causava sensação de dor. Eu gemia e gritava toda travada e explodia em gozo arrasador e ele mandava porra sempre violenta que na posição de Tesões Grandões é quase insuportável.
– Não adianta gritares porque eu não dou arrego às fêmeas que caem na minha porra. Vais ter de suportar minhas enterradas até eu acabar. Quem te fode não é teu tio, é o predador das fêmeas e vais ter o máximo que eu já dei a uma fêmea.
Ai, caralho da minha bocetinha, eu queria experimentar a maior sensação da minha vida que era chegar aos limites do suportável: aqueles orgasmos arrasadores que me travavam, inundando-me o corpo todo de tesão, e explodiam nos extremos do gozo, fazendo-me gemer prazeres que chegavam às raias do insuportável.
Ele fodeu-me com toda a brutalidade daquela porra e tive um caralhão de orgasmos. Eu me deslumbrava e ele deu uma paradinha clássica para não acabar. Eu chorava de felicidade. Aquela porra já me dera mais do que eu esperava. Ainda entalada na pica levou-me para o quarto, caindo na cama em cima de mim como um macho bruto. Enterrou tudo numa “foda de boceta e ‘ponto G” que me fez gemer mais um caralhão de orgasmos, com a porra batendo bruta no ”ponto G” e, sempre apertada na minha bocetinha, deslizava até o fundo da minha boceta, dando-me duplo tesão, na boceta e no “ponto G”. Já arrasada de gozo, ele deu mais uma paradinha clássica e mudou para a “foda de cu e clitóris”. Eu fiz força para cagar e ele entrou todo, glorioso, arrombando meu cuzinho que já vivia arrombado pelos meus amores em DPs alucinantes, mas não com tanto ímpeto, não tão brutos.
Arrasou-me com fornicadas cada vez mais brutas até tê-lo completamente arrombado e seguiu com enterradas que foram se embrutecendo até virarem torpedos que me extasiavam de prazer e arrasaram-me com mais gozo, no cuzinho e no grelinho, com mais um caralhão de orgasmos, inclusive no grelinho profundamente massageado, e que me enchiam de tesão e gozo e que quase chegavam a doer de tanto prazer que me davam.
Eu chorava de felicidade:
– Obrigada titio por ser o macho que eu sempre esperei de ti. Tu excedeste todas as minhas expectativas e me fodeste mesmo como um bruto como eu queria, fazendo-me gozar os melhores Tesões Grandões da minha vida.
Ri:
– Quando quiseres ver-me muito feliz e ter o amor beijoqueiro da minha menina na tua pica, vem foder-me. Para esse caralho bruto, minha bocetinha beijoqueira estará sempre aberta e meladinha para dar-te os prazeres que tu mereces.
Ele beijou-me na boca como um gigolô que se despede da sua puta muito amada: longo, terno, delicioso. Era de novo o meu tio terno e carinhoso, mas não me evitava a boca. Ao contrário a procurava com tesão ao aconchegar-se e, com ternura, ao despedir-se. Ele virou um predador bruto para me foder com violência da pica a fartar, mas sem perder a ternura. Foi falar com mamãe e eu fiquei curtindo todo aquele esparrame de gozo, extasiada com o que um macho deveras bruto e com
Tesões Grandões pode fazer com uma fêmea.
Quando se despediu de mamãe, eu corri puxá-lo pela mão:
– Que tal me fazer subir pelas paredes como lagartixa, com toda a brutalidade da tua pica? Tira-me o chão no gozo do teu caralho!
Perguntei-lhe rindo:
– Tu queres um boquete daqueles?
Ele sorriu aquela ternura que, com Tesões Grandões, me punha de quatro, afagando-me as orelhas:
– Quem te resiste? Queres subir pelas paredes, hein? Vamos ver se aguentas!
Sorri no maior contentamento:
– Claro que aguento! Das gostosuras dessa pica eu aguento tudo na maior alegria. Essa pica é só festança para mim.
Ai, caralhos da minha vida, o beijo do arrombador começou a festa e a minha alegria transbordou...

Fim

Comentários

21 de Novembro, 2015 às 17:33
Orama
Belo conto e bem escrito. É 10.

1