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04 de Junho, 2020 às 11:24 Por: Jeanlss

Deusa do Ébano

tags: Ela e eu
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Chegamos na casa dela, ela estava na condução. Apertou o botão para abrir o portão da garagem. Estávamos um pouco alto, havíamos comido um japa (comida japonesa) regado a uma garrafa de vinho chileno. À noite estava perfeita!

Mal guardou o carro e já me olhou com aquela cara... "Ahhh como adoro esse olhar". Permita-me descrevê-la: estava com um de seus decotes, revelando os seios avantajados - os bicos rijos denunciando por onde seus pensamentos vagueavam - uma sainha jeans justíssima naquelas pernas roliças e bronzeadas pela própria natureza, e um chinelinho de dedo mostrando o asseio com que aquela mulher havia se preparado para àquela noite... "Fico louco de lembrar daqueles pezinhos com unhas feitas". E o olhar... Àqueles olhos grandes, cabelos negros escorridos por seus ombros e acrescenta após abrir aquela bocona com batom vermelho.

- Veio à viagem inteira chupando meus peitos e enfiando o dedo em mim... Agora é minha vez!

Não respondi, só fui capaz de acenti com à cabeça e dar um leve sorriso. Ela se desvencilhou de seu cinto de segurança, e veio me atacando como uma leoa faminta, devorando minha boca e abrindo o ziper do meu short. Só se podia ouvir à chuva caindo lá fora, o sertanejo (esqueci de falar, ela ama um sertanejo raíz) tocando no rádio, e os ruídos característicos de um amasso espetacular.

Assim que conseguiu tirar meu membro da cueca, largou minha boca, e com a mesma voracidade abaixou, ficando ajoelhada em seu banco, e começou à chupar enquanto me masturbava lentamente. Vez ou outra dizia algo para me deixar mais ardendo de tesão... Deu uma chupada na glânde para fazer barulho e perguntou olhando para cima:

- Ele está tão duro, e pulsando na minha boca... Você gosta quando mamo assim?


- Eu adoro! Respondi com a voz entrecortada.


Seguiu daquele modo por alguns minutos. Beijos, chupadas, passadas de mãos e gemidos, sem contar o cheiro de sexo que estava no ar. Os vidros começando a embaçar quando digo:

- Vamos sair do carro. Está um pouco apertado aqui... Vamos entrar, não vejo a hora de te chupar toda!

Nos beijamos e acariciamos por mais alguns minutos. Ela abaixou a saia, colocou os peitos para dentro da blusinha e eu apenas abaixei minha blusa... Disse para ela deixar tudo lá mesmo que depois buscávamos... Sai rapidamente pela a porta e rodiei o carro a seu encontro, e antes de ela sair realmente do carro à peguei pelos cabelos e falei com os dentes cerrados, e empurrando ela contra o carro:

- Vem cá, quero te foder agora!

- Então come seu puto! Falou em meio a gemidos e empinando à bunda, levantando a saia com uma das mãos e se debruçando na lateral do carro.

- Ahh morena, você me deixa louco!

Ela estava debruçada na lateral. Após levantar a saia, abriu um pouco as pernas e disse:

- Fode meu preto gostoso!

Sem largar seu cabelo, aproximo meu pau na entrada da sua grutinha e antes de enfiar - me enfiar dentro dela - à puxo para trás e sussurro em seus ouvidos:

- Repete! O quê quer que eu faça contigo?

- Aiii seu cachorro... me fode, eu quero que você me fode! Disse com voz suplicante, quase que aos gritos.


Pincelo à cabeça do pinto na portinha de sua bocetinha, que já estava toda babada, e introduzo lentamente para que ela possa sentir cada centímetro de sua carne lasceando, dando passagem a meu membro. O que a faz abrir a boca e soltar um grito silencioso, com a respiração suspensa, muda por alguns segundos. Após alcançar a parede do seu útero, fico assim por alguns segundos, segundos estes que ela volta a respirar e geme toda molinha...

- Aii que delícia amor... me come assim vai!

Uma das mão segurando-a pelos cabelos e desço a outra até seu ventre, ajudando-a à se apoiar e se manter de pé, pois estava nas pontas dos dedos. Noto seu corpo arrepiando ao passo que ordinariamente fazemos o movimento de vai e vem. Aquilo durou alguns minutos. Gemidos, gritinhos, ruídos podia se ouvir daquela garagem, encobertos pelo som da chuva no telhado e ladrilhos de sua casa.

Nessa hora já estávamos suados, ela olha pelo seu ombro direito e me chama para ir lá para dentro, para cama. Ela virou de frente, se agaichou e me chupou por alguns instantes e disse com ar de malícia:

- Ele fica uma delícia com meu gosto!

Solto um grunhido e abaixo para beijar aquela boca linda. Estávamos em extase total, à noite era nossa! Ela se põe de pé e diz novamente para entrarmos pois seu irmão logo chegaria e podia nos pegar ali, semi-nus na garagem (moravam os dois ali).

...

Entre amassos, sussurros, beijos e urgência para alcançar seu quarto, escutam batendo no portão. Olham um para o outro e sorriem encabulados... Que podia ser, às 03hrs da manhã? Clarice pega suas roupas pelo caminho à porta, olha para trás e diz

-Me espera aí, que nossa conversa apenas começou!

Se tratava de uma amiga que haviam dado carona, quando estavam retornando para casa, dizendo que estava cerca de 50min ligando para ela, pois havia deixado o celular dentro do carro. Clarice em meio a xingos pegou o celular e tirou o carro para levar a amiga em casa. Os dois não se aguentavam de ansiedade e tesão nesse meio tempo. Quando retornaram... Ahh meus amigos, é história para outro dia.


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