Me Chamo Raquel, 41 aninhos, casada e liberada pelo marido para meter com quantas picas quiser, e quanto mais melhor, já que uma apenas não me satisfaz, mas sempre com segurança.
Nas quintas-feiras é rodizio do meu carro e meu marido me leva e vai me buscar as 18:00hs no escritório onde estou trabalhando, e resolvi fazer uma surpresinha para o meu corno. Quando ele chegou pedi para esperar na sala de espera que tinha um negócinho para resolver com o patrão.
Marido: - Negocinho! Sei. (negocionho porque apesar do meu patrão ser tarado ele tem a pica minuscula, no máximo 6 centimetros).
Entrei na sala do meu patrão que já estava de saindo, fechei a porta e falei com aquela carinho de puta:
Eu: - Chefinho, o sr pode me safistazer um desejo?
Ele: - Claro, mas depende do pedido, pois estou com pressa.
Eu: - Meu marido está ai na recepção e tenho desejo de colocar chifre nele enquanto ele espera. O Sr pode me safistazer???? (Colocando o dedinho na boca e outro buchando a calcinha para o lado e enfiando o dedido dentro)
Ele: - Caralho Raquel, como vc é puta mesmo!
Eu (me ajuelhando e olhando de baixo para o saco dele e com a boca aberto): - Pôe, põe a sua piroca na minha boca para eu chupar, põe.
Ele: - Tá bom sua puta. Isso é o que dá contratar secretaria rampeira.
Eu: - Fala assim não patrozinho que fico molhada.
Enquanto ele retirar a pica para fora eu caio de boca. A piroca dele é muito pequena mesmo, mas é muito gostoso, um cheirinho de pica lavada que me dá muito tesão. Não tirava a piroca da boca enquanto o safado me chingava do jeito que adora:
Ele: - Vai sua puta, chupa a pica do seu patrão, não é isso que vc quer, fazer o seu marido corinho, chupa tudo que vou gozar nessa sua boca gostosa, aahhhh que delicia de boca. (Abaixo de vez a calça e se sentou na cadeira de visitas) – Vai sua puta chupara dinheiro. (abocanhava as bolas e passava a lingua desde a parte de baixo até encima da cabeça e deixei a pica dela toda melada de cuspe.)
Ele: - Issso puta, chupa que vou gozar nessa sua boca de galinha. (Se levantou, pegou minha cabeça e começou a socar com tuda na sua piroca na minha boca, fazendo movimentos cade vez mais rápidos até encher minha boca de porra. Apesar da piroca ser pequena a porra era farta. Guargarejei a porra na boca e enguli tudo).
Ele: - Sua esposa puta mesmo, vai lá agora beijar o seu maridinho com a boca de porra de seu patrão.
Eu: - Vou mesmo, isso que eu estava querendo, e a noite vou trepar com ele lembrando da sua gozada na minha boca.
Saimos os dois juntos da sala, e claro, a primeira coisa que fiz foi dar um belo de um beijo na boca de corninho, que é claro já sabia de tudo, mas meu patrãozinho não, está chando que mete chefre no meu maridinho. Eu jamais vou meter chifre no meu maridinho, já que estu liberdissima. Mas gosto de ver a cara dos safados quando pensam que estão metendo chifres nos maridos dos outros, ficam com aquela cara de sou o fodão. Kkkk.
Beijo na pirocas de vcs e até outro conto, já que trepara para contar é o que não falta.