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22 de Setembro, 2025 às 09:12 Por: baoliveira

Depois que minha esposa me contou sobre a fantasia

tags: corno, traição, amigo, fantasia
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Olá, leitores. Neste primeiro conto, vou compartilhar como uma fantasia se tornou um elemento a mais em nossa relação. Utilizarei nomes fictícios para os personagens, já que se trata de um relato real e a discrição é essencial.

Eu serei Marcos, minha esposa, Andressa, e nosso amigo, Lucas.

Tenho 44 anos, 1,90 m de altura, 86 kg, sou branco e tenho olhos castanhos. Andressa é morena, com 1,68 m de altura, 70 kg, cabelos cacheados. É naturalmente bronzeada de sol e piscina, tem olhos pretos, seios pequenos e um bumbum grande, redondo e firme.

Somos casados há 15 anos e curtimos muito a companhia um do outro. Há algum tempo, começamos a assistir a filmes eróticos, mas sem muita frequência, apenas para apimentar a relação. Em uma dessas sessões, colocamos um filme em que uma mulher fazia sexo com dois homens ao mesmo tempo. Notei que Andressa ficou muito excitada. Aproveitei para estimulá-la oralmente enquanto ela assistia, e não demorou para ela gozar, puxando meus cabelos. Quando olhei para a TV, os dois homens do filme faziam uma dupla penetração na mulher.

Depois dessa experiência, um dia, perguntei a Andressa qual era a sua fantasia. Ela me respondeu que sonhava em fazer sexo com duas pessoas ao mesmo tempo, mas tinha receio por não ter o costume de praticar sexo anal. Com o tempo, comecei a sentir tesão só de pensar em outra pessoa transando com ela na minha frente. Às vezes, a imagino de quatro na nossa cama, me masturbando enquanto olho para aquela bunda e a marquinha do biquíni, com outro cara segurando a cintura dela e a penetrando na sua bucetinha molhada. Às vezes, conto a ela sobre esses pensamentos e ela adora.

Conforme o tempo passava, acabei dizendo que queria realizar a fantasia dela um dia, mas que precisava ser com um amigo nosso, casado e de confiança, pois seria mais difícil a história se espalhar entre nossos conhecidos. Afinal, ele também não gostaria que a esposa soubesse.

Como adoramos praia, costumamos convidar amigos para ir conosco. Em uma dessas ocasiões, um de nossos amigos, que era solteiro na época, foi à praia e não levou a namorada, dizendo que a relação estava abalada. Então, nós três curtimos a praia tranquilamente. A Andressa sempre usa biquínis pequenos e de fio dental, e naquele dia ela estava com um estampado, bem cavado, que deixava a bunda dela ainda mais redondinha e com a marquinha que tanto gosto.

Ficamos um tempo na praia. Meu amigo não tirava os óculos, provavelmente para poder olhar para minha esposa, que adorava ajeitar o biquíni, colocando-o na marquinha e perguntando se estava no lugar certo. Às vezes, eu mesmo ajeitava para ela, e já notava o volume na sunga do meu amigo. Quando decidimos ir embora, nosso amigo perguntou o que faríamos. Eu respondi que iríamos para casa tomar um banho e relaxar na rede.

Então, ele (Lucas) disse:
— Vamos comprar umas cervejas e ficar na piscina? Se quiser descansar, tranquilo, vou para casa também.

Eu me virei para Andressa e perguntei:
— Amor, quer entrar na piscina lá em casa ou deixamos para a próxima?
— Pode ser, amor. Eu ficaria na piscina comendo uns petiscos enquanto você relaxa na rede e conversamos.
— Então fechado. Vamos pagar a conta, comprar as cervejas e ir para casa. Os petiscos eu preparo, já que temos tudo em casa.

Chegando em casa, fomos para a área gourmet, bebendo cerveja e conversando. Andressa foi mergulhar na piscina, e ficamos admirando aquela beleza. A cada mergulho, dávamos uma olhada na bunda dela, realçada pelo fio dental. Às vezes, os mamilos apareciam, o que me dava tesão e ciúmes, já que meu amigo também estava vendo. Detalhe: ele ainda usava os óculos, mesmo em casa.

A cena se tornava ainda mais interessante quando Andressa saía da piscina para ir até o chuveirão. Ela abria a água e fazia seu xixi, depois virava de costas para nós e lavava a a bucetinha, fazendo aquele barulhinho de "tchoc, tchoc, tchoc". Em um certo momento, meu amigo disse que ia mergulhar para se refrescar, e eu falei que ia preparar mais petiscos e que depois voltaria para me juntar a ele.

O tempo passou, e já eram 15h da tarde. Meu amigo se despediu e foi embora, ficando apenas eu e Andressa. Tomamos banho e acabamos pegando no sono na rede da varanda. Depois do cochilo, entrei em casa e a vi deitada, vestindo apenas uma camiseta regata minha que deixava metade do bumbum à mostra. Os bicos dos seios saíam toda hora, o que me deu um tesão enorme. Comecei a beijá-la, e ela se derreteu. Quando passei a mão em sua bucetinha, senti que estava encharcada. Levantei-a, a coloquei sobre a mesa da cozinha e a chupei até ela gozar em minha boca.

Andressa foi para o nosso quarto, ficou de quatro no meio da cama, apoiando os seios no colchão. Com o bumbum empinado e a buceta totalmente aberta, ela estava pronta para ser penetrada, meu pau já era uma rocha de tão duro. Comecei a penetrá-la, e a cada movimento, umas bolhinhas se formavam com a entrada do meu pênis em sua buceta super molhada cheia de mel. A cada estocada, ela mordia os lábios, tentando olhar para trás para ver a minha cara de tesão. Foi então que perguntei:

— Amor, você percebeu que o Lucas não tirou os óculos?
— Percebi — ela respondeu.
— Eu acho que era para ficar olhando para você.
— E eu tenho certeza — ela disse. — Por isso que fazia questão de ajeitar o biquíni toda hora.
— Sua danadinha! Se ele fosse casado, acho que seria uma ótima opção para tentarmos fazer aquilo que a gente quer.
— Amor, bota o dedinho no meu cu e continua me metendo na minha buceta, vai... — ela suplicou.
— É assim que você quer? Dois paus ao mesmo tempo?

Enfiei dois dedos no cuzinho dela enquanto a penetrava na xaninha, e ela continuava a me olhar com a boquinha aberta.
— Amor, naquela hora em que você foi fazer um petisco e disse que ia mergulhar depois, o Lucas estava na piscina. Às vezes eu mergulhava na frente dele para dar uma visão de perto, e também para conferir como estava a sunga dele — ela confessou.
— E aí, conferiu? — perguntei, surpreso.
— Sim. No segundo mergulho, já vi a cabeça do pênis quase saindo. Fiquei imaginando o tamanho. Fui para a borda da piscina e, enquanto tomava um gole de cerveja, fiquei de costas para ele.
— Você gostou do que viu na sunga? Ficou nervosa?
— Não demorou muito, e senti ele se aproximando e encostando em mim. Quando olhei para trás, ele ainda estava encostado, me olhando nos olhos. Ficamos ofegantes. Ele veio e colocou a mão por dentro do meu biquíni na parte da frente.
— E o que você fez? — perguntei, ansioso.
— Não sabia o que fazer, só abri mais as pernas para sentir os dedos dele procurando minha buceta. Quando ele a encontrou, deu para ele sentir que a minha umidade não era da água da piscina, e sim do meu mel sendo farbicado na hora.
— Sua safada, você deixou ele te tocar por dentro da calcinha!
— Sim. E eu peguei no pau dele. Parecia do tamanho do seu e estava bem duro. Com a outra mão, ele puxou meu biquíni, expondo um dos meus seios, e depois desceu a mão, puxando meu fio dental de lado e tentando me penetrar. Mas eu só me mexi para que ele ficasse sarando, sem penetrar de fato, porque ele estava sem camisinha. Senão, eu teria dado para ele e não queria nem saber se você fosse aparecer.
— Sua safada, queria sentir o pau do meu amigo — falei, excitado, e comecei a meter mais forte e com mais velocidade.

— Só não dei por causa da camisinha! Senão, teria ficado de quatro naquela borda e pediria para ele meter até o fundo, e ficaria te olhando, enquanto você batia uma, vendo a gente! Só não gozei com a siririca dele porque você voltou.

Quando minha esposa disse isso, gozamos ao mesmo tempo. No terceiro jato, meu pau saiu da buceta dela, espirrando um jato forte para cima, enquanto ela tremia, gozando inteira

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