Eu tinha 16 anos. Ela tinha 14. Estávamos sozinhos na casa dela: eu vestia bermuda e camiseta, ela vestia regata vermelha e shortinho jeans. Estávamos vendo TV e era um dia quente. Devia ser umas 15h, mais ou menos. De repente, desliguei a TV.
-Ué! Por que você desligou?
-Porque eu quero te fazer coisa melhor.
-Como assim?
-Vai para o seu quarto.
Ela foi. Quando eu cheguei, ela tava de pé ao lado da cama.
-O que você vai me mostrar?
Comecei a beijar a Júlia com tudo. Ela adorou a troca. Depois de uns dois minutos de beijos ardentes, comecei a mexer na blusa dela e a tirá-la. Tirei o sutiã e por fim fui chegando às pernas. Desabotoei aquele shortinho e passei os dedos por debaixo daquela calcinha encharcada dela. Ela tava morrendo de tesão, e percebi isso assim que encostei na buceta da garota. Enquanto isso, ela tirava a minha bermuda. Eu já tinha estourado o cabaço dela antes. Quando terminamos de nos despir, deitei ela na cama.
-Lembra daquele dia que eu te comi na balada, Júlia?
-Lembro, claro! Vai fazer de novo?
Não respondi. Caí de boca na buceta na garota, que começou a gemer e a gritar:
-Ai, Johnny, meu Deus! Como você me chupa gostoso!
Fiquei ali chupando a menina. Às vezes eu dava uma ajudinha: coloquei os dedos e a masturbei um pouco também. Assim que ela gozou, ela começou a bater punheta para mim. Gemi porque estava com muito tesão. Aí eu pedi a ela:
-Para com isso, garota. Me chupa pelo amor de Deus.
Ela chupou e logo eu gozei. Claro que não íamos terminar por aí. Coloquei uma camisinha e falei:
-Você não vai nem lembrar daquele dia que eu te comi na balada.
Ergui a perna dela e comecei a meter na buceta. Ela gritava de tesão. Em 30 minutos acabamos a foda.