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31 de Julho, 2017 às 17:10 Por: 69tonsdesepia

Conto 1) Louca por um açaí! (O começo de tudo)

tags: Exib, exibicionismo, exibicionista, exibida, açaí, louca, começo
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APRESENTAÇÃO:
Casados desde 2010, cúmplices em tudo, amigos, amantes, conselheiros. Ele: Formado em administração, possui uma loja de roupas femininas: moda fitness e praia (mas não fica presente nela), especialista em controle de custos, finanças e planejamento estratégico, trabalha em multinacional. Possui 1.74m, 70kg, olhos verdes, cabelo castanho claro, quase não possui barba, é 8 anos mais novo que eu, aparenta ser ainda mais novo, não é ciumento e gosta de ser provocado. Eu: Não sou formada, tranquei a graduação em RH mas pretendo retornar, sou uma das 2 vendedoras da loja do meu marido (além de ser sua sócia). Tenho 1.65m, 60kg, cabelo preto, olhos castanhos escuro, seios fartos, 104cm de quadril, bumbum grande e proporcional as pernas; tipo corpão (meu marido me chama de mulher fruta).

COMO TUDO COMEÇOU?
Um dia meu marido (na época meu namorado) e eu conversávamos sobre ciúmes e atrações, e ele confessou que gostava de ser provocado sempre e em todo lugar com roupas bem curtas ou bem justas ou bem decotadas. Nunca todas as coisas ao mesmo tempo, pois seria vulgar, mas uma coisa ou outra bem acentuada pois adorava arte da sedução, da provocação, do faz que vai mostrar mas não mostra, ou dá uma palinha só pra instigar, da ousadia, do mistério, da imaginação. Que gostava e sentia-se atraído por mulheres que usavam roupas instigantes na rua, mas que desejava que seus olhos fossem apenas meus (para o meu corpo), por isso queria que eu usasse tais roupas a seu favor: shortinhos curtos, vestidos curtos, calça leg bem justa, roupas decotadas, roupas com leve transparência, biquínis bem pequenos ou fio dental (ele é louco por marquinha de biquíni bem ousadas, ainda mais quando está fazendo amor) e quanto as calcinhas, gostava delas bem pequenas mas se possível (uma vez ou outra) gostaria de ser surpreendido com a ausência delas ao sairmos. Que gostava de imaginar que sua mulher era desejada por outros homens e que estes gostavam de me olhar, dizendo em suas mentes o quanto era safada. Afinal, não queria simplesmente me chamar de safada enquanto transávamos porque isso é excitante, queria, de fato, me ver como safada. No início achei tudo muito estranho e confuso, visto que todos os meus ex eram totalmente ao contrário: muito ciumentos e possessivos, mas rapidamente quis testar o quanto ele gostava dessas coisas e conhecer seus limites (até onde posso ou não ir). No começo fazia pra agradá-lo, hoje já me agrada também.

HISTÓRIA:
Logo que tivemos essa conversa e entendi que meu marido era voyeur e que curtia exibicionismo, comecei a idealizar e planejar nossa primeira situação e não demorou muito para começarmos.
Certo dia, a noite, disse ao meu marido que gostaria comprar um açaí e perguntei se ele queria ir comigo, porém ele não se demonstrou interessado visto que estava trabalhando no computador.
Disse: "Tudo bem! Vou sozinha..."
Fui até o quarto e coloquei meu lindo vestido recém comprado, estampado com cor rosa predominante, certa transparência na costa e bem curto (uns 2 dedinhos abaixo do bumbum - ver imagem).
Desci as escadas, passei por ele e disse: "Estou indo..."
Quando ele me viu, estatelou os olhos, e disse: "Você vai assim? Safada desse jeito?
Respondi: "Não é assim que você gosta?"
Imediatamente ele mudou de ideia e disse que iria comigo.
Estávamos ainda fechando portão, quando resolvi me adiantar a frente e percebi que meu esposo não me acompanhou; ficou apenas me olhando.
Perguntei: "Você não vai mais?"
Mas ele disse: "Não é isso... é que conforme você anda o vestido parece que vai subir, torci pra que subisse... rsrsr mas não sobe..."
Então resolvi já revelar um pequeno segredo... olhei para os lados, nenhum carro ninguém perto... levantei bem devagar meu vestido o suficiente apenas para que percebesse que estava sem calcinha e com o moicano que ele tanto adora...
Ele se apressou até mim, me abraçou, me beijou, disse que me amava e que não estava acreditando que eu estava fazendo aquilo...
Sorri, meio de lado e disse: "Vamos...!"
Ele me abraçou pela cintura, acariciando meu bumbum por cima do vestido e seguimos até o bairro seguinte para comprar o açaí.
Tinha pensando em comprar na esquina, mas ele queria me exibir e me curtir por mais tempo...
No caminho era notório os homens passarem e me olharem, me encararem... disse que estava me sentindo um pouco constrangida e preocupada, mas ele disse que ninguém faria nada porque não estava sozinha...
Pedi que meu marido não olhasse pra trás quando alguém passasse por nós, para não constranger as pessoas e fazer com que parem de olhar, mas vez por outra eu mesma olhava para trás e percebendo os olhares dava um breve sorriso e voltava a olhar pro frente.
Logo mais adiante, no lado oposto da calçada, percebemos um grupo de amigos sentado na beirada da calçada.
Perguntei: "Você quer atravessa a rua?"
Ele: "Mas o açaí é desse lado"
Eu olhando na direção dos garotos, gesticulei e disse: "Achei que você quisesse me exibir..."
Ele percebendo o que me referia, atravessou comigo na hora e disse: "Você é muito safada mesmo!"
Adorei ele me chamar assim!
Como os garotos estavam na beirada da calçada para a rua, fomos para a rua, para passarmos na frente deles. quando já estávamos bem próximos dos garotos, meu marido me abraçou novamente, repousando sua mão sobre o meu bumbum, me apertou e sutilmente e propositalmente levantou alguns centímetros meu vestido e, no pé do meu ouvido, bem baixinho, disse: "Imagine a alegria de quem te contempla de baixo para cima! Felizardos!"
Mal passamos pelos garotos e ouvirmos sussurros como: "Nossa!", "O que é isso!?!?" e "que delícia!".
Mas fingimos não ser com a gente e continuamos andando sem olhar para trás e já atravessando para o lado do açaí.
Enquanto meu marido pagava nosso lanche estava pensando em todo que estava acontecendo, nos meus exibicionismos, na cumplicidade do meu esposo, nas nossas safadezas, nos riscos, no tesão que sentíamos, na excitação que corria em meu corpo...
Logo que compramos e já íamos caminhar de volta, meu marido pediu que fôssemos por outro caminho, para não voltarmos por onde já tínhamos passado.
Logo que viramos na rua seguinte demos de cara com uma amiga minha de infância que não via há muito tempo. Ela e seu pudle Léo...
Nos cumprimentamos, apresentei meu esposo a ela. mas percebi que enquanto falava abraçava ela, meu marido não tirava os olhos do meu quadril (posteriormente ele disse que ao me abraçar meu vestido subiu e deu para ver a poupa do meu bumbum)...
Em seguida ela me elogiou: "Mas você está muito bonita!"
Virou para o meu marido e disse: "Você não tem ciúmes de sair com sua esposa assim, toda gostosa desse jeito?"
Meu marido logo respondeu: "Tenho bom gosto. Minha esposa é gostosa de qualquer jeito! Até de bata ela chamaria atenção, que seja como ela se sente a vontade!"
Ela elogiou meu esposo dizendo que confiança é tudo realmente e disse: "Meu marido bem que poderia pensar assim também!"
Enquanto meu marido conversava com ela, já tendo terminado meu açaí, me inclinei levemente pra frente, me abaixando um pouco, para brincar com o Léo; sem me preocupar muito se estava mostrando demais, apenas puxei o vestido para baixo ciente que não adiantaria muito.
Meu marido, ali do meu lado, louco para me olhar naquela posição, mas tendo que dar atenção para a minha amiga, já estava ansioso e eu continuava na mesma posição falando com o Léo; as vezes olhava para o meu esposo e vi o quanto ele estava desejoso de me ver, mas ele apenas olhava para trás e via as pessoas vindo de longe, olhando pra mim e passavam por nós sem parar de olhar...
Me levantei, me despedi e disse que tínhamos que ir pois precisava descansar...
No caminho, meu marido excitadíssimo, não parava de dizer o quanto me amava e o quanto estava amando toda essa situação!
Porém, reclamava de não saber o que as pessoas viam quando me olhavam daquele jeito.
Passamos por um mercadinho, entramos, entramos e logo fui para as prateleiras de biscoito. Lá me adiantei a frente do meu esposo e me inclinei levemente para a frente e para baixo ficando na mesma posição que cri ser a que falava com o Léo (na rua).
Meu marido não parava de me olhar e ficava esfregando o pau dele por cima do short... depois caminho até mim, eu continuei na mesma posição, ele repousou sua mão sobre o meu bumbum, me acariciando desde o cóxi (por cima do vestido), até a metade minha bunda (já sem o vestido).... introduziu seu dedo dentro de mim e pode perceber o quão molhada eu já estava...
Ele me levantou e disse: "Quem te viu na rua certamente não viu apenas o seu bumbum, como eu pude ver agora, provavelmente viu também a minha linda bucetinha. Exceto, talvez, pela pouca iluminação da rua"
E me pediu que eu continuasse me exibindo pra ele dentro do mercado. Mas, infelizmente, não foi tão interessante pois o mesmo estava vazio...
Então aceleramos para casa e logo que adentramos o portão, meu marido já estava levantando meu vestido e querendo me enfiar seus dedos... porém, eu pedia calma para que ninguém nos visse (nosso portão pra rua é vazado e nós moramos no segundo andar de uma casa tipo apartamento; nossos vizinhos, poderia nos ver)...
Mas ele me abraçou e me beijou dizendo: "Que vejam! Quero mais é que vejam mesmo o quanto você é safada e minha puta!"
Então fomos até a lateral da casa, corredor entre o muro e o quarto dos nossos vizinhos (um casal jovem e lindo).
Logo no início do corredor já ficava a janela deles (que estava aberta e com a luz acesa).
Mesmo assim, entre a entrada e a janela, meu marido me colocou contra a parede, de costas pra ele e eu fiquei rebolando me esfregando no pau dele por cima do short.
Ele me colocou mais empinadinha, levantou meu vestido, que já não cobria mais nada, desceu o short até o joelho, abriu a minha bunda com as duas mãos e pediu que eu colocasse... obediente, logo fiz e entrou muito fácil porque estava muito lubrificada...
Pedi que ficasse atento a janela pra que ninguém nos visse, mas ele meteu a mão nos meus cabelos, me puxou e bem perto do meu ouvido disse: "Você não pode grita qualquer barulho", isso enquanto me comia bem devagar... eu dizia: "Mas eu quero gritar... eu preciso..."
Então, ele aumentou a velocidade e começou a me comer mais forte... eu tinha que ficar tentando segurá-lo pelas pernas pra evitar que nossos corpos se chocando fizessem barulho e chamasse atenção dos vizinhos...
Mas não aguentava e de vez em quando eu dava uns espasmos de gemidos e meu marido apalpando meus seios e me comendo cada vez mais mais forte...
Já tinha gozado 3 vezes quando meu marido me perguntou se podia gozar na minha boca, disse que sim... então tirei ele de dentro de mim, me virei de frente pra ele e me abaixei... porém, ele ficou segurando meu vestido... disse que queria que eu ficasse nua... disse que alguém podia nos ver e não teria tempo de colocar; ele insistiu e eu cedi... ele tirou meu vestido e eu fiquei só de sandália e mais nada, abaixadinha o chupando.
Com uma das mãos eu me tocava no grelinho bem gostoso e com a outra eu apertava o pau gostoso do meu marido bem forte e o alisava guiando pela minha boca, de cima embaixo e passava a minha língua na cabecinha enquanto o punhetava, e olhava para ele enquanto me chamava bem baixinho de "puta", de "safada" e segurava meu vestido embolado em suas mãos, olhando para a janela e vendo, pelo espelho, que os vizinhos estavam bem próximos da agente...
Então ele gozou na minha boca e saiu 'litros' de leite que me lambuzaram inteira enchendo a minha boca de porra bem quentinha... abri minha boca para o meu marido ainda abaixada, mostrei que estava me deliciando com o seu gozo e engoli tudo lambendo meus lábios e os mordendo...
Me levantei e antes mesmo de colocarmos nossa roupa, chegamos bem perto da janela do vizinho e vimos, pelo espelho, que eles estavam deitados na cama vendo TV.
Nos vestimos e subimos para nossa casa declarando nosso amor um ao outro e o quanto somos loucos.

Fim (Essa foi nossa primeira aventura)

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