Olá! Quem nunca fantasiou uma transa no cinema, uma masturbação que fosse?! E que tal uma chupada bem gostosa numa estranha disposta a te fazer explodir de prazer? Pois bem, me chamo Ana Paula e vou contar o que me aconteceu um tempo atrás. Devido a falta de tempo, trabalho, casa, problemas com famíliares, acabei levando bomba na faculdade, na sub-matéria de Literatura Dramática. Como sou boa aluna, a professora pediu uma resenha sobre um filme dramático que estava em cartaz na época. Naquele mesmo dia, corri pro cinema pra assistir o tal drama, sozinha, meio contrariada e bastante chateada, estava na fila para comprar o ingresso... num ato involuntário, olhei pra outra fila ao lado e percebi que uma moça me encarava. Desviei rapidamente o olhar, mas a atração já estava alí e comecei a sentir que ela continuava a me encarar. Olhei mais uma vez, num olhar avaliativo e minucioso... unhas dos pés pintadas, panturrilhas grossas, coxas grossas escondidas num vestido muito bem desenhado de cor salmão... ela estava de lado e pude ver seu bumbum... bunda perfeita num vestido que só a valorizava. Cintura... peitos grandes, cabelos cacheados formando uma linda juba e os braços em gestos sutis, gesticulando para uma outra garota ao lado dela... uma amiga talvez. Fiquei "babando" por alguns segundos e ela me olhou mais uma vez... sorriu com um sorriso largo e malicioso e meu corpo rapidamente respondeu com uma corrente de tesão... desejei a moça de cor de Nutella e ela passou a me olhar com aquele ar de sedução, se movimentar de um jeito que sabia que me faria querer saber seu nome, passou a movimentar os lábios e me encarar, vez ou outra, sem a menor inibição. Chegou minha vez, comprei meu ingresso, ela o dela... observei-a indo para uma mesa com sua amiga e segui a passos lentos. Sentei numa mesa atrás dela, droga... impossível o contato visual. Mas aquele cheiro que ela tinha... um perfume feminino, atraente... gostoso demais de sentir. Vi que ela balançava os ingressos que havia comprado com a suposta amiga e tentei a todo custo olhar, de longe, qual filme e horário elas iriam ver. Consequi observar que ela pegaria a sessão das 21h, a minha era 20:20h e já ia começar... bateu uma ligeira desesperança de conhecer mais aquela mulher de pele de Nutella. Comprei umas balinhas de eucalipto (adoro) e segui pra sala onde assistiria aquele drama ao eu fora forçada. Alguns minutos de filme, sala praticamente vazia e eu lá na última fileira, na última poltrona do canto esquerdo, buscando uma posição confortável que me fizesse concentrar no longa-metragem e me fizesse esquecer da excitação daquele olhar... e de repente, uma voz deliciosa, me pede pra trocar de assento... era ela. Levantei como se estivesse sendo pega no flagra... doei minha poltrona, sentando do lado dela. Fiquei estática de tesão, olhando pra frente e ela aproximou-se ao meu ouvido e agradeceu baoxinho... um arrepio tomou conta de mim. Ela era realmente intrigante. Mais alguns minutos de filme e a moça novamente interrompe meus pensamentos lascivos sobre ela, passou a mão sobre a minha... olhei pro lafo, fitando-a nos olhos, ela segura com um pouco mais de firmeza minha mão esquerda, sorri pra mim, levanta um pouco o seu vestido salmão, abre as pernas e coloca minha mão por cima da sua calcinha. Meu coração parecia que estava em chamas, meu corpo todo estava em chamas. Ela olhou pra frente, sorriu, fechou os olhos... eu vendo aquele perfil lindo, seu pescoço longo, minha cabeça não acreditava que ela tava ali, mas minha mão sim, acreditava e ganhou vida própria... massagiei aquela buceta carnuda, senti nos meus dedos seu volume macio e já estava louca de vontade de sentir seu sabor. O perfume daquela mulher tomou conta do meu respirar, o calor me dominava... um tesão absurdo. A buceta dela molhou a calcinha... pude sentir nos meus dedos enquanto massageava e ela respirava fundo. Mordia os lábios, mexia o quadril e seu cheiro me deixava louca. Olhei a sala, só umas pessoas lá em baixo... e me ajoelhei entre as pernas daquela mulher. Não pensei, não queria saber dos riscos, só queria aquela mulher na minha boca. Ela me olhou um pouco assustada, a luz no seu rosto estava perfeita... que boca linda, que rosto perfeito, sorriu como se estivesse consentindo e eu numa força estranha e com muito tesão, rasguei sua calcinha de renda (o que me fez entender que ela havia saído pra dar e eu fui vitoriosa no seu sorteio pessoal). Sua pele estava lisa, sua buceta molhada, lambi aquela úmidade, coloquei minha língua lá dentro e subi com a língua até seu grelo... pude senti-lo rígido e aquilo me excitou demais. Chupei com um desejo estranho e era gostoso, ela rebolava e gemia baixinho, passava a língua dos lábios ao grelo e parecia que aquilo a deixava louca também, ela segurava minha cabeça e rebolava, eu segurava seu quadril e minha língua dançava na sua buceta e ela sussurrou:
-Vou gozar...
E assim o fez... gozou na minha boca. Senti seu corpo tremendo, suas coxas me apertando... empurrava minha língua contra seu grelo e sentia ela pulsando... eu não queria parar, não me importava se fôssemos pegas, aquilo era incrível, gostoso... então continuei, empurrei minha língua dentro dela, sugava, lambia num beijo apaixonado aquela buceta carnuda, voltei pro grelo rígido dela e meti meus dedos nela... gemeu alto e pude ouvir alguns "Xiiiuu!", não parei... meti lá no fundo, rápido, com força e precisão, a louca me segurava e falou totalmente desinibida:
-Foda-se! Me come pra valer!
Ouvi alguns risinhos e outros resmungos. Mas obedeci, pedi pra ela abrir bem as pernas... ela colocou-as por cima dos braços da poltrona e eu sem medo, sem vergonha e com uma intimidade com aquela estranha, metia na sua buceta... cada vez mais rápido, a cada segundo com mais tesão ainda. Ela gemia como se estivesse em sua casa. Louca, devassa, dançava nos meus dedos. Me olhava e pedia pra não parar, eu não parava e ela gozou num urro delicioso. Abracei-a e disse:
-Prazer!
-O prazer é todo meu.
Nos beijamos e as luzes se ascenderam. O segurança (ou sei lá o que era aquele funcionário) ordenou que fizéssemos silêncio... ela ria quase que descontroladamente, eu me desculpei e mentalmente agradecia por ele não ter chegado a um minuto atrás. O filme acabou uns cinco minutos depois e seguimos de mãos dadas para um papo e outras aventuras que conto em outra oportunidade.