Em 2013 eu ainda morava no interior de São Paulo e minha rotina no trabalho era frenética.
Só saía com as crianças para jantar fora ou cinema, mais nada. Não tinha namorada nem amigos.
Comecei a conversar com pessoas no bate papo do Uol, nas salas de evangélicos, onde encontrei Daniele. Uma morena alta, de cabelos cacheados lá da Zona Leste da Capital.
Ela era professora, mãe solteira e tinha uma cabeça maravilhosa. Sempre sobrava assunto e eu amava falar com ela, mas não criei expectativas de conhecê-la.
Certa feita, folguei num fim de semana e vim pra São Paulo dar uma arrumada na minha casa que estava meio abandonada. Sem nada pra fazer à noite, liguei pra Dani, então ela me convidou para ir até seu apartamento a fim de nos conhecermos de fato.
Peguei a Ayrton Sena e em uma hora estava lá, no estacionamento do seu prédio esperando-a descer. Ali próximo, alguns rapazes tomando umas cervejas com o som do carro ligado. Não demorou e ela apareceu, com um vestido longo e totalmente natural. A final, ela estava em casa e não se arrumou pra um encontro, nos comportamos como se já nos conhecêssemos.
Ela encostou na porta do carro, me deu um beijinho no rosto toda sorridente. Conversamos por uns 5 minutos e então me toquei da deselegância e a convidei pra entrar. Liguei o som do carro e fiquei olhando nos seus olhos enquanto conversávamos. Nem dei muita atenção pro que ela falara, logo lhe roubei um beijo, o qual ela recepcionou com muito carinho. Parecia até uma garotinha apaixonada.
Me recompus no meu cantinho, mas ela não se contentou, me agarrou e me beijou de volta, só que ai rolou uma malícia que nunca tinha visto numa mulher. Enquanto me beijava, ela procurou o meu pau com o cotovelo, percebendo que estava duro. E nem percebi a rapidez com a qual ela abriu meu cinto e minha calça jeans.
Antes que finalizasse o beijo, ela já estava punhetando meu pênis com muita força.
Eu que achava que o beijo tinha vindo muito precoce, me surpreendi com a atitude daquela mulher evangélica que sempre me dava bons conselhos. No segundo beijo estava com eu pau na mão como se fosse um troféu. Sem perder tempo, caiu de boca no meu pistão. Ela chupava com tanto entusiasmo, metia no fundo da garganta, engasgava, babava e se deliciava.
Então Dani fez uma pausa, olhou pra mim mordendo os lábios e disse: Isso não é uma rola, é a oitava maravilha. Que coisa mais linda, enorme, gamei.
Sem perder tempo, reclinei totalmente o banco dela e a deitei. Me ajeitei entre suas pernas, subi o vestido e puxei o fiozinho pro lado. Passei a língua ao longo da sua buceta que já estava babando. Ela suspirou e eu fiz um oral ã altura, fazendo-a gozar na minha boca.
Peguei uma camisinha no porta-luvas, coloquei a cabeça na buceta dela, que apesar de bem lubrificada, entrou com certa dficuldade. Beijei sua boca perguntei: - Quer sentir esse pau na sua xoxota? Ela consentiu com um gesto de cabeça, então soquei de uma só vez.
Não fiz nenhum movimento, deixei o pau dentro e enquanto beijava ela, tirava o pau de vagarino e socava novamente com força. Em poucas bombadas ela estava tendo orgasmos múltiplos no meu cacete.
Virei ela de bruços e meti num rítimo acelerado na sua buceta. Ela gemia, se contorcia e se realizava na minha trolha.
Eu abraçava o seu corpo enquanto metia e fazia movimentos forçando o pau na bunda pra sentir o cu dela roçar ao longo da minha rola. Gozei gostoso e fiquei um pouco curtindo o calor da buceta dela deitado sobre suas costas.
Ato contínuo, ela me convidou pra subir pro seu apartamento, pois já se passavam da 01:00 hr. Subimos e ela tirou o colchão da cama e colocou no chão para dormirmos agarradinhos. Seu irmão estava dormindo no quarto ao lado e não percebeu que eu estava lá.
De manhã, quando ele saiu pra trabalhar, ela repetiu o boquete com maestria.
A partir daí a Dani resolveu saciar sua fome de sexo. Assim como eu,ela estava ha muito tempo sem ninguém. Saltou em cima de mim e começou a cavalgar insanamente. Subia e descia no meu pau igual uma puta. Cada movimento enrigecia mais meu cacete.
Sem tirar de dentro, nos viramos e peguei ela de frango assado. Socava fundo e com muita potência. Arrancava gemidos dela. Percebi que ela gozava uma atrás da outra até que caio de lado ofegante exausta.
Eu permanecia com um tesão a mil e o pau latejava, mas segurei ao máximo pra não gozar. Logo peguei ela de 4, comecei a massagear a entrada do cuzinho dela com o polegar enquanto socava na buceta puxando seus cabelos e falando bobagens.
Eu já estava no meu limite, então tirei o pau da buceta dela, arranquei a camisinha e esporrei fartamente na cara dela.
Ela estava linda com aquele rosto lambuzado de porra densa. Abriu o bocão e soquei lá no fundo da garganta segurando-a pelos cabelos. Meu pau latejava e ela continuou me chupando por um longo período. Daí fomos tomar um banho juntinhos.
No banheiro, a virei de costas com as mãos apoiadas na parede e tentei enrabar minha morena, mas ela não deixou, dizendo que nunca tinha dado o cú. Como um bom cavalheiro, compreendi e esperei o momento certo para iniciar aquele cuzinho virgem, mas isso fica pro próximo conto.