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06 de Junho, 2015 às 18:47 Por: Helga Shagger

D P com a esposinha do Parlamentar

tags: adultério, sodomia
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Nanete aparece de dentro do box, nua como antes. Suas grossas coxas brilham com a leve camada de suor devido ao estresse.

Ela tinha soltado os cabelos e seus esplendidos olhos azuis faíscam por baixo das grossas sobrancelhas negras.

Seus amplos quadris e as fartas e firmes nádegas compensam o pequenos volume dos seios, mas de grandes aureolas rosadas.
- Meu deus! Você está mais gostosa ainda! Você é uma maravilha!
- Bom... faça logo o que quer fazer...
- Aaaaaah, onde está a esposinha fiel? A esposinha que se sacrifica pelo maridinho, se submetendo a todo tipo de chantagem?
- Não precisa tripudiar, seu f. da p.! Eu sou humana! Você e o Jardel me viciaram! Meu marido trabalha demais! E Bene sempre esteve por perto! Ele assistiu meu parto e meu marido não! Estava viajando!

E Nanete deixa cair algumas lágrimas enquanto fala. Rafer escuta e a encara enquanto desabotoa o cinto da calça.

Nanete pára de chorar e fixa o olhar em lugar algum. Ela sabe que toda a chantagem, todas as situações a que foi submetida, estavam fora de seu controle.

Ela tenta não encarar a realidade que no fundo ela espera ser tratada assim. Pecaminosa, depravada, abusada, usada, mas respeitada.
Fingindo não gostar, mas adorando o gozo!

O grosso e imenso pau de Rafer salta de dentro da cueca, quando ele a abaixa. Ele não se move e fica apenas observando Nanete.

Depois de um minuto assim, ela começa a ficar incomodada por ele não tomar a iniciativa. A curiosidade e o desejo começam a enfraquecer sua vontade de resistir.

Ela dá uma rápida olhada pro cacetão dele. Rafer continua encarando-a com um leve sorriso de cafajeste nos lábios. Nanete sente a fervura lhe tomar conta do corpo.

Ela olha de novo, um pouco mais demoradamente, pro cacete, que agora deixa cair duas gotas de fluido pré-seminal. Ela tem dificuldade em manter a respiração normal e não consegue controlar os batimentos do coração.

A esposinha do deputado cobre com uma das mãos a xaninha e com o braço, os seios. Mas, isso não é o bastante pois a visão do cacete de Rafer a hipnotisa e agora ela não consegue mais desviar os olhos.

No desespero, Nanete dá meia volta e os glúteos de sua bela bunda tremem com o movimento, deixando agora, Rafer embasbacado com a visão daquele rebolado sensacional..

Rafer percebe que seu momento de durão acabou.
Ele avança e a abraça encaixando sua rola entre as nádegas dela.
Ao primeiro toque, Nanete treme, mas o calor do corpo de Rafer junta-se ao seu e o caralho dele é como ferro em brasa roçando em sua bundona.

Ela joga a cabeça para trás, se entregando aos poucos, enquanto Rafer lhe beija a nuca e leva uma de suas mãos até a mãozinha dela que está cobrindo a xotinha.

Nanete começa a suspirar e arfar enquanto dá os primeiros rebolados em cima da rola de Rafer. Ele, por sua vez, a abraça mais forte e lhe acaricia os seios, a xaninha, as coxas e por fim, com as duas mãos, enche com as carnes da bunda dela!

Depois, ele pressiona cada banda das nádegas de encontro à outra para apertar mais ainda seu pau, quase todo sumido entre elas.
Nanete tenta controlar-se, mas o cacete de Rafer, subindo e descendo pelo seu rego, está soltando o pré-semem em sua bunda, a deixando com água na boca de vontade chupar aquela cabeçorra, como tantas vezes ela fez antes, até que ele jorrasse todo seu semem em sua boquinha!

Rafer está a ponto de gozar quando Nanete se afasta e rapidamente se abaixa, virando o corpo e antes mesmo que ela conseguisse se apoiar firmemente nos joelhos, já tinha a avermelhada cabeçorra lhe tocando o fundo da garganta!

Ela tenta ignorar o som da conversa do marido dela com Bene que vem lá da sala. Na verdade há um conflito entre o remorso que ela sente por estar traindo o marido e o estado de êxtase em que ela se encontra por chupar a rola de outro homem, com apenas uma porta lhe separando da presença do marido!

A risada nervosa de Bene lhe chega aos ouvidos e ela se martiriza por o estar traindo, pois ela jurara a si mesma que Bene seria seu único amante. Ele tinha apagado seu fogo por todos esses anos quando ela sentia uma vontade incontrolável de ser sexualmente abusada por vários homens!

Como que adivinhando, Rafer passa a mão por trás da cabeça dela e a levanta e antes que sinta o que está acontecendo, ele a vira e a faz inclinar-se e apóia-se no mármore em volta da pia.

Ele segura a própria rola de encontro as nádegas dela, enquanto uma mistura dos fluidos dele com o suor de ambos, escorre por entre o rego da bunda e vai se acumular encima da glande.
Cuidadosamente, ele vai guiando com a ponta da rola essa gosminha até a entrada do cusinho de Nanete.
-Aaaah, que saudade! – Nanete escuta a exclamação dele como se fosse a dela!

Ela levanta a cabeça e o busto, mas ainda apoiando os cotovelos no mármore, se deliciando com a saudosa rola de Rafer, mais uma vez lhe enchendo o cusinho!

- Diga ao Sr. Rafer que voltarei a contatá-lo ainda esta semana e que deixo um abraço. E quanto a você...vá me encontrar em meu hotel assim que você acabar aqui.
Nanete e Rafer escutam essas últimas palavras do marido dela.

Rafer sabe que em segundos Bene vai entrar no banheiro, não sabendo qual a reação dele.
Nesse meio tempo que Bene se despede e fecha a porta e se encaminha pro banheiro, já adivinhando o que vai assistir.
Mas então, porta do banheiro é abruptamente aberta, surgindo Rafer carregando Nanete.
Ela está numa pose como se fosse uma perereca. Um dos braços dela está passado por trás do pescoço de Rafer e ele a segura com as mãos por trás dos joelhos, na curva que faz com as coxas.

Nanete balança a cabeça lentamente de um lado pro outro e tem a boca semi-aberta com um leve sorriso nos lábios, pois enquanto Rafer caminha com ela no ar, seu cusinho aperta-lhe o caralho para não deixá-lo pular fora!
- Senta aí Bene! Senta aí! E vamos dar a esta beleza de criatura, o gozo da vida dela!

Bernardo só tem que obedecer e deixar a endurecida rola em posição, enquanto Rafer cuidadosamente vai abaixando Nanete até a boquinha de sua xaninha encontrar a arroxeada cabeçorra da piroca de seu amante negro!

Ele sente os lábios dela lhe chupar o lado do pescoço e também o corpo dela se tesar enquanto sua rola lhe vai invadindo a xaninha.

Lentamente ea esposinha vai relaxando até se acostumar com aquelas mangueronas lhe preenchendo a o cusinho e a xana!
- Aaaaaaaaaahh!

Bene e Rafer escutam este longo e demorado suspiro que Nanete dá de satisfação!
Por todos esses anos ela vinha enganando a si própria que jamais faria dupla penetração novamente.

Que aquilo era animalesco e que só tinha se deixado penetrar porque fora obrigada. Agora ali, ela se rendia completamente por ter aqueles dois esplendidos homens de raças diferentes, mas de igual virilidade com seus magníficos instrumentos fálicos!

Nanete sabe quando Bene vai gozar, pois ele dá uma parada de repente, abraçando-a firmemente, pra depois dar uns dois longos coices com a virilha de encontro a sua xaninha, pra logo em seguida acelerar esses movimentos enquanto urra como um garanhão.
Ela não se importa que ele lhe inunde o útero, pois há anos que ela usa o diafragma. Mas a razão maior é que ela espera que parte do semem dele escape pra fora da xaninha lhe dando o frisson necessário que ela alcance o orgasmo!

Rafer sabe que Bene está gozando devido aos urros que ele solta. Isso parece que faz Nanete gozar também, pois ela redobra a rapidez do rebolado em cima da virilha do amante e de encontro à virilha dele próprio!
Incontrolável, Rafer ejacula como um vulcão dentro do cusinho da infiel esposinha do deputado.

Nanete já está vestida enquanto se maquia. Ela escuta as instruções que Rafer dá a Bene. Aquilo soa mais como ordens. Bene não se mexe e apenas encara Rafer enquanto ele está falando.

Parece que é assim que os dois homens se entendem. Mas, Nanete sente mais satisfação quando imagina que Rafer a está tomando de seu amante, que ela sabe que ele é apaixonado por ela.
- .... e você, minha querida, telefone pro corninho e diga-lhe que vai aproveitar uma carona em meu jatinho, até o Rio!

Nanete sente a tezão lhe subir dos pés à cabeça com o tom autoritário de Rafer e o que ele a está obrigando a fazer. O olhar resignado de seu amante quase lhe dá um orgasmo!
- Alô, alô querido! Eu encontrei o Sr. Bernardo e o Sr. Rafer a caminho do hotel e ele falou que estava indo pro Rio no seu jato particular. Será que você poderia pedir pra ele me dar uma carona?




IX

O deputado está concentrado em seus afazeres quando o celular vibra em cima da mesa. Ele sabe que só duas pessoas têm aquele número, por isso não hesita em atender.

É sua esposa Nanete que lhe pergunta se pode pegar carona no jatinho de um conhecido deles.
- Mas... mas querida, eu pensei que você quisesse passar um bom tempo comigo... já que você insinua que eu estou sempre ausente...
- Eu sei, eu sei. Mas é que aqui também eu só estou lhe vendo à noite. É só uma visitinha rápida aos meus pais no Rio. Escutei que o Sr. Rafer vai ainda hoje e assim pensei na carona. Fala com ele, benzinho, fala!
- Está bem Nanete, está bem. Pede pro Bernardo entrar em contato comigo.

Bernardo é o secretário do deputado e o faz tudo dele. Nanete enquanto fala com o marido está sentada no colo dele, sentindo a imensa verga pressionar sua bela e carnuda bundinha!

Ao lado deles está o tal Sr. Rafer. Assim que Nanete acaba de falar, ela pede a Bernardo que ligue pro marido . Depois de algumas palavras, o telefone é passado para o Sr. Rafer.
- Ah! Pois não, caro amigo deputado, seu pedido é uma ordem! Estou aqui com Bernardo tratando de alguns assuntos relativos à sua campanha. Passe o número de meu celular pra sua esposinha. E não precisa me agradecer... sou eu quem está em dívida com o senhor!

Enquanto Rafer conversa com o marido da bela Nanete, fingindo que está em outro lugar, Bernardo não se contêm e pede que ela se vire e suspenda o vestido. Nanete está sem calcinha e obedecendo, ela deixa a mostra sua esplendida bunda que, minutos antes, Bernardo e Rafer se revesaram em sodomizá-la!
- Só quero deixar minha marca... Para que voce não me esqueça!

E Nanete sente a pressão dos grossos lábios rosados de seu amante negro lhe sugando a pele de uma das nádegas até ficar com uma mancha arroxeada.

Bernardo aproveita para reverenciar o avermelhado anus da esposinha do deputado, com várias linguadas e chupões ao redor do anelzinho, fazendo Nanete suspirar de prazer.
- Pára, pára... meu neguinho safado, pára! Vocês já me fizeram gozar demais esta tarde! Estou muito cansada e preciso me recuperar.

Bernardo dá um último e prolongado beijo nos lábios da xaninha dela. Nanete emite um longo suspiro e fica arfando inteiramente relaxada. Ele a faz sentar-se novamente em seu colo e ela passa os braços em redor do pescoço dele.

Enquanto Rafer fala ao telefone com o marido dela, Bernardo sente os lábios da adúltera esposinha encostarem-se em seu ouvido
- E pode acreditar que estou indo com o Sr. Rafer pro Rio porque, nem voce nem eu, podemos evitar o que esse canalha me obriga a fazer! Voce sabe que eu só gosto de voce, embora meu único amor é e será sempre meu marido! E é devido à chantagem, que me submeto a este homem pervertido, que é também teu patrão!

Rafer e Nanete têm um passado em comum.
Doze anos atrás quando o marido dela foi trabalhar para o prefeito de uma pequena cidadezinha do sul de Minas Gerais, Nanete, ainda uma recém casada de vinte aninhos, totalmente inexperiente, se deixou enganar pelo sogro do tal prefeito.

O acontecido foi que Nanete é surpreendida por ele quando afagava o pênis de um cavalo puro-sangue, por simples curiosidade.

Este sogro, de nome Jardel, ameaçou de fazer o maior escândalo. Nanete com medo do inferno que Jardel estava pintando, se submeteu a todo tipo de prática e perversão sexual que lhe foi imposta.

Assim, com um mês após sua lua de mel, onde só manteve a relação sexual do conhecido “papai e mamãe”, Nanete só não praticou a zoofilia.
Mesmo assim teve sua xaninha lambida até o gozo por Breno, o enorme cão labrador de Leilene, a filha de Jardel! Esta por sinal, amante do próprio pai!

Rafer apareceu na vida de Nanete porque era sócio de Jardel no haras de criação de cavalos árabes. Rafer também se aproveitou do medo de Nanete e passou a dividi-la com Jardel.
Com o passar do tempo, Nanete e o marido foram ajudados secretamente por Rafer que elevou o esposo, de um simples assessor jurídico do prefeito, para o atual cargo de deputado federal.

Bernardo entra na estória como representante de um grupo que financiou as campanhas do marido desde de sua primeira eleição como vereador.

Este grupo era vice-presidido por Rafer. Assim, quando Bernardo apareceu, meses antes da primeira eleição de vereador do marido dela, foi só uma questão de tempo para que ele notasse a carência sexual da jovem e bela esposinha, que por diversas vezes ele a pegou olhando pra sua virilha.

Nessas ocasiões, Nanete desviava o olhar tremendamente envergonhada, mas não deixando dúvidas pra Bernardo.
O envolvimento de Nanete com Bernardo se deve exclusivamente a retidão de caráter do marido dela.
Após ser seviciada e abusada sexualmente pelos dois homens viris, embora Jardel tivesse quinze anos a mais que Rafer, que tinha trinta e oito na época, era impossível que Nanete se satisfizesse com as limitadas variações sexuais que seu marido se permitia.
Ela se esforçou de tudo que foi maneira, sem nunca se revelar a ninfomaníaca que se transformou, apenas insinuando “isso e aquilo”. O máximo que conseguiu foi fazerem sessenta e nove algumas vezes.

Para ser sodomizada pelo próprio maridinho, Nanete tinha que vir por cima, posicionar a glande na boquinha de seu cusinho e ir sentando lentamente, fingindo que estava sendo penetrada na xaninha! O marido nunca desconfiou.
Para Nanete, isso era muito pouco, pois já alojara em seu cusinho as rolas de Rafer e Jardel, ao mesmo tempo!

Com o passar dos anos, Rafer pouco aparecia por lá e Jardel começou a sentir o peso da idade.

Nanete se sentia atraída pelo secretário do marido, mas havia o problema que ele era negro e casado.
E ali, naquela pequena cidade, nenhum negro tinha o status e a desenvoltura de Bernardo.
O marido lhe dizia da excelente competência dele, mas de como as pessoas faziam de tudo para boicotá-lo. Talvez por isso e pelo instinto fraternal, Nanete foi se afeiçoando a Bernardo, apesar de ter sido criada num meio em que os negros eram desprezados.

Com jeitinho, Nanete fez com que Bernardo se tornasse freqüentador da casa deles e de todos os lugares que ela e o marido freqüentavam. Isso ajudou bastante ao marido, pois o eleitorado negro e outra camada de pessoas menos preconceituosas, simpatizaram com ele.
Além disso, Bernardo tinha solução pra tudo. Pode-se dizer que o alter-ego político do marido de Nanete, era Bernardo. Sem ele, o marido jamais teria chegado aonde chegou.

E o marido de Nanete jamais se importou pela intima companhia, longe dos olhos alheios, de Bernardo com Nanete. Nunca iria lhe passar pela cabeça que sua esposinha adorava chupar o caralho do negro até fazê-lo gozar!

Isso acontecia quase que diariamente, enquanto o marido estava nas longas conversas telefônicas. Nanete levava Bernardo pra algum outro cômodo da casa e caia de boca na imensa e amarronzada rola, só parando quando ele ejaculava sua dose diária de proteína!

Durante o vôo de Brasília ao Rio, Rafer não exigiu nada de Nanete, exceto que ela estivesse sem calcinha. No saguão do aeroporto os pais de Nanete a esperavam. Rafer se despediu deles dizendo e que lhe telefonaria, caso voltasse à Brasília.
Nanete imaginava que já no dia seguinte ele estaria ligando pra ela.


Mas, se passou três dias e o telefonema de Rafer não aconteceu. Nanete ficou curiosa, mas achou melhor assim.
Por fim, na sexta-feira, o marido lhe telefonou, dizendo que ia passar o fim de semana no Rio e perguntou também se sabia do paradeiro do Sr. Rafer.
Nanete lhe respondeu que não o tinha visto desde quando chegaram no Rio.
- Bem...eu não quero que o Bernardo saiba o quê conversarei com o Sr. Rafer neste final de semana. Eu tinha esperança que voce tivesse o telefone dele...
- Talvez... talvez, eu possa ligar pro Bernardo e pedir pra ele, sem mencionar voce...
- Ah! Isso mesmo! Faça isso, minha querida. Eu adoro voce!

Ao mesmo tempo curiosa e aborrecida por ter que telefonar pro Rafer,
Nanete sentia uma estranha sensação de que ele não iria perder a oportunidade de levá-la pra cama.

Sua mãe achou um pouco estranho, eles irem três horas antes da chegada do avião.
- É que o Sr. Rafer terá uma pequena reunião em seu escritório. Assuntos relativos para a campanha de meu maridinho...
- Mas, nós poderemos levar voce então. Não preciso sair tão cedo!
- Mãe, isso é assunto de política e eu não posso me estender muito no assunto. Pode deixar que meu marido está em boas mãos com o Sr. Rafer.
- Eu acho que voce também!

Nanete notou um leve teor sarcástico na voz de sua mãe. E não deu outra. Minutos depois, ela recebeu um telefonema de Rafer, ordenando que não usasse calcinha.

Assim, quando ele chegou pra apanhá-la, ordenou que ela entrasse pelo lado do motorista engatinhando! Usou como pretexto o fato de que, de repente, a porta do lado oposto ficou emperrada...
- Por que voce ainda tem que me humilhar assim?
- De outro jeito não tem graça! Humm... vejo que teu cusinho não está mais avermelhado! Mas, ora...ora...ora, tua xaninha está úmida! Entra logo que tua mãe está olhando lá de cima!

Na luxuosa cobertura de Rafer, a esposinha do deputado se viu abraçada e obrigada a receber a língua dele em sua boca.
Era humanamente impossível resistir aos avanços daquele homem que além de viril, parecia dominar todos a sua volta.

Nanete tenta afastar esses pensamentos mantendo uma atitude glacial enquanto ele a despe e percorre com suaves e longos beijos as partes que vai desnudando.

Nanete se arrepia com essas carícias, mas não move um músculo, no intuito de mostrar indiferença. Mas para Rafer, o saboroso gosto da umidade da xaninha dela, lhe prova o contrário.

Ele a tem agora completamente nua, exceto as meias, acocorada na longue-chaise com a xaninha acima de sua boca. .
Nanete contrai os músculos da barriguinha quando ele pára com o delicioso tilintar em seu grelinho, desgrudando a boca que fazia sucção, ao mesmo tempo nos lábios da xaninha. Nanete deixa escapar um sensual gemido!

Rafer sem hesitar, passa um dos braços por trás dos joelhos dela e o outro pelas suas costas e a carrega para a suíte. Lá, ele passa a se concentrar em seu maior objeto de desejo – as esplendidas nádegas da esposinha do deputado!

Nanete se posiciona de bruços em cima das coxas dele, já antevendo o que vai acontecer.
Nas duas primeiras palmadas, ela não emitiu um pio. Nas seguintes ela já tinha perdido todo o controle e passou a gemer sensualmente com seu corpo tremendo de excitação a cada nova palmada em sua bundinha.

Suas mãos se alternam em agarrar as coxas e os tornozelos de Rafer para não perder o equilíbrio devido a seus movimentos.
A imensa rola de Rafer já começa a expelir pré-semem pressionada pela barriguinha de Nanete.
Ambos estão num acelerado estado de excitação. Rafer precisa urgentemente de penetrar Nanete. Ela está desesperadamente ansiosa por ser penetrada!

Rafer sentado na beira da cama, ordena que ela venha, se sentando em cima de sua torona.
- Me dá teu cusinho, princesinha safada, me dá!
- Até parece... que... que voce não... não ia pedir isso!

Logo, logo, Rafer vê a bela mulher do deputado rebolando as nádegas em cima de sua virilha, gemendo despudoradamente.

Volta e meia, Nanete solta a respiração por entre os dentes, fazendo aquele som característico de uma serpente enquanto pára de rebolar e aperta os glúteos com firmeza, fazendo a rola de Rafer ser espremida todinha dentro daquele cusinho guloso!
- Vai, filho da puta! Vai, me enraba todinha! Faz minha bunda ficar vermelha... e .... e meu... meu cusinho, dolorido!! Faz! Faz, seu canalha escroto!

Rafer não consegue mais segurar o gozo, ao mesmo tempo em que Nanete agora fecha as pernas, apertando uma coxa de encontro a outra. Ela dá um tremendo grito e seu tronco tomba pra trás, amparado pelo tórax de Rafer.

Ela ainda geme baixinho, enquanto Rafer lhe beija o pescoço e dá os últimos espasmos de gozo com sua rolona engolida pelo anus da infiel esposinha!

Então, ambos escutam a voz do deputado que adentra ao salão!
- Sr. Rafer! Sr. Rafer, aqui estou... já cheguei!

Nanete salta de cima de Rafer e com um olhar angustiado e de raiva, o encara.
- O que ele está fazendo aqui? Nós não íamos apanhá-lo no aeroporto? O que voce está fazendo, seu canalha? Quer arruinar nossas vidas?
- Não! Arruinar não! É que assim tem mais graça! Eu mandei alguém trazê-lo pra cá. Não seria conveniente que fossemos vistos em público! Vou lá recebê-lo.

O deputado vê Rafer saindo de uma porta, vestindo um robe e descalço.
- Seja bem-vindo, deputado! Espero que o senhor tenha entendido que seria melhor nos reunirmos aqui!
- Ah, sim! Mas eu pensei que minha esposa é que fosse me apanhar.
- Ah, não se preocupe! Dona Nanete deverá estar chegando em minutos! O mesmo chauffer que lhe trouxe, foi apanhá-la Além disso eu tive uma deliciosa visita inesperada que ainda está ali na suíte. O senhor quer dá uma olhada?

Nanete que estava escutando tudo atrás da porta, arregala os brilhantes olhos azuis, espantada com a última frase daquele crápula! Por segundos ela fica paralisada sem saber o que fazer.
- Venha aqui deputado, venha aqui! Dê uma espiada!
- Não, não! Qu´isso? Não fica bem!
- Ora, deixa essa formalidade um pouco pra lá! É só uma espiadinha! Venha ver que corpinho maravilhoso! E que bunda!!

O deputado põe a cara pela porta entreaberta e a visão de um curvilíneo corpo lhe salta aos olhos. A cabeça está encoberta por um travesseiro e as avermelhadas nádegas estão voltadas pra ele. Do meio delas o esperma de Rafer brota, escorrendo por entre as coxas, cada vez que ela dá um soluço por estar chorando baixinho.

Passa pela cabeça do deputado que há algo familiar ali, mas não consegue atinar com quê.
- Vamos, vamos meu amigo! Já olhou demais. Tratemos de negócios agora.

Rafer, pegando pelo braço o marido daquela que soluça em sua cama, o leva para ampla varanda a fora.

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