Me chamo Raquel, 41 anos, casada , mas liberada pelo maridinho. Petinhos grandes que adoram uma lingua, bundinha média mas com o cuzinho já bem larguinho de tanto usar. Bucetinha cheirosa sempre a espera de uma rola grande, grossa e dura.
Vou contar o que me aconteceu semana passada. Eventualmente na nossa empresa o meu chefe é chamado para algumas reuniões em outras filiais. Quase nunca vou, mas nesse ele pediu para leva-lo, já que a cidade é próxima (campinas) e o carro dele estava na oficina. Na verdade ele queria era me comer com mais privacidade, mas eu já sabendo e nem ligando, na verdade gostando aceitei.
Um dia antes indo pro trabalho meu carro fura o pneu, tive que liga para empresa visando que atrasaria, liguei para o seguro que mandou uma pessoa para trocar o pneu, essas coisas. Até cheguei a me oferecer para o rapaz que fazia a troca, falando que ele era alto, forte, másculo, mas ele nem ligou. Tudo bem, o dia ainda estava só começando. Fui para empresa com aquele homem másculo na cabeça, só imaginando o tamanho da rola, até fui ao banheiro bater uma siririca, mas nada apagava meu fogo, mandei uma mensagem para o maridão avisando o que tinha acontecido e ela só me chamava de esposa safada. Fiquei na vontade.
Quase no final do dia meu marido me liga e me avisa que eu tinha que mandar o pneu para a borracharia já que no dia seguinte deveria levar o meu patrão para Campinas. Com aquele homem na cabeça até tinha me esquecido. Meu marido me indicou a borracharia que sempre vai, sai as 18:00 mas fui chegar na borracharia só lá pelas 17:00hs, o rapaz estava quase fechando. Pedi por favor para ele consertar, afinal era apenas um furo no pneu. Ele me pediu para colocar o carro para dentro da oficina e o seu ajudante baixou as portas para mais ninguém entrar. Ai que percebi a safadeza do meu marido, o borracheiro O borracheiro era um rapaz novo, de uns 25, no máximo 28 anos, magro, mas com músculos nos braços, com aquele macacão todo sujo de graxa, cheirando a homem, seu ajudante devia ter uns 17 aninhos, fresquinho, fresquinho. Aquolo me deu um estalo, lembrei do rapaz do seguro, a xaninha ficou excitada na hora, enquanto ele tirava o pneu e colocava naquela banheira para achar o furo eu mandei um post par ao maridão:
Eu: – Seu safado, vc quer que eu de para esse gostoso do borracheiro, não quer?
Mor: - Mas ele vai querer te comer?
Eu: - Espera só que vou chegar com o cú arregaçadinho para você enfiar mais fácil.
Enquanto ele colocava o pneu, naquela posição ajoelhada, eu me posicionei na frente dele e fui subindo a saia. Quando ele me olho a bucetinha já estava quase a mostre, pergunte:
Eu: - Quanto é o serviço?
Borracheiro (com aquela cara de safado): R$ 15,00.
Eu (levantando ainda mais a sainha e mostrando a bucetinha: - Aceita gorjeta?
Borracheiro: - Opa, faz tempo que não recebemos uma gorjetinha desta.
Me animei com um moço tão prestativo assim. Me virei e abrindo a bundinha mostrei o cuzinho: - Tem mais gorjetinha aqui também. – Nisso vinha chegando o ajudante que bate o olho, eu ali com a bunda quase enfiada na cara do borracheiro, a saia toda elevada.
Ajudante: Opa, quero também.
Eu: - Tem pra todos.
O Borracheiro já levantou e só abriu o zíper saiu uma bela de uma piroca negra e grossa, do jeito que gosto. Peguei a camisinha que levo na bolça (Um putinha nunca pode esquecer da caixa de camisinha, porque somos vaca e não burra). Eles fazem aquela cara para camisinha, mas se vc mesmo por, acariciando bem o saco, não tem um que resista. Até queria dar uma mamada, mas o cheiro forte de saco naquele final de dia já não permitia e ele com certeza não ia querer tomar um banho antes.
O borracheiro mais forte me agarrou forte e me tascou um beijão. Eu ali extasiada com aquele beijo másculo. Só sentia o safado do ajudante me tirando a saia, depois abrindo minha camisa e tirando meus peitinhos para fora. Huummmm, adoro um macho safado. Dali a pouco sentia o safado do ajudado cheirando minha xaninha que a essas horas já devia estar meladinha.
Dois homens me comendo de verdade, que delicia... O borracheiro foi tirar o macacão, mas eu pedi:
Eu: - Tirar não, quero ser fodida por um borracheiro a caráter, vai me come: - Colocando as mãos sob o capo do carro sentia a piroca dura e rígida do borracheiro me penetrando. A xaninha já completamente molhada recebeu aquela rola extrema felicidade, depois de ficar o dia inteira siriricando, agora sim ela tinha o que merecia.
O safado me segurava pelas ancas, com aquela mão grossa e suja, que foi deixando marcas dos dedos por toda minha cintura. Daqui a pouco no meio da trepada ele percebeu.
Borracheiro: - Vichi, a senhora está ficando toda suja graxa.
Eu (bombando a buceta na piroca): - Não liga não, o corninho vai gostar.
Ajudante: - A senhora é casada, que safada. O marido corno manso?? (kkkk, vindo)
Eu: - Mansinho, mansinho. Quer que eu ligue para ele?
Borracheiro: Não senhora, agora quero é seu cú.
Tirei a pica da buceta e começou a penetrar no meu rabo. O pica grossa do caralho, kkkkk. Foi entrando rasgando. Ainda bem que o danado sabia comer um cú, e logo já estava toda dentro do meu rabo, depois foi só bombar. Enquanto ele bombava no meu rabo pedi para o ajudante me chupar nos peitos.
O Borracheiro mal começou a gozar no meu cú a porta lateral da oficina se abre. Era seus dois funcionários que estavam chegando. Só vi o ajudante todo feliz: Vem comer a putinha do corno.
O chefe saiu do meu cú e ajudante não perdeu tempo, já entro com tudo. Mas o coitado não devia ter muita experiência, em 2 minutinhos já estava gozando. Enquanto isso, já toda pelada, só de salto alto fui em direção ao dois rapaz que lá chegavam... Quem vai me fuder primeiro.
Sei que arranjaram um sofazinho velho e logo estava sentando na pica de um deles e outro querendo me arregaçar a buceta. Dali a pouco um chega o safado do ajudante com sua piroca para chupar. Eu falei: - lava essa porra que gosto de piroca limpa...
Os outros deram risada, ele foi ali na torneira e deu um banho rápido na pica e voltou todo animado. Como não sou de negar uma pica, estava ali com 3 picas enfiadas, uma no cú, outra da boa e outra enfiada. Tirei a pica para fora e falei.
Eu: - Tira uma fotinha com o meu celular para mandar para o corninho., tira.
O safado pegou meu celular na minha e como não precisa desbloquear o rapaz foi logo tirando foto com aquelas 3 picas enfiadas. Ai sim, me fiz de putinha para mandar para o marido, pedi para gravar e fiz aquela bela declaração de puta de corno:
Eu: - olha mor do que a sua esposinha gosta, de rola de muita rola, beijos mor, te amo.
Sei que os rapazes gozaram várias vezes dentro da buceta, dentro do cú, só faltou porra na cara. Mas eu como boa putinha de corno juntei todas as camisinhas repletas de porra para levar. Eles perguntaram o porque ao que eu respondi.
Eu: - Ué, para o corno ter certeza da puta que tem. (acho que levei umas 8 camisinhas cheinhas de porra).
Depois da safadeza que duram mais ou menos uma hora nos vestimos, paguei o serviço. O borracheiro não queria aceitar, mas eu não sou de ficar devendo em borracharia não.
Coloquei a sainha e ainda dava para notar marcas de graxa pelas minhas coxas. Nos despedimos e pediram para voltar quando quisesse. Chegando em casa, quem eu encontro no elevador, o filho do vizinho comedor? Só levantei a sainha e mostrei o quadril todo manchado de dedos de graxa. Perguntei para ele:
Eu: - Adivinha onde eu estava?
Ele: - Vc continha safada mesmo. E o marido não vai desconfiar? (Ele acha que o corninho não sabe de nada).
Eu: - Claro que não, a gente lava.
Cheguei em casa, o corno já estava doidinho para me ver, tirei a roupa e fui olhar no espelho e pude perceber que não tinha graxa só nas coxas, tinha graxa nos peitos, e nas costas um deles escreveu com o dedo sujo, “Puta” e uma seta em direção do meu cú. Amei aquela dedicatória, o corninho é claro tirou fotinha de tudo antes de me enrabar feliz.
Que corno que não gosta de receber sua esposa toda usada e arregaçada assim em casa, heim???
Nos próximos contos conto o que aconteceu na viagem com o meu chefinho safado para campinas.